FMB Flashcards

(122 cards)

1
Q

O que é a Febre Maculosa Brasileira?

A

Doença infecciosa febril de curso agudo, transmitida por carrapatos do gênero Amblyomma, com gravidade variável, podendo ir de formas leves até graves com alta letalidade.

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2
Q

Qual é o agente etiológico da FMB?

A

Rickettsia rickettsii, bactéria gram-negativa do grupo das riquétsias.

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3
Q

Qual o vetor principal da FMB no Brasil?

A

Carrapato estrela (Amblyomma sculptum), especialmente em áreas rurais e periurbanas.

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4
Q

Qual é a apresentação clínica clássica da FMB?

A

Febre súbita, mialgia, cefaleia intensa, mal-estar, náuseas e vômitos. O exantema é o sinal mais importante, mas pode estar ausente.

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5
Q

O que dificulta o diagnóstico precoce da FMB?

A

A ausência do exantema em alguns pacientes e sintomas iniciais inespecíficos, o que aumenta o risco de letalidade.

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6
Q

Qual é o período de incubação da FMB?

A

Geralmente de 2 a 14 dias após a picada do carrapato infectado.

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7
Q

Como deve ser iniciada a terapêutica na FMB?

A

Imediatamente após a suspeita clínica, sem aguardar confirmação laboratorial, com antibióticos adequados.

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8
Q

Qual antibiótico de escolha para FMB?

A

Doxiciclina, tanto para adultos quanto para crianças, mesmo menores de 8 anos, devido ao risco elevado de letalidade.

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9
Q

O que é a Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) na FMB?

A

Método laboratorial padrão-ouro para detecção de anticorpos IgG contra R. rickettsii. A interpretação depende do título de anticorpos, geralmente em amostras pareadas.

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10
Q

Por que a RIFI não deve atrasar o início do tratamento?

A

Porque o tratamento precoce é crucial para reduzir mortalidade, e a sorologia pode levar dias a semanas para confirmar o diagnóstico.

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11
Q

Qual a taxa de letalidade da FMB em casos graves sem tratamento precoce?

A

Pode chegar a 20% a 40% em formas graves.

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12
Q

Quais exames laboratoriais ajudam no diagnóstico de FMB?

A

Hemograma (leucocitose ou leucopenia), plaquetas (trombocitopenia), função hepática, creatinina; sorologia (RIFI), PCR para Rickettsia.

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13
Q

Quais são os sinais de alerta de FMB grave?

A

Alterações neurológicas, insuficiência renal, choque, hemorragias, comprometimento hepático e pulmonar.

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14
Q

Como prevenir a FMB?

A

Evitar áreas infestadas por carrapatos, uso de roupas protetoras, repelentes, inspeção corporal e remoção precoce de carrapatos.

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15
Q

Qual a relação da FMB com veterinários e médicos veterinários?

A

Profissionais que trabalham com animais ou em áreas rurais estão em risco ocupacional e devem usar EPIs e medidas preventivas.

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16
Q

O que caracteriza a transmissão da FMB?

A

Picada do carrapato infectado; não há transmissão direta pessoa-pessoa.

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17
Q

Existe vacina disponível para FMB?

A

Não, a prevenção depende de controle do vetor e cuidados individuais.

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18
Q

O que é a Febre Maculosa Brasileira?

A

Doença infecciosa febril aguda, de gravidade variável, causada por Rickettsia rickettsii, transmitida por carrapatos do gênero Amblyomma.

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19
Q

Quais espécies de riquétsias estão associadas à FMB no Brasil?

A

Rickettsia rickettsii e Rickettsia parkeri.

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20
Q

Qual é o vetor principal da FMB?

A

Carrapato-estrela (Amblyomma cajennense), também conhecido como micuim.

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21
Q

O que caracteriza a transmissão da FMB?

A

A transmissão ocorre pela picada do carrapato infectado com riquétsia.

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22
Q

Existe transmissão direta de pessoa para pessoa na FMB?

A

Não, a transmissão é exclusivamente vetorial.

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23
Q

A FMB é uma doença de notificação compulsória?

A

Sim, deve ser notificada imediatamente ao Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

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24
Q

Quais são os principais fatores de risco para a FMB?

A

Exposição a áreas com carrapatos infectados, atividades rurais e contato com animais silvestres.

