Parte 2 Flashcards

(135 cards)

1
Q

Na tenotomia do tendão calcaneo, qual a ordem de estruturas e qual o feixe mais suscetível a lesão?

A

Lateral: tendão, artéria fibular, nervo sural, veia safena (TANV)
Medial: FLH, nervo tibial, artéria tibial posterior
Mais suscetível: FEIXE TP

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2
Q

O que leva a suspeita de maus tratos? Quais são as áreas vermelhas?

A

Lesões cutâneas e hematomas em fases diferentes. Mecanismo de trauma e energia.
Áreas vermelhas: bochechas, pescoço, terço médio do braço, mãos, genitálias e coxas, pés

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3
Q

Qual o local da fratura de côndilo lateral ped? Quem fica inserido no fragmento?

A

Entre ERLC e BRR
Os que permanecem inseridos no fragmento distal são ERLC e ERCC

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4
Q

Qual acesso evitar no cotovelo?

A

Posterior. Aumenta risco de ON

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5
Q

Quais os ligamentos lesados na luxação peritalar?

A

Talonavicular e talocalcâneo são lesados. Calcaneonavicular permanece intacto.
Mecanismo: eversão forçada

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6
Q

No que consiste a Sd de Larsen?

A

Espondilólise, Lx subaxial, displasia elementos posteriores C4C5, platibasia (achatamento dos corpos vertebrais)
Cifose real pode variar 35-100º
Comprometimento neurológico quase inexiste

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7
Q

Quais diagnósticos a dosagem de alfafetoproteína NÃO ajuda diretamente no diagnóstico?

A

GONM
Gastrosquise, onfalocele, necrose congênita e morte fetal

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8
Q

Quais as datas de defeito do tubo neural?

A

24 dias - mielomeningo
42 dias - outros defeitos

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9
Q

Qual defeito tem maior chance de detecção no pré-natal?

A

Anencefalia
2º - mielomeningo

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10
Q

Quando fixar epifisiólise contralateral?

A

20-25% tem alterações
Maior chance nos primeiros 16 meses
Doenças endócrinas *** - Gh e estrogênio
Menino, obeso, negro, < 10 anos
Principal motivo - baixa idade
Classificação instável tem pior prognóstico
Escore Oxford 16-18 pontos

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11
Q

Quais as regiões avaliadas no método de Oxford?

A

Ilio, cartilagem trirradiada, cabeça femoral, trocanter maior e menor

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12
Q

Qual a lesão ligamentar mais comum na fratura distal do fêmur?

A

LCA

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12
Q

Quais os aspectos avaliados na classificação de Russel Taylor para fx subtroc?

A

Extensão para fossa do piriforme e acometimento do Trocanter Menor

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12
Q

Qual a classificação de Russel Taylor?

A

1 - não estende para fossa do piriforme
1a - Tme no frag proximal / 1b Tme não está no prox.

2 - Se estende para fossa do piriforme
2a - sem cominuição do Tme
2b - com cominuição córtex medial e perda do Tmaior

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13
Q

Na fx supracondiliana, o cúbito varo está associada a um aumento de __________ do cotovelo

A

EXTENSÃO

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14
Q

Como está o ângulo de Baumann no cúbito varo?

A

Mais horizontal

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15
Q

V ou F
Sobre a fratura exposta e seu manejo: não existe nenhuma vantagem óbvia do tratamento realizado em até 6 hr, quando comparado com aquele realizado entre 6-24hr

A

VERDADEIRO

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16
Q

Qual a classificação de Pipkin?

A

Type I: femoral head fracture caudal to fovea capitis. B, Type II: femoral head fracture cephalad to fovea capitis. C, Type III: type I or II fracture with associated femoral neck fracture. D, Type IV: type I, II, or III fracture with associated acetabular fracture.

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17
Q

Qual a % de perda de redução nas fraturas de planalto?

A

33%

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18
Q

Qual a deformidade na haste de tíbia com ponto de entrada incorreto?

