INTERNATO Flashcards

(507 cards)

1
Q

Critérios para dx de SOP (3)

A

1- Oligo/anovulação
2- Hiperandrogesnismo
3- USG com +20 folículos ou volume ovariano > 10cm

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2
Q

Quais são os periodos clínicos do TP (4)

A

1- Dilatação
2- Expulsivo
3- Secundamento
4- Greenberg

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3
Q

O que ocorre no período de dilatação do TP e qual a duração em nulípara e multipara

A

Contrações regulares, dilatação de 5cm progressiva
Nulip. = 10-12h
Multip. = 6-8h

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4
Q

O que ocorre no período expulsivo do TP

A

Dilatação até expulsão total + contrações uterinas máximas

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5
Q

O que ocorre no período de secundamento do TP

A

Deslocamento e expulsão da placenta (prolongado se >30min)

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6
Q

O que ocorre no período de Greenberg (4) do TP

A

Final do secundamento até 1h pós-parto

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7
Q

Fase folicular do ciclo menstrual

A

produção de estrogênio e inibina B

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8
Q

Fase lútea do ciclo menstrual

A

corpo lúteo produz estrogênio, progesterona e inibina A

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9
Q

Teoria das 2 células - 2 gonadotrofinas

A

LH age na teca onde colesterol ativa androgênio
FSH age na granulosa e por aromatização androgênio vira estrogênio

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10
Q

Qual a ação do tamoxifeno no CA de mama

A

antagonista dos receptores de estrogênio na mama

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11
Q

Quais os sinais de NIA

A

NIA = alergia medicamentosa
Oligúria, eosinofilúria, eosinofilia, rash

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12
Q

Sinais da necrose de papila

A

dor lombar + febre + hematúria

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13
Q

PHODA na necrose de papila

A

P = pielonefrite
H = HBS
O = Obstrução
D = DM
A = Analgésico

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14
Q

Hiponatremia hipovolêmico conduta

A

+ comum
repor SF 0,9%

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15
Q

Hiponatremia normovolêmica

A

SIADH - restrição hídrica + furosemida + vaptanos

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16
Q

Hiponatremia hipervolemia

A

IC, Cirrose - restrição hídrica + furosemida + vaptanos

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17
Q

Transição torado-abdominal com lesão diafragmática - qual a conduta?

A

Laparo diagnóstica

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18
Q

Qual a 1a medida em TCE grave

A

IOT + evitar hipercapnia

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19
Q

Politrauma: hemotórax retido - conduta?

A

Toracoscopia

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20
Q

Quais as indicações de TC em TCE (6)

A

1- Sinais de fratura de base de crânio
2- Vômitos (>2)
3- Idade > 65 anos
4- Uso de anticoagulante
5- Perda de consciência
6- Amnésia retrógada

