GO Flashcards

(51 cards)

1
Q

Parâmetros do rastreio combinado do 1T para aneuploidias:

A
  • Idade materna
  • Marcadores bioquímicos (β-hCG livre, PAPP-A)
  • Ecográficos (principais: translucência da nuca e osso nasal; secundários: onda “a” do ducto venoso e regurgitção tricúspide)
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2
Q

Serologias infeciosas 1, 2 e 3T

A
  • 1T: HIV 1,2, VDLR, HB, Toxo e Rub
  • 2T: Toxo (e Rub 18-20)
  • 3T: HIV 1,2, VDLR, HB, Toxo
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3
Q

Perfil bioquimico fetal

A

BATMAN (2 pontos por cada um dos seguintes)
- Breathing: ≥ 1 movimento por > 30s
- Amniotic fluid: ≥ 1 c/ 2x2 ou índ LA > 5cm
- Tonus: ≥ 1 extensão/flexão/abrir/fechar mão
- Movements: ≥ 3 movimentos discretos das extremidades
- Acelerations Non-Stress Test

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4
Q

Até quanto tempo se pode esperar pela expulsão da placenta?

A

30min -> depois faz-se extração manual

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5
Q

Tratamento da atonia uterina

A

1) massagem bimanual do útero
2) Fluidos ev e oxigénio
3) medicações uterotónicas (ex.: oxitocina, metilergonovina, carboprost e misoprostol). A oxitocina é a medicação de 1ª linha, geralmente administrada por via endovenosa (ev).

(carboprost CI na asma, metilergonovina CI na HTA)

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6
Q

Duração normal do estadio 2 do parto

A

EXPULSAO:
- primípara -> até 2h
- multípara -> até 1h
com 1h de tolerância adicional se houver administração de anestesia epidural

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7
Q

Frequencia cardiaca fetal normal

A

110-160

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8
Q

Indicações para indução do trabalho de parto

A
  • Gravidez pós-termo (41 semanas)
  • Rotura prematura de membranas
  • Estado fetal não tranquilizador
  • Condições médico-cirúrgicas maternas

Contraindicações: todas as contraindicações de um parto vaginal.

Rever indice de Bishop (dilatação, extinção, plano de apresentação, consistencia do colo, posição do colo)-> <7 desfavoravel, >=7 favoravel

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9
Q

Divisão do estadio 1 do trabalho de parto

A

Fase latente: entre o início da contratilidade e a extinção + dilatação até aos 4-6 cm

Fase ativa: desde a extinção e os 4-6 cm de dilatação até à dilatação completa (fase mais rapidamente evolutiva que a anterior)

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10
Q

Valores diabetes gestacional na PTGO

A

0h: >92
1h: >180
2h: >153

Diabetes na gravidez: 0h ≥ 126 ou às 2h ≥ 200.

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11
Q

Semanas para a vacinação contra o tétano, difteria e tosse convulsa na gravidez:

A

20 - 36 semanas
idealmente até às 32 semanas.

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12
Q

Diagnostico de endometrite

A

pelo menos 2 de:
- Dor a palpação
- Lóquios com cheiro fétido
- Taquicardia
- Febre

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13
Q

Útero pos-parto acima na linha do umbigo

A

Atonia uterina -> HPP

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14
Q

Escada terapeutica das nauseas e vomitos na gravidez (ambulatorio)

A

Piridoxina ( vit B6) ->
+Doxilamina
+ Dimenidrinato, prometazina ou diciclomina

2Linha, metroclopramida, ondasertron,..

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15
Q

DX: vómitos da gravidez, que cursa com desidratação, perda de peso (>5%) e cetonúria

A

Hiperemese gravidica

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16
Q

colestase intra-hepática da gravidez, tratamento:

A

<37s -> ursodesoxicolico
>37s -> parto

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17
Q

PTGO de reclassificação: quando e valores

A

6-8 s por parto:
jejum: <110
2h: <140

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18
Q

Mulher com hipotiroidismo controlado com a toma de levotiroxina. Quer engravidar, o que lhe dizer sobre medicação

A

Deve-se aumentar a dose (em 30% aproximadamente) quando a gestação é detetada. Posteriormente, a dose deve ser ajustada baseando-se nos valores próprios da gravidez da TSH e T4.

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19
Q

Terapeutica de mulher com tempestade tiroideia induzida por trabalho de parto

A

Metimazol, propiltiouracil, solução saturada de iodeto de potássio ou de sódio, dexametasona e fenobarbital.
Medidas de suporte como oxigénio, antipiréticos e monitorização também são importantes. Deve ser evitado o parto.

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20
Q

Vigilância da gravidez na diabetes prévia:

A
  • vigilância pré-natal de rotina
  • 20-22 s: ecocardiograma fetal
  • 28-30 s: ecografia precoce no 3º trimestre
  • 32-34 s: realização de CTG
  • 36-38 s: ecografia adicional com estimativa de peso fetal no termo da gestação (determinar momento e via de parto)
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21
Q

critérios de pré-eclâmpsia com critérios de gravidade

A

1 ou + dos seguintes:
- TAS ≥ 160 mmHg ou TAD ≥ 110 mmHg
- Lesão renal (Cr > 1,1 mg/dL ou 2x Cr base)
- Alterações visuais ou cefaleias
- Edema Pulmonar
- Epigastralgia ou dor no hipocôndrio direito
- Disfunção hepática (↑ 2x enzimas hepáticas)
- Trombocitopénia (< 100 000/ uL)

22
Q

Semanas a partir da qual HTA é HTA

23
Q

Critérios de DX de pre-eclampsia

A

HTA depois das 20s com pelo menos 1:
- proteinuria
- disfunção organica materna
- difunção utero-placentaria

