Violência sexual:
Medidas burocráticas de atendimento (4)
Profilaxia de ISTs (6)
Profilaxia para gestação
Profilaxia para gestação:
Levonogestrel 1,5mg VO
- idealmente < 72 horas
- algum efeito em até 5 dias
Profilaxia para ISTs:
1. Virais:
a. HBV (até 14d): para suscetíveis
Vacinação + Imunoglobulina
b. HIV (até 72h): Tenofovir + Lamivudina + Dolutegravir
2. Não virais: ABC da Mulher
A = Azitromicina 1g VO DU (clamídia)
B = Benzatina
C = Ceftriaxone 500mg IM DU (gonococo)
M = Metronidazol 2g VO DU (tricomoníase)
Criação do SUS:
Como ocorreu?
Seguro social vs. Seguridade social
Princípios do SUS (9)
1988 = Ano de criação do SUS (nova Constituição)
- Reforma sanitária
- VIII Conferência Nacional de Saúde (1986)
- 1990 = Lei Orgânica da Saúde
Seguro social (bismarckiano): CAPS, IAPS, INPS, INAMPS
Trabalhadores contribuíam para acesso em saúde
Seguridade social (beveridge): SUS
SAÚDE, PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL: direito de todos e dever do estado
Princípios do SUS:
- Éticos ou doutrinários:
1. Universalização
2. Integralidade
3. Equidade
- Organizacionais ou operativos:
4. Descentralização
- Nacional define / Estado coordena / Município executa
5. Regionalização
6. Hierarquização
7. Participação social
8. Resolubilidade
9. Complementariedade
- instituições filantrópicas ou sem fins lucrativos
Lei 8142:
Participação popular: como foi garantida?
Conselhos vs. Conferências
O que foi definido sobre gastos?
Participação popular:
PARIDADE (50% usuários do SUS, 25% profissionais da saúde, 25% prestadores de serviços e governo)
- Conselhos:
Cargos PERMANENTES, poder DELIBERATIVO
Eleições próprias a cada dois anos
Reuniões mensais (gastos e políticas de saúde)
- Conferências:
Convocadas pelo poder Executivo a cada 4 anos.
Diretrizes da Política de Saúde.
Gastos:
Por critério populacional.
Orçamento fixo.
NOB 93 vs. NOB 96 vs. NOAS 2001/2002
NOB 93 (partite):
1. Municipalização
2. Comissões intergestoras entre municípios/estados
a. Bipartite: estados + municípios
b. Tripartite: MS + estados + municípios
NOB 96 (9G):
Poder pleno pelo município:
PAB fixo: 23-28 reais/hab/ano
PAB variável: incentivo para novas ações
NOAS 2001/2002:
Regionalização organizada
- região de saúde
- portas de entrada
Ampliação da atenção ambulatorial
- PAB ampliado (procedimentos)
Região de Saúde:
O que é?
É formada por (6)
Conjunto de municípios limítrofes que possam garantir INTEGRALIDADE de atendimento:
Atenção Primária:
Atributos essenciais / princípios principais
Princípios derivados (4)
PLINCÍPIOS PLINCIPAIS
1. Primeiro contato
2. Longitudinalidade
3. Integralidade
4. Coordenação
Princípios derivados
1. Enfoque familiar
2. Orientação comunitária
3. Competência cultural
4. Reorientação
Política Nacional de Atenção Básica:
Implantação e adscrição de clientela
Composição eSF (4) ou equipe ampliada (4)
Funcionamento (2)
Método Clínico Centrado na Pessoa:
O que faz parte? (7)
O que considera? (4)
Humanização:
O que é o PTS?
Quais as suas etapas? (4)
Se necessário apoio matricial (3)
Projeto terapêutico singular
Condutas articuladas após a clínica ampliada de casos mais complexos que exigem discussão.
