OBSTETRICIA Flashcards

(240 cards)

1
Q

Onde ocorre a fecundação?

A

Na tuba

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Q

Qual é o início da gravidez?

A

Nidação (blastocistos)

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3
Q

Quais são os sinais de presunção da gravidez?

A
  • Atraso menstrual
  • Polaciúria
  • Sonolência
  • Fadiga
  • Náusea
  • Vômito
  • Alteração de humor
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4
Q

Quais alterações podem ser percebidas pela mãe como sinais de presunção?

A
  • Alterações sistêmicas
  • Alterações mamárias
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5
Q

O que indica um atraso menstrual de mais de 2 semanas?

A

Sinal de probabilidade

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6
Q

Quais são os sinais de probabilidade da gravidez?

A
  • Modificações uterinas
  • Sinal de Hegar
  • Sinal de Piskacek
  • Sinal de Nobile - Budin
  • Sinal de Jacquemier ou Chadwick
  • Sinal de Kluge
  • Sinal/Regra de Goodell
  • Sinal de Hartman
  • Sinal de Osiander
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7
Q

O que caracteriza o sinal de Hegar?

A

Amolecimento da região ístmica entre o colo e o corpo do útero

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8
Q

Como se identifica o sinal de Piskacek?

A

Crescimento assimétrico do útero no local da nidação

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9
Q

O que é o sinal de Nobile - Budin?

A

Diferença da forma do útero no toque vaginal durante a gravidez

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10
Q

Qual é a característica do sinal de Jacquemier ou Chadwick?

A

Vulva arroxeada

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11
Q

O que indica o sinal de Goodell?

A

Mudança de consistência no toque no colo do útero

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12
Q

Quais são os sinais de certeza da gravidez?

A
  • Visualização do embrião/feto por USG
  • Ausculta dos batimentos cardíacos fetais
  • Movimentos fetais percebidos pelo examinador
  • Palpação de partes fetais
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13
Q

Qual é o pico do HCG na gestação?

A

Pico na 8-10 semana

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14
Q

Quando o saco gestacional pode ser visualizado por USG?

A

A partir de 4 semanas

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15
Q

Qual é o melhor parâmetro USG para definir a idade gestacional?

A

Comprimento cabeça-nádega

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16
Q

Quando deve ser usado a DUM em comparação com a USG?

A

Se diferença entre a DUM e USG for < 7 dias

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17
Q

Qual é a regra de Naegele para calcular a data provável do parto?

A
  • Somar 7 ao dia da DUM
  • Somar 9 ou diminuir 3 do mês
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18
Q

Qual é a margem de erro ao datar a gravidez após 14 semanas?

A

Aumenta de acordo com o avançar dos semestres

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19
Q

Qual é a indicação do sinal de Puzos?

A

Sinal de rechaço fetal ao toque vaginal

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20
Q

Qual é a importância do pico do HCG no início da gestação?

A

Sustentar o corpo lúteo produzindo progesterona

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21
Q

Quando pode ser detectado o HCG em relação ao atraso menstrual?

A

Antes mesmo do atraso menstrual

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22
Q

O que deve ser feito se os valores de beta HCG são < 1500 e sem imagem de USG?

A

Repetir a dosagem em 48 horas

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23
Q

Modificação cardiovascular principal na gestação

A

↓ RVP pela placenta → ↑ DC compensatório

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24
Q

Anemia da gestação é de que tipo?

A

Anemia dilucional (hemodiluição)

