Protocolo MARCH - M
Massive blending: prioridade máxima.
Identificar o local do sangramento.
Parar o sangramento
Comprimir o local.
.
Protocolo MARCH - A
Airway: vias aéreas.
Existe a cânula nasofaringea. Desconfortável (mas não tanto quanto o exame de COVID).
Cuidado, porém, se houver fratura no crânio, pois ao risco dele entrar para o local errado.
Ferimentos em Membros superiores e inferiores: torniquete, podendo usar dois se for preciso.
Distância de 7 centímetros do ferimento, nunca em cima das articulações.
Ferimentos em tórax, abdômen
Usar o pano (esqueci o nome) pra preencher a perfuração até o sangue parar de sair. Após, usar uma mão em cima da outra p pressionar.
Perda excessiva de sangue
Após 1 litro, risco grande.
Bandagem tática (a cinza)
Se for na cabeça, enrola-lo de cima pra baixo.
Se for no pescoço, começar por ele e passar por debaixo da axila.
Se for na axila, o inverso.
MARCH - R
Respiração: perfuração no pulmão. Isso acaba causando a compressão do pulmão, pois o ar entra e sai pelo mesmo buraco. Nesse caso, importante usar o adesivo que tem a abertura que permite que o ar saia porém retorne.
MARCH - C
Circulação e choque: avaliar pulso, o nível de consciência, enchimento capilar (a coloração dos dedos quando são apertados)
MARCH - H
Hypothermya and head injury
• Prevenir perda de calor, mesmo em clima quente (o choque reduz a capacidade de manter temperatura). • Considerar também possíveis traumas cranianos e proteger o paciente. • Ex.: cobertores térmicos, isolamento térmico, imobilização cervical.
Sangramento arterial
vermelho-vivo, jato pulsátil, acompanhando batida do coração → emergência máxima.
Sangramento venoso
vermelho-escuro, fluxo contínuo → grave, mas mais controlável.
Sangramento capilar (quando se corta o dedo com a faca por exemplo)
sangramento leve, uniforme → geralmente sem risco de vida.