CA COLO UTERINO
Fluxo rastreamento teste de DNA HPV?
CA COLO UTERINO
Indicação vacina HPV
Segundo o Programa Nacional de Imunização (PNI) a vacina quadrivalente é fornecida gratuitamente pelo SUS, para os seguintes grupos (atualização julho/2024):
• Meninas de 9 a 14 anos
• Meninos de 9 a 14 anos (previamente 11 a 14 anos)
*em DOSE ÚNICA!
(0, 2 e 6 meses)
• Usuários de PrEP de 15 a 45 anos em 3 doses (0, 2 e 6 meses)
• Homens e mulheres de 9 a 45 anos imunossuprimidos (portadores de HIV/AIDS, submetidos a transplante de órgãos sólidos ou de medula óssea e pacientes oncológicos) em 3 doses
CA COLO UTERINO
Resultado PCCU, achados que nao precisam de colposcopia?
CA COLO UTERINO
PCCU, achados que indicam colposcopia
CA COLO UTERINO
Achados da colposcopia maiores e menores? “‘ver e tratar”? Achado de alta suspeição
CA COLO UTERINO
Como realiza colposcopia?
SUA
Características USGTV de pólipos, mioma, hiperplasia endometrial
• Pólipos endometriais: lesões hiperecoicas, geralmente com contornos regulares, localizadas na cavidade uterina, frequentemente associadas a eco endometrial aumentado e heterogêneo.
• Miomas submucosos: geralmente hipoecogênicos, podem distorcer a cavidade uterina, frequentemente maiores que pólipos.
• Hiperplasia endometrial: espessamento difuso do endométrio, sem lesão focal bem definida.
SUA
Melhor metodo dx (histeroscopia; laparoscopia; colposcopia) para cada causa
• Histeroscopia: para lesões intracavitárias (pólipos, miomas submucosos)
• Laparoscopia: para avaliação da superfície externa do útero e anexos (miomas subserosos, endometriose, doença inflamatória pélvica)
• Colposcopia: para avaliação do colo uterino (lesões precursoras do câncer cervical)
SUA
Opções terapêuticas medicamentosas na SUA agudo
• Progestágenos em altas doses (acetato de medroxiprogesterona, noretisterona)
• Contraceptivos combinados em regime estendido
• Antifibrinolíticos (ácido tranexâmico)
• Estrogênios conjugados IV (em casos muito graves)
Acetato de medroxiprogesterona, utilizado para controle agudo do sangramento, a dose oral é tipicamente de 10-20mg/dia por 10-14 dias, diferente de seu uso contraceptivo. Para casos muito graves, pode-se considerar a combinação de mais de uma opção terapêutica.
SUA
Fator de risco miomatose uterina
Idade (conforme avança a idade, maior é a incidência de risco);
Etnia (afrodescendentes tendem a apresentar maior número de casos);
Fatores hormonais (maior exposição a hormônios endógenos como na menarca precoce e aumenta a probabilidade de mioma);
Histórico familiar positivo para miomatose;
Peso (associado a obesidade, pela conversão de androgênios suprarrenais em estrona, diminuindo a globulina de ligação de hormônios sexuais, isso leva a aumento de estrogênio ativo);
Alimentação (dieta rica em carne bovina, carnes vermelhas, presuntos);
Sedentarismo.
SUA
V ou F: Mioma pós-menopausa é raro.
Verdadeira. O desenvolvimento e o crescimento dos leiomiomas após a menopausa é muito raro, uma vez que eles são tumores hormônios dependentes. Sempre que isso ocorrer devemos pensar em degeneração sarcomatosa.
SUA
Mioma: Classificação FIGO
SUA
Indicação e tipos de tratamento cirúrgico leimiomas:
Dito isso, o tratamento cirúrgico dos leiomiomas dependem de 2 situações:
se a paciente tem prole constituída / desejo reprodutivo, e da localização do tumor.
Via de regra:
• Paciente com prole constituída ou sem desejo reprodutivo: histerectomia;
• Pacientes sem prole constituída ou com desejo reprodutivo: miomectomia:
• Submucosos: via histeroscópica;
o Intramurais e subserosos: laparoscópica ou laparotômica.
