Quais os ritmos cardíacos mais frequentes em pediatria que indicam RCP
Bradicardia com sinais de hipoperfusão, assistolia e atividade elétrica sem pulso (AESP).
Qual a sequência de atendimento da PCR recomendada pelas Diretrizes de RCP AHA (minemônico)
C-A-B (C: compressão torácica, A: abertura via aérea, B: boa respiração)
O que inclui a sequência de atendimento da PCR pediátrica (5 tópicos)
‐ Vestir equipamentos de proteção individual (EPI) e limitar o número de socorristas em cenário de Covid.
- Assegurar a segurança do socorrista e da vítima.
‐ Checar o nível de consciência.
‐ Caso o paciente não responda, chamar por ajuda e acionar o time de resposta rápida, se disponível no hospital. No pré-hospitalar, caso o socorrista esteja sozinho, a ativação pode ser feita via telefone celular por meio do viva-voz. Solicite que alguém traga o desfibrilador externo automático (DEA), se disponível no local.
‐ Verificar a respiração e o pulso central de modo simultâneo.
Qual o tempo máximo para checar o pulso
10 seg
Qual o local de checagem do pulso em lactente e crianças/adolescentes
Lactente: braquial
Crianças e adolescentes: carotideo
Vítima inconsciente, em apneia ou gasping e sem pulso central
RCP
Pulso central presente é respiração anormal
Ventilação de resgate
Qual a frequência da ventilação de resgate (pulso central presente e respiração anormal)
1 ventilação a cada 2-3 segundos (20 a 30 respirações por minuto)
Durante as ventilações de resgate (pulso central presente e respiração anormal), quando se deve começar as compressões torácicas
Quando a FC for menor que 60 com sinais de hipoperfusão
Quais são os 5 pontos da RCP de alta qualidade
Qual a técnica de compressão torácica em lactente caso haja apenas um socorrista. E com dois?
Um socorrista
- dois dedos no terço inferior do externo (linha inter mamilar)
Dois socorristas
- dois polegares no terço inferior do tórax (mãos envolvendo o tórax)
Qual a relação compressão/ventilação com um ou dois socorristas
Um socorrista
- 30:2, independente da faixa etária
Dois socorristas
- 15:2
Quais são os ritmos mais frequentes nos casos de colapso súbito
FV E TV (ritmos chocáveis)
Quais situações na Pediatria pode ocorrer ritmos chocáveis
Em casos de colapso súbitos ou durante a RCP algumas crianças podem desenvolver ritmos chocáveis secundários
Qual a carga fixa de desfibrilação do DEA
Aproximadamente 250J
O DEA pode ser usado na população Pediátrica
Para menores de 8 anos o ideal é usar pás pediátrica com atenuadores de carga.
Caso J disponível as pás de adultos podem ser usadas em menores de 8 anos exceto no período neonatal
Qual o tamanho da bolsa-válvula adequada para ventilar lactente e crianças menores. E para crianças maiores e adolescentes
Lactentes e crianças menores - 450 a 500ml
E crianças menores e adolescentes 1000ml
Porque a hiperventilação deve ser evitada
Risco de barotrauma e aspiração
Diminuição do retorno venoso
Diminuição do débito cardíaco
Quando realizar uma via aérea avançada na RCP
Deve ser realizada assim que possível
Qual a relação compressão/ventilação de e ser realizada após obtenção de uma via aérea avançada
Não há necessidade de coordenar as compressões com as ventilações
Compressões sem interrupções (100 a 120/min) e uma ventilação a cada 2 a 3 segundos (20 a 30/min)
Quando é indicada epinefrina
Na bradicardia e em todos os ritmos da PCR (assistolia, AESP, FV e TV sem pulso)
Quais são os efeitos da epinefrina na PCR
Aumenta a pressão diastólica da aorta melhorando a perfusão coronariana
Aumenta a oferta de oxigênio
Melhora na contratilidade miocardica
Aumenta o sucesso da desfibrilação
Estimula a contração espontânea
Qual a dose e diluição da epinefrina
0,01 mg/kg
0,1 ml/kg (solução 1:10.000)
Qual a dose de reposição da glicose na hipoglicemia
Diluir glicose 50% (1:1 de SF 0,9%)
Dose de 2 a 4 ml/kg