O que é dislipidemia?
Alteração dos níveis de lípidos plasmáticos, associada a aumento do risco cardiovascular aterosclerótico.
Porque é a dislipidemia importante em MGF?
Quais são os principais lípidos avaliados?
Porque não se trata a dislipidemia isoladamente?
Porque o tratamento depende do risco cardiovascular global, não apenas dos valores laboratoriais.
Quais são os principais fatores de risco cardiovascular?
Que doentes são automaticamente considerados de alto risco CV?
Quais são as medidas não farmacológicas fundamentais?
As medidas não farmacológicas são sempre necessárias?
Sim, independentemente do risco ou do uso de fármacos.
Qual é o fármaco de primeira linha na dislipidemia?
Estatinas
Quando está indicada terapêutica farmacológica?
Qual é o principal objetivo terapêutico na dislipidemia?
Redução do LDL-colesterol, proporcional ao risco cardiovascular.
Como se escolhe a intensidade da estatina?
Com base em:
- risco CV global
- valor basal de LDL
- objetivos terapêuticos.
Quais são os objetivos gerais de LDL-colesterol?
Os objetivos lipídicos devem ser individualizados?
Sim, sobretudo em:
- idosos
- doentes frágeis
- multimorbilidade.
Como deve ser feito o seguimento da dislipidemia em MGF?
Quando deve ser reavaliado o perfil lipídico após iniciar tratamento?
Geralmente 4–12 semanas após início ou ajuste terapêutico.
Quais são os efeitos adversos mais frequentes das estatinas?
O que fazer perante intolerância às estatinas?
Quando suspeitar de dislipidemia familiar?
Qual a relação entre dislipidemia, DM e HTA?
São fatores que se potenciam, aumentando exponencialmente o risco CV.
Qual o papel da prevenção quaternária na dislipidemia?
Qual é o princípio-chave da dislipidemia em MGF?
Tratar o risco cardiovascular global, não apenas os números do colesterol.
O que é risco cardiovascular global?
Probabilidade de um indivíduo desenvolver um evento cardiovascular fatal ou não fatal num determinado período de tempo, considerando todos os fatores de risco em conjunto.
Porque se avalia o risco cardiovascular global em vez de fatores isolados?
Porque os fatores de risco potenciam-se entre si, e o risco real não é a soma simples dos fatores individuais.