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25
Estado da coagulação na gravidez
Hipercoagulabilidade: ↑ fibrinogênio e fatores de coagulação
26
Profilaxia universal de trombose no puerpério
Deambulação precoce
27
Transporte de glicose para o feto
Difusão facilitada
28
FR altera na gestação?
nao
29
niveis de referencia hemoglobina na gestação
Os níveis de referência da hemoglobina durante a gravidez são < 11,0 g/dL no primeiro e terceiro trimestres, e < 10,5 g/dL no segundo trimestre para definir a anemia
30
numero e organização das consultas pre natal segundo o MS
Mínimo pelo MS: 6 consultas o 1 no 1º tri, 2 no 2º tri, 3 do 3º tri * Ideal pelo MS: o Até 28 sem: mensal o 28-36 sem: quinzenal o 36-41 sem: semanal
31
exames complementares pre natal
Macete: TESTAR Tipagem sanguínea e fator RH EAS e Urocultura Sexuais (HIV, Hepatite B e sífilis) Toxoplasmose Anemia (hemograma) e Açúcar (glicemia) Repetir
32
periodo da gestação para swab GBS
GBS 35-37 semanas SE DISPONÍVEL
33
periodo para o eco fetal
18-24 semanas
34
tratamento e acompanhamento de bacteriuria assintomática
Opções de tratamento: nitrofurantoína, ampicilina, amoxicilina, fosfomicina, cefalexina. Não usar quinolona! Não usar sulfas no 3º tri. Atenção! Após tratamento de ITU deve-se fazer urocultura de controle.
35
calendario vacinal gestantes
dTpa 20 semanas covid influenza VSR 24-36 semanas dT regularizar Hepatite B regularizar
36
suplementos para a gravidez
carbonato de calcio a partir da 12 semana acido folico (1-3 meses antes da gestação) sulfato ferroso 200 mg a partir da 20 semana
37
tratamento de anemia gestação
▪ 120-240 mg de Fe elementar ( 3 doses de 200 mg de sulfato ferroso)
38
qual atb da profilaxia para GBS intraparto?
* Profilaxia com cristalina ou Ampicilina INTRAPARTO
39
quando fazer profilaxia sem rastreio para GBS
Bacteriúria atual por GBS mesmo tratada o Sepse neonatal em gestação anterior
40
Paciente não coletou swab para GBS fazer antibiótico em:
Trabalho de parto prematuro o Febre Intraparto (> 38ºC) o Bolsa rota por mais de > 18 horas
41
qual o principal fator de risco para um trabalho de parto prematuro
Prematuro anterior (principal fator de risco)
42
gestante IgM e IgG negativos para toxo: significado e conduta
▪ Gestante suscetível ▪ Prevenção primária + sorologia a cada 1 a 3 meses o Evitar manipulação de jardins ou caixas de areia com fezes de gatos o Cuidado com consumo de frutas e verduras e carnes cruas
43
gestante IgG positivo e IgM negativo para toxo: significado e conduta
▪ Imune ▪ Não repetir a sorologia
44
gestante IgG negativo e IgM positivo para toxo: significado e conduta
Infecção aguda ou falso positivo ▪ Iniciar tratamento com espiramicina. ▪ IgA ou repetir IgG em 3 semanas * IgA é marcador de agudo * Repetir o IgG para confirmar se era aguda e o IgG soroconverteu * Se o IgG não soroconverteu (continuou negativo): parar o tratamento, pois é um caso de falso positivo
45
tratamento de toxoplasmose para prevenção da transmissao mae - feto
Espiramicina
46
tratamento fetal de toxoplasmose
Sulfadiazina + Pirimetamina + ácido folínico
47
gestante IgG e IgM positivos para toxo: significado e conduta <= 16 semanas
Pedir o teste de avidez e começar o tratamento o Alta avidez (>60%): infecção antes da gestação à Não tratar o Baixa avidez: continuar tratamento com espiramicina
48
gestante IgG e IgM positivos para toxo: significado e conduta > 16 semanas
Tratamento no esquema fetal
49
50
USGTV evidenciou colo curto (<25 mm) ou historia de prematuro anterior, conduta:
progesterona vaginal
51
USGTV evidenciou colo curto (<25 mm) E historia de prematuro anterior, conduta:
progesterona + cerclagem
52
diagnostico trabalho de parto
Contração regulares ( 2 em 10 min) com modificação cervical < 37 semanas
53
conduta trabalho de parto prematuro 24-34 semanas
corticoide (betametasona) IM Tocólise - nifedipina neuroproteção sulfato de magnseio < 32 semanas profilaxia para GBS (penicilina cristalina)
54
conduta trabalho de parto prematuro > 34 semanas
ASSISTÊNCIA AO PARTO Profilaxia para GBS - penicilina cristalina se fator de risco
55
diagnostico padrão ouro para ruptura prematura de membranas ovulares (RPMO)
Diagnóstico padrão ouro: exame especular
56
corioamnionite conduta
Induzir trabalho de parto independente da IG; profilaxia de GBS; Antibiótico
57
RPMO > =34 semanas conduta
PARTO e PROFILAXIA PARA GBS SE NECESSÁRIA
58
RPMO 24-34 semanas conduta
Hospitalização e monitoramento Corticóide Antibiótico 7 dias (ampicilina IV + azitromicina e depois amoxicilina) Neuroproteção se parto < 32 semanas iminente Cultura GBS
59
situações (4) para indução do parto
Feito em: 42 semanas (pós termo); corioamnionite; ruptura prematura de membrana > 34 semanas, sofrimento fetal
60
bishop > 6 usar ... para induzir o parto
ocitocina
61
bishop < 6 usar ... para induzir o parto
misoprostol
62
mulher com cicatriz de cesaria previa usar ... para indução do parto
ocitocina
63
atitude fetal é
Relação das partes fetais entre si
64
defina situação fetal e cite os 3 exemplos
Relação do maior eixo do feto com o maior eixo uterino Situação Longitudinal - mais comum Situação transversa - cesária Situação Oblíqua
65
defina posição fetal e cite os seus exemplos
Lado do dorso do feto em relação com o abdome materno Na situação longitudinal, pode ser uma posição direita e esquerda Na situação transversa, pode ser uma posição anterior e posterior
66
defina apresentação fetal e cite os seus exemplos
Estrutura que aparece primeiro na pelve (estreito superior) Na situação longitudinal, as apresentações possíveis são cefálica e pélvica. Na situação transversa, a apresentação é córmica (ponto de referência é o acrômio)
67
variedade fletida de apresentação: referencia, linha, simbolo e diâmetro
Cefálica fletida Lambda Sutura Sagital O subocciptal bregmático
68
variedade defletida de 1 grau de apresentação: referencia, linha, simbolo
Bregma Sutura sagitometopica B
69
variedade defletida de 2 grau de apresentação: referencia, linha, simbolo e diâmetro apresentado
Glabela Sutura metópica N apresentação de fronte (maior diâmetro apresentado- occiptomentoniano)
70
variedade de apresentação que é indicação absoluta de cesaria
defletida de 2 grau
71
variedade defletida de 3 grau de apresentação: referencia, linha, simbolo
Mento Linha facial M apresentação de face
72
assinclitismo posterior toca o parietal ... primeiro
posterior
73
assinclitismo anterior toca o parietal ... primeiro
anterior
74
tempos da manobra de leopold
1 tempo: Situação 2 tempo: Posição 3 tempo: Apresentação 4 tempo: Altura da apresentação
75
colo no utero e frequencia de contrações na fase de dilatação no parto
Colo de útero > 4 cm de dilatação progressiva Contrações regulares, rítmicas 2 a 3 a cada 10 min
76
Manobra de Mcroberts para
distocia de ombros
77
condutas no secundamento
10 U ocitocina IM após expulsão fetal Clampear o cordão Tração controlada do cordão (Brandt-Andrews) Manobra de Jacob Dublin após sair (rotacionar ao tirar a placenta) Massagem uterina
77
tolerancia de tempo para o secundamento
< 30 min
78
diagnostico e conduta para uma fase ativa do parto prolongada
Dilatação < 1 cm/h em intervalo de 2 horas Problema motor — ocitocina IV
