Complete os espaços vazios:
➜1988: Criação do SUS e financiamento ____________.
➜1996: Criação do PAB com ____________.
➜2011: Criação do________________________.
➜2019: Criação do________________________.
➜2024: Portaria GM/MS nº 3.493: reformulação do Previne Brasil com_________________.
Como a educação bancária é caracterizada?
Por transmissão, passividade e verticalidade.
Análise detalhada:
➜ A educação bancária é caracterizada pela transmissão unidirecional do saber, pela passividade do educando e pela verticalidade das relações pedagógicas. ➜ É o modelo em que o educador “deposita” conteúdos e o sujeito apenas recebe, sem questionamento ou apropriação crítica do conhecimento. ➜ Vasconcelos & Vasconcelos (2019) e Salci et al. (2013) criticam esse formato por sua incapacidade de promover autonomia ou transformação social; nesse modelo, a educação serve mais para adesão técnica a programas do que para capacitar sujeitos a intervir nas causas de seus problemas.
O que caracteriza a dimensão clínica do apoio matricial?
Atendimento conjunto, cuidado compartilhado e formulação de Projetos Terapêuticos Singulares.
Análise detalhada:
➜ A dimensão clínica se expressa na atuação direta sobre os casos, envolvendo atendimentos conjuntos, discussões clínicas e elaboração de planos terapêuticos construídos por mais de um núcleo profissional. ➜ Essa dimensão reforça a lógica do cuidado compartilhado, no qual a equipe de referência e os profissionais do apoio constroem decisões clínicas de forma articulada, preservando o vínculo da APS com o usuário. ➜ A prática clínica deixa de ser isolada e passa a ser acompanhada por múltiplos olhares, ampliando as possibilidades terapêuticas. ➜ Outro ponto central é a elaboração de Projetos Terapêuticos Singulares, que sistematizam o cuidado de maneira personalizada. ➜ A clínica matricial reconhece que a complexidade dos casos exige articulação entre diferentes saberes, integrando dimensões biológicas, psicossociais e territoriais. ➜ Assim, o foco não está apenas na intervenção técnica, mas na construção de um cuidado mais integral, contextualizado e compartilhado.
Quais sistemas têm interesse assistencial?
Análise detalhada:
➜ Sistemas voltados para interesse assistencial incluem o SIH-SUS (Sistema de Informações Hospitalares), o SIA-SUS (Sistema de Informações Ambulatoriais) e o SISAB (Sistema de Informação em Saúde para Atenção Básica). ➜ Esses sistemas fornecem dados que permitem gerenciar o atendimento aos usuários, monitorar a utilização de serviços hospitalares e ambulatoriais, planejar recursos, avaliar desempenho e qualidade dos serviços prestados e apoiar a tomada de decisões sobre a organização da assistência à saúde. ➜ Eles contribuem para que o cuidado seja eficiente, adequado e baseado nas necessidades reais da população.
O que observa a prevalência?
Casos existentes em uma população em um momento específico, refletindo a força ou volume com que as doenças subsistem.
Análise detalhada:
➜ A prevalência observa os casos existentes em uma população em um dado momento, refletindo a força ou volume com que as doenças persistem. Diferentemente da incidência, ela não indica quando os casos surgiram, mas sim quantos indivíduos estão atualmente acometidos. ➜ Esse indicador é útil para avaliar a carga total de doença em uma população, sendo especialmente importante para doenças crônicas, que têm longa duração. ➜ Ele também auxilia na alocação de recursos de saúde, planejamento de serviços e estimativa de demanda para tratamentos e cuidados prolongados.
Quais as características do tipo de pirâmide populacional jovem?
Base larga, topo estreito, alta natalidade, baixa expectativa de vida.
Análise detalhada:
➜ A pirâmide jovem representa populações que ainda se encontram em fases iniciais da transição demográfica, geralmente pré-industrial ou divergente. ➜ A base larga reflete alta natalidade e grande número de crianças, enquanto o topo estreito indica mortalidade elevada e baixa longevidade. ➜ Essa configuração é típica de países pobres ou com baixo desenvolvimento social, cuja estrutura etária pressiona sistemas educacionais e sociais.
Qual a função dos Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs)?
Defendem a integridade e dignidade dos sujeitos da pesquisa, contribuindo para o desenvolvimento ético da pesquisa.
Análise detalhada:
➜ Os Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs) são órgãos responsáveis por avaliar protocolos de pesquisa de baixa e média complexidade. ➜ Eles protegem a integridade e dignidade dos participantes, assegurando que os estudos sigam normas éticas. São a porta de entrada para análise ética de todos os protocolos no Brasil.
Quem avalia os projetos submetidos à Plataforma Brasil?
Comitês de Ética em Pesquisa (CEP) para baixa e média complexidade, e Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP) para projetos especiais ou de alta complexidade.
Análise detalhada:
➜ Comitês de Ética em Pesquisa (CEPs): avaliam projetos de baixa e média complexidade. ➜ Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP): avalia projetos especiais ou de alta complexidade. ➜ O sistema garante que cada protocolo seja analisado de acordo com seu risco e complexidade, protegendo participantes e assegurando conformidade ética.
Quais são os limites dos estudos transversais?
Não estabelecem relação causal, fazem exame pontual da relação exposição-doença e não são bons para doenças raras.
Análise detalhada:
➜ Sem temporalidade, não é possível afirmar causalidade. Além disso, o “exame pontual” representa apenas a prevalência naquele momento, não permitindo inferências sobre incidência ou progressão da doença. ➜ A ausência de informações sobre o tempo de exposição e sobre o surgimento do desfecho impede análises mais robustas. ➜ Outra limitação importante é o fato de doenças raras terem prevalência muito baixa, o que reduz a precisão das estimativas e dificulta a identificação de associações. Por isso, estudos transversais são melhores para condições frequentes.
O que é amostragem estratificada?
A população heterogênea é dividida em subgrupos homogêneos (estratos), e a amostra reflete a proporção de cada estrato na população.