Apoio matricial:
- NASF-AB (núcleo ampliado)
- Freelancer
- Incorporação de profissional à equipe
Financiamento do SUS:
Lei 141-2012:
Emenda Constitucional 95 (2016)
Municípios: responsáveis por 15% (MUNICINCO)
Estados: 12% (ESTADOZE)
União: Valor do ano anterior + correção pelo IPCA (por 10 anos- subfinanciamento do SUS)
A lei 141 determinava que a União deveria ir crescendo em porcentagem para 15% em saúde. Mas a Emenda determinou que seria a do ano passado + correção pela inflação, não chegando aos 15%.
Financiamento do SUS:
Novo Financiamento da AP
Previne Brasil:
Como funciona?
CPIs da atenção básica:
Coeficiente/Taxa:
Morbidade:
Prevalência vs. Incidência
O que pode aumentá-los?
O que pode reduzí-los?
Prevalência: número de doentes / população total
RISCO de alguém ser doente
- Aumentar:
Droga que prolonga vida, mas não cura
Aumento da incidência
Imigração de doentes
- Reduzir:
Morte
Cura
Emigração de doentes
Incidência: número de casos novos / população exposta e suscetível
RISCO de alguém se tornar doente
- Aumentar:
Rastreamento
Novo fator de risco
Imigração de doentes
- Reduzir:
Diminuição de diagnósticos
Prevenção primária
OBS: Incidência em epidemia = Coeficiente de Ataque
Coeficiente/Taxa (RISCO):
Mortalidade Geral:
Mortalidade por Causa (MATERNA)
Mortalidade por Idade (INFANTIL)
Quais as causas mais comuns no Brasil?
Letalidade
Mortalidade geral (aspone):
Número de óbitos / População exposta ao risco
- Comparar regiões: padronização por idade
Mortalidade por causa:
Número de óbitos por causa / população SOB RISCO
- Número de óbitos maternos / Nascidos vivos
maternos: gestação, parto, puerpério (< 42 dias)
42-365 dias: materna TARDIA
CAUSAS OBSTÉTRICAS:
1. Diretas / evitáveis: gestação é a causa
10x mais comuns no Brasil
Hipertensão > Hemorragia > Infecção > Aborto
2. Indiretas / inevitáveis: gestação é agravante
Mais comum em países desenvolvidos
Mortalidade por idade:
Número de óbitos por idade / população SOB RISCO
- Infantil: mortes em < 1 ano / nascidos vivos x 1000
- Neonatal: mortes < 28 dias / nascidos vivos
a. Precoce: mortes < 7 dias / nascidos vivos
b. Tardia: mortes entre 7-28 dias / nascidos vivos
- Pós neonatal: mortes 28-365 dias / nascidos vivos
- Perinatal: natimortos > 22 semanas + óbitos < 7 dias / Nascidos vivos + Natimortos
Causas mais comuns de morte infantil no Brasil:
1. Afecções perinatais
2. Malformações congênitas
3. Distúrbios respiratórios
4. DIP
Letalidade:
Número de mortes por doença / doentes
Avaliação de GRAVIDADE
Índice (PROPORÇÃO):
de Mortalidade Proporcional por Idade
de Swaeoop-Uemura
Curvas de Nelson de Moraes
Mortalidade Proporcional por Idade:
Número de óbitos em idade / Número de óbitos total
Swaeoop-Uemura:
Número de óbitos >= 50 anos / Número total de óbitos
DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÔMICO
1. >= 75% - desenvolvidos
2. 50-74%
3. 25-49%
4. < 25% - subdesenvolvidos
Curvas de Nelson de Moraes:
NÍVEL DE SAÚDE
Divisão em 5 faixas etárias e 4 grupos
1. Não = nível de saúde MUITO BAIXO
2. Lembro = nível de saúde BAIXO
3. Um = nível de saúde REGULAR
4. Jeito = nível de saúde ELEVADO
Índice (PROPORÇÃO):
de Mortalidade por Causa (CID):
Grupos que mais matam no Brasil
Geral vs. Homens vs. Mulheres vs. Exceções
E o DALY?
