Etiopatogenia da asma
Pré-disposição genética + interação do meio ambiente causando inflamação da via aérea e hiper-responsividade desta
Principais sintomas (6)
Fatores desencadeantes (3)
Verdadeiro ou Falso
O diagnóstico é estabelecido por exame (espirometria)
Falso
O diagnóstico é clínico!
São solicitados exames para avaliação complementar (IgE, espirometria)
Idade a partir da qual é possível solicitar espirometria
6 anos
Lactente sibilante (critérios)
Sibilância recorrente em 1 mês em crianças menores de 24 meses
Fenótipos de sibilância (no lactente sibilante)
Critérios maiores do índice preditivo de asma (3)
Critérios menores do índice preditivo de asma (3)
Índice preditivo de asma (pontuação)
Presença de 1 critério maior ou 2 menores
Tosse variante de asma: quando suspeitar?
Tosse persistente, de piora noturna e com exercícios, com exame físico e espirometria normais.
Tosse variante de asma
Diagnóstico
Diagnóstico de exclusão; estabelecido com a melhores do paciente após tratamento da asma
Alterações da espirometria
VEF1 < 80% (distúrbio obstrutivo)
Melhora com uso de BD (aumento de 12% da VEF1)
Alterações na radiografia (4)
Objetivo do tratamento
Evitar remodelamento das vias aéreas
Fatores de risco para exacerbação da asma (5)
Avaliação do controle da asma (critérios)
Avaliação do controle da asma (pontuação)
Controlada: 0 ponto
Moderadamente controlada: 1-2 pontos
Não controlada: 3-4 pontos
Principal fármaco envolvido no tratamento da asma
Corticoides inalatórios
Tratamento de resgate (todos os steps)
Corticoide e formoterol
SABA segunda opção
Corticoide oral e anti IgE
Step 5
Critérios para reduzir dose do corticoide
Asma controlada por pelo menos 3 meses
Dose baixa de corticoide diariamente
ou
Corticoide + formoterol se necessário
Step 2
Baixa dose corticoide + LABA
Step 3