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21
Q

Exame de imagem para avaliar EAR

A

US c/ doppler de art. renais

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22
Q

Sinais de ateroembolismo

A

livedo reticular e dedo azul

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23
Q

Prevenção de nefropatia por contraste

A

Hidratação

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24
Q

TPP = tocolítico prolonga gestação em pelo menos quanto tempo

A

48h

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25
Sinéquia (agressão endometrial prévia) em amenorreia
Sd. de Asherman
26
Rokitansky + cariótipo
agenesia mulleriana (46,XX)
27
Sd. de Klinefelter (cariótipo)
44 + XXY
28
Amenorreia 1a s/ características sexuais secundárias
Se FSH elevado = pode ser Turner se estradiol baixo = hipogonadismo hipergonadotrófico
29
Disgenesia gonadal + cariótipo
Sd. de Turner (45, X)
30
SOP fenótipo B
Anovulação com hiperandrogenismo sem imagem de ovários policísticos
31
Agenesia dos ductos de Muller
Desenvolvimento sex. secundário completo mas ausência de genitália interna
32
Sd. da insensibilidade aos androgênicos
Homens com defeito no receptor androgênico - fenótipo feminino = produção de hormônio antimulleriano pelas céls. de Sertoli
33
Anticoncepção em paciente com LES
DIU de cobre
34
Onde são produzidos ADH e ocitocina
Hipotálamo
35
Função do GnRH
Regula LH e FSH
36
Clomifeno é usado para...
indução de ovulação
37
Incontinência urinária de esforço sem melhora com tto conservador qual a conduta?
Tto cx = sling uretra média
38
Gabapentina pode ser usada no climatério para...
Redução de fogachos
39
Quais as indicações de TH (4)
1- Sintomas vasomotores 2- Sd. geniturinário do climatério 3- Prevenção de osteoporose 4- Insuficiência ovariana prematura
40
O que pode ser usado para melhora de secura + prurido no climatério
estrogênio tópico
41
BIRADS 3 imagem
Cistos contendo ecos, microcistos aglomerados, nódulos sólidos
42
Qual a conduta no BIRADS 3
USG em 6 meses
43
Rastreio de MMG em pacientes com > 75 anos
Rastreamento individualizado = MMG anual para mulheres com expectativa de vida > 7 anos
44
Rotura uterina: Sinal de Reasens
elevação da apresentação fetal (patognomônico)
45
Fatores de risco para CA de colo (3)
multípara, iniciação sexual precoce e baixo nível socioeconômico
46
Conduta conservadora na RPMO
24-34sem
47
Conduta em ASCUS > 30 anos, 25-29 anos e <25 anos
repetir a coleta em 6 meses se > 30 anos, 12 meses se 25-29 anos ou 3 anos se < 25 anos. Se presença da lesão mesmo depois da repetição → colposcopia
48
Lesão de colo uterino em estádio IA2 + desejo reprodutivo - conduta?
Traquelectomia + linfadenec.
49
Teoria de Sampson (endometriose)
Menstruação retrógada com posterior implantação no ovário ou peritônio
50
Endometriose infiltrativa profunda
penetra + de 5mm da superfície peritoneal
51
Diferença de achado de imagem hiperecogênica e hipoecogênica em SUA
Hipoecogênica = mioma Hiperecogênica = pólipo
52
Conduta em SUA com sangramento ativo por disfunção ovulatória
ACO, estrogênio isolado (melhor opção) ou progestagênio em dose alta
53
Indicadores de saúde: conceito de transição epidemiológica
Variação das causas de morbimortalidade ao longo do tempo
54
Principais determinantes para a transição demográfica brasileira
Queda da fecundidade e mortalidade geral
55
Quais são os dois principais coeficientes que avaliam as condições de saúde de uma população?
Coeficiente de mortalidade materna e coeficiente de mortalidade infantil
56
Cálculo do coeficiente de mortalidade perinatal
total de natimortos + óbitos de 7 dias / total de nascimentos x 1000
57
Cálculo do coeficiente de mortalidade na infância
Total de óbitos até 5 anos / nascidos vivos x 1000
58
Cálculo da prevalência
incidência x duração da doença ou seja alta letalidade = baixa prevalência
59
Taxa de incidência
n de casos novos / pop. total
60
Taxa de mortalidade
n de óbitos / pop. total
61
Cálculo de letalidade
n de óbitos / n de casos
62
Razão de mortalidade materna
total de óbitos durante gravidez ou parto ou puerpério / total de nascidos vivos
63
Quando investigar derrame papilar
espontâneo, uniductal, unilateral, água de rocha ou sanguinolento
64
CA de ovário: SUSPEITA (características de malignidade)
S - SÓLIDA U- USG DOPPLER BAIXO IR (<0,4) S- SEPTADA (septos espessos) P- PAPILAS E - ESPESSAMENTO PAREDE I - IRREGULAR T- TAMANHO > 8CM A - ASCITE/ANTES OU APÓS MENACME
65
Mulher, 39 anos, procura UBS com queixa de saída de secreção sanguinolenta espontânea de mamilo direito, há 3 meses. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Papiloma intraductal
66
CA de mama luminal A
RE e RP + HER 2 - (melhor de todos)
67
CA de ovário: Tumores estromais malignos (3)
Tumores de células granulosas (+ comum) Tumores da teca granulosa Tumores de céls. de Sertoli-Leydig (produtor de androgênio)
68
Principais características ultrassonográficas do teratoma
Nódulo misto com componentes sólidos-císticos, áreas hiperecogênicas com calcificações e sombra acústica posterior
69
Mulher com dor aguda e massa anexial, suspeitar de?
Torção de ovário e tuba uterina
70
Tumor maligno de células germinativas mais comum
Disgerminoma
71
Tipo mais comum de tumor benigno de células germinativas
Teratoma maduro ou cisto dermoide
72
Síndrome nefrítica
HAS + edema + hematúria
73
Causa mais comum de síndrome nefrítica
GNPE
74
Diagnóstico de Nefropatia por IgA
Clínica + complemento normal + dosagem de IgA no sangue e na pele
75
Trombose glomerular: síndrome hemolítico urêmica (tríade)
E coli - anemia + plaquetopenia + insuficiência renal
76
Tríade da síndrome nefrótica
Proteinúria > 3,5g/dia Hipoalbuminemia Edema
77
Principais proteínas perdidas na síndrome nefrótica (4)
Albumina, antitrombina III, Ig, transferrina
78
Clínica da trombose de veia renal
Dor lombar, piora da proteinúria, hematúria, varicocele esquerda
79
Causas de trombose de veia renal
MEMBRANOSA membranoproliferativa amiloidose
80
Dx de síndrome nefrótica em crianças: proteinúria
> ou igual a 40 mg/h ou 50 mg/kg/dia
81
Quando a proteinuria alcança níveis acima de 500 mg/dia, a hematúria provavelmente é de origem...
Glomerular
82
Partograma: fase ativa prolongada
dilatação cervical < 1cm/h
83
Partograma: parada secundária da dilatação
dilatação mantida em 2h
84
Partograma: período pélvico prolongado
descida lenta no período expulsivo
85
Partograma: parada secundária da descida
altura igual após 1h no período expulsivo
86
Quando fazer indução de parto
> 42 semanas, corioamnionite, RPMO > 32/34sem
87
Quando usar ocitocina na indução de TP
Bishop > ou igual a 9
88
Quando usar misoprostol na indução de TP
se bishop desfavorável (< ou igual a 6) - VO 20-25mg a cada 2h
89
O que prescrever na inibição de TPP
Tocolítico + corticoide + ATB
90
Conduta no tórax instável
Analgesia + O2
91
Conduta no hemotórax
Conduta rápida e inicial: toracocentese de alívio Tratamento definitivo: Toracostomia + drenagem em selo d'água
92
Indicações de toracotomia no hemotórax (2)
Necessidade persistente de transfusão Drenagem imediata de 1.500ml
93
Tamponamento cardíaco: tríade de Beck
Turgência jugular + hipotensão + hipofonese de bulhas
94
Conduta no tamponamento cardíaco
Temporária (sem cirurgião) - pericardiocentese Definitiva e de escolha: toracotomia para reparo da lesão
95
Avaliação primária - PHTLS - pré-hospitalar (XABCDE)
X - controle do sangramento se eXsanguinante A - proteção da coluna e via aérea B - O2 + exame ap. respiratório + oxímetro C - Acesso + volume + controle da hemorragia D - Glasgow + pupilas + extremidades E - exposição + controle do ambiente
96
Conduta na lesão de aorta
Iniciar betabloq., se possível Tratamento: toracotomia esq. e terapia endovascular
97
Clínica do tórax instável
Fratura de 2 ou mais arcos costais consecutivos Dor + respiração paradoxal
98
Clínica do pneumotórax hipertensivo
desvio da traqueia + turgência jugular Hipotensão
99
Clínica do hemotórax
desvio da traqueia + jugular colabada
100
Trauma abdominal: indicações de laparotomia "abdome cirúrgico" (2)
1- Trauma fechado: peritonite ou retropneumoperitônio 2- Trauma penetrante: choque, peritonite ou evisceração
101
Escore ABC: protocolo de transfusão maciça (4)
1- Trauma penetrante 2- FAST + (evidência de hemorragia) 3- PAs < ou igual 90 4- FC > ou igual 120
102
A administração de grandes volumes de hemocomponentes, principalmente plasma fresco congelado e concentrado de hemácias, pode causar qual distúrbio eletrolítico?
Hipocalcemia
103
Paciente com lesão esplênica traumática grau IV sem alteração vascular na TC de abdome, mantendo estabilidade hemodinâmica, sem sinais de peritonite, tem como melhor próxima conduta?
Observação clínica em UTI
104
Qual a incisão padrão de escolha em situações de emergência, como choque hipovolêmico devido a ferimentos abdominais penetrantes
Incisão mediana supraumbilical - permite acesso amplo e rápido a toda a cavidade abdominal
105
Paciente vítima de politrauma com abertura ocular ao estímulo, emite sons incompreensíveis e retira o membro ao estímulo. Qual o Glasgow?
8 pontos = TCE grave Abertura ocular ao estímulo = 2 pontos Sons incompreensíveis = 2 pontos Retira o membro ao estímulo = 4 pontos
106
NEONATOLOGIA: Atraso na reabsorção do líquido intersticial pulmonar
Taquipneia transitória do RN
107
Neonatologia: deficiência de surfactante
Síndrome do desconforto respiratório
108
Neonatologia: Aspiração e obstrução de pequenas VAs
Sd. de aspiração meconial
109
Restrição do crescimento intrauterino SIMÉTRICA
Há limitação tanto no crescimento corporal quanto cerebral,e todas as medidas estão abaixo do percentil 10
110
Restrição do crescimento intrauterino ASSIMÉTRICA
Comprometimento do crescimento corporal é mais importante do que do crânio Peso < percentil 10 PC > 10
111
Teste do coraçãozinho: MSD de 92% MI de 94% Conduta?
Resultado duvidoso = Repetir o teste após 1h
112
No RN a termo, com asfixia neonatal, a manobra de reanimação a ser realizada que apresenta maior efetividade é:
VPP
113
O TRV deve ser realizado ... de vida e repetido pelo menos ... ao ano durante as consultas de puericultura nos primeiros ... da criança
Nas primeiras 72h 3x 3 anos
114
Neonatologia: técnica de escolha para compressões torácicas
Técnica dos 2 polegares
115
RX na síndrome do desconforto respiratório
Infiltrado retículo granular fino e difuso (vidro fosco) com achados de broncogramas aéreos
116
Hipótese nula
Afirma que não existe diferença entre os grupos estudados
117
Hipótese nula: erro tipo I (erro alfa)
Probabilidade de rejeitar a hipótese nula - afirmando que existe diferença entre os grupos (na realidade, não existe diferença)
118
Hipótese nula: erro tipo II (erro beta)
Probabilidade de se aceitar hipótese nula - afirmando que não existe diferença entre os grupos (na realidade, existe diferença)
119
Metanálise: como definir maior tamanho amostral
Quanto maior o intervalo de confiança, ou seja, quanto maior for o comprimento da linha horizontal, menor terá sido o número de participantes daquele estudo