A

Valgo se muito medial
Varo se muito lateral

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19
Q

Descreva a classificação de Cierny e Mader

A

Tipo 1 - doença endosteal
Tipo 2 - superficial, cortical acometida
Tipo 3 - Sequestro cortical, permite ressecção sem causar instabilidade
Tipo 4 - instabilidade após desbridamento

A - hospedeiro normal
B - comprometido (Local ou Sistêmico)
C - mau prognóstico

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20
Q

Quais os pontos finais da ressuscitação? 7 itens

A

Hemodinâmica estável, Spo2 estável, lactato < 2***, ausência de transtorno da coagulação, temperatura normal, DU > 1ml/kg/hora, sem droga vasoativa

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20
Q

A osteólise e afrouxamento asséptico é comum em qual componente da artroplastia do cotovelo?

A

Componente umeral

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21
Q

Quais os critérios de Hertel? Pra que serve?

A

Fratura em 3 partes não faz parte
Metaphyseal extension of the humeral head of less than 8 mm and medial hinge disruption of more than 2 mm are predictive of ischemia. The combination of metaphyseal extension of the humeral head, medial hinge disruption of more than 2 mm, and an anatomic neck fracture pattern has a 97% posi- tive predictive value for humeral head ischemia.

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22
Como medir o ângulo glenopolar?
Linha na glenoide e uma do ponto superior até borda inferior da escápula. Normal 30-45º
23
Como fazer e pra que serve a incidência de Broden?
Rotação interna de 30º -> feixe centrado na fíbula → inclina 10, 20, 30, 40º cefálico (mais inclinado, vejo mais a faceta posterior) Faceta posterior do calcâneo, de posterior para anterior
24
Para pseudoartrose, como é a S e E da TC?
Alta sensibilidade e baixa especificidade
25
Qual a classificação de DAHL para infecção do trajeto do pino?
0 → sem infecção (cuidados de rotina) 1 → inflamação sem secreção (lavar com água e sabão + peróxido) 2 → inflamação com secreção serosa (entra com ATB apesar de não ter pus) 3 → inflamação com secreção purulenta (igual tipo 2 - ATB) 4 → primeiro que altera RX, tem osteólise (retirar pino com soltura) 5 → sequestro e infecção medular (cirurgia para cultura e desbridamento - guia ATB pela cultura)
26
Qual ramo inerva a faceta?
Ramo MEDIAL Ramos intermédio e lateral inervam a musculatura
27
SCIWORA Qual a epidemiologia?
Crianças < 9 anos e idosos (ossificação do ligamento) Spinal Cord Injury Without Radiological Abnormality Crianças < 8 anos Lesão medular sem fratura ou luxação visível Rx/TC Fx fisária SH I que reduziu? Não significa que não aconteceu Aparece na RM Flexão severa ou DISTRAÇÃO cervical Osso infantil tolera mais deformidade que a medula Pode ser lesão isquêmica Sintomas neurológicos tardios 52% MAIS novos: COMPLETA Mais velhos: INCOMPLETA NÃO IMOBILIZAR IGUAL ADULTO - CABEÇA MAIOR QUE O CORPO - TENDE A FICAR EM FLEXÃO
28
O que é o sinal da cortical reversa?
Por outro lado, nas lesões por distração associadas às fraturas do tipo explosão o fragmento da parede posterior do corpo vertebral pode sofrer rotação em torno do seu próprio eixo, apresentando-se na TC com a borda anterior lisa e regular e a posterior mal definida, irregular, constituindo o sinal cortical reverso. Este sinal, visto no corte axial da TC, ocorre devido à rotação de 180 graus do fragmento cortical do muro posterior, denotando ruptura do ligamento longitudinal posterior
29
O que é a classificação de SDSG?
