ORTOPEDIA Flashcards

(116 cards)

1
Q

desenvolvimento e anatomia da coluna

A

LCLC
Lordose cervical 7
- C1: Atlas
- C2: Axis
Cifose toracica 12
- medula termina T2-L1
Lordose lombar 5 , Cifose sacral 2

Desenvolvimento
- 1.Cifose toracica -> Lordose cervical -> Lordose lombar e cifose sacral
- efeito barber pole: torção interna da perna - dermátomos com efeito de poste de barbeiro

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2
Q

lombalgia

A

85% sao idiopaticas e autolimitadas (4-6sem)
grande dificuldade de localizar a dor
altissima incidencia: 90%
uma das principais causas de incapacidade

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3
Q

fatores de risco lombalgia

A

trabalho estressante
sedentarismo/obesidade
idade avançada
tabagismo
digir por muito tempo
ficar muito tempo em pé

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4
Q

Fatores de risco de cronifiação lombalgia

A
  • dor intensa e incontrolavel
  • humor deprimido
  • medo de movimento, redução da atividade
  • fenomenos sensoriais e mortores difusos
  • questoes emprego, finanças, relacionamento
  • historico de migração
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5
Q

etiologias lombalgia

A

80% inespecíficas
97% musculoligamentar
- degenerativas (espondilartrose/ listese); síndromes discogenicas; traumatismos; anomalias congenitas; osteoartrose lombar; estenose espinhal

Inflamatórias 0,7%: EA, AR, Sindrome de reiter, fibromialgia, AP
Infecciosas: osteomielite, discite séptica, abcessos, herpes zoster
Neoplasicas: mieloma multiplo, leucemia, linfoma
Dor referida visceral: aneurisma, causas ginecológicas, urologicas, gastrointestinais
Metabólicas: osteoporose, osteomalacea, hiperparatireoidismo

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6
Q

lombalgia classificiaçã

A

aguda: até 6 semanas
subaguda: 6-12 semanas
cronica: > 12 semanas

evolução: persistentes, esporadicas, recorrentes

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7
Q

red flags lombalgia

A

se tem PITTI,DOC não é piti
Persistencia > 6 semanas
Idade <20, >50anos
Trauma
Tumor
Infecção
Défict neurológico
Osteoporose
Cauda equina

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8
Q

teste de adam

A

escoliose
flexao de coluna
- alinha: disfunção muscular
- se mantem: escoliose ossea

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9
Q

Semiologia compressao radicular

A
  • Lasegue: elevação da perna esticada
    só positivo verdadeiro quando entre 30-70 graus
    dor com irradiação se compressão
    -Teste de Fajzerstajn: igual lasegue, mas com dor contralateral, indica compressao grave
  • Nachlas: decubito ventral, fletir joelho, raizes femorais (mais altas) com dor anterior na coxa
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10
Q

teste de patrick Fabere

A

estabilizar quadril + flexão de perna
- se dor na virilha ipsilateral: coxartrose
- se dor em região posterior do quadril onde está a força: sacroileite

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11
Q

Dermátomos e miotomos - MMII

A

L1: regiao inguinal
L2: anteromedial coxa -> flexao quadril
L3: medial joelho ->extensao do joelho
L4: lateral coxa, medial perna -> dorsiflexao dos pés
L5: anterior pé
S1: posterior joelho, planta do pé, lateral pé -> flexao plantar

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12
Q

Dermátomos, miotomos e reflexos - MMSS

A

C5: face lateral ombro e cotovelo/ Reflexo Bicipital -> Flexão do cotovelo
C6: face radial do polegar/ Reflexo braquiorradial -> extensao do punho
C7: 3º dedo/ Reflexo Triciptal -> extensao do cotovelo
C8: dedo mínimo -> flexão do punho
T1: face medial do cotovelo -> extensão dos dedos

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13
Q

exames complementares lombalgia

A

indicações
- dor persistente >6sem
- se suspeita de radiculopatia, infecção, tumor ou dx reumatologica
padrão ouro: RNM
outros: RX, TC, VHS, hemograma, ca serico, fosfatase alcalin

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14
Q

tratamento lombalgia

A

Toda lombalgia é tratada do mesmo jeito
- Repouso absoluto é contraindicado, mas o relativo é indicado (2 dias)
- fortalecimento isométrico core abdominal
- analgésicos, AINES (agudo), relaxantes Musculares
- corticoide: lombociatalgia
- antidepressivo: neuropatica
- Cirurgia (radiculopatia): defict neurológico progressivo, persistente, refrtaria, sd cauda equina