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25
Quais são os principais reservatórios da Rickettsia rickettsii?
Capivaras, gambás, roedores e outros mamíferos silvestres
26
Qual é a principal época de maior incidência da FMB?
Os meses de outubro a abril, período de maior atividade dos carrapatos.
27
A FMB ocorre em todo o território brasileiro?
Não, é endêmica em algumas regiões, especialmente no Sudeste e Centro-Oeste.
28
Quais são os sintomas iniciais da FMB?
Febre alta, calafrios, mialgia, cefaleia, náuseas e vômitos.
29
O exantema é presente em todos os casos de FMB?
Não, pode estar ausente em alguns casos, dificultando o diagnóstico.
30
Quais são os sinais clínicos mais graves da FMB?
Edema, equimoses, insuficiência renal, hepática e respiratória.
31
A FMB pode afetar crianças?
Sim, crianças são suscetíveis e podem apresentar formas graves da doença.
32
Quais sinais neurológicos podem estar presentes na FMB?
Confusão mental, delírio, convulsões e coma.
33
Qual exame laboratorial é utilizado para confirmar a FMB?
Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) para detecção de anticorpos IgG.
34
Qual é o período ideal para coleta de amostras para diagnóstico?
Preferencialmente até o 7º dia de início dos sintomas.
35
Quais exames laboratoriais auxiliares podem ser realizados?
Hemograma, função hepática, renal, dosagem de creatinina e PCR.
36
A biópsia de pele é útil no diagnóstico da FMB?
Sim, pode ser utilizada para detectar a presença da bactéria.
37
A cultura bacteriana é indicada para diagnóstico da FMB?
Não, devido à dificuldade de cultivo da Rickettsia rickettsii.
38
Qual é o antibiótico de escolha para o tratamento da FMB?
Doxiciclina, independente da faixa etária
39
O tratamento deve ser iniciado antes da confirmação laboratorial?
Sim, deve ser iniciado imediatamente após a suspeita clínica
40
Qual é a duração recomendada do tratamento com doxiciclina?
Geralmente, 7 a 14 dias, conforme a gravidade do caso
41
O que fazer em caso de contraindicação à doxiciclina?
Utilizar cloranfenicol como alternativa terapêutica.
42
O tratamento precoce melhora o prognóstico da FMB?
Sim, reduz significativamente a taxa de letalidade.
43
Como prevenir a picada de carrapatos?
Uso de repelentes, roupas protetoras e inspeção corporal após atividades ao ar livre.
44
A vacinação de animais pode prevenir a FMB?
Não, não existe vacina disponível para a FMB.
45
O controle ambiental é importante na prevenção?
Sim, medidas como roçadas e controle de animais silvestres ajudam a reduzir a população de carrapatos.
46
A educação em saúde é fundamental na prevenção?
Sim, informar a população sobre os riscos e medidas preventivas é essencial.
47
O que fazer ao encontrar um carrapato aderido à pele
Remover com pinça, desinfetar o local e observar sinais de infecção.
48
Qual é o período de incubação da FMB?
Geralmente de 2 a 14 dias após a picada do carrapato.
49
A febre é constante em todos os pacientes?
Sim, é um dos sinais iniciais e mais frequentes da doença.
50
Quais são as fases clínicas da FMB?
Fase inicial (febril, mialgia, cefaleia), fase exantemática (aparecimento de manchas na pele), e fase grave (complicações multissistêmicas).
51
O que caracteriza a forma grave da FMB?
Comprometimento cardiovascular, respiratório, renal e hepático, podendo levar à morte.
52
Quais complicações hematológicas podem ocorrer?
Trombocitopenia, leucocitose ou leucopenia, e coagulação intravascular disseminada (CID).
53
Quais complicações neurológicas podem ser observadas?
Confusão, convulsões, coma e meningoencefalite.
54
Qual a taxa de letalidade da FMB não tratada?
Pode chegar a 30-40% em casos graves.
55
O que aumenta o risco de formas graves?
Idade avançada, atraso no diagnóstico, ausência de exantema e comorbidades.
56
Quais órgãos são mais frequentemente afetados nas formas graves?
Pulmões, rins, fígado, coração e sistema nervoso central.
57
Quais doenças podem confundir o diagnóstico da FMB?
Dengue, leptospirose, malária, meningite, sepses bacterianas e chikungunya.
58
O exantema ajuda a diferenciar a FMB de outras doenças febris?
Sim, mas nem sempre está presente
59
Como o histórico de exposição a carrapatos auxilia no diagnóstico?
Pacientes que estiveram em áreas endêmicas ou contato com animais silvestres aumentam a suspeita.
60
Quais exames laboratoriais podem auxiliar no diagnóstico diferencial?
Hemograma, função renal e hepática, PCR, sorologia e PCR molecular.