Espondilolistese Baixo grau < 50% TIpo 1 < 45º Tipo 2 PI 45-60º TIpo 3 PI > 60º Alto grau > 50% TIpo 4 - pelve equilibrada Tipo 5 - pelve retrovertida coluna equilibrada Tipo 6 - coluna desequilibrada
30
Epidemiologia do Granuloma Eosinofílico
CONCEITO: espectro ósseo da histiocitose de células Langerhans - o mais comum Agressivo - B3 - SINTOMÁTICO Causa mais comum de vértebra plana EPIDEMIOLOGIA < 20 anos, maioria < 10 anos MASCULINO Crânio → fêmur x coluna / ílio HOLE TO THE HOLE Lesão isolada 80% Poliostótica e síndromes → < 20% Podem causar vértebra plana
31
Qual a complicação da ressecção assimétrica na OTT de Smith Petersen?
Deformidades coronais
32
Como é a vascularização do disco vertebral?
Ao nascimento, vascularização interna. No adulto, avascular
33
Características do disco vertebral
Estabilizador / Fixo / Absorve energia Avascular - embebição nulo fibroso: colágeno tipo 1 / oblíquas / inervação camada mais externa Núcleo pulposo: colágeno tipo 2 / rico em água / HERNIAÇÃO Fibras longitudinais - absorvem impacto C1 e C2 não tem disco
34
Qual a localização da aa. de Adamkiewicz?
ESQUERDA T9-T11 nutrição toracolombar
35
Classificação de Effendi (Levine-Edwards)
Fratura do enforcado 1 - não deslocada, estável (carga axial) 1a - obliqua, deslocada, envolvendo somente uma pars (curvatura lateral) - maior incidência de déficit neurológico 2 - deslocada, componente de flexão na carga axial 2a - deslocadas com ruptura do disco c2c3 e ligamento interespinhal 3 - luxação uni ou bilateral das facetas; raro
36
Qual a complicação pós-op mais comum na sindactilia?
Retração cicatricial
37
Quando operar a sindactilia?
6-12 meses
38
Qual o primeiro procedimento na sindactilia da Sd de Apert?
Abertura da primeira comissura
39
Nutrição dos tendões flexores:
- liquido sinovial produzido pela bainha tenossinovial - suprimento sanguineo de vasos longitudinais no paratendão, vasos intraosseos (inserção tendinea) e vínculas - Arteria digital propria tem 4 ramos comunicantes transversos para os tendões flexores: ramo para a vincula longa do superficial e arterias digitais transversas proximal, intermediaria e distal
40
Qual a área isquêmica do flexor superficial? E do flexor profundo?
Superficial: abaixo da polia A2, falange proximal Profundo: A2 e A4
41
Quais os mecanismos de cicatrização dos tendões?
Extrínsecos: fibroblastos da periferia -- formação de aderências e cicatrizes Intrínsecos: fibroblastos do próprio tendão
42
Quais as fases de cicatrização tendínea?
Inflamatória: 48-72h Fibroblástica: 5d-4 semanas Remodelação: 4sem-3,5 meses
43
Qual a área sensitiva de C6, C7 e C8?
C6 - primeiro dedo C7 - terceiro dedo C8 - quinto dedo
44
O Nervo torácico longo sai de quais raizes? Inerva qual músculo?
C5, C6, C7 Músculo serrátil anterior
45
O nervo axilar sai de qual região do plexo? Inerva quais estruturas?
Fascículo posterior (último ramo) Deltoide, redondo menor e pele sobre o deltoide
46
Defina classificação de Seddon: neuropraxia, axonotmese e neurotmese
NEUROPRAXIA: pequena contusão ou compressão. Não há degeneração periférica. A recuperação é completa. AXONOTMESE: ruptura do axônio + degeneração walleriana distal, com preservação de estruturas periféricas suporte cicatricial. Regeneração espontânea, mais lenta; boa recuperação funcional pode ser prevista. NEUROTMESE: ruptura completa do nervo e do tecido de suporte adjacente; ou lesão extensa de avulsão ou esmagamento. Não se espera recuperação espontânea significativa.
47
Defina a classificação de Sunderlan
1 Condução bloqueada com estruturas integras 2 Degeneração walleriana com endoneuro integro e com recuperação completa 3 Destruicao do endoneuro e desorganização fascicular interna 4 Desorganizacao interna completa porém com continuidade das estruturas externas 5 Completa destruição de todas estruturas