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15
Q

Estenose lombar

A

idosos
causas: osteofitos, espondilolistese, doença degenerativa local
dor lombar irradiada insindiosa que Não respeita dermátomos
- melhora ao fletir o tronco
- teste de Van Geldern: andar de bicicleta melhora
Diagnóstico diferencia de claudicação vascular]
Tratamento laminectomia

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16
Q

hernia de disco

A

2% da população; maioria L4,L5,S1
média 35 anos
disco intervertebral
- sobrecarga + envelhecimento + genética: diminuição de proteoglicanos -> diminui hidratação
fissuras/ rachaduras
nucleo puposo pode herniar por esses canais + processo inflamatório
- dor melhora 2-4 semanas
- reabsorção hérnia em 18 meses

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17
Q

classificação e fases herniação de disco

A
  • protrusa: base maior - sem ruptura ligamentar
  • extrusa: o que saiu > base/ com ruptura ligamentar
  • sequestrada: perde o contato
    contida ou nao contida (anel fibroso): ultrapassa ligamento posterior

Fases
1. Disfunção: 15-45 anos - abaulamento e protusão
2. Instabilidade: 35-70 anos - rompimento do anel fibroso, sintomático
3. Estabilização: >60 anos, osteoartrose, dor axial, pode ocorrer estenose

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18
Q

classificação anatomica hernia de disco

A

I - central
II - foraminal/ lateral: pega raiz do mesmo nivel (de cima)
III - extraforaminal

Mais comum: posterocentral - afeta raiz transeunte (uma a baixo)

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19
Q

clínica e diagnóstico hernia de disco

A

Só 5% são sintomáticos
Compressao medular
- dor é difusa, mal localizada, nao respeita dermatomos, parestesias, hipoestesias, perda de força, deficit de coordenação motora fina, alteração da marcha
Compressao radicular
- cervical: raizes emergem acima do disco x lombar emergem abaixo do disco
- dor lombar mecanica, irradiação MMII, correlação com dermatomo, piora da ciatalgia com aumento da pressão intratecal (sentado, tossindo, espirrando)
manobra de lasegue e patrick, spurling

Diagnóstico é clínico
- planejamento cirurgico: RNM

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20
Q

tratamento hernia de disco

A

CONSERVADOR
3-6 meses de tratamento lomabalgia

CIRURGICO - Indicações
- sindrome da cauda equina
- persistencia da dor intensa
- piora evidente do defict neurologico
Contraindicações
- lomablgia sem dor radicular
- discordancia clinico x imagem
- gravidez
DISCECTOMIA, MICRODISCECTOMIA, PERCUTANEA

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21
Q

sindrome da cauda equina

A

Urgencia cirurgica
perda da função de raizes nervosas L2-S5
Etiologias:
- degenerativas: hernia de disco, estenose canal
- trauma: hematoma, trauma penetrante, fratura
- infecção: discite, corpo vertebral,
- tumor

Clínica:
- lombalgia bilateral (90%);
- dor nas pernas
- retenção urinária
- parestesia perianal
- anestesia em sela; perda de força MMII; disfunções esfincterianas; arreflexia; disfunção vesical e intestina

Diagnóstico: clínico e RNM

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22
Q

tratamento e prognóstico sd cauda equina

A

descompessão, ideal antes de 48-72h
- laminectomia x laminotomia
- discectomia
artrodese: estabilizar
fisioterapia
Prognóstico:
- dor: melhora importante (em ate 1 ano)
- função vesical/intestinal: até 16 meses
- grau de disfunção inicial determina prognostico

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23
Q

osteoma osteoide

A

Benigno, raro, meninos. Autolimitado
dor noturna que melhora com uso de salicilatos/AINE
- sem relação com atividades físicas
- dor localizada: Fêmur proximal, tíbia e coluna
- Raio-x: área lítica circundada por ossos esclerótico reativo.
> 2cm, ele é considerado como um osteoblastoma, que adquire características malignas.
- tratamento: observação

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24
Q

Espondilólise e espondilolistese

A

Espondilólise: fratura da pars interarticularis da verterbra
- dor à palpação da faceta, dor à extensão, característica mecânica, bem localizada

Espondilolistese: escorregamento
Mais em ginastas, crossfit, volei
- Clínica: retificação lombar, encurtamento dos isquitibias (não consegue estender joelho)
- Diagnóstico: radiografia, sina do Scotty Dog (cabeça decepada do cachorro) na incidencia obliqua