79
diagnostico e conduta para uma parada secundaria da dilatação
dilatação mantida / parada em 2 horas : motor? - ocitocina Desproporção céfalo pélvico? - cesárea
80
diagnostico de parada secundaria da descinda
Dilatação > 10 cm e altura mantida por 1 hora
81
diagnostico periodo pelvico prolongado
Expulsivo: descida é lenta (mas não parou)
82
diagnostico parto taquitocico
dilatação, descida e expulsão < 4 horas
83
Definição de abortamento
Interrupção < 20-22 semanas ou < 500 g
84
Principais causas de aborto esporádico precoce
Cromossomopatias, principalmente trissomia do 16
85
Definição de abortamento habitual
> = 3 perdas consecutivas
86
Mutação MTHFR metilenotetrahidrofolato redutasecausa abortamento habitual?
Não
87
Quadro típico de incompetência istmo-cervical
Dilatação indolor no 2º trimestre com feto vivo
88
Tratamento da incompetência istmo-cervical
Cerclagem 12-16 semanas - tecnica de mcdonald
89
Critérios laboratoriais da SAF
Anticardiolipina ou anticoagulante lúpico ou anti-beta2GP1
90
Tratamento da SAF na gestação
AAS + heparina
91
Abortamento incompleto apresenta
Colo aberto + restos (endométrio >15 mm)
92
Conduta no aborto incompleto
Esvaziamento
93
Abortamento inevitável apresenta
Colo aberto + feto dentro (vivo ou morto)
94
Conduta no abortamento inevitável
Esvaziamento
95
Abortamento infectado – clínica
Febre, odor fétido, leucocitose
96
Abortamento infectado – conduta
ATB (clinda + genta) + esvaziamento
97
A diferença entre IIC e abortamento inevitável
IIC NÃO tem dor
98
Abortamento completo apresenta
Útero vazio + endométrio < 15 mm
99
Ameaça de abortamento – achado
Colo fechado + BCF presente
100
Conduta na ameaça de abortamento
Repouso relativo + analgésicos
101
Abortamento retido – diagnóstico
Embrião >7 mm sem BCF
102
Esquema de esvaziamento < 12 semanas
AMIU ou curetagem
103
Esquema de esvaziamento > 12 semanas
Misoprostol +- curetagem - se tiver feto curetagem - sem feto (so restos)
104
USG típico da mola
Imagem em flocos de neve
105
Tratamento da mola hidatiforme
Esvaziamento uterino por vácuo + histopatologico
106
Controle pós-mola
Beta HCG semanal até 3 negativos Beta HCG Mensal até 6 meses e depois libera para gestar
107
Critérios de malignização na mola- beta hcg
Aumento em 2 semanas (dias 1, 7, 14) - 3 valores 3 semanas de platô (dias 1,7,14, 21) - 4 valores
108
Primeiro sítio de metástase da mola
Pulmão
109
Local mais comum de gravidez ectópica
Ampola da tuba
110
clinica Clássica da ectópica
Atraso menstual + dor + sangramento + útero vazio
111
Indicação absoluta de cirurgia na ectópica
Ectópica rota
112
tratamento medicamentoso na gravidez ectopica
metotrexate
113
Cirurgia conservadora na ectópica
Salpingostomia
114
Cirurgia radical na ectópica rota
Salpingectomia
115
Principais causas de sangramento na 2ª metade
DPP, placenta prévia, roturas, vasa prévia
116
Fator de risco mais importante para DPP
HAS
117
Clássico do DPP
Dor, ! hipertonia !, sofrimento fetal, sangue escuro
118
Diagnóstico do DPP
Clínico – NÃO pedir USG
119
Conduta no DPP com feto vivo
Via mais rápida – geralmente cesárea
120
Conduta no DPP com feto morto
Parto vaginal com aminiotomia previa
121
Complicações da DPP
CIVD Síndrome de sheehan Útero Couvelaire
122
Clássico da placenta prévia
Sangramento vermelho vivo, indolor, sem hipertonia Progressivo Repetição Espontâneo Vermelho vivo Indolor Ausência de hipertonia e sofrimento fetal Macete! PRÉVIA
123
diagnostico de placenta prévia somente após ... semanas
28 semanas
124
Conduta na placenta prévia com sangramento intenso em prematuro
Interrupção
125