48
Qual a epidemiologia e etiologia da mão reumatoide?
Mulher 3:1, 35-50 anos Multifatorial Proteases, colagenases --> inflamação e proliferação da sinóvia --> destruição tecidual
49
Quais os critérios Dx da artrite reumatoide?
4 abaixo por no mínimo 6 semanas: - Rigidez matinal > 1 hora - Artrite 3 ou + articulações - Artrite das articulações das mãos ou punho - Artrite simétrica - Fator reumatoide + - Rx c/ osteopenia ou erosão - Nódulos reumatóides subcutâneos
50
Qual o local de ruptura tendínea na AR?
Punho
51
Qual o local de maior acometimento e mais importante na função dos dedos na AR?
MTC-F
52
Descreva deformidade em Z de Shapiro (AR)
Desvio ulnar + subluxação volar da MF Dedos em botoeira ou pescoço de cisne IFD - dedos em malho Polegar pescoço de cisne ou gamekeeper thumb
53
Classificação de Nalebuff para pescoço de cisne
Classificação Nalebuff → I) Flexíveis; II) Contratura intrínseca; III) Deformidade rígida, s/ alteração articular; IV) Alteração articular
54
Classificação de Nalebuff para Botoeira
Leve, moderado e grave
55
Classificação de Nalebuff para polegar
1) Botoeira (+ comum); 2) MF Flexão + IF Extensão + Sublux C-MTC (raro); 3) Pesoço de Cisne (2° + comum); 4) Gamekeeper Thumb (raro)
56
Qual a sequência de rotura dos tendões extensores e o nome da Síndrome?
1º extensor próprio 5QD → Na sequência → 4° → 3° (Sd. Vaughn-Jackson)
57
O que é a lesão de Mannerfelt?
Rotura flexor longo do polegar no túnel do carpo ou indicador
58
Características da artrite psoriática
25% tem poliartrite similar a AR, unhas “escavadas”, envolvimento IFD, assimétrico periférico; Rx com acro-osteólise, “pencil-in-cup”
59
Descrever os eixos do fêmur
Eixo mecânico: centro de rotação do fêmur - centro do tálus --> 3º linha vertical Eixo anatômico: diáfise --> 9º linha vertical Diferença entre os dois: 6º 6º valgo --> eixo anatômico do fêmur com eixo anatômico da tíbia
60
Quais os eixos da tíbia?
Eixo anatômico da tibia coincide com eixo mecânico, pois tibia proximal faz 90 com o talus. Eixo mecânico da tibia = centro do pilão x centro platô Superficie articular da tibia proximal tem 3 graus de varo em relação a essa linha.
61
Descreva a anatomia do LCA
Origem: face medial do côndilo lateral (posterior à crista do residente) --> inserção borda posterior do corno anterior do menisco lateral Banda anteromedial: tensa em flexão (gaveta anterior) e posterolateral (tensa em extensão; Pivot Shift e Lachman)
62
Quem faz a principal resistência a hiperextensão?
BANDA PL DO LCA
63
Qual a carga para lesão do LCA? E qual sua resistência?
Carga para lesão --> 1725N +- 269 (em jovens pode ser 2160N) Resistência 182N/mm
64
Quem compõe o canto posteromedial?
Ligamento poplíteo oblíquo, ligamento oblíquo posterior, tendão semimembranoso, corno posterior do menisco medial e cápsula articular medial
65
Qual a função do canto posteromedial?
Restritor rotação externa Estabilizador do joelho estendido Estabilizador secundário à translação posterior
66
Quantos graus de aumento na rotação externa e translação anterior da tíbia se lesão CPM + LCM?
30º
67
Quem compõe o canto posterolateral? Qual sua função principal?
Tendão poplíteo, ligamento popliteofibular e LCL Principal estabilizador da rotação tibial externa. Função primária: resistir à rotação em varo, RE (30º flexão) e translação posterior da tíbia
68
Quais as camadas de Marshall?
1ª - fáscia crural (do sartório) 2ª - LCM superficial, poplíteo oblíquo, patelofemoral medial 3ª - cápsula articular, LCM profundo e lig oblíquo posterior