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25
osteoporose
diminuição da resistencia óssa - qualidade: fratura por fragilidade - quantidade: densitometria primária ou secundaria (corticoide cronico, hiperparatireoidismo, mieloma multiplo) (homens: alcoolismo, hipogonadismo) Fatores de Risco: mulher, idosa, DM, baixa ingesta de calcio e vit d caucasiano: maior produção cutanea de vit D HFAM tabagismo/etilismo, baixo IMC uso de corticoides, anticonvulsivantes
26
fisiopatologia osteoporose
desequilibrio formação e reabsorção óssea - pós menopausa (tipo 1): trabecular- aumento de reabsorção ossea, ex vertebra (tem muito osso trabecular)| aumenta formação do RANKL e diminui a osteoprotegerina no osso - senil (tipo 2): trabecular e cortical - diminuição da formação
27
clinica osteoporose
fraturas de fragilidade: trauma de baixo impacto, não é obrigatorio ter DMO - Mais comum: fratura vertebral (toracica ou lombar) - 2/3 assintomatico - Fratura femur proximal: mais mortalidade - Fratura radio: mulheres na perimenopausa
28
diagnostico osteoporose - DMO
DMO - indicações: mulher >65, homem>70, fratura de fragilidade, fator de risco, inicio de tto - ver 2 sitios: coluna L1-L4, femur (colo e total) - sempre fazer triagem laboratorial para afastar osteoporose secundaria T SCORE: mulher pos menopaus, homens > 50 anos - NORMAL >-1 - OSTEOPENIA <-1 E >2,5 - OSTEOPOROSE >-,25 ou fatura de osteoporose Z SCORE: resto - baixa massa ossea para a idade
29
exames laboratoriais osteoporose
Laboratorial: - vit D: baixa na osteomalacia, - pth, - FA: normal na primaria, elevada na osteomalacea - calcio: normal na primaria, elevado no hiperpara Marcadores de reabsorção óssea: - CTX e NTX (reabsorção) - P1NP (produção) Ferramenta FRAX: risco de fratura em 10 anos (se maior >=20% ou quadril >= 3% = alto risco)
30
tratamento osteoporose nao especifico
não medicamentoso - dieta (calcio); exposição solar; prevenção de quedas; exercicio fisico cálcio vit d - manter acima de 30
31
terapia especifica osteoporose
(fratura de fragilidade, TSCORE <2,5, FRAX de alto risco) ANTIREABSORTIVA - bisfosfonatos: alendronato, risedronato - raloxifeno (modulador receptor estrogeneo): causa fogachos - denosumabe: inibe osteoclastogeneses. Indicado se DRC ANABOLICO : teriparatide (analogo pth) - se grave: caro MISTA: Ranelato de Estrôncio - game over - contraindicado: DAC, Trombose HAS
32
bisfosfonatos
inibidor da enzima FPPS -> apoptose de osteoclastos efeitos adversos: osteonecrose de mandibula, fratura atípica (incompleta) = SUSPENDER - se esofagite: preferir Acido zoledronico (EV) - holiday se houver perda de massa ossea significativa contraindicações: clearance de creat
33
classificação fratura quanto a energia
Quanto a energia - angular - transversa/obliqua - torção - espiral - tração - por avulsão - compressiva - compressão Quanto ao traço - simples: só 1 - cunha: V - cominutiva: multiplos - galho verde: incompleta (crianças)
34
clínica fratura
dor - aguda ou subaguda incapacidade funcional deformidade creptação palidez edema (hematoma/ inflmação)
35
tratamento fraturas
alívio da dor redução: aberta ou fechada imobilização - contenção externa; fixação cirurgica interna ou externa restaurar função
36
complicações fraturas
osteomielite TVP pseudoartrose lesão arterial necrose avascular embolia gordurosa síndrome compartimental
37
fratura exposta
fratura comunicando com o meio externo (exposição do osso ou comunicação do hematoma da fratura) alta energia está sujeito a infecção e retardo da consolidação mais comum: tibia (21%) seguido do femur
38
classificação da fratura exposta
classificação de Gustilo e Anderson - tipo 1: <1cm, limpa, minima lesoa pm, simples lesao ossea - tipo 2: >1cm, moderada o resto - tipo 3a: >10cm, contaminada, dano as partes moles, com cobertura ossea - tipo 3b: // + perda grave da cobertura óssea - tipo 3c: // + lesão vascular importante
39
tratamento fratura exposta
antibioticoprofilaxia tipo 1 e 2: cefalosporina 1a geração (CEFAZOLINA, CEFALOTINA) tipo 3: cefalosporina 1a + aminoglicosideo local contaminado: + penicilina cristalina desbridamento estabilização cirurgia definitiva
40
fraturas nas fises de crescimento
trauma nas epifises dos ossos longos pode gerar fechamento precoce das epifises local: radio distal/ femur distal/ cotovelo/ tibia distal Classificação de Salter Harris I: Separated (completa) II: Above (acima da epifise) III: Low (abaixo) IV: Through (acima e abaixo) V: Erasure (por compressão) III-IV: tto cirurgico V: sequelas inevitaveis