120
Reumatologia: Sd. de Reiter (tríade)
artrite + uretrite + conjuntivite
121
Homem de 35 anos com história de dor lombar sem irradiação, que melhora quando anda e piora quando dorme. Qual a hipótese diagnóstica?
Espondiloartrite
122
Hipertensão intracraniana: Tríade de Cushing
hipertensão arterial + bradicardia + bradipneia
123
Homem, 60 anos, hipertenso, diabético, faz uso de hidrocloratiazida, metformina, losartana, anlodipina e rosuvastatina. Procura o PA devido a crise de gota. Qual dos medicamentos deve ser suspenso?
Hidroclorotiazida Lembre-se que diuréticos tiazídicos e de alça reduzem a excreção de ácido úrico, podendo ocasionar hiperuricemia e gota.
124
Medicamentos DM2: biguanida
Metformina risco de acidose lática, baixa vitamina B12
125
Medicamentos DM2: inibidores DPP-4
Gliptinas
126
Medicamentos DM2: análogo de GLP-1
Liraglutida, semaglutida diminui peso e tem benefício cardiorrenal
127
Medicamentos DM2: agonistas do GLP-1
Tirzepatida
128
Mecanismo de ação da furosemida
Ação da bomba Na/K/Cl na alça ascendente de Henle, a troca de Na por H no néfron distal levam a hipocalemia e alcalose metabólica como efeitos colaterais esperados
129
Que tipo de cilindros encontramos no EAS da NIA
Cilindro leucocitário
130
Diagnóstico + sensível para DM2
Glicemia pós TOTG 1h > 209
131
Critérios diagnósticos de CAD (3)
1- Glicose > 200 2- Cetonemia > 3 ou cetonúria 3- pH < 7,30 ou HCO3 < 15
132
Passos do tratamento da CAD (6)
1- Volume: SF 0,9% - 15-20ml/kg na 1a hora 2- Após 1h → avaliar Na → < 135 = manter SF 0,9%; > 135 = mudar para SF 0,45% 3- Insulina: regular IV → 0,1 ui/kg/h → reduzir glicemia 50-70 mg/dl/h 4- Quando glicemia < 200-250 = adicionar SG 5% 5- Potássio: repor, exceto se K > 5,2; se K < 3,3 → adiar insulina 6- Bicarbonato → repor se pH 6,9
133
Diagnóstico de estado hiperglicêmico hiperosmolar (3)
1- glicose > 600 2- osmolaridade > 320 (compensada quando osmolaridade < 310) 3- pH > 7,30 / HCO3 > 18
134
Principais causas de necrose de papila (5)
Nefropatia por analgésicos Anemia falciforme Pielonefrite DM Nefropatia obstrutiva
135
O aumento de ureia e creatinina (azotemia) logo após início de IECA/BRA é manifestação altamente sugestiva de _____________
Estenose de artéria renal
136
Critérios diagnósticos de IRA (3)
1- DU < 0,5 ml/kg/h em 6h e/ou 2- Aumento da Cre > 0,3 mg/dl (dentro de 48h) e/ou 3- Elevação da Cre para > 1,5x o valor basal dentro dos últimos 7 dias
137
Insuficiência renal: qual o mecanismo fisiológico dos IECA
Dilatação da artéria eferente reduzindo a pressão intraglomerular
138
Sintomas do trato urinário inferior na HPB
sensação de esvaziamento incompleto, urgência, aumento da frequência miccional e noctúria
139
Qual o diurético melhor indicado nos primeiros dias de tratamento de um grande queimado por alta voltagem?
Manitol (25% a cada 6h)
140
Queimaduras: cálculo RCQ (regra dos 9)
Superfície corporal queimada: 9 = cabeça e braços, exceto mãos que valem 1; 18 = cada perna; 36 = tronco; 1 = genitália
141
Sd de Bartter (diurético de alça): local e manifestações
Local: alça de Henle Manifestações: poliuria, hipocalemia, alcalose
142
Sd de Gitelman (tiazidico): local e manifestações
Local: T. contorcido distal Manifestações: hipocalciuria, hipocaliemia e alcalose
143
Qual a principal etiologia da nefrite intersticial aguda?
Farmacoinduzida (alergia medicamentosa) → Drogas = Diuréticos, Rifampicina, Omeprazol, Grandes ATBs (betalactâmicos), AINEs, Sulfa
144
Quais achados laboratoriais são comuns na nefrite intersticial aguda?
Hematúria não dismórfica, proteinúria, eosinofilia, eosinofilúria, aumento de IgE
145
Quais são as causas principais da necrose tubular aguda?
isquemia (choque, contraste iodado) e toxinas (aminoglicosídeos, rabdomiólise).
146
Como diferenciar NTA de insuficiência pré-renal com base na urina?
NTA: Na > 40 mEq/L, FeNa > 1%, osmolaridade < 350, cilindros granulosos. Pré-renal: Na < 20, FeNa < 1%, osmolaridade > 500, cilindros hialinos.
147
Quais pistas clínicas sugerem estenose de artéria renal?
HAS em idade <30 ou >50 anos, sopro abdominal, hipocalemia.
148
Como diagnosticar estenose de artéria renal?
USG Doppler (triagem), angioTC/RM, arteriografia renal (padrão-ouro).
149
Quando não usar IECA/BRA na estenose de artéria renal?
Estenose bilateral
150
Aleitamento materno: o que significa a descida do leite?
Refere-se à síntese do leite e ocorre até o quarto dia após o parto, independente da sucção
151
Definição de vasculite
Inflamação vascular geralmente no contexto de inflamação sistêmica
152
Quais vasculites acometem grandes vasos?
Arterite temporal e arterite de Takayasu
153
Quais vasculites acometem vasos de médio calibre?
Doença de Kawasaki e poliarterite nodosa
154
Quais vasculites acometem pequenos vasos?
Poliangite microscópica, Churg-Strauss, Wegener, Henoch-Schonlein, vasculite crioglobulinêmica
155
Qual vasculite tem distribuição variável?
Doença de Behçet
156
Quais são os tipos de ANCA e suas associações?
C-ANCA (antiproteinase 3): Wegener P-ANCA (antimieloperoxidase): poliangiite microscópica e Churg-Strauss
157
Quais exames laboratoriais gerais indicam inflamação em vasculite?
VHS e PCR aumentados, anemia normocítica/normocrômica, leucocitose, trombocitose
158
Qual o quadro clínico típico da arterite temporal?
Mulheres >50a, cefaleia, A. temporal espessada, claudicação mandibular, polimialgia reumática, amaurose
159
Qual o exame padrão-ouro para arterite temporal?
Biópsia da artéria temporal
160
Como tratar arterite temporal?
Prednisona 1 mg/kg com resposta dramática
161
Quais achados clínicos indicam arterite de Takayasu?
Mulheres <40a, claudicação de MMSS, sopros em grandes vasos, HAS renovascular.
162
Como tratar a doença de Kawasaki?
Imunoglobulina IV + AAS em dose alta.
163
Qual a tríade clássica da poliarterite nodosa?
HAS renovascular, angina mesentérica/testicular, mononeurite múltipla
164
Qual a tríade clínica da poliangiite microscópica?
Hemoptise, GNRP grave, capilarite pulmonar.
165
Qual característica marca a Churg-Strauss?
Asma, eosinofilia, p-ANCA+, infiltrados pulmonares migratórios.
166
Como se apresenta Wegener (granulomatose com poliangiite)?
Sinusite, rinorreia purulenta, nariz em sela, hemoptise, GNRP grave.
167
Na cirurgia aberta (herniorrafia) qual os nervos mais comumente acometidos? (3)
Ilioinguinal Ilio-hipogástrico Ramo genital do genitofemoral
168
Na cirurgia laparoscópica (herniorrafia) qual os nervos mais comumente acometidos? (3)
Cutâneo femoral lateral Ramo femoral do genitofemoral Nervo femoral
169
No hematoma epidural qual a estrutura mais frequentemente acometida?
Artéria meningea média
170
Mulher, 22 anos, vítima de acidente automobilístico, apresenta avulsão traumática da raiz de C6 a direita. Qual a localização do déficit sensitivo e motor?
Face lateral do antebraço e extensores do punho
171
Qual a incisão mais apropriada em situações de trauma abdominal?
Mediana supraumbilical
172
Em uma criança submetida ao teste do pezinho, encontrou-se hemoglobina S. Com 1 ano de idade, qual o exame adequado para diagnosticar ou afastar uma hemoglobinopatia?
Eletroforese de hemoglobinas
173
Qual é o principal sintoma da anemia falciforme em lactentes?
dor intensa
173
Qual o principal fator desencadeante de síndrome torácica aguda em crianças portadoras de doença falciforme?
Infecção
174
Mieloma múltiplo: CARO
C- hipercalcemia A - anemia R- insuficiência renal O- lesões ósseas líticas (dor lombar)
175
Indicação de oxigenoterapia domiciliar na DPOC
PAO2
176
Hematologia - Células de Reed-Sternberg sugerem _______________
Linfoma de Hodgkin
177
Paciente 12 anos de idade, apresentando histórico de adenomegalia cervical à direita com crescimento progressivo, evolução de 10 meses, associada a febre, perda de peso e sudorese. Qual a hipótese diagnóstica?
Linfoma Hodgkin
178
Mulher jovem com queixa de febre, perda ponderal, adenomegalia e sudorese noturna há 1 mês. Histopatologia evidenciou células de Reed-Sternberg. Qual achado laboratorial é compatível com o quadro apresentado?
Eosinofilia Achado frequente, sendo particularmente importante nos pacientes que apresentam prurido. Além disso, a eosinofilia importante pode representar uma síndrome paraneoplásica associada à secreção de IL-5 para células tumorais.
179
Marcador de nefrite lúpica
anti-DNA - associado a atividade do LES
180
Menino de 6 anos com febre persistente há 7 dias, rash cutâneo polimorfo, conjuntivite bilateral não purulenta, lábios secos e linfadenopatia cervical dolorosa. Ao exame físico, há edema de mãos e pés. Qual o diagnóstico?
Doença de Kawasaki
181
Reumatologia - Mulher 25 anos, previamente hígida, é admitida com quadro de acidente vascular encefálico (AVE) isquêmico. Exame físico: ausência de pulso palpável em artéria radial esquerda e braquial direita. Qual a vasculite?
Arterite de Takayasu
182
Indicações de diálise de urgência
1) Refratariedade → hipervolemia, hipercalemia, acidose metabólica 2) Uremia franca → encefalopatia, pericardite, hemorragia 3) Intoxicações exógenas
183
Principais germes da endocardite em valvas nativas
S. aureus (quadro agudo) S. viridans (quadro subagudo) Enterococo (subagudo) S. bovis (CA de colon) Grupo HACEK (subagudo - com hemoculturas negativas)
184
Locais mais acometidos na endocardite em valvas nativas
Valva mitral e aórtica
185
Principais germes da endocardite em valvas protéticas
Em contexto de infecção hospitalar --> S. aureus e gram negativos hospitalares
186
Quais são os critérios maiores na endocardite (3)
I) Hemoculturas positivas: microorganismos típicos em > 2 amostras e > 3 amostras em atípicos II) Eco ou TC com vegetação, aneurisma, abscesso III) Cirurgia (inspeção direta na cx cardíaca)
187
Diagnóstico de endocardite
2 critérios maiores OU 1 maior + 3 menores OU 5 menores
188
Quais são os critérios menores na endocardite (7)
I) Febre > 38 II) Fatores de risco (EI prévia, uso de drogas injetáveis, prótese valvar, estenose valvar) III) Fatores imunológicos: fator reumatóide positivo, glomerulonefrite IV) Fenômenos vasculares: embolia arterial, infartos pulmonares sépticos, aneurismas micóticos, hemorragias conjuntivais, abscesso esplênico ou cerebral e púrpura purulenta V) Evidência microbiológica que não entra como critério maior VI) PET-TC positivo até 3 meses após implante protético VII) Sopro novo de regurgitação valvar (ausculta)
189
CURB-65
C - confusão mental U - ureia > 50 mg/dl (>/= 43 mg/dl) R - Respiração > 30 irpm B - baixa PA → PAS < 90 ou PAD < 60mmHg 65 (idade >/= 65 anos) 0-1 ponto: candidato ao tratamento ambulatorial 2 pontos: considerar internação >/= 3 pontos: internação 4-5 pontos: avaliar UTI
190
Tríade de Virchow
hipercoagulabilidade, lesão endotelial, estase sanguínea
191
Escore de Wells (7) - CHICOTE
Câncer, hemoptise, imobilização, clínica de TVP, outro descartado, taquicardia, episódio prévio
192
Hemograma na talassemia
Anemia hipo/micro com aumento dos eritrócitos e RDW normal
193
Hemograma na anemia ferropriva