69
Quais as camadas de Seebacher?
1 - TIT, bíceps femoral 2 - LPF lateral, retináculo lateral da patela 3 - LCL, popliteofibular e cápsula articular
70
Qual a sequência de tratamento nas lesões LCP combinadas?
1 - lesões meniscais e osteocondrais 2 - cruzados 3 - periféricas
71
Técnica de Hughston e Jacbson
Instabilidade PL leve ou moderada OTT epicondilo lateral e reinserção mais proximal
72
Técnica de Muller
Reconstrução do poplíteo com a parte anterior do TIT ou parte do bíceps
73
Técnica de Clancy
Redirecionamento do bíceps femoral
74
Técnica de La Prade
Reconstrução ANATÔMICA das estruturas posterolaterais com aloenxerto de Aquiles
75
Técnica de Larson
Reconstrução com semitendíneo
76
Qual o mecanismo de lesão do menisco?
Rotacional; conforme o joelho vai flexionando, se move para uma posição estendida
77
Característica lesão menisco medial
Menos móvel na tíbia (pode ficar preso entre os côndilos) Corno posterior do menisco, tipo longitudinal
78
Qual menisco faz mais alça de balde?
MEDIAL O lateral é mais móvel, sendo menos suscetível
79
V ou F A quantidade de alteração degenerativa articular é diretamente proporcional à quantidade do menisco removido
Verdadeiro
80
Quando realizar meniscectomial subtotal?
Disfunção causando sintomas diários, travamento frequente e efusões repetidas ou crônicas. A incapacidade frequente > artrite degenerativa futura
81
Quando realizar meniscectomia total?
Apenas pelo menisco irreparavelmente lesionado
82
Qual a indicação ideal de reparo do menisco?
Lesão aguda, 1-2cm, longitudinal, periférica, reparada em conjunto com RLCA
83
Quais as indicações de reparo por artoscopia?
Junção das zonas vascular e avascular Mediais que se estendem ao ligamento colateral Corno posterior do menisco lateral
84
Quando realizar TTO conservador das lesões meniscais?
Lesão aguda, zona vascularizada, lesão parcial, longitudinal < 1 cm, laceração periférica < 5 mm, deslocamento do fragmento < 3 mm (teste com probe)
85
Epidemiologia do menisco discoide
< 1% da população / 26% em asiáticos Lateral Bilateral 20% 1/3 anterior --> local de desinserção mais comum Lesão meniscal mais associada --> longitudinal horizontal
86
Lesão meniscal mais associada ao menisco discoide?
longitudinal horizontal
87
A retirada de 1/3 do menisco aumenta a força de contato em...
350%
88
Qual a taxa de re-ruptura após reparo meniscal?
30%
89
Qual a indicação ideal para sutura de menisco?
Lesão aguda, 1-2 cm, longitudinal, periférica, reparada em conjunto com LCA, em paciente jovem
90
Qual a angulação do corte femoral na PTJ?
3º RE e 6º valgo (5-7) Corte posterior: determinar a rotação - Transepicondilar - perpendicular ao eixo AP - Linhas posteriores côndilo - 3º RE
91
Como realizar o corte tibial na PTJ?
Perpendicular ao eixo Guia intra ou extramedular 8-10 mm do compartimento BOM ou 2mm do compartimento RUIM
92
Como realizar correção do varo na PTJ?
Liberar LCM profundo até canto posteromedial e ressecar osteófitos da tíbia e do fêmur, aliviando a tensão Se gap extensão apertado medial: liberar posterior oblíquo, semimenbranoso, cápsula posteromedial Se gap flexão apertado: liberar LCM superficial e pata de ganso
93
Como realizar correção do valgo na PTJ? (balanço ligamentar)
Osteófito e cápsula lateral LCL e canto Banda iliotibial Cápsula posterior e gastrocnêmio
94
O que é o pie-crusting? (PTJ)
Correção do valgo com Liberação da banda iliotibial, região posterolateral, permitindo realinhamento do espaço articular antes de novos cortes (era trapezoidal e fica quadrangular)
95
A correção do valgo + flexo pode levar a paralisia do
nervo fibular
96