Principal fator de risco para placenta prévia
Cicatriz uterina
126
O que é placenta acreta?
Placenta invade camada profunda do útero
127
Conduta da placenta percreta
Histerectomia total
128
Quadro da rotura de seio marginal
Indolor, espontâneo, vermelho vivo, tônus uterino normal, sem sofrimento fetal (quadro igual placenta prévia)
129
Quadro de rotura de vasa prévia
Sangramento no final da gravidez ou durante o trabalho de parto ao romper a bolsa (amniotomia ou amniorrexe)
130
Conduta na vasa prévia
Cesárea de urgência
131
Sinal clínico de iminência de rotura uterina
anel palpável no abdome- Bandl ligamento redondo tensionado -Frommel
132
Conduta na iminência de rotura uterina
Cesárea imediata
133
Sinal de rotura uterina consumada
Dor que melhora, perda das contrações, subida da apresentação( sinal de Recaséns )
134
Causa da doença hemolítica Rh
Mãe Rh- e feto Rh+
135
Exame de rastreio na mãe Rh-
Coombs indireto
136
Coombs indireto positivo ≥ 1/16 indica o quê?
Risco de anemia fetal – avaliar com Doppler ACM
137
Valor de Doppler sugestivo de anemia grave
>1,5
138
Padrão-ouro para diagnóstico de anemia fetal
Cordocentese
139
Quando aplicar imunoglobulina anti-D?
Coombs indireto negatico com Sangramento na gravidez, procedimentos invasivos fetal e pós-parto Rh+
140
fatores de risco para DPP
Trauma Anos > 35 Corioamnionite Drogas (cocaína e tabaco); DPP prévio Polidramnia (gemelar) - distensão do útero Pressão alta (principal fator de risco) Macete dos fatores de risco TÁ COM DPP —> TACDPP
141
qual o tipo de sangramento na 2 metade que tem origemf etal
ROTURA VASA PRÉVIA
142
profilaxia com Imunoglobulina anti-D para mães Rh- deve ser feita com quantas semanas
28 semanas
143
O que define pré-eclâmpsia?
PA ≥ 140x90 após 20 semanas + proteinúria patológica> 300 mg/dia
144
existe Pré-eclâmpsia sem proteinúria?
sim. hipertensão > 20 semanas sem proteinúria que já tenha lesão de órgão alvo
145
Defeito básico da pré-eclâmpsia
Falha da 2ª onda trofoblástica → ↑ resistência uteroplacentária.
146
Achado renal típico da pre eclampsia
Endoteliose capilar glomerular.
147
prevenção de pre eclampsia qual a Dose de AAS e calcio e o início
100–150 mg entre 12–16 semanas. Cálcio 1,5g se alto risco + baixa ingest (1 tri)
148
Critérios de gravidade da pré-eclâmpsia
PAS > = 160 OU PAD > =110 ou lesão de órgão-alvo.
149
Tríade da iminência de eclâmpsia
Cefaleia + escotomas + epigastralgia.
150
Critérios de HELLP
hemolise, enzimas hepaticas, low plaquetas LDH >600 / TGO>70 / plaquetas <100k.
151
HELLP pode ocorrer quando?
Na gestação ou puerpério.
152
Meta de PA na crise de pre eclampsia
Reduzir 15–25% na 1ª hora.
153
Anti-hipertensivos da crise de pre eclampsia
Hidralazina IV ou Labetalol IV ou nifedipino vo
154
Anti-hipertensivos de manutenção da pre eclampsia
Metildopa vo (+) hidralazina vo (+) pindolol
155
Fármacos contraindicados na gestação para o tratamento de has
IECA e BRA.
156
Hidralazina pode no puerpério?
Contraindicada.
157
Indicações de sulfato de magnésio
Pré-eclâmpsia grave e eclâmpsia.
158
Sinais de intoxicação por sulfato de magnesio (3R)
Reflexo patelar ausente; Respiração <12–16; Rim/diurese reduzida. Macete! 3R: reflexo, respiração e rins
159
Antídoto para intoxicação por sulfato de magnésio
Gluconato de cálcio.
160
Conduta na pré-eclâmpsia leve
Expectante até o termo.
161
Conduta na pré-eclâmpsia grave <34 semanas
Controlar PA com metildopa + sulfato de magnesio -- tentar corticoide
162
Conduta ≥34 semanas
Indicar parto.
163
Definição de eclâmpsia
Pré-eclâmpsia + convulsão tônico-clônica.
164
Hipertensão crônica
PA ≥140x90 antes de 20 semanas.
165