Anemia hipo/micro com RDW aumentado
194
Ao final do primeiro ano, o lactente deve ter aumentado __% da estatura de nascimento
50%
195
O que significa alerta para o desenvolvimento
ausência de 1 ou + reflexos/habilidades para a faixa etária
196
O que significa provável atraso no desenvolvimento
ausência de 1 ou mais reflexos/habilidades para a faixa etária anterior
197
Qual exame ajuda a determinar puberdade precoce
Radiografia de ossos do punho e mão para determinar idade óssea
198
Características da puberdade precoce CENTRAL
Dependente de GnRH, isossexual, mais comum no sexo feminino e maioria é idiopática
199
Características da puberdade precoce PERIFÉRICA
Independente de GnRH, iso ou heterossexual
200
Tratamento para puberdade precoce central
Análogo do GnRH (bloqueia ativação do eixo)
201
Distúrbio da hemostasia primário (defeito, clínica e local)
Defeito em plaquetas Clínica: não para de sangrar Local: pele e mucosas
202
Distúrbio da hemostasia secundário (defeito, clínica, local)
Defeito nos fatores de coagulação Clínica: para de sangrar, mas volta Local: músculos e articulações
203
Hemostasia primária: diferença de problema de quantidade e qualidade
Quantidade: apenas plaquetopenia (< 150k) Qualidade: TS aumentado e plaquetometria normal obs.: TS só avalia função se plaquetometria normal
204
Hemostasia secundária: problema na via intrínseca avalia quais fatores e como são os labs (PTT e INR)
Fatores VIII, IX, XI PTT alargado e INR normal
205
Hemostasia secundária: problema na via extrínseca avalia quais fatores e como são os labs (PTT e INR)
Fator VII PTT normal e INR alargado
206
Hemostasia secundária: problema na via comum avalia quais fatores e como são os labs (PTT e INR)
V, II, X, I PTT e INR alargados Pedir: fibrinogênio + tempo de trombina
207
Problema na hemostasia secundária com PTT e INR normal - problema em qual fator de coagulação?
Fator XIII
208
Trombocitopenia imune idiopática (PTI)
Plaquetopenia e mais nada
209
Púrpura trombocitopênica trombótico (PTT)
Diminuição do ADAMPTS 13 - plaquetopenia e anemia hemolítica
210
PTI por heparinas
Plaquetopenia e trombose
211
Distúrbios qualitativos da hemostasia
Glanzman (falta IIB/IIIa) e Bernard-Soulier (falta IB) - aumenta TS
212
Doença de Von Willebrand tipo 3 - quadro clínico e características d distúrbio do tipo 3
Aumento do fluxo menstrual Tipo 3: diminuição grave do FvWB, tem aumento de TS e PTT (falta de fator XIII)
213
Púrpura trombocitopênica por heparinas - diagnóstico através da regra dos 4 Ts
Trombocitopenia Tempo de plaquetopenia Trombose presente Tem outra causa para a plaquetopenia
214
Púrpura trombocitopênica trombótica - Escore PLASMIC
Plaquetas < 30.000 VCM < 90 INR < 1,5 Creat < 2,0 Sem história de câncer no último ano Sem história de Tx Hemólise (1 ou mais dos seguintes): reticulócito > 2,5% ou haptoglobina indetectável ou BI > 2,0
215
Causa + comum de reação transfusional Fatal
Lesão pulmonar aguda, relacionada à transfusão Lesão aguda da membrana alveolocapilar pulmonar Febre, dispneia, Baixa SatO2, infiltrados bilaterais e hipotensão arterial
216
Reversão dos anticoagulantes orais diretos (DOACs) - Dabigatran e Rivaroxa/Apixa
Dabigatran: se sangramento grave - idarucizumab (ac. tranexâmico + diálise + carvão ativado + complexo protombínico); se sangramento leve - medidas locais (compressão) + ac. tranexâmico Rivaroxa/Apixa: se sangramento grave fator Xa recombinante (Andexxa) + complexo protombínico/plasma + ac. tranexâmico; se sangramento leve - medidas locais + ac. tranexâmico
217
Entre os anticoagulantes orais diretos o com menor excreção renal é ________
Apixabana
218
Lactente de 9 meses, do sexo masculino, apresenta hematomas em joelhos e hemartrose em joelho direito, de instalação aguda, ao começar a engatinhar. Ao exame físico, não se observam outras alterações e o lactente se apresenta em bom estado geral. Qual o exame mais indicado para a avaliação diagnóstica?
TTP
219
Conceito de abortamento inevitável
Cólica e sangramento com útero compatível com IG, embrião dentro do útero e colo aberto
220
Conceito de aborto incompleto
Cólica e sangramento com útero menos do que esperado para IG, contendo apenas restos ovulares e colo aberto
221
Conceito de aborto infectado
Cólica e sangramento com quadro de infecção
222
Conceito de ameaça de abortamento
Cólica e sangramento com útero compatível para IG, embrião vivo dentro do útero e colo fechado
223
Conceito de abortamento retido
Embrião morto e colo fechado
224
Conceito de abortamento completo
Cólica e sangramento com útero menor do que esperado para IG, útero vazio e colo fechado
225
Clínica da doença trofoblástica
Sangramento, vesículas, hipertensão, hiperêmese, hipertireoidismo, hiper útero
226
Diagnóstico da doença trofoblástica
USG: flocos de neve ou nevasca Histopatológico (definitivo)
227
Tratamento da doença trofoblástica
Vacuoaspiração, seguimento com beta-HCG
228
Clínica da gestação ectópica
Atraso menstrual, dor e sangramento
229
Diagnóstico da gestação ectópica
USG: útero vazio e massa anexial com beta-HCG elevado
230
Clínica da obstrução intestinal
Para de eliminação de fezes e gases, dor e distensão abdominal, náuseas e vômitos, diarreia paradoxal
231
Diagnóstico de brida
TC de abdome com constraste
232
Qual a clínica da intussuscepção
dor + massa em salsicha + fezes em geleia de framboesa
233
Quais os sinais do volvo colônico/sigmoide
Sinal do grão de café e U invertido
234
Tríade de Rigler - íleo biliar
pneumobilia + distensão + cálculo ectópico
235
Patogenia da isquemia mesentérica aguda
Redução súbita da perfusão intestinal
236
Clínica da isquemia mesentérica aguda
Idoso, dor súbita e desproporcional ao exame, distensão, febre, náuseas/vômitos
237
Qual a conduta na isquemia mesentérica aguda
Labs: acidose, aumento de lactato, d-dímero e leucócitos AngioTC: falha de enchimento, pneumatose e gás na veia porta Angiografia: planejamento terapêutico
238
Quais as etiologias da trombose venosa mesentérica
Cirurgia (trauma, abdominal, bariátrica), inflamatório (pancreatite, Crohn), hipercoagulabilidade (CA, SAF)
239
Clínica da trombose venosa mesentérica
Dor progressiva, febre, distensão --> peritonite
240
Diagnóstico de trombose venosa mesentérica
AngioTC: trombo na VMS ou veia porta + edema de alça +/- ascite
241
Patogenia da isquemia mesentérica crônica
fluxo insuficiente por aterosclerose de troncos
242
Clínica da isquemia mesentérica crônica
Angina mesentérica, fobia alimentar, emagrecimento e sopro abdominal
243
Diagnóstico de isquemia mesentérica crônica
AngioTC: oclusão > 50% de 2 artérias ou mais Angiografia: planejamento terapêutico
244
Qual tratamento geral e 1a linha da isquemia mesentérica crônica
Geral: suporte nutricional pré-operatório 1a linha: angioplastia c/ stent
245
clínica da colite isquemica
Dor + febre + diarreia mucossanguinolenta
246
Quais os fatores de risco para isquemia mesentérica aguda
DAC, doença cardíaca valvar, FA e IC
247
Um paciente com quadro de obstrução de intestino delgado e vômitos incoercíveis apresentaria qual distúrbio hidroeletrolítico
Hipovolemia, hipocalemia, alcalose metabólica hiperclorêmica
248
Presença de níveis hidroaéreos sugere _________________
obstrução intestinal alta
249
Clínica da DPP
HAS + sofrimento fetal agudo + hipertonia uterina
250
Clínica da placenta prévia
sangue vermelho vivo, indolor, de repetição e progressivo
251
Doença hemolítica perinatal: incompatibilidade RH - se Coombs indireto negativo, repetir __,__,__ e __ semanas
28,32,36 e 40 semanas
252
A imunoglobulina anti-RH está indicada quando: Puérpera Rh _____, Coombs indireto _________ e RN Rh__________.
Puérpera Rh negativo, Coombs indireto negativo e RN Rh positivo
253
Se Coombs indireto + e >/= 1:16, quais os próximos passos?
Iniciar investigação de anemia fetal com Doppler de artéria cerebral média e cordocentese se múltiplo da mediana > 1,5
254
Nos quadros de apendicite aguda não complicada, sem peritonite, a utilização de ATB no pós-op deve ser somente na/por _______________________
na indução anestésica
255
Na fase mais inicial da apendicite aguda, qual a tríade sintomática mais característica
dor periumbilical + febre moderada + anorexia
256
Conceito de mola hidatiforme parcial
Resultado da fecundação de um óvulo haploide por 2 espermatozoides ou duplicação de um espermatozoide, resultando em um cariótipo triploide
257
Qual a causa mais comum de aborto espontâneo no primeiro trimestre
Anomalias cromossômicas fetais
258
Índice De Lee (CARDIO)
C - Coronariopatia A - AVC/AIT R - Renal crônico (Cr > 2) D - Diabetes insulino I - ICC O - Operação grande
259
Drogas mantidas na cirurgia (ME APLICA)
M - Metimazol e PTU E - Estatinas A - anti-hipertensivos P - psicotrópicos L - Levotiroxina I - Inalatórios e insulina C - Corticoide A - AAS*
260
Como identificar e tratar seroma
Em grandes descolamentos, de aspecto amarelo citrino, em pequeno volume, abaula ferida tto: dreno ou punção
261
Como identificar e tratar deiscência de ferida
Muita tensão e baixa cicatrização, aspecto de água de carne, em grande volume, extravasa líquido e gordura tto: exploração +/- ressutura
262
Como identificar e tratar infecção de ferida
Quebra assepsia e baixa imunidade, aspecto turvo ou purulento em pequeno volume, com sinais inflamatórios tto: drenagem +/- ATB
263
Em relação a pancreatite crônica, a causa mais comum entre os adultos e a causa mais comum entre as crianças são _____________ e ______________
Álcoolica e fibrose cística
264
Qual a complicação mais comumente encontrada em longo prazo após pancreatite aguda
Pseudocisto pancreático
265
Causa mais comum de diarreia aguda
Infecção: vírus
266
Disabsortiva + dermatite herpetiforme
Doença celíaca
267
Diarreia + mioarritmia oculomastigatória
Whipple
268
Tratamento da doença de Whipple
ceftriaxone + SMZ/TMP
269
Diarreia crônica, flutuante e mais nada
Intestino irritável
270
Qual o primeiro teste de rastreamento da doença celíaca
Anti-transglutaminase IgA
271
Padrão de lesão na retocolite
Retocolon (poupa ânus) Superficial Contínuo/ascendente
272
Padrão de lesão na Doença de Crohn
Todo TGI (poupa reto) Transmural Descontínuo/salteado
273
Quais os achados na EDA sugestivos de retocolite
edema, eritema e pseudopólipos
274
Quais os achados na EDA sugestivos de doença de Crohn
úlcera aftoide, estenoses, pedra em calçamento
275
Quais complicação podemos ter na RCU
Sangramento Megacolon (principal) Câncer
276
Quais complicação podemos ter na DC
Síndrome disabsortiva Fístulas Doença perianal Obstrução
277
Achados extraintestinais na RCU
articulares, oculares Pioderma gangrenoso Colangite esclerosante
278
Achados extraintestinais na DC
Articulares, oculares Eritema nodoso Cálculos (biliares e renais)
279
Critérios Roma IV na SII
1) Não tem causa orgânica ou endocrinometabólica 2) Dor abdominal nos últimos 3 meses pelos menos 1x/semana, associada a 2 ou 3 dos seguintes: - Relacionada com evacuação - Mudança na frequência das evacuações - Mudança na forma das fezes
280