Na PTJ, o balanceamento de partes moles é obtido com
liberação do trato iliotibial, do tendão poplíteo e do LCL
97
Na ATJ do joelho em valgo, o posicionamento rotacional do componente femoral deve ter como parâmetro
o eixo epicondilar
98
Na ATJ, a paralisia do nervo fibular é mais comum na correção da deformidade em
valgo + flexão
99
Qual o padrão ouro para infecção > 3 sem pós PTJ?
2 tempos
100
Quais os principais agentes na infecção pós PTJ?
S aureus, S epidermids, Streptococcus
101
Qual ATB profilático e quanto tempo?
Cefalosoporina 1ª geração por 48h pós-op
102
Qual a clínica e labs de infecção pós-PTJ?
Dor constante ou de início súbito após artroplastia previamente indolor e funcionante. Leuco e VHS nem sempre presentes / PCR é o mais fidedigno
103
Como diferenciar infecção de soltura asséptica?
através da comparação da captação periprotética de tecnécio com a de leucócitos marcados com índio
104
Qual o padrão ouro para diagnóstico de infecção pós-PTJ?
Punção aspirativa Suspender ATB por 2 semanas antes se possível Leuco > 2500 e 60% PMN - infecção provável
105
Quando realizar desbridamento com manutenção da prótese?
< 4 sem PO ou > 4 sem PO com início agudo e prótese estável -- Campbell 12/13th → trocar o polietileno; ATB IV por 6 semanas; nova cultura após 2 semanas (novo desbridamento se positiva) Contraindicação relativa: > 4 sem PO com sintomas insidiosos ou infecção por S aureus
106
Quando realizar artroplastia de ressecção?
Remoção da prótese e cimento infectados Ideal para paciente com AR poliarticular grave e deambulação limitada
107
Quando realizar artrodese do joelho?
Indicado em pacientes com alta demanda, jovens, déficit do mecanismo extensor, má cobertura de partes moles, imunocomprometidos, microrganismo de alta virulência Fixador externo (10º flexão; neutro ou 5º de valgo), placa/parafuso, haste intramedular (melhores resultados)
108
No que consiste a revisão em 2 tempos?
1 tempo: artroplastia de revisão imediatamente após retirada dos componentes, limpeza e desbridamento agressivos 2 tempos: retirada da prótese + desbridamento → espaçador de cimento com ATB + ATB IV por 6 semanas → artroplastia de revisão cimento libera carga de ATB por 02 semanas momento para retirar o espaçador e realizar nova artroplastia → queda das provas inflamatórias + melhora clínica da ferida operatória Cimento com ATB → mantem a tensão das partes moles, fornece altas concentrações locais de ATB, permite manutenção da carga no membro durante o intervalo
109
Quais os fatores de risco para infecção pós-pTJ?
AR, úlceras pele, cx prévia joelho, obesidade, ITU, IRC, uso esteróides, DM, câncer, psoríase, desnutrição.
110
Quais os fatores de prevenção para infecção pós-pTJ?
Prevenção: técnica asséptica, poucas pessoas na sala ATBprofilaxia: cefalosporina 1ª geração (cefazolina) S. aureus, S. epidermidis, Strepto
111
Quais as contraindicações para artrodese em infecção pós-PTJ?
Contra indicação relativa: artrose quadril ou TNZ ipsilat, artrose joelho ou amputação contralateral, perda óssea importante
112
Na ATJ, paciente hemofílico portador de HIV, a complicação mais comum é
infecção
113
Quais as indicações para prótese unicompartimental? E contraindicações?
Mais velhos, magros, com acometimento unicompartimental CI: artrite inflamatória, deformidade angular (valgo > 5º, varo > 10º), flexo maior ou igual a 15º, ADM pré-op < 90º, lesão de LCA, erosão cartilaginosa na área de suporte de peso, exposição subcondral abaixo da patela, deficiência do LCA CI relativa: obesidade
114
Quais as vantagens da prótese unicompartimental?
Menos tempo de reabilitação, maior ADM pós-op, mantém propriocepção dos cruzados
