Epidemiologia: fatores de risco
Clínica
Diagnóstico diferencial claudicação intermitente
Diagnóstico: clínico
ITB: como fazer e interpretar?
> > > Como fazer:
1. Preparo: repouso por 15-30 minutos e não ter fumado
2. Localizar o pulso com o sonar ou indicador (gambiarra), infle o manguito até o sinal desaparecer, desinsufle até ele retornar > identifique a PAS dos pediosos, tibiais posteriores e braquiais
3. ITB = maior PAS tornozelo (pedioso ou tibial) / maior PAS braquial
Interpretação:
- Valor normal: 0,9-1,3 (S 95%, E 100% em pcte com sintomas)
- Quanto menor o ITB, pior a DAOP e maior o risco de mortalidade por causas CV
- ITB > 1,3 também não é bom! Associado a aumento do risco CV (indica calcificação dos vasos > pcte DM e DRC avançada)
ITB normal, porém desconfio que o pcte tenha DAOP, o que fazer?
Diagnóstico: imagem
Tratamento: não farmacológico
Tratamento: farmacológico
1) AAS e clopidogrel: DAOP sintomática. Se assintomático, individualizar conforme risco CV geral
2) Estatina: para todos!
3) Anti-HAS: para todos os pctes com DAOP e HAS
4) Cessação tabagismo: deve ser estimulado em todos os atendimentos
5) Cilostazol:
- Inibidor da fosfodiesterase que suprime agregação plaquetária, atua como vasodilatador arterial direto
- Dose: 100mg BID
- Efeitos adversos: cefaleia, diarreia, tontura, palpitações
- CI: IC de qualquer gravidade
- Melhoro desfecho sintomático (distância de caminhada) sem melhora de desfechos duros (mortalidade, eventos CV) às custas de efeitos adversos
- Individualizar! Não deveria ser para todos. Há benefício em claudicação intermitente, porém não se aplica na isquemia crítica
Tratamento: cirúrgico