Homem, 24 anos de idade, apresenta dor abdominal diária e diarreia de 2 a 3 evacuações pastosas ao dia iniciadas há 1 ano, com perda de 7 kg no período. Exame físico: emagrecido, descorado ++/4+ presença de orifício em região anal com saída de secreção amarelada. Qual é o diagnóstico mais provável?
Doença de Crohn
281
Todas as acidoses decorrentes do acúmulo no plasma de substâncias ácidas ___________ o ânion Gap, devido à retenção de bases aniônicas, derivadas da dissociação do ácido
Todas as acidoses decorrentes do acúmulo no plasma de substâncias ácidas AUMENTAM o ânion Gap, devido à retenção de bases aniônicas, derivadas da dissociação do ácido
282
Qual distúrbio hidroeletrolítico e ácido-básico está mais frequentemente associado ao abdome agudo obstrutivo do intestino delgado proximal?
Alcalose, hipocalemia e hipocloremia
283
Uma criança sabidamente diabética dá entrada no pronto-socorro letárgica, desidratada e com hálito cetótico. O que você espera encontrar na gasometria arterial desta criança?
Acidose metabólica com AG aumentado
284
Limites do canal inguinal posterior
Fáscia transversalis, músculo oblíquo interno e músculo transverso
285
Limite do canal inguinal anterior
aponeurose do músculo oblíquo externo
286
Por onde se anuncia a hérnia inguinal indireta
Anel inguinal interno
287
Por onde se anuncia a hérnia inguinal direta
triângulo de Hasselbach: vasos epigástricos inferiores, ligamento inguinal e borda do músculo reto
288
Por onde se anuncia a hérnia femoral
Abaixo do ligamento inguinal
289
Classificação de Nyhus
I → indireta com anel interno preservado (típico da infância) II → indireta com anel interno alargado (>2cm) III → defeito da parede posterior: A- direta; B- indireta; C - femoral IV → recidiva: A- direta; B- indireta; C– femoral; D- mista
290
Qual a técnica cirúrgica da cirurgia McVay
aproximação do m. transverso ao ligamento pectíneo
291
O que indica o Anti-HBc
contato com o vírus
292
O que indica o Anti-HBS
Imunidade
293
Tratamento HBV
Tenofovir Se contraindicação = entecavir se contraindicação = tenofovir alafenamida
294
Considerando-se a hepatite tipo C, pode-se afirmar que o HCV-RNA é indicado para _______________
caracterizar a presença da transmissão vertical
295
O sinal de Courvoisier é encontrado no(a)
Tumor periampular Se caracteriza por um vesícula biliar distendida e palpável, porém indolor.
296
A principal indicação cirúrgica na pancreatite crônica é _____________
Dor refratária ao tratamento medicamentoso
297
A zona um na divisão do retroperitônio observada na cirurgia laparotomica corresponde às ___________
Estruturas vasculares centrais
298
Qual a conduta na presença de fibrinólise na tromboelastometria
Infusão de ácido tranexâmico
299
A parede abdominal é formada por nove camadas de tecido que, dispostas da camada mais externa para a mais interna, apresentam a seguinte sequência: pele, tecido subcutâneo, fáscia superficial, músculo _______________, músculo _______________ , músculo _______________, fáscia transversalis, tecido adiposo pré-peritoneal e peritônio.
Oblíquo externo Oblíquo interno Transverso do abdome
300
Diferencie os labs da esteato-hepatite alcoólica da não alcoólica
Esteato-hepatite alcoólica: AST > ALT + leucocitose Esteato-hepatite não-alcoólica: ALT > AST + ferritina alta
301
Clinica da esteato-hepatite alcoólica
Febre + icterícia + dor
302
Patogênese e labs da doença de Wilson
diminuição da excreção de cobre Labs: diminuição da ceruloplasmina
303
Como fazer diagnóstico da doença de Wilson
Cobre urinário ou biópsia hepática
304
Patogênese e labs da hemocromatose
Aumento da absorção de ferro Labs: aumento de Sat-Transferrina e ferritina
305
Clínica da colangite biliar primária
Fadiga + prurido + xantelasma
306
Tratamento da colangite biliar primária
Acido Ursodesoxicólico
307
Tratamento da hepatite autoimune
prednisona + azatioprina
308
Hérnia femoral assintomática - qual a conduta?
Tratamento operatório independente de sintomas obs.: nas femorais SEMPRE realizamos reparo cirúrgico
309
O prolapso genital que ocorre geralmente em mulheres idosas tem relação principalmente com lesão dos ligamentos ______________
Cardinais
310
Qual a principal causa de ascite?
Hipertensão portal por cirrose
311
Qual a profilaxia 1a para varizes esofágicas?
Betabloq ou ligadura por EDA
312
Um paciente de 50 anos está internado na enfermaria de clínica médica para investigação de caso de ascite. Exames laboratoriais demonstram albumina sérica de 3,6g/dl. Foi realizada paracentese que evidenciou líquido ascítico com proteína total de 3,2g/dl, albumina de 2,4g/dl e 500 células com 1% de polimorfonucleares. O diagnóstico mais provável para a ascite é:
Insuficiência cardíaca descompensada Macete de prova: GASA >/= 1,1, com proteína >/= 2,5 é, até que se prove ao contrário, IC.
313
Em casos de Peritonite Bacteriana Espontânea (PBE), a antibioticoterapia empírica mais indicada é:
Cefotaxima
314
Quais são as principais etiologias da anasarca?
Síndrome nefrótica IC Cirrose
315
Conduta na incompetência istmocervical
Cerclagem
316
No caso de morte fetal, a indução do parto com misoprostol será considerada aceitável em pacientes com cesariana prévia, se a IG for < ___ semanas
28
317
Com que idade inicia e qual o primeiro sinal de puberdade no sexo feminino?
8-13 anos Telarca
318
Com que idade inicia e qual o primeiro sinal de puberdade no sexo masculino?
9-14 anos Aumento volume testicular (>/= 4ml)
319
Qual a diferença da puberdade precoce central e periférica?
Central: dependente de GnRH, sempre isossexual Periférica: independe de GnRH, doenças nas gonadas ou adrenal
320
O perímetro cefálico de um lactente de 3 meses deve estar com __ cm maior em comparação ao do nascimento
6cm Prova: nos primeiros 3 meses de vida é esperado um aumento de 2cm/mês do perímetro cefálico
321
Com que idade podemos dizer que quadruplica o peso do nascimento?
2 anos e 6 meses
322
Quando a estatura por idade é
Crônico Pois já houve comprometimento do crescimento estatural
323
Acima de qual valor a Circunferência abdominal/estatura é considerada alterada?
> 0,5
324
Qual o fármaco de primeira escolha para inibir o parto pré-termo?
Nifedipina
325
Qual a sequência de movimentos passivos realizados pelo feto para atravessar o canal de parto?
Flexão, rotação interna, extensão, desprendimento da apresentação e rotação externa
326
Com o intuito de promover diminuição da frequência cardíaca, em pacientes portadores de fibrilação atrial crônica NÃO se utiliza:
Anlodipino
327
Qual a abordagem inicial de uma paciente portadora de TSVP com estabilidade hemodinâmica?
Manobra vagal
328
Na abordagem inicial de uma paciente portadora de TSVP com estabilidade hemodinâmica e contraindicação para a manobra vagal, qual a primeira escolha medicamentosa?
Adenosina EV
329
O traçado eletrocardiográfico que melhor caracteriza o bloqueio atrioventricular de segundo grau Mobitz I é aquele com:
Ondas P bloqueadas e aumento do intervalo PR de forma progressiva e não linear
330
O tratamento inicial do hemotórax maciço pós-trauma penetrante deve ser através de __________
toracotomia com tubo
331
Tríade da morte/letal
Hipotermia, acidose e distúrbios da coagulação
332
Segundo os critérios de GOLD, a doença pulmonar obstrutiva crônica, considerada moderada, deve apresentar o volume expiratório final do primeiro segundo (VEF1)
< 80% e > 50%
333
Criança de 11 anos dá entrada no setor de emergência com quadro de crise aguda de asma (sibilos expiratórios, batimentos de asas nasais, taquipneia, taquicardia) caracterizada como uma disfunção respiratória moderada. Qual tratamento inicial a ser administrado:
Agonista B2 de curta duração por via inalatória
334
Principais agentes etiológicos da pneumonia adquirida na comunidade
1- Pneumococo (típico) 2- Mycoplasma pneumoniae (atípico) 3- Chlamydia pneumoniae, vírus, Haemophilus, Legionella
335
Qual o germe atípico que provoca quadro clínico típico na pneumonia adquirida na comunidade?
Legionella
336
Qual o agente bacteriano mais comum na descompensação da DPOC?
Haemophilus influenzae
337
Qual o distúrbio hidroeletrolítico mais presente nos pacientes com pneumonia por Legionella?
Hiponatremia
338
Qual a causa mais comum de hipertensão portal pré-hepática?
Trombose de veia porta
339
Classificação de Hinchey (tto da diverticulite aguda)
I - abscesso pericólico: ATB e obs II - abscesso volumoso (>4cm), pélvico ou a distância: ATB + drenagem III - peritonite difusa purulenta: hidratação + ATB + cx IV - peritonite difusa fecal: hidratação + ATB + cx (laparo)
340
Diagnóstico de obstrução intestinal
Toque retal + rotina de abdome agudo (RX de tórax + abdome em pé e deitado) + TC de abdome (padrão-ouro)
341
Tratamento geral da obstrução intestinal
dieta zero + hidratação + SNG
342
Tríade de Rigler - imagem Indica íleo biliar/Bouveret
Pneumobilia + distensão + cálculo ectópico
343
Clinica da brida/aderência
obstrução alta + cirurgia prévia
344
Diagnóstico da brida/aderência
TC de abdome c/c
345
Clínica da intussuscepção
dor + massa em salsicha + fezes em geleia de framboesa
346
Diagnóstico da intussuscepçao
USG - sinal do alvo ou pseudorim
347
Tratamento da trombose venosa mesentérica
suporte + anticoagulação + ATB + nutrição parenteral
348
Nos pacientes com obstrução colônica do tipo “alça fechada” o local com maior risco para perfuração é ______
Ceco
349
Quadro clínico das anemias hemolíticas
anemia + icterícia leve + litíase biliar + esplenomegalia
350
Entre os achados laboratoriais no hemograma sugestivos de anemia ferropriva em crianças, qual é característico dessa condição?
Microcitose, hipocromia e RDW aumentado
351
Composição do cálculo da nefrolitíase mais comum
Oxalato de cálcio
352
Tipo de CA de bexiga mais comum
Carcinoma urotelial
353
Conduta em caso de retenção urinária aguda
Passagem de SVD
354
Tratamento farmacológico de 1a linha para HPB
Bloqueadores alfa-adrenérgicos (ex.: tansulosina)
355
Febre reumática ocorre depois de qual infecção?
Faringite por S. pyogenes
356
Diagnóstico da febre reumática
Infecção estreptocócica + 2 critérios maiores ou 1 maior + 2 menores
357
Critérios MAIORES da febre reumática
Artrite Cardite Coreia Eritema Marginatum Nódulos SC
358
Critérios MENORES da febre reumática
Febre ECG (alargamento de PR - BAV 1o grau) Artralgia Aumento da VSH ou PCR
359
Em qual caso ocorre diagnóstico isolado de febre reumática?
Coreia
360
Qual a valva mais acometida na febre reumática?
Mitral
361
Quais os medicamentos que diminuem a produção de ac. úrico?
Alopurinol e Febuxostat
362
Avalie os sintomas apresentados por um paciente do sexo masculino, com 35 anos de idade, apresentando mal-estar e prostração; dor poliarticular intensa, assimétrica e migratória; taquicardia e, à ausculta, apresenta sopro cardíaco; rash eritematoso de padrão tortuoso na região torácica. Qual o diagnóstico mais provável?
Febre reumática
363
Fatores MAIORES que aumentam o risco para o desenvolvimento de hiperbilirrubinemia grave no RN
