DAOP Flashcards

(56 cards)

1
Q

Treinamento de caminhada estruturada e supervisionada demonstrou ser superior à caminhada não supervisionada. Como é feito esse treinamento?

A

Programas de treinamento de caminhada realizados por pelo menos 3 meses sob supervisão mostraram aumento na capacidade de caminhar e uma diminuição na gravidade da claudicação, sendo eficaz quando realizado pelo menos três vezes por semana, durante 30 a 60 minutos.

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2
Q

Evidências de alta qualidade mostram que programas de exercícios forneceram benefícios importantes na melhora da distância máxima sem dor em pessoas com CI, melhora do ITB e redução na taxa de amputação ou mortalidade. V ou F?

A

F

Não melhora o ITB nem a taxa de amputação, mas emlhora a qualidade de vida.

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3
Q

Recomenda-se que todos os pacientes com isquemia crônica que ameaça o membro sejam encaminhados com urgência a especialistas vasculares, para consideração de revascularização. V ou F?

A

V

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4
Q

Quando é recomendada a revascularização do paciente?

A

Quando ocorrer falha do tratamento clínico, com manutenção dos sintomas severos e impacto significativo na qualidade de vida.

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5
Q

Recomenda-se que o tratamento com o cilostazol seja interrompido se os sintomas não melhorarem após…

A

3 meses.

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6
Q

Recomenda-se que seja considerado o cilostazol, nos pacientes claudicantes com DAP, apenas se a qualidade de vida destes pacientes for substancialmente limitada e o treino de caminhada for restrito, inviável ou ineficaz. V ou F?

A

V

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7
Q

O treinamento físico não supervisionado não é recomendado se o treinamento físico supervisionado não é viável ou disponível. V ou F?

A

F

O treinamento físico não supervisionado é melhor que nenhum treinamento.

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8
Q

Recomenda-se o uso de TAD por pelo menos … após angioplastia com balão farmacológico ou pelo menos … após implante de stent farmacológico ou implante de stent recoberto.

A

1 mês
3 meses

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9
Q

Recomenda-se TAS (terapia antiagregante simples) de longo prazo em pacientes após revascularização. V ou F?

A

V

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10
Q

Terapia antiplaquetária dupla (TAD), aspirina e clopidogrel ou aspirina e ticagrelor, pode ser considerada para pacientes com…

A

… DAPMI sintomática com alto risco de eventos vasculares, com baixo risco de sangramento e na contraindicação da rivaroxabana.

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11
Q

Pode-se recomendar o tratamento com rivaroxabana 5 mg duas vezes ao dia em combinação com aspirina para o tratamento de pacientes com DAP sintomática dos membros inferiores que apresentam alto risco de eventos
isquêmicos e baixo risco de sangramento. V ou F?

A

F

A rivaroxabana é em dose baixa (2,5 mg 2x ao dia).

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12
Q

Inibidores da agregação plaquetária para a prevenção secundária de eventos cardiovasculares são recomendados em pacientes com DAP sintomática, sendo o AAS preferível em relação ao clopidogrel. V ou F?

A

F

O clopidogrel parece ser preferível.

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13
Q

Pacientes com ITB baixo, mesmo na ausência de sintomas clínicos nos membros ou sem intervenção vascular prévia, são considerados portadores de DAPMI assintomática, e há benefício comprovado no uso de aspirina nesses casos. V ou F?

A

F

Não tem benefício em paciente assintomático.

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14
Q

Na diretriz brasileira de hipertensão arterial, o hipertenso com DAC deve ter como meta terapêutica uma PA <… mmHg, enquanto a PA diastólica deve ser mantida com valores acima de … mmHg

A

130x80
70

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15
Q

Pacientes com DAP devem ter seu colesterol de lipoproteína de baixa densidade sérica (LDL-C) reduzido para < … mg/dL ou diminuído em >50% se o nível inicial de LDL-C estiver entre 70 e 135 mg/dL, para redução na mortalidade e eventos CV.

