Endoscopia: HDA Flashcards

(80 cards)

1
Q

Definição de HDA:

A

Qualquer sangramento proximal ao angulo de Treitz.

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2
Q

Na avaliação inical do paciente com suspeita de HDA, quais os critérios para intubação? (3)

A

Dispeneia, hematêmese volumosa e rebaixamento do nível de consciência.

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3
Q

Medidas iniciais da HDA:

A
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4
Q

Alvo na PAS:

A

90 a 110 mmHg: hipotensão permissiva.
Hb de 7 a 8, pois se encher o tanque o paciente sangra mais.

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5
Q

Lactulona para:

A

Evacuar duas a tres vezes ao dia.

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6
Q

Prescrever de 20 a 120 min antes da EDA:

A

Eritromicina ou metoclopramida efeito procinético.

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7
Q

Adiar EDA se:

A

Plaquetas abaixo de 50000, Hb abaixo de 7/5, e INR acima de 2,5.
Devemos corrigir todos esses parâmetros.

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8
Q

Escore de Rockall, critérios:

A
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9
Q

Vatizes de esofago correspondem a:

A

20% das HDA.
Ser cirrótico não significa ter varizes de esôfago.

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10
Q

Prioridade para endoscopia na HDA em tempo:

A

Dentro de 12h

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11
Q

Gradiente da pressao portal em relação a veia cava inferior indicando hipertensao portal e varizes de espfago:

A

Maior que 5 é hipertensao portal.
Maior do que 10 é varizes de esôfago.

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12
Q

Classificação da HDA varicoza:

A
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13
Q

Profilaxia primária para sangramento de varizes de esôfago em paciente que nunca sangrou:

A

Betabloqueador não seletivo e ligadura elástica por EDA.

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14
Q

Ligadura elástica gera:

A

Trombose local.

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15
Q

Tratamento da HDA varicoza:

A
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16
Q

Na falha da segunda endoscopia para TTO de varizes de esôfago, qual a conduta:

A

TIPS: shunt transjugular intra-hepático portosistemico.
Primeira opção na hepatopatia sinusoidal e de ponte para Tx hepático.

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17
Q

Contraindicações do TIPS:

A

Child C, ICC e DPOC.
Na falha do TIPS ou na presença destas complicações: realizar cirurgia.

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18
Q

Indicações do balão de Sengstaken Blakemore:

A
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19
Q

Balão de Sengstaken permanece por:

A

12 a 24 horas e deve ser retirado com endoscopia após a compensação do paciente.

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20
Q

Balão deve ser insuflado com:

A

150 a 300 mL de ar na via gástrica.
25 a 30 mmHg na esofágica ou 1/3 da PAM.

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21
Q

Complicações do balão:

A

Pneumonia aspirativa, perfuração, necrose de asa nasal e isquemia da mucosa gástrica.

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22
Q

Alternativa ao balao em casos complicados:

A

Stent metálico.

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23
Q

Vantagens e desvantagens do stent metálico em relação ao balão:

A
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24
Q

Classificação e TTO de varizes gástricas:

A
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25
Ao entrar no estômago, a preferência é por:
Cianoacrilato.
26
Em casos de ressangramento na varizes gástricas, conduta:
Cianoacrilato.
27
Conduta na falha endoscópica na varizes gástrica:
Embolização e TIPS. Por fim cirurgia.
28
Profilaxia secundária de varizes gástricas e esófagicas (paciente ja sangrou):
29
Diagnostico:
Gastropatia hipertensiva, padrão em mosaico.
30
GAVE o que é e conduta:
Ectasia vascular antral
31
Causa mais comum de HDA:
Doença ulcerosa péptica. Duodenal na prte posterior pela artéria gastroduodenal.
32
Sangamento gástrico é mais comum pela:
Artéria gástrica esquerda.
33
Classificação de Sakita:
34
Classificação de Forrest:
1a: ativo. 1b: sangramento em babação. 2a: vaso visivel. 2b: coágulo visível.
35
Terapia combinada:
Clip e escleroterapia (solução de adrenalina ou solução de glicose a 50%). Obs: clip é melhor para sangramentos de um foco.
36
Conduta no Forrest 2B:
Remoção e reclassificação.
37
Quando não dar segunda chance oara EDA na falha da primeira, em úlceras:
38
Quando realizar o second look (nova endoscopia após 24h):
Quando não identificou o foco de sangramento ou terapia duvidosa.
39
No TTO de úlcera se ressangramento, após 2 tentativas com EDA se deve fazer:
Arteriografia ou cirurgia.
40
Terapia não endoscópica da úlcera peptica.
41
Sangramento multifocais em gastroduodenites e espfagites deve ser feito com:
Pó hemostático.
42
Laceração do esôfago distal próximo a TEG após alta ingesta de álcool ou vômitos incoercíveis, Dx:
Mallory Weiss.
43
Dieulafoy o que é?
Malformação arterial de um vaso mais comumente na oarede do estômago que se for a luz gera sangramento. Sangramento intenso, intermitente e recorrente, que muitas vezes a endoscopia não acha.
44
Definição de hemobilia:
Sangramento da árvore biliar.
45
Cuidados pós EDA:
46
TIPS melhora a incidência de:
Ressangramento mas nao melhora mortalidade.
47
Medicamento de primeira escolha para redução do fluxo portal na varizes:
Terlipressina.
48
Betabloqueador nao pode ser feito agudamente na varizes esofágicas, porém a profilaxia com ATB consiste em:
Ceftriaxona ou norfloxacina.
49
Preditores de sangramento na varizes e child:
50
Lactulose e neomicina na prevenção de…
Encefalopatia.
51
Indicação e contraindicações do TIPS:
52
Quando intubar antes da EDA?
NC: nível de consciência.
53
Quando fazer hemotransfusão na HDA?
54
Quando transfundir plaquetas na HDA?
55
Quando suspender ou manter o AAS na HDA?
56
Manejo dos novos anticoagulantes orais na HDA:
57
Quando fazer a EDA de acordo com o INR?
58
Quando realizar a EDA na HDA?
59
Forrest a seguir:
60
Forrest a seguir:
2A.
61
Forrest a seguir:
62
Forrest a seguir:
63
Conduta frente ao ressangramento:
64
Tempo de internação na úlcera de alto risco:
65
Resposta:
A.
66
Prescrição de IBP na úlcera de acordo com sua classificação:
67
Quando repetir o exame de H. pylori?
68
Dx na figura a seguir em paciente com vômitos incoercíveis:
69
Dx:
70
Tto EDA da HDA não varicoza:
71
Dx a seguir:
HDA varicoza.
72
Objetivos do Tto pré endoscópico na HDA:
73
Classificação de Sarin nas varizes gástricas:
74
Método endoscópico de escolha para Tto da HDA varicoza:
75
Conduta frente a HDA por esquistossomose:
76
Profilaxia primária e secundária da HDA varicoza:
77
Rastreamento de varizes, segundo critérios Child:
78
Quando indicar profilaxia não HDA varicoza?
79
Padrão ouro para controle de hematêmese em paciente paliativo?
Radioterapia hemostática.
80
Qual é uma melhor alternativa ao balão no controle momentâneo do sangramento?
SEMS. Resposta D.