24
Q

Prevenção pre-eclampsia

A

100 // 150 mg de AAS a partir entre 12-36s (ate as 16s!)
Em doentes de risco:
antecedentes de HTA crónica, DM, DRC, SAAF, LES ou Pré-eclâmpsia em gravidez prévia

25
Datas de indução do parto em gravidas com HTA gestacional
38 e 39 s -> estáveis 37 e 38 s -> graves. O objetivo é prevenir a progressão para pré-eclâmpsia ou complicações materno-fetais associadas, tendo em conta que a continuação da gravidez além do termo acarreta riscos crescentes
26
Patologias cardiacas em que a gravidez esta desaconselhada -> nao engravidar / parto
Cardiopatias de classe III/IV - Hipertensão Pulmonar Primária - Tetralogia de Fallot não corrigida - Síndrome de Eisenmenger - Síndrome de Marfan
27
Riscos de uma gravida com traço falciforme
Apenas risco de mais infeções urinarias. (traço falciforme =\= anemia falciforme) anemia falciforme com mais riscos (embolismos e etc -> baixo peso, pre-eclampsia, s hellp,..)
28
Grávida com igD, mas baixo título (1:8)
Titulação MENSAL dos anticorpos maternos (título baixo numa mulher sem história prévia de filhos afetados por doença causada por isoimunização Rh)
29
Feto com: Derrame pericárdico, pleural e edema subcutâneo Estudos de Doppler da artéria cerebral média (ACM) indicaram aumento da velocidade do pico sistólico.
anemia hemolitica - isoimunização rh
30
calcificações placenta, porque?
infeção por HSV!
31
Qual a altura da gravidez com maior risco de rubeola afetar o feto?
ate as 12 s (depois das 16s é raro!)
32
gravida com Hepatite B, em que trimestre é mais provavel haver transmissao?
3º (é minimo se for no 1ºT)
33
Sinal Lambda e Sinal de T na gravidez gemelar
Sinal de Lambda: maior espessura na inserção da membrana e existência de córion entre o âmnios > Bicorióanicas/Biamnióticas. - Sinal de T: existência de uma membrana fina com apenas uma placenta > Monocoriónica/Biaminótica.
34
gravida 3T c/ (hemorragia), dor, utero contraido. o que tem?
descolamento precoce da placenta
35
Relação com COC e cancros
Mama - CI Ovario, Endometrio, Coloretal - diminui risco Colo do utero - parece aumentar risco
36
Metodos combinados e so progestativos
COC - pilula, anel, selo COP - pilula, injeção, DIU, implante
37
quanto tempo tem de passar entre DIP e colocação de DIU?
3meses
38
ate quando se pode fazer contraceção de emergencia com cada hipotese?
DIU - 7d (com teste gravidez negativo) Acetato uliprital - 120h (5d) Levonogestrel - 72h (3d)
39
quando se pode colocar DIU numa puerpera?
primeiras 48h ou so depois das 4s
40
Tx adenometriose jovem
SIU progestativo : excesso estrogenio -> adenometriose progesterona regula e contrabalança.
41
tratamento de 1ª linha da hemorragia uterina anómala em adolescentes hemodinamicamente estáveis
administração de estrogénios em altas doses (oral ou endovenoso), isoladamente ou combinados com progestagénios.
42
gold standart para dx de endometriose
laparoscopia com biosia (1º passo: HC, EO, eco)
43
quadro de sindrome de hiperestimulação ovarica
aumento da permeabilidade capilar e acumulação de fluido no espaço extravascular levando a hipovolémia, hemoconcentração, oligúria, hipoproteinémia, desequilíbrio hidroeletrolítico, ascite, derrame pleural e pericárdico. Nos casos mais graves pode ocorrer tromboembolismo, disfunção renal e hepática, coagulação intravascular disseminada e hemorragia por rotura ovárica. A forma mais ligeira surge habitualmente nos primeiros 9 dias após a administração de hCG.
44
Quando referenciar para consulta de infertilidade
+12m a tentar +6m a tentar c/ +35 anos motivo de infertilidade identificado à partida e que diminuia muito a possibilidade NOTA: antes de ir a consulta, deve fazer a investigação inicial (doseamentos hormonais femininos, ecografia ginecológica e espermograma)
45
Terapeutica medica IUemergencia
antimuscarínicos (darifenacina, tolterodina, solifenacina, oxibutinina, entre outros) ou agonistas β3 (mirabegron). Frequentemente os antimuscarínicos são usados como 1ª linha terapêutica + estrogenio topico nas pos-menopausa
46
tipo de perda de urina com hipermobilidade da uretra
IUEsforço
47
rastreio/vigilancia de ccu em mulher com teste positivo anterior
após o tratamento e o período de vigilância inicial (com co-teste aos 12 e aos 24 meses) a vigilância de lesão de alto grau deve ser feita com co-teste (teste de HPV + citologia) de 3 em 3 anos, durante pelo menos 25 anos, mesmo que a mulher ultrapasse a idade englobada pelo rastreio populacional.
48
Teste HPV positivo para nao 16 e 18, o que fzer=
faz citologia cervico-vaginal de imediato
49
rastreio ccu
pesquisa de HPV de alto risco, realizada de 5 em 5 anos entre os 30 e os 69 anos (inclusive)
50
rastreio para clamídia e gonorreia
Anualmente a todas as mulheres jovens sexualmente ativas com idade < 25 anos ≥ 25 anos, assintomáticas e com história de comportamentos sexuais de risco
51
vacina contra o HPV fora de tempo
A vacina contra o HPV é recomendada até aos 18 anos e 6 meses no âmbito do PNV. Depois dos 15anos, fazem-se 3 doses