A

70

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16
Q

Da mesma forma, estudos utilizando os inibidores de SGLT-2, com desfechos para DAPMI, observaram que as medicações mais associadas a desfecho positivo foram a…

A

… empaglifozina e a liraglutida.

Esses fármacos demonstraram reduzir as amputações; portanto, essas substâncias devem ser consideradas em adição à metformina em pacientes com diabetes com DAPMI previamente conhecida.

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17
Q

Quando o teste na esteira é interrompido pelo fato de o paciente não conseguir mais andar, o resultado é definido como a distância máxima de caminhada, tornando-se útil para auxiliar na diferenciação se a dor do membro é de origem isquêmica ou não. V ou F?

A

V

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18
Q

Testes de exercício em esteira não são recomendados para fornecer evidência objetiva da magnitude da limitação funcional da claudicação e para medir a resposta à terapia
que está sendo realizada, uma vez que causam dano ao paciente. V ou F?

A

F

São recomendados.

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19
Q

Situações que tornam as artérias pouco compressíveis, podendo falsamente normalizar ou elevar artificialmente o ITB para um valor superior a 1,4, o que torna o teste menos confiável.

A

Diabetes, doença renal crônica (DRC) e de idade avançada.

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20
Q

Entre os diversos testes complementares, o mais utilizado é o…

A

ITB (índice tornozelo-braquial).

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21
Q

O ITB é realizado em posição supina. V ou F?

A

F

Em decúbito dorsal.

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22
Q

Por meio de um dispositivo Doppler de onda contínua, obtém-se o ITB, aferindo-se o menor valor da pressão sistólica no tornozelo bilateral e dividindo-se o valor obtido pela menor pressão aferida no braço direito, e, em seguida, no esquerdo. V ou F?

A

F

É o valor das maiores pressões.

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23
Q

Valor de ITB que sugere DAOP.

A

Igual ou menor a 0,9.

24
Q

Valor de ITB normal.