Pré-eclâmpsia sobreposta
HAC + critérios de pré-eclâmpsia.
166
Hipertensão gestacional
HAS >20 semanas sem proteinúria e normaliza até 12 semanas pós-parto.
167
valores diagnostico para DMG em Glicemia em jejum <20 semanas
<92 normal; 92–125 DMG; ≥126 DM prévio.
168
valores diagnosticos para DMG no TOTG DMG (24–28semanas)
Jejum 92-125 ; 1h ≥180; 2h ≥153.
169
valores diagnosticos para DM previo no TOTG de 24-28 semanas
TOTG Jejum ≥126 ou 2h ≥200.
170
Primeiro passo do tratamento do DMG
Dieta + atividade física por 2 semanas.
171
Insulina após o parto
Suspender imediatamente.
172
Malformação típica do DM prévio
Síndrome da regressão caudal.
173
DMG causa malformação?
Não.
174
Monocoriônica sempre é…
Monozigótica.
175
Dicoriônica pode ser…
Mono ou dizigótica.
176
Sinal do T no USG
Monocoriônica.
177
Sinal do Y/lâmina no USG
Dicoriônica.
178
padrao do feto doador na Síndrome de transfusão feto-fetal
CIUR + oligodramnia.
179
padrao do feto receptor na Síndrome de transfusão feto-fetal
Polidramnia + risco de insuficiência cardíaca.
180
Tratamento da STFF leve
amniocentese seriada
181
Tratamento da STFF grave
Laser das anastomoses.
182
TSH no início da gestação cai ou aumenta
Queda fisiológica por ação do hCG.
183
Diagnóstico laboratorial do hipotireoidismo
TSH ↑ e T4L ↓. anti- tpo
184
Marcador de autoimunidade tireoidiana
Anti-TPO.
185
TSH ≥4 na gestação
Iniciar levotiroxina.
186
Diagnóstico de hipertireoidismo
TSH ↓ e T4L ↑.
187
Tratamento no 1º trimestre de hipertireoidismo
PTU- PROPILTIOURACIL
188
Tratamento de hipertireoidismo no 2º–3º trimestre
Metimazol.
189
Fármaco proibido na gestação para tireoide
Iodo radioativo.
190
Autoanticorpos de risco para lúpus neonatal
Anti-Ro e Anti-La.
191
Manifestação mais grave do lúpus neonatal
BAV congênito.
192
Tratamento seguro do lúpus na gestação
Hidroxicloroquina
193
Drogas proibidas no lúpus na gestação
Ciclofosfamida e micofenolato.
194
Critérios laboratoriais de Sapporo para SAF
Lúpus anticoagulante; anticardiolipina; anti-beta2GP1.
195
Tratamento da SAF obstétrica
AAS + heparina profilática (0,5mg/Kg/dia)
196
Tratamento da SAF com historia de trombose
AAS + heparina terapêutica (1 mg/kg 12/12h).
197
Cardiopatia mais comum na gestação
Lesão reumática.
198
Lesões valvares que pioram na gestação
As estenóticas
199
Via de parto preferida nas cardiopatias
Vaginal.
200
Triagem na gestação para hepatite B (quais anticorpos?)
HBsAg e Anti-HBs.
201
Gestante HBsAg+
Tratamento com Tenofovir entre 28–32 semanas.
202
Conduta para RN exposto à hepatite B
na sala de parto: vacina e imunoglobulina e depois esquema vacinal normal aos 2,4 e 6 meses imunoglobulina na sala de parto se exposição fetal (HbsAg positivo ou desconhecido)
203
Profilaxia para hepatite C na gestação
Nenhuma (não existe).
204
Quadro típico da esteatose hepática aguda
3Trimestre náusea/vômito + dor em HID + icterícia.
205
Conduta na esteatose hepática aguda
Parto imediato.
206
Diagnóstico de ITU na gestação
>100.000 colônias.
207
É obrigatório tratar bacteriúria assintomática?
Sim.
208
Antibióticos seguros na gestação
Nitrofurantoína
209
Pielonefrite na gestante—conduta
Internar e dar ceftriaxona/cefazolina.
210
Antibioticoterapia profilatica para ITU na gestação quando fazer
≥2 ITU ou pielonefrite → nitrofurantoína à noite.
211
Lado mais comum da pielonefrite gestacional
Direito.
212
Complicação fetal da COVID na gestação
CIUR.
213
qual o percentil < 10 da altura do fundo uterino pensar em...
ciur
214
qual o indicador mais sensivel de ciur?
CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL !!!!
215
valor do indice do liquido amniniotico na USG que indica CIUR