41
consolidação óssea
processo único e natural capacidade de regeneração dependente da reindução das cascatas osteogencias e do período embrionario progressivo e gradativo reparação, remodelação óssea Depende de fator mecanico (estabilidade) e fator biologico (aporte sanguineo) Etapas: inflamação, reparo, remodelação
42
consolidação secundária
Estabilidade relativa (fixação flexível, gesso, micromovimentos), formando um calo ósseo (mole e duro) Estagios - hematoma - inflamação (7 dias) - calo mole (tecido fibrocartilagionoso) - calo duro (calcificado) - remodelação óssea (ate 4 meses) estabilidade relativa
43
consolidação primaria
contato direto das corticais dos fragmentos proliferação dos canais de havers proliferação de osteoclastos formação de tuneis osseos entre fragmentos estabilidade absoluta
44
consolidações patologica
retardo de consolidação: 4-6 meses pseudoartrose: >9 meses ou quando não há progressao radiologica em 3 meses consecutivas consolidação viciosa: com fragmentos em posição desviada
45
síndrome compartimental
pressão aumentada em um compartimento osteofascial reduz fluxo sanguineo -> isquemia muscular -> aumento de permeabilidade -> extravaza mais fluido (ciclo vicioso) 6 PS: pain (é o sintoma mais sensivel), palidez, paralisia, pulso diminuido (só depois), parestesia, pressão aumentada tratamento: fasciotomia de urgencia - deixar aberto no max ate 72h
46
fratura de quadril
mulheres, idosas, queda da propria alutira dor no femur + encurtamento do membro + rotação externa TTO - Osteossintese: inter ou subtrocantericas | colo de femur em jovens, dura mais - Proteses: idosos, colo de femur - dura menos, porem melhor recuperação
47
teste de trendelenburg
indica fraqueza nos músculos abdutores do quadril: glúteo médio e glúteo minimo.
48
Fratura-luxação de Monteggia
Luxação da cabeça do rádio, que lesa a articulação rádio-ulnar proximal + à fratura da diáfise da ulna.
49
Displasia do desenvolvimento do quadril
Luxação congenita do quadril amplo espectro de alterações - desde displasia ate luxação Instabilidade articular desde o nascimento Causas: frouxidão ligamentar, subluxação, luxação Fatores predisponentes: Apresentação pélvicas (nascer de bunda), Efeitos hormonais maternos, oligoidramnio, primogênito, joelho extendido da criança.
50
testes do manguito rotador
SIRmSub JPG - supraespinhal: jobe (polegar para baixo)/ abdução - infraespinhal: patte (elevação 90graus, flexão 90 graus, rotação externa)/ cancela - subescapular: gerber/ rotação interna
51
testes de impacto do ombro
NEER: elevação MS HAWKINS: membro 90, cotovelo 90,rodado para dentro YOKUM: mão sobre ombro oposto
52
Semiologia cotovelo
COZEN e MILL: epicondilite lateral - pronação antebraço, extensão punho - punho em dorsiflexão COZEN INVERTIDO: epicondilite medial PIVOT: ligamento colateral lateral ORDENHA: // media
53
semiologia quadril
PATRICK FABERE: sacroilíaca TREDELENBURG: gluteo médio OBER: gluteo médio/ trato iliotibial THOMAS/ELY: flexores do quadril
54
semiologia joelho/pe
Lachman/gaveta anterior: LCA (mecanismos de desaceleração ou torção não direta, como esportes de alta intensidade que envolvem pivô ou saltos) Teste de varo: LCL Gaveta posterior: LCP (aumento da translação posterior e deslizamento posterior da tíbia - geralmente traumas direto na região anterior da tíbia com o joelho em flexão) Apley/mcmurray: meniscos Thompson: tendão de aquiles
55
semiologia coluna
SPURLING/DISTRAÇÃO: radiculopatia cervical LHERMITTE: irritação meningea ADAMS: escoliose SCHOBER: espondiloartrite (16 cm +- 6cm) LASEGUE: radiculopatia lombar BRAGARD: manobra de lasegue com reforço por dorsiflexão do pé
56
raizes motoras membro superior
C5: flexor do cotovelo/BICIPTAL C6: extensor do punho C7: extensor do cotovelo/TRICIPTAL C8: flexor profundo dos dedos T1: abdutor do dedo minimo
57
diagnóstico DDQ
precoce - ate 3 meses precisa de avaliações seriadas manobras de ortolani (luxado) e barlow(luxavel) USG - método de GRAF sinais - galeazzi: joelho assimétrico - hart: - assimetria das pregas da coxa
58
tratamento DDQ
0-6 meses: colete de pavlik - sem resposta ate 4 sem: redução incruenta, tração abdutora 1-3 semanas, tenotomia percutanea dos adutores, aparelho gessado 8-18 meses: redução incruenta - redução cruenta se falha, aparelho gessado 18 meses a 8 anos: redução cruenta, osteotomias, aparelho gessado 6-8 semanas >8 anos: sem benefício