1. Bilirrubina total sérica ou transcutânea na zona de alto risco antes da alta hospitalar 2. Icterícia observada nas primeiras 24h 3. Incompatibilidade sanguínea e outras doenças hemolíticas conhecidas 4. Idade gestacional entre 35-36 semanas 5. Irmão com icterícia neonatal tratado com fototerapia 6. Céfalo-hematoma ou equimoses 7. Aleitamento materno exclusivo 8. Etnia asiática
364
Fatores MENORES que aumentam o risco para o desenvolvimento de hiperbilirrubinemia grave no RN
1. Bilirrubina total sérica ou transcutânea na zona de risco intermediário-alto antes da alta hospitalar 2. Idade gestacional entre 37-38 semanas 3. Icterícia observada antes da alta hospitalar 4. Irmão com icterícia neonatal 5. Macrossomia ou mãe diabética 6. Idade materna >/= 25 anos 7. Sexo masculino
365
Durante exame oftalmológico, foi evidenciado coriorretinite, nistagmo, estrabismo e atrofia ótica. A infecção congênita mais provável como causa do quadro é:
Toxoplasmose
366
A partir de qual medida de pressão intra-abdominal estabelece-se o diagnóstico de hipertensão intra-abdominal?
12
367
Paciente politraumatizado com trauma cranioencefálico, ao exame físico, responde verbalmente de forma não compreensiva, abre os olhos apenas em resposta à dor, mas consegue localizar a fonte da dor. Qual a classificação GLASGOW desse paciente?
Resposta verbal não compreensiva = 2 pontos Abre os olhos em resposta a dor = 2 pontos Localiza a fonte da dor = 5 pontos ECG = 9 pontos
368
Na investigação de ascite, a paracentese diagnóstica foi realizada. O gradiente soro ascite de albumina foi calculado com valor de 1,5 g/dl. No entanto, o paciente apresentou proteína do líquido ascítico em valores baixos (1,8 g/dl), ou seja, menores que 2,5 g/dl. Uma causa para essa ascite é:
Cirrose hepática GASA: gradiente albumina soro - albumina ascite → GASA >/= 1,1: hipertensão porta Se PTN < 2,5 g/dl: cirrose Se PTN >/= 2,5 g/dl: IC, Budd-Chiari → GASA < 1,1: neoplasia, BK, pâncreas, nefrótica Se PTN < 2,5 g/dl: sd. nefrótica Se PTN >/= 2,5 g/dl: neoplasia, BK, pâncreas
369
Diferencie a Síndrome Hepatorrenal do tipo 1 e tipo 2
SHR I: evolução rápida da deterioração da FR, se não tratada, tem evolução ininterrupta para azotemia SHR II: deterioração mais lenta da FR, associada a ascite refratária
370
Homem, 27 anos, apresenta quadro de alteração da marcha, disartria, dismetria, tremor de extremidades, icterícia, hepatomegalia e elevação dos níveis séricos das transaminases hepáticas. Exame oftalmológico a seguir. A hipótese diagnóstica mais provável é doença de: Exame oftalmológico: anéis de Kayser-Fleischer
Doença de Wilson
371
Um paciente de 80 anos dá entrada no pronto-socorro com forte dor no peito, há 30 minutos, associada à sudorese. À admissão, observam-se um ritmo regular, FC = 80 bpm, PA = 80 x 55 mmHg e SatO₂ = 95%. O ECG mostrou supradesnivelamento do segmento ST de V1 a V4. Nesse caso, a conduta imediata é:
Realizar revascularização percutânea
372
Critérios que indicam reperfusão coronariana
1. Redução do segmento ST em pelo menos 50% 2. Melhora da dor 3. Pico precoce de marcadores de necrose miocárdica 4. Arritmia de reperfusão (ritmo idoventricular)
373
Qual o tempo de terapia antiplaquetária dupla indicado após SCA com supra do segmento ST?
12 meses
374
Tríade da Sd. de Meigs
Tu ovário (fibroma) + ascite + derrame pleural
375
Presença de pseudomixoma, penso em ____________
adenocarcinoma mucinoso
376
Qual o tipo de câncer de ovário mais comum?
Adenocarcinoma seroso
377
Mulher, 28 anos de idade, portadora de dupla lesão mitral reumática, é admitida no hospital com quadro de febre e sintomas de insuficiência cardíaca. Três amostras de hemoculturas apresentam crescimento de Staphylococcus aureus meticilina sensível. Qual é o esquema antimicrobiano mais adequado para o caso?
Oxacilina
378
Na atualização de 2017, seguida da de 2021, das recomendações da American Heart Association para a profilaxia da endocardite infecciosa, discutiu-se a real efetividade da profilaxia para a endocardite para todos os indivíduos, chegando-se ao consenso de que a profilaxia em procedimentos dentários deve ser estudada em quatro grupos de indivíduos considerados como de alto risco: portadores de valva cardíaca protética ou outros dispositivos cardíacos implantáveis; indivíduos com endocardite prévia ou recorrente; doença cardíaca congênita; e receptores de transplante cardíaco. Caso se opte por realizar essa profilaxia, ela deverá ser feita com:
Amoxicilina 2g dose única
379
O que é a reação de Jarisch-Herxheimer?
Ocorre no início do tratamento da sífilis em resposta ao derrame de proteínas e de outras estruturas dos treponemas mortos pela penicilina na corrente sanguínea
380
As infecções sexualmente transmissíveis podem manifestar-se por meio de úlceras vulvares. De acordo com o fluxograma do Ministério da Saúde para o manejo de infecções que causam úlcera genital, a biópsia está indicada nos casos de lesões com duração > __________
Duração maior que 4 semanas
381
Sobre o Manual de Recomendações de Transporte de RN de alto risco, quais são os critérios gerais quando no local de nascimento não é possível prestar assistência (11)
1. Prematuridade 2. Síndromes respiratórias evoluindo ou uso de CPAP ou ventilação mecânica 3. Asfixia perinatal grave 4. Quadros convulsivos de difícil controle 5. Sepse ou infecções que afetam SNC em RN instáveis 6. Necessidade de tto cirúrgico 7. Distúrbios hemorrágicos e de coagulação 8. Hiperbilirrubinemia com risco de necessidade de transfusão 9. Hipoglicemia persistente 10. Cardiopatia congênita complexa ou RN com sinais de choque 11. Anomalias congênitas complexas
382
RN de 39 semanas, com peso de nascimento de 3.450 g, foi amamentado na primeira hora de vida. A prescrição de vitamina K injetável é indicada para prevenção da forma __________ da doença hemorrágica do RN
forma clássica da doença hemorrágica do RN
383
Recém-nascido, 50 horas de vida, será submetido à punção de calcanhar para coleta de sangue para triagem biológica neonatal. COMO MEDIDA NÃO FARMACOLÓGICA PARA ALÍVIO DA DOR, RECOMENDA-SE ADMINISTRAR, DOIS MINUTOS ANTES DO PROCEDIMENTO:
Solução de sacarose
384
Lactente de 12 meses de idade é levado à unidade de atenção básica para receber as imunizações próprias para a idade. A Caderneta da Criança atesta que as imunizações do Programa Nacional de Imunizações estão em dia. Segundo o calendário vacinal do Ministério da Saúde, a criança deverá receber as seguintes vacinas:
TRÊS MELHORES PRESENTES TRIPLICE VIRAL + PNEUMOCÓCICA E MENINGOCÓCICA
385
Mulheres vacinadas com vírus vivos ou vivos atenuados devem ser aconselhadas a evitar a gravidez por pelo menos _________
1 mês
386
De acordo com a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde do Brasil, além da terapia de reidratação, qual dos seguintes medicamentos deve ser prescrito para criança com idade inferior a 5 anos e quadro de diarreia aguda ou diarreia persistente?
Zinco
387
MELD ≥ __ é critério para avaliação para tx hepático, pois está associado a aumento do risco de mortalidade
15
388
No tratamento medicamentoso da colangite biliar primária, além do ácido ursocólico, o medicamento que pode ser associado é denominado:
Fenofibrato
389
Tratamento de 1a linha para SIBO
Rifaximina - Associado com neomicina aumenta a eficácia
390
Principal nervo lesado em tireoidectomia que causa rouquidão no pós-operatório
Laríngeo recorrente
391
O quadro clássico da encefalopatia de Wernicke é definido pela tríade:
Alterações oculomotoras Ataxia/marcha instável Alterações do estado mental
392
Gestante, 34 anos, 12 semanas de gestação, G3P2, relata surgimento de lesões pouco dolorosas na região vulvar ha 15 dias. Ao exame físico, observam-se múltiplas lesões papulopustulosas e comedões abertos e fechados na região vulvar e perineal, sem sinais de abscesso, fístulas, confluências ou celulite. O diagnóstico mais provável é de _________. A conduta inicial mais apropriada para o caso deve incluir antibioticoterapia ____________.
Hidradenite supurativa Tópica
393
Mulher, 32 anos, procura atendimento relatando episódios mensais de intensa irritabilidade, labilidade emocional, fadiga, distúrbios do sono e sensação de descontrole, iniciando cerca de uma semana antes da menstruação e desaparecendo nos primeiros dias do fluxo menstrual. Refere prejuízo funcional significativo, especialmente no trabalho e nas relações interpessoais. A sintomatologia é cíclica e se repete na maioria dos ciclos menstruais há mais de um ano. O exame físico está dentro da normalidade, e os exames laboratoriais excluíram causas ginecológicas, hormonais e hematológicas. Com base no caso apresentado, em que fase do ciclo menstrual esse transtorno ocorre mais comumente?
Lútea
394
Tríade da Síndrome de West (espasmos epilépticos infantis)
Espasmos Hipsiarritmia ao EEG Parada/regressão do desenvolvimento neuropsicomotor
395
Como calcular o Número Necessário para Causar Dano (NNH)
Primeiramente, é necessário determinar o RAR (grupo exposto a intervenção - grupo controle) O NNH é obtido pelo inverso deste valor: NNH = 1/RAR
396
O perfil laboratorial mais frequentemente observado em pacientes com hepatite alcoólica é aminotransferases:
<400; com predomínio de AST
396
Qual o distúrbio de hipermotilidade esofágica mais comum
Esôfago de quebra nozes (esôfago hipercontrátil)
397
A um adolescente que recebeu apenas duas doses da VHB (vacina para hepatite B) na infância, qual a recomendação?
Recomendar a terceira dose da VHB
398
Manchas de Koplik é patognômico para ___________
Sarampo
399
Linfadenopatia + Sinal de Forchheimer
Rubéola
400
Paciente de 6 anos de idade, com quadro de febre baixa, mal-estar e dor de garganta há 2 dias, vem à unidade básica de saúde apresentando lesões ulceradas, doloridas, na cavidade oral, sobretudo em língua e palato. Também refere o aparecimento de lesões nas laterais dos dedos e na superfície dorsal de mãos e pés. Considerando que a principal suspeita seja a síndrome mão-pé-boca, qual é o provável germe causador?
Coxsackievírus
401
Qual a complicação mais temida da mononucleose infecciosa?
Ruptura do baço
402
Um paciente de 6 anos de idade está com febre, inapetência, lesões polimórficas, centrípetas e pruriginosas por todo o corpo, além de lesões orais. O estado vacinal dele é desconhecido. Nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável é de:
Varicela
403
Tríade hemodinâmica clássica no choque séptico
Vasodilatação sistêmica Aumento da permeabilidade capilar Depressão miocárdica
404
Critérios diagnósticos para DM
Glicemia de jejum ≥ 126 HbA1≥ 6,5 TOTG 1h ≥ 209 TOTG 2h ≥ 200
405
Mulher de 27 anos, sem história prévia de rastreamento, teve teste de DNA-HPV positivo para tipo 33. Segundo as Diretrizes Brasileiras e a SBOC 2025, qual é a conduta correta?
Solicitar citologia reflexa no mesmo material
406
Qual é a principal contribuição do componente estrogênico da pílula combinada para a eficácia contraceptiva?
Suprimir a secreção do FSH prevenindo o surgimento de um folículo dominante
406
