Contraindicações absoluta a espirometria
Conceito de capacidade vital forçada e sua alteração reflete principamente que tipo de patologia
Inspiração máxima + expiração máxima (VC + vol. inspiratório de reserva + vol. expiratório de reserva); restritiva
VEF1, conceito e sua alteração reflete principalmente que tipo de patologia
Volume de ar exalado no 1o segundo de expiração forçada após uma inspiração máxima; obstrutiva
Relação de VEF1/CVF, valor de referência e que distúrbio caracteriza principalmente
< 0,7 caracteriza distúrbio obstrutivo
Conceito de peak flow (FEF máx ou pico de fluxo espiratório) e sua utilidade
É o maior fluxo alcançado durante a CVF e pode ser útil para avaliar exacerbações
Alteração da curva-fluxo/volume para distúrbio obstrutivo e restritivo
Alteração na curva expiração/volume para distúrbio obstrutivo e restritivo
3 Passos para avaliar espirometria
1o Passo avaliar VEF1/CVF
2o Passo avaliar CVF
3o Passo avaliar CVF - VEF1 pré e pós BD
Classificação do VEF1/CVF
Classificação VEF1
Classificação CVF
Como é realizada a prova broncodilatadora
Uso de salbutamol ou fenoterol 400 mcg 15-20 minutos antes do teste
Critérios para prova BD positivo
Principais mecanismos fisiopatológicos do DPOC (2)
Característica do distúrbio obstrutivo com CVF diminuida por provável hiperinsuflação na espirometria
Relação VEF1/CVF diminuida
CVF diminuida
Prova com BD >= 25%
Mecanismo da hipertensão pulmonar/cor pulmonale no DPOC
Hipertrofia intimal da vasculatura
Componentes patológicos do DPOC (3)
Como avaliar exposição à queima de biomassa
Fator genético relacionado à DPOC
Deficiência de alfa-1-antitripsina
Sintoma mais característico de DPOC
Dispneia crônica (>3 meses) progressiva
Graus de dispneia segundo o mMRC (0-4)
Quando a expectoração passa a ser definida como bronquite crônica
Quando por mais de 3 meses em 2 anos consecutivos
Sinais de cor pulmonale no exame físico (4)
Diagnóstico espirométrico da DPOC
VEF1/CVF < 0,7