59
Sinovite transitória do quadril
principal causa de lombalgia na criança (<4 anos) pós IVAS (mas nao tem causa definida) diagnostico diferencial de artrite séptica Clínica: dor no quadril, coxa ou joelho, com inicio rapido, raio-x e laboratório normais, bom estado geral Tratamento: sintomáticos, reavaliação 72 h
60
doença de legg-calvé-perthes
4-8 anos, orientais Necrose avascular da cabeça femoral - hipótese: alteração vascular, trombos venosos, aumento da pressao bilateral 10-15% Clínica: meninos, dor na coxa + dor referida no joelho, claudicação ao caminhar, limitação abdução e rotação interna, sem febre Dx: imagem Tratamento: prevenir deformidade residual, - imobilizar com gesso ou osteotomia pélvica/ do acetabulo
61
fases da doença de legg-calvé-perthes
- Precoce (necrose): assintomática - Fragmentação: dor, fratura osso subcondral - Reossificação (12-18 meses depois): osso novo - Deformação Residual: deformidade permanente, coxartrose, incongruencia articular
62
epifisiólise/epifisiolistese
10-16 anos, negros, obesos (adiposidade genital) deslizamento da cabeça femoral - ruptura na camada Hipertrófica - alargamento da fise Clínica - Agudo: associado ao trauma/dor intensa - Cronico: claudicação progressiva/ membro em rotação externa/ dor referida no joelho Dx: raiox (incidencia de lowenstein): sinais de lowestein Tratamento: cirurgico- pinagem; fixação contrateral profilatica
63
pé torto congenito
deformidade complexa congenita do pé e tornozelo tipos: equino, cavo, varo, aduto etiologia: idioptaico, posicional, neurogenico, sindromico Clínica - deformidades nao corrigiveis passivamente - prega cutanea unica/dupla posterior calcanea - prega profunda transversa no mediopé - cabeça do talus palpada dorsolateralmente - pé e panturrilha menores que contralateral] Tratamento: Ponseti - correção através de gesso seriado
64
fisiopatologia pé torto congenito
desconhecida - modelagem intrauterina - lesão muscular primária - deformidade óssea primaria - lesão vascular primaria - infecção intrauterina enteroviral - sequestro no desenvolvimento - inserção tendinea anormal, - fibrose e histologia anormal
65
amputação traumática conduta
membro embalar num saco esteril -> colocar na agua com gelo (4 graus) 6 a 24 horas, a depender do membro - quanto mais musculo, menor o tempo para necrose
66
artrite séptica
presença de bacteria no espaço articular inflamação sinovial + derrame purulento 65% <20 anos, sexo masculinó aguda ou cronica Etiologias - mais comum: S. aureus - crianças não vacinadas: haemofilos influenzae - adulto sexualmente ativo: neisseria gonorrhea Disseminação: hematogenica (70%); osteomielite adjacente trauma; iatrogenico; linfatico Diagnóstico: artrocentese
67
classificação liquido sinovial
normal - viscoso, incolor, leuco 0-220, polimorfo <25% não inflamatório (OA) - viscoso, amarelo claro, leuco 200-2000, polimorfo <50% inflamatório - não viscoso, alaranjado, leuco 2000-50000, polimorfo >50% séptico - não viscoso, purulento, leuco >50000, polimorfo >75%
68
clínica artrite septica nao gonococica
monoartrite inicio subito articulações de carga (joelho) bloqueio articular febre/sintomas constitucionais
69
tratamento artrite septica nao gonocócica
oxacilina 2-4 semanas - vancomicina se resistente drenagem cirurgica depois: de acordo com bacteria prognostico ruim
70
artrite gonocócica
mulheres idade sexual tríade: poliartrite + tenossinovite + lesões cutaneas fase bacteremica: febre + triade monoartrite (joelhos) Tratamento: Ceftriaxone 7 a 10 dias , Azitromicina (pensando em clamydia) -tratar parceiro -bom prognostico
71
osteomielite
1/5000 crianças <13 anos - Metáfise de ossos longos (femur>tibia>umero) - no adulto: coluna Etiologias - S. aureus (mais comum em todas as faixas etárias) - S. pneumoniae e Kingella kingae. - anemia falciforme: salmonella - imunodeprimidos/calcaneo: pseudomonas - RN: Gram negativos, strepto grupo B Disseminação: - inoculação direta, - contiguidade, - Hematogenico: mais comum na crianças, geralmente vertebral
72
quadro clínico osteomielite
antecedentes de infecção acomete apenas 1 osso febre dor edema restrição de crescimento Sem correlação entre clínica e gravidade pode ocorrer em ossos chatos - vertebra RN: intensa irritabilidade, dor a palpação
73
diagnóstico osteomielite
- hemograma desvio a esquerda/ PCR e VHS elevados/ hemocultura positiva em 40-50% - punção óssea: cultura positiva radiológico (tardio): após 7-10 dias - lesão lítica e periosteal TC: sinal do sarcófago - osteomielite crônica