A ecografia obstétrica morfológica de 1º trimestre tem por objetivo principal o rastreio de_______________ e deve ser realizada entre__________ semanas de gestação. Já a ecografia obstétrica morfológica de 2º trimestre tem por objetivo principal o rastreio de _______________ e deve ser realizada entre_______________ semanas de gestação.
Aneuploidias fetais - 11 e 13+6 Malformações fetais - 20 e 23
407
Qual é uma das manifestações mais características e relevantes da infecção congênita por CMV?
Hipoacusia neurossensorial
408
Em relação à constipação intestinal, qual o medicamento de primeira escolha para crianças com ou sem fecaloma?
Polietilenoglicol 3350 ou 4000
409
Indicações de profilaxia para endocardite infecciosa (4)
1. Próteses valvares ou material protético (usado em reparo de valva cardíaca) 2. Histórico prévio de EI 3. Cardiopatia congênita (cianótica e não corrigida, corrigida com material protético em < 6 meses, corrigida mas com defeito residual adjacente ao material protético) 4. Transplante cardíaco com valvulopatia adquirida
410
Qual a alteração na eletroencefalografia característica da síndrome de West?
Hipsarritmia
411
Mãe comparece à UBS preocupada porque sua filha de 5 meses há 2 dias teve contato com uma criança que positivou para sarampo. A criança está com as vacinas em dia, assintomática. Dessa forma, você orienta:
Aplicar imunoglobulina o mais precoce possível, até 6 dias após o contato
412
Sinais de inflamação aguda na vesícula no USG abdominal (5)
1. Espessamento da parede da vesícula (>4mm) 2. Coleção pericolecística 3. Distensão da vesícula 4. Cálculo impactado no infundíbulo 5. Sinal de Murphy - pelo toque do transdutor
413
Todo paciente com colestase e vesícula palpável é forte candidato para neoplasia periampular. O grupo de neoplasias periampulares incluir 4 doenças:
1. CA de cabeça de pâncreas 2. Colangiocarcinoma distal (já que os proximais não cursam com dilatação da vesícula); 3. CA de 2ª porção do duodeno, comprimindo a drenagem do colédoco 4. CA de papila de Vater
414
Sinal de Courvoisier-Terrier
Vesícula biliar distendida e palpável, porém indolor.
415
Definição da Síndrome de Budd-Chiari
obstrução do fluxo venoso hepático
416
Tríade da Síndrome de Budd-Chiari
Dor abdominal, ascite e hepatomegalia com apresentação aguda ou subaguda
417
Qual o autoanticorpo mais associado à Colangite Biliar Primária (CBP)
Ac. antimitocôndria
418
Agente infeccioso do sarampo
Paramixovírus
419
Como é a fase prodrômica do sarampo
Febre, conjuntivite, manchas de Koplik
420
Como é a fase exantemática no sarampo
Exantema morbiliforme com progressão craniocaudal
421
Agente infeccioso da rubéola
Togavírus
422
Fase prodrômica da rubéola
linfadenopatia retroauricular, occipital e cervical
423
Agente infeccioso do eritema infeccioso
parvovírus 19
424
Fase prodrômica e exantemática do eritema infeccioso
FP: face esbofeteada FE: exantema reticulado com aspecto rendilhado
425
Agente infeccioso do exantema súbito
Herpesvírus tipo 6
426
Fase prodrômica e exantemática do exantema súbito
FP: febre alta que some em crise FE: exantema maculopapular que inicia no tronco
427
Agente infeccioso da doença mão-pé-boca
Coxsackie 16
428
Como é o exantema da doença mão-pé-boca
Exantema maculopapular Apresenta lesões vesiculares/ulceradas na cavidade oral
429
O sinal (ou lesões) de Nagayama é encontrado em qual doença exantemática em pediatria?
Exantema súbito
430
6 Hs da Hemocromatose Hereditária
Hepatopatia (hepatomegalia/cirrose) Heart (cardiopatia) Hiperglicemia (DM) Hipogonadismo Hiperpigmentação cutânea Hartrite
431
Nos países ocidentais, a colangite esclerosante primária pode aumentar as chances de desenvolvimento de
Colangiocarcinoma
432
Qual a forma mais comum de colangiocarcinoma
Peri-hilar (tumor de Klatskin)
433
Qual tumor afeta a junção dos ductos hepáticos direito e esquerdo (confluência biliar)
Tumor de Klatskin
434
A hematêmese por varizes de esôfago, quando apresentada por um paciente com trombose de veias supra-hepáticas, é decorrente de alteração parenquimatosa hepática e compromete o espaço
Pós-sinusoidal
435
No tratamento de paciente com hemorragia digestiva por ruptura de varizes de esôfago, a opção inicial para coibir o sangramento e que apresenta melhores resultados é
Ligadura elástica das varizes sangrantes por via endoscópica
436
Mulher de 54 anos de idade apresenta ascite refratária, controlada por paracenteses semanais, a última com retirada de 4 litros. AP: cirrose por hepatite C. Exame físico: P: 60kg. Análise do líquido ascítico: glóbulos brancos: 350/mm³, com 90% de neutrófilos. A conduta é prescrever
ATB + 90g de albumina
437
Tratamento da tricomoníase
Metronizadol 500mg VO 12/12h 7 dias ou 2g VO dose única (+ tratar parceiro)
438
Tratamento da vaginose citolítica
Alcalinização da vagina com bicarbonato de sódio
439
Quadro clínico da Sd. Fitz-Hugh-Curtis
Dor aguda em pontada / facada em HD, agravada com movimentação e respiração profunda. Frequentemente confundida com colecistite aguda
440
Uma mulher de 24 anos apresenta dor abdominal intensa e febre, com suspeita de abscesso tubo-ovariano. Qual é o manejo inicial mais adequado?
ATB IV
441
Indicações de colecistectomia no contexto de pólipo de vesícula biliar são:
Pólipo > 10mm ou em crescimento; Pacientes > 50 anos Pólipo associado a cálculos Colangite esclerosante Pólipo associados a sintomas típicos depois de afastadas outras etiologias
442
A formação da veia porta se dá posterior ao colo pancreático, na junção das veias mesentérica superior e _______________
Esplênica
443
Homem de 56 anos apresenta icterícia progressiva, com colúria e acolia fecal há 10 dias. Ele não apresenta sintomas álgicos, mas refere emagrecimento de 15kg nos últimos três meses, com mudança da categoria de sobrepeso para um índice de massa corporal (IMC) de 24kg/m². USG evidenciou vesícula biliar normal e dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas. Realizou TC com contraste trifásico e a suspeita principal é de adenocarcinoma de cabeça do pâncreas. A imagem tomográfica típica dessa lesão será:
Hipoatenuante na fase portal
444
Tríade clássica da acalasia
Disfagia, regurgitação e perda de peso
445
Um paciente de 55 anos de idade, proveniente da Bahia, refere disfagia lentamente progressiva de sólido para líquido, dor retroesternal, queimação e regurgitação, associadas à perda ponderal. Tem sorologia positiva para Chagas. Quais exames devem ser solicitados:
EDA, esofagograma e manometria esofágica
446
Um paciente de 45 anos de idade compareceu à consulta com queixa de disfagia. Refere que apresenta disfagia para alimentos sólidos, de início há sete meses, e de caráter progressivo, atualmente com dificuldade de ingestão de líquidos. O esofagograma baritado é normal e não apresenta megaesôfago. A manometria esofágica apresenta aperistalse no corpo esofágico e hipertonia do esfíncter esofágico inferior. Nesse caso clínico, o diagnóstico mais provável é:
Acalásia
447
GASA < 1,1 + perda ponderal + saciedade precoce + característica exsudativa do liquido ascítico, levanta a suspeita de:
Tuberculose peritoneal
448
Mulher, 25 anos de idade, procura o pronto-socorro com queixa de lesão dolorosa na vulva, que apareceu há 2 dias. Ao exame, encontram-se úlceras confluentes de bordas irregulares no grande lábio direito, dolorosas ao toque, com fundo purulento, medindo cerca de 2 cm. Os linfonodos inguinais direitos encontram-se aumentados e dolorosos. O agente etiológico mais provável é:
Haemophilus ducreyi - agente do cancro mole
449
Mulher, 24 anos de idade, com queixa de corrimento vaginal amarelado e aumento da secreção nas últimas 48 horas, sem prurido vaginal. Refere dor leve no hipogástrio, sem febre. Ao exame especular, observa-se conteúdo mucopurulento na endocérvice e discreto sangramento. Ao toque, o colo é friável. O teste rápido de Amplificação de Ácido Nucleico (NAAT) é positivo para Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis. Assinale a alternativa que apresenta o tratamento mais adequado e eficaz atualmente.
Ceftriaxona 500mg IM em dose única e azitromicina 1g VO em dose única
450
Recém-nascido de 20 dias, nascido a termo, parto vaginal, sem intercorrências perinatais, é levado ao PS com febre há 6 horas (temperatura axilar de 38,3ºC) e recusa das mamadas. Exame físico: irritado, T = 38,5°C, FC = 168 bpm, tempo de enchimento capilar = 2 segundos, sem outras alterações. Além de hemograma, PCR e hemocultura, que exames devem ser solicitados na investigação inicial?
Líquor, urina e urocultura por sondagem vesical
451
Por quanto tempo o isolamento do sarampo deve ser mantido
Até 4 dias após início do exantema
452
Qual o tratamento definitivo da hipertensão portal esquerda por trombose de veia esplênica?
Esplenectomia total Pois remove o fluxo que está congestionando o sistema gástrico-esofagiano. Com isso, as varizes tendem a colabar e o risco de novo sangramento cai de forma importante.
453
Qual quadro característico/que sugere trombose ou compressão da veia esplênica?
Hipertensão portal pré-hepática secundária à pancreatite de repetição
454
Quais as duas principais complicações relacionadas ao uso de TIPS?
Encefalopatia hepática e a estenose do stent
455
Manejo da esofagite eosinofilica que não responde aos IBPs
Estereoide tópico (fluicasona ou budesonida) por VO
456
Paciente de 70 anos com diagnóstico de úlcera perfurada de parede duodenal anterior, com peritonite difusa. Na cirurgia foi realizada a técnica de Graham que consiste em:
Ulcerorrafia com epiploplastia
457
Quais são as 3 fases sucessivas da coqueluche?
Fase catarral - manifestações respiratórias e sintomas leves Fase paroxística - tosse emetizante ou com guincho Fase de convalescência
458
Quais as indicações de drenagem do derrame pleural na complicação da pneumonia bacteriana?
Aspecto purulento; pH < 7,2; Glicose < 40; Gram e/ou cultura positivos
459
Tétrade da Tretalogia de Fallot
Obstrução da via de saída do VD (estenose pulmonar) Comunicação intraventricular Dextroposição da aorta Hipertrofia ventricular direita
460
Tríade clássica da Toxoplasmose congênita
Hidrocefalia Calcificações cerebrais Retinocoroidite
461
Dentre os tratamentos para hipertensão porta e potenciais consequências da hepatite B e C / cirrose, está a chamada TIPS, um tipo de derivação utilizada para descompressão do sistema porta, sem intervenção cirúrgica, que cria um desvio entre quais das seguintes estruturas?
Veia porta e veia hepática/veia cava inferior
462
Líquido ascítico enegrecido pode indicar:
necrose pancreática ou melanoma metastático
463
Para transplante hepático, quanto tempo o receptor deve estar em abstinência alcoólica?
Seis meses
464
A lesão de Dieulafoy, uma das causas de hemorragia digestiva, é definida como:
Má-formação vascular, que se encontra a uma distância de até 6cm da junção esofagogástrica
465
Qual o tratamento recomendado durante a gravidez do corrimento uretral, quando não há disponibilidade de identificação do agente etiológico:
