EPIDEMIO Flashcards

(85 cards)

1
Q

TIPO DE ESTUDO Q Avalia exposição e desfecho ao mesmo tempo

A

Estudo transversal

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
2
Q

QUAL ESTUDO Compara pacientes com e sem desfecho, retrospectivo

A

Estudo caso-controlo

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
3
Q

Acompanha grupo exposto e não exposto ao longo do tempo

A

COORTE

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
4
Q

Intervenção atribuída aleatoriamente, controle rigoroso de viés Mais

A

Ensaio clínico randomizado (ECR
é considerado o padrão-ouro em termos de design experimental porque:
1. Randomização reduz viés de seleção
2. Grupo controle permite comparação direta.
3. Possibilita causalidade mais confiável entre intervenção e desfecho.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
5
Q

MAIOR LIMITACAO DOS ESTUDOS OBSERVACIONAIS - COORTE, CC E TRANSV

A

ESTABELECER A CAUSALIDADE - GERAM HIPOTESES

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
6
Q

O QUE SIGNIFICA O DALY

A

DALY = Disability-Adjusted Life Years - Tradução: Anos de vida ajustados à inapacidade
Objetivo: Medir o impacto total de uma doença em termos de:
1. Morte prematura (anos de vida perdidos)
2. Incapacidade (anos vividos com limitações)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
7
Q

Avaliação de carga de doença em populações, planejamento de políticas de saúde e priorização de intervenções. QUAL O INDICADOR DE SAUDE

A

DALY - combinação de mortalidade e morbilidade, refletindo anos perdidos por morte prematura e anos vividos com incapacidade.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
8
Q

Mede carga total de doença em uma população

A

Disability-Adjusted Life Years DALY Anos de vida perdidos por morte prematura + anos vividos com incapacidade

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
9
Q

Avalia benefício de intervenções de saúde combinando quantidade e qualidade de vida

A

Quality-Adjusted Life Years QALY Anos de vida ajustados pela qualidade de vida

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
10
Q

Número de mortes de <1 ano por 1000 nascidos vivos

A

Mortalidade infantil – Número de mortes de <1 ano por 1000 nascidos vivos Indicador sensível do desenvolvimento e cuidados de saúde materno-infantil

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
11
Q

Média de anos que uma pessoa pode esperar viver

A

Expectativa de vida ao nascer – Média de anos que uma pessoa pode esperar viver Reflete condições gerais de saúde e desenvolvimento de um país

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
12
Q

Número de casos novos de uma doença em um período definido

A

Incidência – Número de casos novos de uma doença em um período definido Útil para medir risco e surtos

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
13
Q

Proporção de pessoas com uma doença em um momento específico Mostra carga total da doença na população

A

Prevalência

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
14
Q

ESTUDOS DE COORTE Permite calcular incidência e risco relativo V OU F

A

V - Pode ser prospectivo (acompanhamento futuro) ou retrospectivo (dados históricos).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
15
Q

VIES NO QUAL Participantes mudam comportamento por estarem sendo estudados

A

Isso é Efeito Hawthorne.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
16
Q

viés do trabalhador saudável.

A

Participantes selecionados são mais saudáveis e ativos que a população em geral ✅ subestima riscos ou efeitos.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
17
Q

Resultados positivos são mais publicados CHAMA-SE VIÉS DE

A

PUBLICAÇÃO

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
18
Q

VIES Ocorre quando a amostra não representa a população-alvo

A

VIES DE SELEÇÃO Viés do trabalhador saudável: trabalhadores mais saudáveis que a população geral subestimam risco

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
19
Q

Erros na coleta ou registro dos dados Registro incorreto de diagnóstico ou doses de medicação

A

VIES DE INFO

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
20
Q

Associação falsa causada por uma terceira variável relacionada com exposição e desfecho Estudo relaciona café com câncer, mas tabagismo não foi considerado VIES DE

A

CONFUSÃO

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
21
Q

COMO REDUZIR O VIES DE CONFUSAO

A

Ajuste das variáveis confundidoras (ex.: regressão multivariada) → método mais usado em estudos observacionais

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
22
Q

Surto de intoxicação alimentar após um jantar específico com comida contaminada.
TIPO DE FONTE

A

Fonte Pontual (Point Source)

Definição: Todos os indivíduos são expostos ao mesmo tempo a uma fonte de infecção.

Características:

Início súbito de casos.

Curva epidêmica aguda e simétrica (pico definido).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
23
Q

Água potável contaminada com Vibrio cholerae durante várias semanas. TIPO DE FONTE

A

Fonte Comum Contínua - Curva epidêmica plana ou com elevação gradual, duração maior.