ILA < 5 cm ou o maior bolsão < 2cm = oligodramnia
216
CIUR geralmente é de qual tipo, qual periodo da gestação ele acontece e exemplifique uma causa
tipo 2/ assimétrico segunda metade da gestação ex: insuficiencia placentária
217
3 causas de CIUR simétrico/ tipo 1 e qual periodo da gestação ele acontece
trissomias, drogas e infecções de 1 °tri Acontece na primeira metade da gestação → feto fica pequenininho desde o início (diagnóstico diferencial com crescimento constitucional)
218
tratamento para CIUR
CIUR NÃO TEM TRATAMENTO ! SÓ ACOMPANHA GRAVIDADE MAS NÃO REVERTE O QUADRO
219
doppler da arteria uterina avalia circulação...
Circulação materna !
220
doppler da arteria umbilical avalia circulação...
Circulação placentária
221
doppler da arteria cerebral média avalia circulação...
Circulação fetal
222
alteração no dopplerfluxometria da arteria uterina que pode indicar sofrimento fetal
Permanência da incisura bilateral protodiastólica > 26 semanas → CIUR? Pré eclâmpsia? **pesquisar foto
223
alteração no dopplerfluxometria da arteria umbilical que pode indicar sofrimento fetal
resistência placentária alta, diástole 0 ou reversa
224
conduta se doppler de arteria umbilical indicar diastole zero e conduta na diastole reversa
diástole 0 parto com > 34 sem e fazer corticoide diástole negativa (reversa) muito grave, iminência de óbito, placenta não funciona mais → parto imediato
225
alteração no dopplerfluxometria da arteria cerebral média que pode indicar sofrimento fetal
baixa resistência / maior fluxo na acm → vaso está dilatado, ou seja, o feto já está priorizando órgãos nobres (CENTRALIZAÇÃO DA CIRCULAÇÃO)
226
na centralização da circulação fetal, qual será o valor da razao sistole/diastole da arteria umbilical sobre s/d da cerebral?
> = 1 = CENTRALIZAÇÃO na centralização, a resistência da umbilical estará alta e a resistência da cerebral média vai estar baixa, logo, a relação tem que ser > = 1
227
qual o ultimo vaso a se alterar na dopplerfluxometria durante o sofrimento fetal?
ducto venoso
228
quando fazer o doppler do ducto venoso na investigação de sofrimento fetal?
indicado para fetos < 32 semanas já centralizados → pode ter o benefício do corticóide antes do parto
229
qual a alteração no doppler do ducto venoso no sofrimento fetal e qual a conduta
Alterado: Onda A negativa → risco iminente de morte Conduta ! Parto imediato → lembrar que < 32 semanas fazer sulfato de magnésio antes Obs: onda a é a contração do atrio **procurar imagem
230
indicação do forceps de piper
cabeça derradeira -> parto pélvico que agarrou a cabeça PIPER É PARTO PÉLVICO
231
indicação do forceps de Kielland
Grandes rotações e casos de acicletismo Variedade transversa
232
quando NAO usar o forceps de simpson
Usado em qualquer variedade (exceto transversa)
233
qual a pegada ideal do forceps
Biparietomalomentoniana → parietal , malar e mentoniana
234
quais as condições para aplicar o forceps *macete aplicar
Ausência de colo (10 cm de dilatação) Pelve proporcional Livre canal de parto (não pode ter tumor no canal) Insinuação Conhecer a variedade da posição do feto Amniotomia Reto/ bexiga vazios
235
em qual plano de de lee é proibido o uso do forceps
planos negativos
236
contraindicaçao do vacuo extrator (kiwi)
< 34 sem
237
conduta na Taquissistolia > 5 contrações em 10 min:
ecúbito lateral esquerdo, ressucitação volêmica. terbutalina (tocolítico)
238
Ordem de perda dos parâmetros biofísicos fetal em casos de hipóxia
Reatividade cardíaca → movimento respiratório → movimento corporal → tônus fetal 1° coração e por último tônus
239