SANGRAMENTO 1 METADA GESTAÇÃO
Principal causa de abortamento?
A principal causa de abortamento são as anomalias cromossômicas, responsável por cerca de 50-80% dos abortamentos espontâneos e precoces. Dentre elas, destacam-se as aneuploidias (sendo mais comum as trissomias, principalmente do 16).
Outras causas de abortamento incluem:
fatores endócrinos e hormonais (insuficiência de corpo lúteo, tireoidopatias, SOP e DM descompensado), fatores imunológicos, alterações estruturais e anatômicas uterinas (miomas, sinéquias intrauterinas e malformações mullerianas) e causas infecciosas.
Sangramento 1 metade da gestação
Estádios clinico da Neoplasia trofoblástica gestacional
Estádio I: Doença confinada ao útero;
Estádio II: NTG estendeu-se para fora do útero, mas limitada ao sistema genital.
Estádio III: NTG estendeu-se aos pulmões, com ou sem envolvimento do sistema genital
Estádio IV: Todos outros sítios de metástase.
Sangramento 1 metade da gestação
Fatores de risco para gestação ectopica (9)
• Cirurgia prévia nas tubas;
• Ectópica prévia (taxa de recorrência em torno de 15%);
• Doença inflamatória pélvica (salpingites, endossalpinge);
• Endometriose;
• Fertilização in vitro (FIV);
• Indutores da ovulação (principalmente citrato de clomifeno);
• Uso de anticoncepção de emergência;
• Tabagismo (afeta movimento ciliar das trompas);
• Exposição ao dietilestilbestrol.
Sangramento 1 metade da gestação
V ou F?
Um dos principais fatores de risco para a gestação molar é o antecedente PESSOAL de mola hidatiforme. Em ordem de grandeza desse fator de risco, temos que o risco de nova gravidez molar, caso haja anterior, é de 1-2%, subindo para 15-20% se duas previamente.
V
Sangramento 1 metade da gestação
Critérios neoplasia trofoblástica gestacional (5)
Critérios:
• Platô de hCG por 4 coletas em 3 semanas (D1, D7, D14 e D21)|
• Aumento na concentração de hCG > 10% por 3 ou mais medidas em 2 semanas (D1, D7 e D14)
• Persistência da elevação do hCG 6 meses ou mais após esvaziamento molar
• Diagnóstico histopatológico de coriocarcinoma
• Presença de metástase
PRÉ-NATAL
v ou F? Com decorrer da gestação a constipação tende a piorar.
v
devido progesterona
Sangramento 2 metade da gestação
Sinal USG mais especifico de placenta acreta?
Presenca de Lacunas vasculares na placenta
Sangramento 2 metade da gestação
V ou F:
Na placenta prévia lateral ou implantação baixa da placenta, embora implantada no segmento inferior do útero, a placenta não alcança o colo uterino (borda placentária distante até 7cm do orifício interno do colo). Pode-se também incluir os casos em que a relação exata da placenta com o orifício interno não pode ser determinada, ou de aparente placenta prévia no segundo trimestre.
V
Sangramento 2 metade da gestação
V ou F:
Na placenta prévia marginal a borda placentária margeia o orifício interno do colo do útero, sem recobri-lo.
V
Sofrimento fetal
Padrões cardiotocografia normais
Padrões de normalidade da cardiotocografia:
• Linha de base: 130 BPM
(Ref: 110-160 bpm);
• Variabilidade: na média 15 bpm (Ref: 6-25 bpm);
• Presença de acelerações transitórias: Sim!.
• Ausência de desacelerações: sim.
Sofrimento fetal
Valores ILA normais e alterados:
• Polidrâmnio: ILA > 24 cm;
• Aumentado: ILA entre 18 e 24 cm;
• Normal: ILA de 8 a 18 cm;
• Diminuído: ILA entre 5 e 8 cm;
• Oligoâmnio: ILA < 5 cm.