Casos ocorrem enquanto a fonte estiver ativa.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
24
Q

Contaminação de alimentos servidos apenas em alguns dias específicos em um restaurante. TIPO DE FONTE

A

Fonte Comum Intermitente

Definição: Exposição não constante, ocorre em intervalos irregulares.

Características:

Curva epidêmica com picos múltiplos.

Difícil determinar o período de incubação preciso.

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
25
Gripe, sarampo, COVID-19. SAO EXEMPLOS DE QUE FONTE?
Fonte Propagada / Transmissão Pessoa a Pessoa - agente é transmitido de pessoa para pessoa, sem uma fonte comum fixa. Características: Casos aparecem em ondas sucessivas, geralmente mais espaçadas. Curva epidêmica gradualmente crescente; pico depende do contato entre indivíduos.
26
Promover estilos de vida saudáveis antes de haver risco (ex: políticas anti-tabaco em escolas). É UM EXEMPLO DE PREVENÇÃO...
Prevenção primordial Evitar o aparecimento de fatores de risco.
27
Vacinação, uso de protetor solar, dieta saudável. SÃO EXEMPLOS DE PREVENÇÃO
Prevenção primária Evitar o aparecimento da doença.
28
Rastreios, exames preventivos. SAO EXEMPLOS DE PREVENÇÃO
Prevenção secundária Detetar e tratar precocemente a doença, evitando complicações. Rastreios, exames preventivos.
29
Reabilitação, fisioterapia, controlo de sequelas. SÃO EXEMPLOS DE PREEVNÇÃO
Prevenção terciária Reduzir ou eliminar os efeitos a longo prazo de uma doença já instalada. Reabilitação
30
Evitar exames ou tratamentos sem benefício comprovado. SAO EXEMPLOS DE PREVENÇÃO
Prevenção quaternária Evitar intervenções médicas desnecessárias e proteger o doente de excesso de medicalização
31
o que significa VPN alto
se o exame é negativo, é muito confiável para excluir doença - Ideal em pacientes de risco baixo a intermediário, para evitar testes invasivos desnecessários.
32
qual erro quando se aplica a um individuo o que é válido para um grupo?
falacia ecologica
33
Associação entre consumo de café (exposição) e cancro do pulmão (outcome). O tabagismo é o confundidor → causa o outcome (cancro) e está associado à exposição (café).
variavel de confusao
34
Confundimento resolve-se com aleatorização, estratificação ou ajuste estatístico (regressão múltipla). v ou f
v - não melhora aumentando a amostra!
35
“variável associada à exposição e causa do outcome”,
confundidor
36
Tipos clássicos de vieses de informação
Viés de memória (recall bias) Participantes recordam de forma diferente a exposição (ex: casos lembram mais que controlos). Viés de má classificação diferencial Erro sistemático diferente entre grupos (ex: expostos e não expostos). Viés de medição (measurement bias) Instrumento de medida ou observador mede incorretamente Viés do observador / entrevistador Investigador influencia a recolha da informação (conscientemente ou não
37
Viés de participação (nonresponse / selection bias) Diferença entre quem participa e quem não participa no estudo.
vies de seleção
38
Sempre que o erro estiver na forma como os dados são colhidos ou interpretados, pensa em viés de informação. Se o erro estiver na escolha dos participantes (quem entra ou não entra no estudo), marca viés de seleção — e lá estará o “viés de participação” a tentar te enganar.
para lembrar
39
Sempre que a frase trouxer “risco maior” ou “menor”, pensa em risco relativo (RR). “Odds ratio” aparece apenas quando se trata de estudo caso-controlo, não quando o texto fala diretamente em risco.
“Risco 20% superior” RR = 1,2 “Risco 50% superior” RR = 1,5 “Risco 3x maior” RR = 3,0 “Risco 30% inferior” RR = 0,7 “Não há diferença de risco” RR = 1,0
40
risco de adoecer entre os expostos e não expostos:
risco relativo
41
Num estudo caso-controlo, a análise mostrou que o risco de doença era 50% superior nos expostos. Qual é a medida de associação adequada?
Odds Ratio = 1,5 Mesmo que o texto diga “risco”, se o tipo de estudo for caso-controlo, não há como calcular risco real → só odds ratio.
42
“Planear a prevenção, integrando, a todos os níveis e para o conjunto das atividades da empresa, a avaliação dos riscos e as respetivas medidas de prevenção.” é função da
serviço de segurança e saúde no trabalho
43
“Fiscalizar a implementação de medidas realizadas pela entidade empregadora.” é função de qual orgao?
Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT)
44
é função da empresa:
“Adquirir os equipamentos de proteção individual necessários para a implementação das medidas de prevenção necessárias.” “Instalar os equipamentos de proteção coletiva nas empresas onde prestam serviços.” Se disser “fiscalizar, instalar ou adquirir”, é da entidade empregadora — e se disser “inspecionar”, é da ACT.