25
Valor de ITB que torna o teste não confiável.
> 1,4.
26
É recomendado que pacientes assintomáticos com risco para DAP passem pelos testes do ITB. V ou F?
V Independentemente do planejamento para intervenção, é recomendado que pacientes assintomáticos com risco para DAP e aqueles com sintomas passem pelos testes do ITB.
27
Na isquemia crítica dos membros, podem ser observados achados clássicos de rubor e palidez com teste de hiperemia reativa positiva após elevação do membro. V ou F?
V
28
O exame físico começa com os sinais vitais, que frequentemente revelam hipertensão e taquicardia. V ou F?
V
29
Diferença entre claudicação arterial e claudicação venosa.
A venosa regride lentamente com o repouso e tem alívio rápido após elevação do membro; a arterial regride rapidamente com o repouso e a posição do membro não tem influência na dor.
30
Classificação de Fontaine: I.
Assintomático.
31
Classificação de Fontaine: IIa.
Sintomas leves.
32
Classificação de Fontaine: IIb.
Sintomas moderados-graves.
33
Classificação de Fontaine: III.
Dor em repouso.
34
Classificação de Fontaine: IV.
Úlceras ou gangrena.
35
O que significa classificação 4 de Rutherford?
Dor isquêmica em repouso.
36
O sintoma mais comum apresentado na doença vascular da extremidade inferior é...
Dor.
37
A caracterização da dor – local, precipitação, fatores agravantes e de alívio, duração e evolução – pode permitir o diagnóstico ou exclusão da maioria das doenças arteriais e venosas com alto grau de sensibilidade, mesmo antes de examinar o paciente. V ou F?
V
38
Claudicação intermitente é um sintoma comum no cenário de paciente ambulatorial, e normalmente significa doença oclusiva vascular grave. V ou F?
F Significa doença leve a moderada.
39
Por causa da frequência da doença arterial femoral superficial, o local mais comum da dor é...
... a panturrilha.
40
A doença arterial normalmente está no mesmo nível do grupo muscular sintomático. V ou F?
F Um nível acima.
41
Localização mais comum da doença.
Artéria femoral superficial
42
A presença de pulso tibial posterior e tibial anterior e ausência de pulso pedioso indicam obstrução aguda. V ou F?
F A ausência do pulso pedioso pode ocorrer em pacientes com doença arterial periférica crônica ou até mesmo em indivíduos saudáveis com variações anatômicas normais.
43
A cianose não fixa dos pododáctilos com palidez dos demais segmentos do pé indica falta de suprimento sanguíneo adequado e é um sinal típico de oclusão arterial aguda em membro inferior. V ou F?
V Outros sinais e sintomas clássicos da oclusão arterial aguda incluem dor, palidez, parestesia, paralisia, pulso diminuído ou ausente e frio ao toque (os "6 Ps": pain, pallor, pulselessness, paresthesia, paralysis e poikilothermia).
44
A ... é o tratamento de escolha para remover o êmbolo rapidamente e restabelecer o fluxo sanguíneo, sendo a conduta inicial ideal para este caso de isquemia aguda.
Embolectomia por cateter de Fogarty Este procedimento, associado à anticoagulação, garante uma intervenção eficaz e com boa taxa de preservação do membro, especialmente em situações de embolia arterial.
45
Durante uma cirurgia de revascularização aorto-femoral, o cirurgião encontra uma placa de ateroma calcifcada e ocluída. Qual é o procedimento mais adequado?
Endarterectomia Este procedimento envolve a remoção direta da placa, permitindo a restauração do fluxo sanguíneo na artéria afetada.
46
O local mais frequente de acometimento periférico nas oclusões arteriais agudas de etiologia embólica é a:
Bifurcação femoral
47
Síndrome comum em mulheres jovens que cursa com dor no membro superior, febre, cefaleias e crises hipertensivas, associados a sinais de perfusão reduzida no braço esquerdo.
Arterite de Takayasu Tratamento: corticoide e antiagregação plaquetária.
48
A ..., também conhecida como tromboangeíte obliterante, é uma vasculite que afeta principalmente as artérias e veias de pequeno e médio calibre dos membros inferiores e está fortemente associada ao tabagismo.
Doença de Buerger
49
A disfunção erétil causada pela obstrução da artéria pudenda é uma característica patognomônica da...
... síndrome de Leriche.
50
A obstrução da artéria femoral superficial é encontrada em cerca da metade dos casos de distúrbios isquêmicos dos membros pélvicos. Embora a obstrução geralmente seja inicialmente unilateral, ao final de 4 anos, 75% dos pacientes desenvolvem oclusões bilaterais. V ou F?
V
51
Fator de risco isolado mais importante para claudicação intermitente.
Fumo
52
A OAA é sempre mais exuberante em casos de trombose do que em caso de embolia. V ou F?
F A apresentação clínica pode variar conforme vários fatores, e a embolia pode causar sintomas agudos e graves devido à oclusão súbita de uma artéria previamente saudável.
53
Conduta em relação a anticoagulação em casos de obstrução arterial aguda.
Administrar heparina não fracionada (HNF) por via intravenosa em bolus, seguida de infusão contínua, visando à anticoagulação plena para prevenir a propagação do trombo.
54
Principal diagnóstico diferencial de trombose/embolia arterial.
TVP
55
A … é uma complicação possível após a revascularização, especialmente em casos de isquemia prolongada, que cursa com edema de membros inferiores e ausência do pulso restaurado.
Síndrome compartimental O retorno do fluxo sanguíneo pode levar a um aumento da pressão dentro dos compartimentos musculares, resultando em dor, edema e comprometimento do fluxo sanguíneo, o que explica a ausência de pulsos e o edema de panturrilha observados no paciente.
56
Diferença entre trombose e embolia arterial aguda.
A trombose ocorre em pacientes com claudicação prévia.