61
A sorologia RIFI é positiva imediatamente?
Não, geralmente após 7 a 15 dias do início dos sintomas.
62
Existe teste rápido para FMB disponível?
Não oficialmente; o diagnóstico laboratorial é baseado principalmente em sorologia e PCR.
63
Quando suspeitar de FMB em crianças ou idosos?
Quando houver febre alta súbita, cefaleia intensa, mialgia e história de exposição a carrapatos.
64
A ausência de exantema exclui FMB?
Não, a ausência de exantema não exclui a doença.
65
Qual é o principal diferencial entre FMB e dengue?
FMB apresenta evolução rápida para formas graves, presença possível de exantema petequial, e histórico de exposição a carrapatos.
66
Qual exame pode diferenciar FMB de leptospirose?
Sorologia específica e PCR, considerando sinais clínicos compatíveis.
67
A FMB é doença de notificação compulsória?
Sim, em todo o território nacional.
68
Qual sistema registra os casos de FMB no Brasil?
Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).
69
Qual a importância da notificação imediata?
Permite adoção rápida de medidas de controle e tratamento precoce, reduzindo letalidade.
70
Quem deve notificar os casos suspeitos de FMB?
Todos os profissionais de saúde que atendem pacientes com suspeita de doença.
71
O que deve constar na notificação?
Dados do paciente, local de exposição, sintomas, datas de início e evolução, e resultados laboratoriais.
72
Quais animais são importantes na vigilância da FMB?
Cães, capivaras e outros mamíferos silvestres que podem hospedar carrapatos.
73
Qual carrapato é vetor principal da FMB?
Amblyomma sculptum.
74
Quais ações são desencadeadas após a notificação de casos?
Investigação epidemiológica, monitoramento ambiental e orientação à população.
75
A vigilância ativa inclui visita domiciliar?
Sim, para identificar áreas com carrapatos e risco de transmissão.
76
Qual é o papel do médico veterinário na FMB?
Identificar animais infectados, monitorar carrapatos e orientar medidas de prevenção.
77
Animais domésticos transmitem FMB diretamente ao homem?
Não, mas podem transportar carrapatos infectados.
78
Quais animais silvestres são reservatórios importantes?
Capivaras, cavalos e outros mamíferos que hospedam carrapatos Amblyomma.
79
A captura de capivaras faz parte do controle?
Sim, em áreas urbanas para reduzir risco de transmissão.
80
Qual é a principal medida de prevenção em animais domésticos?
Controle de ectoparasitas, como carrapatos, com acaricidas.
81
Animais devem ser tratados com antibióticos em FMB?
Não, tratamento é indicado somente para humanos; animais são reservatórios.
82
Animais podem apresentar sinais clínicos da FMB?
Em geral, são assintomáticos.
83
Qual o procedimento em caso de infestação intensa em animais?
Aplicar acaricidas, monitorar a área e reduzir contato humano com carrapatos.
84
Qual é a ação ambiental principal para prevenir FMB?
Reduzir habitats propícios para carrapatos, como vegetação alta e lixo orgânico.
85
Limpeza de quintais ajuda na prevenção?
Sim, elimina abrigo e alimento para roedores e carrapatos.
86
O que deve ser feito com restos de construção e detritos?
Remoção ou destinação adequada para evitar a proliferação de carrapatos.
87
Qual é a importância do controle da população de capivaras?
Reduz a densidade de carrapatos e, consequentemente, o risco de FMB.
88
Carrapaticidas ambientais podem ser usados?
Sim, em áreas de alto risco, mas devem ser aplicados com segurança.
89
O monitoramento ambiental inclui que atividades?
Contagem de carrapatos, identificação de espécies e avaliação de densidade.
90
A vegetação deve ser mantida baixa em áreas urbanas?
Sim, para reduzir abrigo de carrapatos e roedores.
91
Animais mortos devem ser descartados de que forma?
Acondicionados adequadamente, evitando exposição de carrapatos.
92
Qual é o papel da educação ambiental?
Ensinar a população sobre riscos, hábitos de prevenção e manejo seguro de animais.
93
Ações de saúde ambiental devem ser contínuas?
Sim, para manter áreas urbanas e rurais livres de risco de transmissão.
94
Qual é o ciclo principal da FMB?
Ciclo urbano/rural envolvendo carrapatos vetores (Amblyomma spp.) e hospedeiros vertebrados (como capivaras, cães e cavalos).
95
Os humanos participam do ciclo de transmissão da FMB?
Não, são hospedeiros acidentais.
96
Como ocorre a transmissão aos humanos?
Pela picada de carrapatos infectados, especialmente Amblyomma sculptum.
97
Qual é a importância das capivaras na transmissão?