Geral:
1. Circulatório
2. Neoplasias
3. Respiratório
4. Causas externas
Homens:
1. Circulatório
2. Neoplasias
3. Causas externas (homicídio e agressão)
4. Respiratório
Mulheres:
1. Circulatório
2. Neoplasias
3. Respiratório
4. Endócrino
5. Causas externas
Em 2020: circulatório > DIP
Em 2021: DIP > circulatório
DALY = anos de vida perdidos ajustados por incapacidade
1. Morbidade = viver com incapacidade
2. Mortalidade = morte precoce
o que mais sobe: causas EXTERNAS
Transição DEMOGRÁFICA vs. EPIDEMIOLÓGICA
Razão de Dependência
Índice de envelhecimento
Tripla carga de doença / Acúmulo epidemiológico
Transição DEMOGRÁFICA (pêra-maçã):
1. Queda da fecundidade
2. Queda da mortalidade geral
3. Aumento da esperança de vida
4. Aumento do índice de envelhecimento
Razão de Dependência:
População <= 14 anos e >= 60 anos / População entre 15-59 anos
Índice de envelhecimento:
População >= 60 anos / População <= 15 anos
Transição EPIDEMIOLÓGICA:
1. Aumento de mortalidade proporcional por doenças crônico-degenerativas e causas externas
2. Diminuição da mortalidade proporcional por DIPs
Tripla carga de doença / Acúmulo epidemiológico:
Morbidade no Brasil ainda caracterizada por:
1. Doenças crônicas
2. Causas externas
3. DIPs
Estudos epidemiológicos:
Quais os estudos agregados? (3)
Suas particularidades
Estudos epidemiológicos:
Qual o melhor estudo para avaliação de PREVALÊNCIA?
Quais as suas particularidades
Transversal / Inquérito / Seccional
Individuado | Observação | Transversal
Criar hipóteses
Sujeito à CAUSALIDADE REVERSA
Medida de associação: razão de prevalências
Estudos epidemiológicos:
Coorte vs. Caso-controle vs. Ensaio Clínico
Suas particularidades, viés associado e medida de associação
Estudos epidemiológicos:
Medidas de associação que devemos conhecer
Transversal | Coorte | Caso-controle | Ensaio (4)
Relevância estatística e tipos de erros (2)
< 1 - fator de proteção
= 1 - não há associação
> 1 - fator de risco
Relevância estatística:
Erro sistemático: viés - quando evitamos = ACURADO
Erro aleatório: acaso - p < 0,05 ou IC >= 95% = SIGNIFICATIVO
Testes diagnósticos:
Acurácia
Sensibilidade
Especificidade
São inerentes aos testes?
Acurácia = VP + VN / todos os testados
Sensibilidade = VP / VP + FN (DOENTES)
Probabilidade do teste identificar o doente
Alta sensibilidade = baixo FN
- rastreamento
- doenças muito letais / coloquem em risco o outro
- banco de sangue
aumento: TESTES EM PARALELO
Especificidade = VN / VN + FP (NÃO DOENTES)
Probabilidade do teste identificar o não doente
Alta especificidade = baixo FP
- diagnóstico definitivo
- trauma / iatrogenia com FP
aumento: TESTES EM SÉRIE
São inerentes ao teste: E e S
Acurácia: se S = E não varia com a prevalência, se diferentes varia
Testes diagnósticos:
Probabilidade pré-teste
Probabilidade pós-teste
São inerentes aos testes?
Probabilidade pré-teste = PREVALÊNCIA
VP + FN / todos
Probabilidade pós-teste = Valor preditivo:
- VPP (chance de um teste + ser verdadeiro):
VP / VP + FP (TESTES POSITIVOS)
- VPN (chance de um teste - ser verdadeiro):
VN / VN + FN (TESTES NEGATIVOS)
Se alteram com a prevalência:
Quanto maior a P - maior o VPP - menor o VPN
Testes diagnósticos:
Razão de Verossimilhança (LR)
Definição:
chance de um teste ser + ou - em DOENTES
/
chance de um teste ser + ou - em NÃO DOENTES
LR + = Sensibilidade / 1 - Especificidade
LR - = 1 - Sensibilidade / Especificidade