74
tratamento osteomielite
Não se faz ATB antes de realizar biópsia (para diferenciar de sarcoma de Ewing) antibiotico (0xacilina e gentamicina/ ceftriaxona) EV por 4 a 6 semanas - trocar EV para Vo quando a condição do paciente tiver melhorado e a criança está afebril por 48-72 horas - utiliza-se o VHS para suspensão do tto cirurgia
75
o que é fratura de barton?
Fratura do terço distal do rádio
76
Osteomielite vertebral
- S. aureus - hematogenica ou pós op - diagnostico tardio: dor, febre, sintomas consumptivos - PCR é um bom exame, cai rápido - colapso vertebral no Rx - Tratamento: ATB pelo menos 6 semanas (oxacilina) | cirurgia se abcesso
77
sinal da tecla do piano
luxação acromio-clavicular distancia maior entre processo coracoide e clavícula
78
Sinal de Peter Bader
observar assimetria das pregas cutâneas dos membros inferiores
79
Fratura de Colles:
ocorre quando a extremidade fraturada do rádio se desvia para cima
80
Fratura de Boxe
é uma fratura que acontece na mão, mais especificamente no colo do 5º metacarpo (metacarpo de dedo mínimo).
81
Quais são os músculos biarticulares do membro inferior?
Reto femoral, íleopsoas, bíceps femoral, semitendíneo, semimembranáceo.
82
Quais são os músculos cuja inserção distal compõe a pata de ganso?
Sartório, grácil e semitendíneo.
83
sinal do bocejo articular
teste de estresse em varo do Joelho Lesão dos ligamentos colaterais: medial ou lateral (LCL).
84
Quais são os músculos responsáveis pela flexão do joelho?
Grácil, gastrocnêmio, semitendíneo, semimembranáceo e porção longa do bíceps femoral.
85
nervos da mão - ação
N. mediano: flexores| parte palma da mão até metade do 4o dedo - origina N. interosseo anterior: movimento de pinça N. ulnar: flexor minimo, adutor do polegar| metade do 4 e quinto dedo N. radial: extensores até ponta do dedo - origina N. Interosseo posterior: extensão do punho ____________ Extensão de dedo: feita pelos músculos lumbricais X Extensão do punho pelo NIP Adução/abdução dos dedos: ulnares
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semiologia punho e mão
PHALEN e TINEL: sd tunel do carpo - DURKAM: mais sensivel e específico, Compressao do nervo reproduz sintomas em 30segundos EGAWA (adução e abdução dos nervos) E FROMENT (benediction ao contrário): N. Ulnar BENEDICTION: não consegue fazer movimento de pinça - testa N. Interosseo Anterior| KILOH NEVIN FILKELSTEIN: abdutor longo e extensor curto do polegar/ tenossinovite De Quervain ALLEN: vascular
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Anatomia do punho
OSSOS - Proximal: ESSE PIPI| Escafoide Semilunar Piramidal Pisiforme - Distal: TRATRA CAHA| Trapezio Trapezoide Captato Hamato MÚSCULOS (AFO) - Abdutor curto - Flexor curto - Oponente - tanto da musculatura tenar (polegar) e hipotenar (5o dedo) TENDÕES - Flexor profundo (flete falange distal) e Flexor superficiar (flete falange média) - existe polia ligando os tendões
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tenossinovite De Quervain
Trata-se da tendinite mais comum do membro superior; Relacionada ao 1º compartimento extensor (Tendão extensor curto do polegar; Tendão abdutor longo do polegar). > Causas: Lesão por esforço repetitivo; Doenças inflamatórias (artrite reumatoide); Gestante (autolimitada); > Clínica: edema na região de estiloide radial – espessamento da bainha fibrosa. Diagnóstico: teste de Finkelstein (desvio ulnar) – paciente refere dor. * Ultrassonografia e RNM não é de rotina. * RX: dx diferencial fratura de rádio. > Tratamento: * Clínico: AINE, corticoide, imobilização; * Cirúrgico: liberação do compartimento (raro).
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Síndrome do Túnel do Carpo
compressão do N. mediano Sd compressiva mais comum (0,1 a 10% da população) FR: sexo feminino, obesidade, hipotireoidismo, gestação, AR, ciclismo Clínica: parestesia noturna radial, movimentos repetitivos a flexão do punho Eletroneurografia: pensando em INSS ou fundamentar cirurgia Tratamento - maioria conservadora: imobiliza com ortese principalmente a noite - Cirurgia: refratario ao clínico
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Compressão do nervo interosseo anterior
Diferenciar do tunel do carpo, já q sai do mediano Teste de Benediction e Kiloh Nevin + Incapacidade de pinça Compressão do cotovelo - síndrome do pronador