45
“Reunir os parceiros da comunidade para discutir os problemas associados à população de trabalhadores que servem.” é função de
órgãos de saúde pública ou comissões locais de saúde
46
O que é a estratégia “MPOWER”?
pacote de medidas da Organização Mundial da Saúde (OMS) para implementar a Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco, criada em 2008 para ajudar os países a reduzir o consumo de tabaco e os seus impactos na saúde.
47
Significado do acrónimo MPOWER
M Monitor tobacco use and prevention policies - Inquéritos nacionais, vigilância epidemiológica P Protect people from tobacco smoke - Ambientes livres de fumo O Offer help to quit tobacco use Linhas de apoio, terapias, consulta de cessação W Warn about the dangers of tobacco -Rótulos com imagens, campanhas públicas E Enforce bans on tobacco advertising, promotion and sponsorship -Restrições à promoção e marketing R Raise taxes on tobacco Aumentar impostos sobre produtos de tabaco Política fiscal de dissuasão
48
A rapidez (timeliness) é fundamental em doenças agudas e transmissíveis (ex: sarampo, meningite, cólera), mas não em doenças crónicas e de evolução lenta, como o cancro. Nos sistemas oncológicos, o que mais importa é a exatidão e completude, não a velocidade.
v - Doenças raras Sensibilidade Doenças frequentes Especificidade e valor preditivo positivo
49
ciclo de vigilância epidemiológica
Envolve 5 etapas sequenciais (não é aleatório, a DGS segue essa ordem sempre): 1. Geração e colheita de dados – Recolha de dados de fontes (hospitais, laboratórios, médicos). – Exemplo: notificações de casos de sarampo. 2. Transformação e análise de dados – Verificação, limpeza, tratamento estatístico. – Onde os dados brutos viram informação útil. 3. Produção da informação – Elaboração de relatórios, gráficos, indicadores, resumos interpretados. 4. Disseminação da informação – Comunicação aos decisores, serviços de saúde, público. 5. Processo de decisão – Utilização dessa informação para orientar medidas de prevenção e controlo.
50
ciclo de vigilância epidemiológica
1️⃣ Geração e colheita de dados Obter dados brutos 2️⃣ Transformação e análise Validar e interpretar dados 3️⃣ Produção da informação Criar relatórios e indicadores 4️⃣ Disseminação da informação Comunicar resultados 5️⃣ Processo de decisão Definir ações e políticas colhes dados (anamnese) → analisas (interpretação) → produzes relatório (hipótese) → divulgas (comunicação) → decides (tratamento).
51
efeito de Will Rogers
Ocorre quando há reclassificação entre grupos que melhora artificialmente a média de ambos — por exemplo, com a introdução de um novo método diagnóstico mais sensível, alguns doentes migram para outro estádio, aparentando melhoria artificial da sobrevivência.
52
viés de classificação não-diferencial (erros de classificação semelhantes nos dois grupos) tende a diluir a associação, ou seja, aproxima o valor do OR (ou RR) de 1,0, subestimando, não sobrestimando. v ou f
v -
53
Aumentar o tamanho da amostra diminui o erro aleatório (random error), mas não reduz o erro sistemático (viés) — porque o erro está “embutido” no desenho ou na medição. v ou f
v
54
“O viés de participação diferencial é um exemplo de viés de seleção.” v ou f
v
55
“O viés de Berkson é um exemplo de viés de seleção.” v ou f
V - ocorre em estudos hospitalares, quando a probabilidade de estar internado (e, portanto, ser selecionado para o estudo) está relacionada com a exposição e com a doença. Ao estudar a relação entre tabagismo e úlcera péptica apenas em doentes hospitalizados, podes obter uma associação falsa, porque fumadores e doentes ulcerosos têm mais probabilidade de internamento.
56
“Estudo feito apenas com internados mostrou associação falsa entre tabaco e úlcera.”
Viés de Berkson Estudos hospitalares — a hospitalização está associada à exposição e ao desfecho
57
“Estudo de AVC apenas com sobreviventes subestima a gravidade.”
Viés de sobrevivência (ou de prevalência) Só são incluídos sobreviventes da doença, excluindo os casos fatais
58
“Participaram mais os doentes graves do que os saudáveis.”
Viés de participação / não resposta Pessoas que participam são diferentes das que recusam
59
“Estudo em fábrica mostrou menos doenças do que na população geral.”
Healthy worker effect (viés do trabalhador saudável) Trabalhadores são mais saudáveis que a população geral
60
“Mães de crianças com malformações lembram mais de medicamentos usados.”