Ceftriaxona 500mg IM, dose única + Azitromicina 500mg, 2 cps, VO, dose única
466
Em pacientes portadores de RCUI que apresentam aumento persistente de fosfatase alcalina e Gama GT, deve-se investigar a associação com:
Colangite esclerosante primária
467
Tríade de Philip Sandblom (Quinke)
HDA + dor em QSD + icterícia = hemobilia
468
Lactente, sexo masculino, seis meses de idade, apresenta episódio súbito de enterorragia com moderada repercussão hemodinâmica. Qual é o exame mais adequado para o esclarecimento diagnóstico?
Mapeamento com Tc99 - Divertículo de Meckel
469
Tratamento da diarreia por má absorção de ácidos biliares (DMAB)
Colestiramina
470
Indicações de colecistectomia no contexto de pólipo de vesícula biliar são:
Pólipo >1cm ou em crescimento; Paciente > 60 anos; Pólipo associado à cálculos; Colangite esclerosante; Pólipo associado a sintomas típicos depois de afastadas outras etiologias
471
Principal diagnóstico diferencial do câncer de vesícula biliar
Colecistite xantogranulomatosa
472
Trígono de Calot
Ducto hepático comum + ducto cístico + face visceral do fígado
473
Paciente do sexo feminino, 26 anos, está em investigação de hipertensão arterial sistêmica. Ao exame físico apresenta sopro em região abdominal periumbilical. Qual exame se faz necessário?
USG Doppler de artérias renais
474
A HAS é a presença persistente de pressões arteriais aferidas recorrentemente e ao longo de um período predeterminado, acima de um limiar preestabelecido para uma determinada população definida em um indivíduo, que persistirá ao longo do tempo, presumidamente. Desta forma, o tratamento anti-hipertensivo deve ser instituído brevemente para que possamos minimizar os agravos sistêmicos, devendo o médico saber orientar aos pacientes os efeitos colaterais esperados por cada classe de drogas utilizadas. Qual o efeito colateral esperado pela prescrição de Betabloqueadores:
Broncoespasmo
475
Qual o medicamento mais eficiente para reduzir o nível sérico de VLDL - Colesterol?
Fibrato
476
Qual o principal agente envolvido na colecistite enfisematosa?
Clostridium
477
Quais são as 3 regras que devem ser cumpridas na visão crítica de Strasberg (colecistec. VLP)
1. Disseção do terço proximal da placa cística 2. Dissecção do trígono de Callot 3. Visualização de 2 e apenas duas estruturas entrando na vesícula
478
Em caso de colestitite grave e não sendo possível a confecção da visão crítica, quais são as alternativas?
- Colecistectomia subtotal - Técnica retrógada - Conversão para aberta
479
Mulher, 39 anos. Portadora de colelitíase sintomática há 3 anos. Refere vários atendimentos em emergência com crises álgicas e 2 internamentos que evoluíram com icterícia. Durante a colecistectomia laparoscópica, identificou-se a síndrome de Mirizzi. Na tentativa de se obter uma visão crítica de segurança, houve lesão da borda direita do ducto hepático comum com menos de 50% da circunferência. Essa lesão estava a menos de 2cm da confluência dos hepáticos e, de acordo com Strasberg, ela pode ser classificada como:
D - lesão dos ductos principais causando fístula (ex.: dueto hepático comum ou colédoco)
480
Homem de 55 anos, hígido, foi internado com história de dor abdominal, prurido e icterícia de algumas semanas de evolução, seu nível de consciência está preservado e apresenta hepatomegalia, sem sinais de encefalopatia. Etilista de uma lata de cerveja diariamente e tabagista de 20 maços-ano, nega uso de medicamentos. Os exames mostram paciente em estado geral precário, emagrecido, ictérico +++/4+ com bilirrubina total = 22mg/dL, bilirrubina direta = 14mg/dL, ALT = 80 UI/L, AST = 40UI/L, albumina = 3,2g/dL, fosfatase alcalina = 1.500UI/L e INR = 1,6. Nesse caso, a principal hipótese diagnóstica e os exames complementares que a confirmarão, respectivamente, são:
Tumor periampular / USG abdominal e TC abdominal com constraste
481
Em um paciente com diagnóstico prévio de retocolite ulcerativa moderada e confinada ao cólon descendente e reto, vinha sendo tratado com mesalazina oral. Na suspeita de atividade da doença, o melhor marcador laboratorial, não invasivo, é:
Calprotectina fecal
482
Tumores hiliares - Bismuth-Corlette do tipo I
obstrução distal a confluência dos hepáticos
483
Tumores hiliares - Bismuth-Corlette do tipo II
obstrução acomete a confluência dos hepáticos
484
Tumores hiliares - Bismuth-Corlette do tipo IIIa
obstrução acomete a confluência dos hepáticos e se estende ao ducto hepático direito
485
Tumores hiliares - Bismuth-Corlette do tipo IIIb
obstrução acomete a confluência dos hepáticos e se estende ao ducto hepático esquerdo
486
Tumores hiliares - Bismuth-Corlette do tipo IV
obstrução acomete a confluência dos hepáticos e se estende à ambos os ductos hepáticos
487
Um paciente com quadro de dor em hipocôndrio direito, febre e emagrecimento, e diagnosticado com colecistite aguda, realizou cultura da secreção, que revelou o crescimento de uma bactéria gram-positiva. Com base nesse caso hipotético, qual é a bactéria mais comum:
Enterococcus
488
Homem, 34 anos de idade, apresenta níveis de fosfatase alcalina persistentemente elevados. Retocolite ulcerativa diagnosticada há 3 anos. Exame físico e demais exames laboratoriais sem alterações. Qual é o diagnóstico que melhor explica a alteração apresentada?
Colangite esclerosante primária
489
A cintilografia hepatobiliar com ácido iminodiacético pode auxiliar no diagnóstico diferencial entre:
Colecistite aguda e pancreatite aguda
490
Um paciente de 40 anos de idade, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus insulinodependente, procurou a unidade de pronto atendimento por causa de um quadro de hematêmese súbita. Encontrava-se em uso de cetoprofeno 100 mg (12/12 horas) há sete dias em razão de lombociatalgia. Foram realizadas as medidas iniciais, suporte clínico e solicitada EDA de urgência. O exame mostrou um sangramento localizado na pequena curvatura a 5 cm da junção esofagogástrica, sugestiva de Dieulafoy. Não foi visualizada lesão ulcerosa primária. Considerando as informações apresentadas nesse caso, o sangramento é proveniente de:
Artéria submucosa aberrante
491
A primeira opção de tratamento que se imagina para um linfoma de células B (MALT) confinado ao estômago é:
ATB para erradicação do H. pylori
492
Para tratamento endoscópico da úlcera péptica hemorrágica Forrest IB, a melhor opção atual para tratamento hemostático é:
Utilização de 2 métodos
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Lactente, sexo feminino, com 2 anos, é levada ao pronto atendimento com queixa de febre alta há 4 dias, acompanhada de irritabilidade intensa, recusa alimentar e lesões dolorosas na boca. A mãe relata que a menina começou a apresentar hiperemia gengival e pequenos pontos avermelhados na mucosa oral que evoluíram para úlceras dolorosas, além de halitose. Nega sintomas respiratórios ou diarreia. Na consulta, observam-se múltiplas vesículas e úlceras em lábios, língua, palato e gengiva, além de gengivite difusa com sangramento gengival espontâneo. A paciente está febril (T: 38,8 °C), em regular estado geral, hipoativa, hidratada, com discreta adenomegalia submandibular bilateral. Não há outras alterações ao exame sistêmico. Qual a principal hipótese diagnóstica?
Gengivoestomatite herpética
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Criança de 6 anos apresenta tosse crônica, expectoração purulenta diária, otite média de repetição, situs inversus e infertilidade masculina futura. TC de tórax: bronquiectasias difusas. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável?
Síndrome de Kartagener
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Menino, 4 anos, apresenta-se com queixas de diarreia crônica há 1 ano. A mãe relata que está mais apático e com o apetite reduzido. Ao exame físico apresenta-se com abdômen distendido, face edemaciada e edema assimétrico em membros inferiores principalmente à direita. Exames Laboratoriais: Hemograma: Hb = 10g/dL; GB = 10.000/microL; linfócitos = 700/microL (VN: 1500 6000/microL). Albumina: 2,5 g/dL (VR: 3,5 5,0). Gamaglobulina: 0,2 g/dL (0,50 a 1,68). Esteatócrito: 10% (VN < 2%). Alfa 1 antitripsina fecal: 5,0 mg/g fezes (VN < 3,0). Qual o diagnóstico mais provável?
Enteropatia perdedora de proteínas
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De acordo com o manual do AIDPI para crianças entre 2 meses e 5 anos, os sinais de perigo são: (6)
- Incapacidade de beber líquido e mamar - Vomitar tudo que criança ingere - Convulsões ou movimentos anormais há <72h - Letargia ou inconsciência - Perfusão capilar de duração > 2s - Batimento de asa nasal ou gemência
497
Durante hepatectomia, o cirurgião precisa de hemostasia superficial em área ampla com sangramento laminar difuso oriundo do parênquima hepático. A tecnologia que contempla essa demanda é
Coagulação por feixe de argônio (hemostasia superficial em áreas amplas)
498
Lorenzo tem 4 anos de idade e apresenta febre e dor de garganta há 6 horas. Nas últimas 3 horas, estridor inspiratório e a febre tornou-se mais elevada. Ao exame: toxemiado, com febre elevada, estridor inspiratório, sialorreia e tiragem intercostal, adotando a posição sentada, com o corpo dirigido para frente, boca semiaberta e pescoço em hiperextensão. O diagnóstico mais provável é:
Epiglotite - quadro agudo de estridor com febre alta, sinais de toxemia e desconforto respiratório intenso (principalmente se descrever "posição do tripé")
499
Criança de 2 anos é trazida à UBS com febre, coriza e tosse há 5 dias, evoluindo com estridor inspiratório e batimento de asa de nariz. Mãe relata que a criança não recebeu vacinas. Exame físico: membranas esbranquiçadas na orofaringe. Qual hipótese diagnóstica deve ser considerada prioritariamente?
Difteria
500
Homem, 19 anos. Dor em hipocôndrio direito, febre ocasional com icterícia flutuante há 1 ano. Traz uma colangioressonância que evidencia um cisto de colédoco tipo III (coledococele). Qual o tratamento de escolha?
Papilotomia endoscópica
501
Homem, 30a, hígido, realizou exames laboratoriais admissionais onde foi encontrado ALT= 60 UI/L (normal < 50 UI/L). Antecedente pessoal: ingesta de bebida alcoólica diária (2-3 cervejas/dia). Foi orientado a parar a ingestão de bebida alcoólica. Exames laboratoriais: AgHBs= reagente; Anti-HBs= não reagente; Anti-HBc= reagente; AgHBe= não reagente; Anti-HBe= reagente; sorologia Hepatite C= não reagente; sorologia Hepatite A: IgG =reagente; IgM= não reagente. A CONDUTA INICIAL É:
Solicitar HBV DNA quantitativo
502
Segundo as orientações do guideline de Tokyo de 2018 para colecistite aguda, a principal meta no tratamento da colecistite Tokyo de grau 3 é o(a)
Remoção do foco infeccioso, independente do tratamento da litíase
503
O pico de velocidade sistólica da Artéria cerebral média na USG obstétrica com Doppler deve ser considerado para avaliar ________________________
Anemia fetal
504
O aumento do pico sistólico da artéria cerebral média, na avaliação da anemia fetal, se deve por:
Diminuição da viscosidade sanguínea