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Sindrome do tunel radial
Síndrome do supinador causa: movimentos repetitivos de pronossupinação Locais de compressão: origem do ERCC, adesões ao longo da cabeça do radio, arcada de Forhse,m. supinador Clínica: dor no cotovelo e perda de força Diagnóstico diferencial de epicondilite lateral - Teste de Maudsley: extensão do terceiro dedo causando dor um pouco Distal ao epicondilo no cotovelo Tratamento conservador ou cirurgico
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Síndrome do Canal Ulnar
Parestesia no ulnar Causas: Compressão no cotovelo ou punho/ Doença de Ramsay/ Compressão no canal de Guyon por tumor ou Aneurisma - Solicitar RNM ou exame de imagem para investigar Clínica: mão do Papa (não consegue fletir 4 e 5 dedo), mais intensa se comprimido no acnal de guyon
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osteoporose secundaria
- Glicocorticoide: causas mais comum - Sd cushing: cortisol urinario - Homens: hipogonadismo e alcoolismo - Mieloma multiplo: anemia, proteinuria, DRC, pico monoclonal na eletroforese de proteinas - Hiperpara primario: hipercalcemia, hipercalciuria, PTH alto, litiase - Doença celiaca: má absorção, anticorpos anti-transglutaminase IgA
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Doença de Dupuytren
fibromatose palmar homens,40-60 anos, escandinavos FR: diabes, epilepsia, tabagsimo, trabalho Contratura progressiva de ulnar para radial Teste: table top com flexão Tratamento: cirurgico
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indicação de bisfosfonatos para usuarios cronicos de corticoide
- idade >70 anos - fratura de fragilidade - FRAX quadril >1% ou fratura maior > 10% - mulher na pós menopausa ou homens >50 anos com T score <= -2,5 - prednisona >=7,5 mg/dia com previsao de uso por mais de 3 meses
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doença de Paget óssea
Transtorno crônico do esqueleto, no qual áreas ósseas sofrem um turnover anormal, resultando em áreas de osso expandido e amolecido. RX: "aspecto de moldura" ou "em marfim" em radiografia de coluna e elevação de fosfatase alcalina TTO: Bisfosfonatos, preferencialmente EV = Acido zoledronico
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Holliday de bisfosfonatos
após 5 anos de medicação Indicação: risco moderado a baixo de fratura não deve ser realizada em caso de história de fratura vertebral presente; osteoporose secundária; terapia com glicocorcoide e T-score ≤ -2,5
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entorses
demorar 6-8 semanas para transformação do macrófago imobilização é necessário e superior a analgesia Tornozelo: ligamento talofibular anterior é o mais comumente lesionado nas entorses em inversão
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luxação Gleno umeral
articulação instável maior incidencia 20-30 anos 90% anteriores se por convulsão: posterior Sinal da Dragona: dá pra ver a cabeça do umero Lesões associadas - lesão de Hill-Sachs: a região posterolateral do umero bate na região anterior da glenoide gerando fratura - lesão de Bankart: soltura do labro Diagnóstico: clínico radiológico
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luxação do cotovelo
segunda maior incidencia para MS maioria 90% posterior geralmente tem fratura associada
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Tendinite
tendao: estruturas recobertas por bainhas sinoviais Geralmente por movimentos repetitivos alteração inflamatória: Dor ao movimentar - se liquido envolvido: tenossinovite Mais frequentes: do ombro (manguito rotador, impacto) - dor cronica no ombro - etiologias: trauam, degeneração, morfologia do acrômio tipo III( Classificação de Bigliani da morfologia do acromio: tipo I-plano / tipo II- curvado / tipo III - enganchado ) TTO: conservador (crioterapia, AINE, isometria, infiltração) - cirurgico: se muito extensas. Reparo via aberta, artroscopia Outras: cotovelo, patelar, banda iliotibial, aquiles, tibial posterior
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Bursite
estrutura com tecido sinovial em proeminencias osseas No ombro: bursa subacromial principal causa: trauma repetido - ou AR, artrite gotosa, infecção Clínica: dor localizada TTO: evitar pressão no local, crioterapia, analgésicos, AINE, cirurgico
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Fasceíte