São reservatórios primários, mantendo carrapatos infectados em áreas periurbanas.
98
Existe transmissão inter-humana de FMB?
Não, a doença não é transmitida de pessoa para pessoa.
99
Qual o antibiótico de escolha para FMB?
Doxiciclina, administrada imediatamente ao suspeitar da doença.
100
Por que não se deve esperar o resultado laboratorial para iniciar o tratamento?
O atraso aumenta significativamente a letalidade.
101
Duração média do tratamento com doxiciclina?
7 a 14 dias, dependendo da gravidade e da resposta clínica.
102
Existe tratamento alternativo à doxiciclina?
Sim, cloranfenicol pode ser usado em casos de contraindicação à doxiciclina.
103
Quais medidas pessoais previnem picadas de carrapato?
Uso de calças compridas, botas, repelentes e inspeção corporal frequente.
104
Animais domésticos devem usar controle de carrapatos?
Sim, para reduzir risco de transporte de carrapatos infectados para humanos.
105
Qual cuidado deve ser tomado com animais silvestres capturados ou mortos?
Evitar contato direto e manipular com luvas e EPIs, descartando carcaças corretamente.
106
O que caracteriza um surto de FMB?
Aumento de casos acima do esperado para a região em determinado período.
107
Quais ações são desencadeadas em surto?
Investigação ativa de casos, monitoramento ambiental e comunicação à população.
108
Como deve ser realizada a investigação epidemiológica?
Entrevistas com acometidos, mapeamento de áreas de risco e coleta de carrapatos para análise.
109
Qual a importância da educação em saúde durante um surto?
Informar sobre riscos, sinais da doença e medidas de prevenção para reduzir novos casos.
110
O que é um caso suspeito de FMB?
Pessoa com febre ≥38,5°C e história de picada de carrapato ou contato com áreas de risco, com ou sem exantema, sem confirmação laboratorial.
111
O que caracteriza um caso provável de FMB?
Caso suspeito que evolui clinicamente com sinais compatíveis (como exantema ou manifestações graves) e possui vínculo epidemiológico com outro caso confirmado ou área endêmica.
112
O que é um caso confirmado de FMB?
Caso suspeito com confirmação laboratorial positiva: Sorologia reagente (RIFI) em amostras pareadas PCR detectando DNA de Rickettsia Isolamento do agente em cultura
113
O que define um caso descartado de FMB?
Caso suspeito que teve resultado laboratorial negativo ou que foi confirmado como outra doença.
114
Quando se deve iniciar o tratamento antibiótico?
Imediatamente, a partir da suspeita, sem esperar confirmação laboratorial, para reduzir letalidade.
115
Qual exame laboratorial é considerado padrão-ouro para confirmação?
Reação de imunofluorescência indireta (RIFI) com soros pareados ou PCR para Rickettsia.
116
Qual a importância do vínculo epidemiológico na definição de casos?
Ajuda a classificar casos suspeitos como prováveis quando há contato com áreas endêmicas ou com outros casos confirmados.
117
Exantema é necessário para suspeitar de FMB?
Não. Embora seja um sinal importante, ele pode estar ausente, dificultando o diagnóstico precoce.
118
Como a vigilância epidemiológica deve agir diante de um caso suspeito?
Notificação imediata ao sistema de saúde, investigação ambiental e monitoramento de contatos.
119
Em quais regiões do Brasil há maior concentração de casos de Febre Maculosa Brasileira (FMB)?
Nas regiões Sudeste e Sul, com maior destaque para Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. 🔹 Obs.: a questão menciona “Norte e Sudeste”, mas isso está incorreto. 🔹 A FMB ocorre de forma endêmica e esporádica, principalmente em áreas com presença de carrapatos Amblyomma spp. e hospedeiros como capivaras e equídeos.
120
Quais são os principais vetores e reservatórios da Febre Maculosa Brasileira?
Carrapatos do gênero Amblyomma, especialmente: Amblyomma sculptum (principal vetor em áreas de capivaras e equinos) Amblyomma aureolatum (associado a cães e áreas de mata)
121
A notificação da Febre Maculosa é obrigatória apenas em casos confirmados?
❌ Não. A notificação é compulsória para casos suspeitos e confirmados de Febre Maculosa Brasileira. 🔹 A notificação imediata é essencial para que sejam iniciadas ações de vigilância e bloqueio rapidamente.
122
Quando deve ser iniciada a antibioticoterapia em casos suspeitos de FMB?
Imediatamente após a suspeita clínica. 🔹 Não se deve aguardar confirmação laboratorial. 🔹 O antibiótico de escolha é a doxiciclina, e o início precoce do tratamento reduz significativamente a mortalidade.