115
Classificação de Outerbridge
0 - normal 1 - amolecimento e edema / bolhas com superfície intacta 2 - Fragmentação e fissuras < 1,3 cm // < 50% cartilagem 3 - > 1,3 cm / > 50%, sem osso exposta 4 - Osso subcondral exposto
116
Classificação ICRS
0 - intacta 1 - superficial 2 - menor que metade da espessura 3 - maior que metade 4 - osso subcondral
117
No adulto, a origem mais importante da irrigação sanguínea para cabeça femoral deriva dos...
vasos capsulares, que tem origem nas artérias femorais circunflexas medial e lateral, que são ramos da profunda, sendo a MEDIAL a mais importante
118
Qual a epidemiologia da lesão do tendão quadricipital?
> 40 anos, com doença sistêmica Porção média 60% (jovem) / Junção osteotendínea 40% (velho) Área hipovascular 1-2 cm proximal polo superior da patela
119
V ou F A manutenção de algum grau de extensão exclui a ruptura completa.
Falso Pode ser preservado pelo retináculo lateral
120
Quais os tipos de TTO cirúrgico na lesão do tendão quadricipital?
Suturas através de túneis na patela ou reparo com âncora Cirurgia de Scuderi - sobreposição dos cotos (escudo da sutura) Cirurgia de CodVila (VY) - alongamento > 2,5-5cm - fáscia lata
121
A lesão do tendão quadricipital é mais comum em (mecanismo de trauma e idade)
contração excêntrica com o pé apoiado no solo e o joelho fletido /// meia idade
122
Quais as doenças sistêmicas associadas a ruptura do tendão quadricipital?
LES, DM2, gota (hiperuricemia), uremia, obesidade Hiperparatireoidismo
123
Qual a localização da zona hipovascular do TQ?
1-2cm do polo superior da patela --> local de ruptura espontânea
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No tratamento da ruptura do quadríceps, a técnica de Scuderi utiliza:
Retalho proximal invertido do tendão quadríceps, protegendo a sutura dos cotos lacerados
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Tétrade do atleta masculino de resistência
Baixa densidade mineral óssea Ingesta inadequada de calorias Níveis baixos de testosterona Genética? Insuficiência de vitamina D não faz parte
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V ou F Sobre as fraturas por estresse: - O uso de campos com pulsos eletromagnéticos leva a aumento de substancias formadoras de osso. - Teriparatida com aumento na formação de osso - Subcondroplastia leva a aumenta da densidade e integridade de osso subcondral.
Verdadeiro para as 3
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Radiografia na fratura por estresse
Alterações em 2-3 semanas Reação periosteal - 3 MESES Baixa sensibilidade, alta especificidade Sinal incial - córtex cinzento Melhor para fíbula e MTT
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Cintilografia na Fratura por estresse
Mais sensível, porém baixa especificidade PET-TC se suspeita fx pars e sacro Demora a negativar Múltiplas fraturas de estresse (tíbia e MTT)
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RM na fratura por estresse
Maior sensibilidade e especificidade T2 com hipossinal correspondendo a fratura e edema ao redor Hipossinal em T1 e T2
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Sítios de alto risco para fraturas por estresse
Colo do fêmur (cortical de tensão) Patela Cortical anterior da tíbia Maleolo medial Colo talar Córtex navicular dorsal do tálus Quinto MTT região metafisária proximal Sesamoide do hálux
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Qual alteração biomecânica no Pitcher Shoulder?
Contratura da cápsula posterior e mudança da posição da cabeça para superior
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