Viés de memória (recall bias) Casos recordam exposições passadas melhor que controlos
61
“Médico pergunta de forma diferente a expostos e não expostos.”
Viés do entrevistador / observador Entrevistador influencia respostas ou interpretação
62
“Doentes classificados como saudáveis por erro laboratorial.”
Viés de má classificação (misclassification bias) Erros de diagnóstico ou registro Diferencial O erro é diferente entre grupos → distorce a associação “Diagnóstico mais cuidadoso nos expostos.” Não diferencial O erro é igual nos grupos → aproxima OR/RR de 1, dilui a associação “Erro igual em todos os participantes.”
63
Participantes mudam comportamento por saber que estão sendo observados “Operários passaram a usar mais EPI durante o estudo.”
Efeito Hawthorne
64
“Novos exames reclassificam casos leves como graves, e ambos os grupos parecem melhorar.”
Efeito de Will Rogers Migração de casos entre categorias melhora artificialmente as estatísticas
65
Confundimento é
o “falso culpado”: uma variável que está associada à exposição e ao desfecho, mas não é causada pela exposição.
66
Como controlar a confusão
No planeamento: aleatorização, pareamento, restrição. Na análise: estratificação, regressão múltipla.
67
viés de Berkson é exemplo de que tipo de viés?” →
Seleção
68
“Participantes que sabem que estão a ser observados alteram o seu comportamento
Efeito Hawthorne.
69
“O aumento do tamanho da amostra reduz erros sistemáticos?” →
Não. Só erros aleatórios.
70
“Num viés de classificação não-diferencial, o efeito tende a…” →
Aproximar o OR de 1.
71
principal limitação dos estudos ecológicos na avaliação de causas e efeitos de doenças?
Não permite o controle de variáveis de confusão em nível individual.
72
PLANO NACIONAL DE SAUDE 21-30
visa melhorar a saúde da população e reduzir as desigualdades na saúde. define metas claras e indicadores específicos para monitorar o progresso na melhoria da saúde da população. O plano inclui a avaliação contínua das condições de saúde e a implementação de políticas para reduzir as disparidades entre diferentes grupos populacionais.
73
De acordo com o Plano Nacional de Saúde 2021-2030, as doenças crónicas são um dos maiores problemas associados ao envelhecimento V OU F
V
74
sobrevida” em estudos de coorte refere-se
refere-se ao tempo até que o evento de interesse, como desenvolvimento de uma doença ou morte, ocorra. A sobrevida é usada para descrever o tempo até o desfecho e é fundamental para entender o prognóstico e a durabilidade dos efeitos da exposição ou dos tratamentos.
75
Para uma doença ser candidata a rastreio populacional, deve:
SER doença comum, COM fase silenciosa detectável, teste bom e tratamento útil. Tudo o que for “sem cura” ou “teste ruim”, a resposta é sempre não rastrear.
76
teste com baixa sensibilidade e alta taxa de falsos negativos → não serve para rastreio, apenas diagnóstico. V OU F
V
77
ESTUDOS TRANSVERSAIS MEDEM A
PREVALENCIA
78
Nos caso-controle usa-se odds ratio (OR), porque a incidência não é conhecida. V OU F
V
79
OMS define os determinantes sociais da saúde como:
condições em que as pessoas nascem, crescem, vivem, trabalham e envelhecem — e os sistemas que moldam essas condições.” Ou seja, tudo o que influencia a saúde para além da biologia pura: economia, educação, habitação, ambiente, acesso, cultura, políticas públicas etc.
80
SAO DETERMINANTES SOCIAIS
Rendimento e posição socioeconómica Educação e alfabetização Ambiente físico e condições de trabalho Acesso a serviços de saúde Redes de apoio social e comunitário Estilos de vida e comportamentos individuais Habitação e saneamento
81
Características biológicas ou genéticas, como: Idade SexO Predisposição genética não são considerados sociais pela OMS, pois não dependem do contexto socioeconómico nem de políticas públicas. V OU F
V Esses fatores influenciam a saúde, mas não são considerados sociais pela OMS, pois não dependem do contexto socioeconómico nem de políticas públicas.
82
É um estudo observacional, analítico e retrospectivo. Parte-se do desfecho (a doença) para investigar retrospectivamente a exposição. É ESTUDO DE
CASO CONTROLE Pegas num grupo de pessoas com cancro do pulmão (casos) e comparas com pessoas sem cancro (controlos), perguntando se fumavam no passado.
83
ESTUDO Ideal para doenças raras ou de longa latência (ao contrário dos de coorte).
CASO CONTROLE Permite estudar várias exposições para um único desfecho.
84
ESTUDO EM QUE não há certeza se a exposição veio antes da doença ou se foi consequência dela.
CASO CONTROLE Suscetível a viés de memória (recall bias).
85
Prospectivo Exposições raras
COORTE