estrutura fibrosa em forma de leque; mesma histologia do tendao Plantar: - por: sobrepeso, ortostatismo prolongado, calçado inadequado, atividades de impacto - Clínica: dor no inicio do dia - TTO: conservador, sintomaticos, calçados e palmilhas
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manobra de Yergason
Tendinite da cabeça longa do bíceps, sendo positiva quando há dor no sulco bicipital à resistência contra supinação e rotação externa do ombro
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ruptura do tendão calcâneo (tendão de Aquiles)
homens de meia-idade, e está associada a atividades físicas que envolvem acelerações bruscas ou movimentos explosivos Local mais comum: cerca de 2 a 6 cm acima de sua inserção no calcâneo, conhecida como zona de hipovascularização TTO: cirurgico maioria
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Osteoporose de muito alto risco
- Fraturas nos últimos 12 meses - Múltiplas fraturas - Fraturas durante tratamento de OP ou uso de drogas que reduzem massa óssea (ex: corticoides) - T-scores muito baixos (< -3.0) - Alto risco de quedas ou histórico de quedas - FRAX > 30% para fratura osteoporótica maior e > 4,5% para fratura de quadril.
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Tumores ósseos - epidemio
Epidemio 1. metástase de carcinomas - mama, pulmao, prostata 2. Mieloma múltiplo 3. Osteossarcoma 4. Condrossarcoma 5. Ewing Até 10 anos: Ewing -> osteossarcoma 10-30 anos: Osteossarcoma -> ewing
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Osteossarcoma
OsteoSOLcoma, osteosarCODMAN - entre 10-25 anos - metafise de osso longo: femur distal, tibia proximal, umero proximal (crecsem rápido) - FA elevada, produzem osteoide, - Imagem: lesão heterogenea, borda mal delimitada, areas Blásticas, reação periosteal além da cortical em raios de sol, Triangulo de Codman - Rx, RNM e local | TC para procurar metástase - classificação de HUVOS Tratamento - quimioneo - ressecção cirúrgica - não radio: vira o Hulk (vira osteossarcoma secundário)
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Condrossarcoma
>25 anos pelve, femur proximal, tibia, umero crescimento lento e oligossintomático Imagem: expansão medular, espessamento da cortical, irregularidade endosteal, calcificações Algodonosas em pipoca Tratamento - ressecção cirurgica - sobrevida depende dos graus
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Sarcoma de Ewing
CebolEwing 5-15 anos - mesmo lugar do osteossarcoma - translocação 11; 22 - leucocitose e VHS elevado ( diagnostico diferencial de osteomielite - muito importante biópsia) Imagem: permeativa, salpicada, ruido de traças, reação periosteal, "Casça de Cebola" - Histo: céls pequenas e azul Tratamento - QT neo - ressecção cirurgica - Não radio: vira Hulk
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Osteocondroma
Tumor ósseo benigno mais frequente Proliferação de cartilagem em região metafisária (tibia proximal, femur distal) tende a aumentar no estirão puberal e se interrompe com a maturidade esquelética Imagem: chifre Pode ser séssil x pedunculado baixissimo risco de malignização Não precisa ressecção
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padrões de metastases osseas
dos mais prevalentes em ordem: BLAMAPRO: blastico - mama e prostata (geralmente canceres conhecidos) MIPU: misto - pulmao LIRITI: litico - rins, tireoide
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Compartimentos da mão
LCLCL AEEEE 2P 2C - 1: Abdutor Longo do Polegar | Extensor Curto do Polegar - 2: Extensor Longo do Carpo | Extensor curto do Carpo - 3: Extensor Longo do Polegar - 4: EXtensor comum dos dedos| EXtensor do indicador - 5: Extensor do mínimo - 6: EXtensor ulnar do carpo
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Cordoma
Tumor de coluna (sacral) da notocorda, Homens >50 anos Dor insidiosa, perda de controle esfincteriano, palpável no TR Imgem: lítico, massa de partes moles Tratamento: ressecar se possível, prognóstico ruim
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Hemangioma vertebral
Tumor vascular benigno acho acidental múltiplos níveis - Lesão lítica: estrias verticais em favo de mel ou grande de prisão Assintomático, dor se fratura Só observar
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Encondroma
Tumor cartilaginoso benigno 2o mais comum, 1o da mão - mau prognóstico se relacionado as Síndromes de Ollier e Mafucci (encondromas múltiplos) Condroblastos se destacam e proliferam em outro local Assintomático Imagem: calcificação em pipoca