PS3 Flashcards

(47 cards)

1
Q

Influenza aviária
Vírus
Família
Gênero

A

Vírus da influenza A
Família Orthomyxoviridae
Gênero Influena A

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2
Q

Influenza aviária
Caracterísiticas
Material genético:
2 proteínas de superfície:
? hemaglutininas ? neuraminidases
Classificação
Particularidade das cepas de alta patogenicidade
Variabilidade

A

RNA de fita simples envelopado
Hemaglutinina e neuraminidase
16 e 9
Vírus de alta patogenicidade (HPAI) e baixa (LPAI)
Geralmente H5 ou H7
Mutações e rearranjo genético

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3
Q

Influenza aviária
Prevenção e controle

A

Vacinas tradicionais e vacinas vetoriais recombinantes PROIBIDA NO BRASL

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4
Q

Influenza aviária
Hospedeiros

A

Aves silvestres aquáticas principais

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5
Q

Influenza aviária
Diagnóstico

A

Isolamento em ovos
Imunodifusão em agar gel, ELISA, RT-PCR
Distinção entre LPAI e HPAI: testes genéticos e testes de virulência em galinhas jovens
Distinção entre aves infectadas/vacinadas: DIVA

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6
Q

Influenza aviária
Transmissão

A

Inalação/ingestão de fezes ou secreções respiratórias

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7
Q

Influenza aviária
Incubação

A

1-3 dias

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8
Q

Doença de Newcastle
Vírus
Família
Gênero
Quantos sorotipos

A

Paramyxovirus aviário tipo 1 (APMV-1)
Paramxoviridae
Avulavirus
12 sorotipos (APMV-1 a AMPV-12)

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9
Q

Doença de Newcastle
Situação no Brasil

A

Última ocorrência em 2006 no MT

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10
Q

Doença de Newcastle
Prevenção e controle

A

Vacinação

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11
Q

Doença de Newcastle
Diagnóstico

A

Isolamento em ovos embrionados e culturas celulares
Inibição da hemaglutinação, RT-LAMP, ELISA

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12
Q

Doença de Newcastle
Características
Classificação das cepas
Particularida dos altamente virulentos

A

Cepas lentogênicas, mesogênicas e velogênicas (forma neurotrópica e viscerotrópica)
Índice de patogenicidade intracerebral (IPIC) de pelo menos 0,7 ou sequências de aminoácidos na proteína viral de fusão (F) semelhantes aos vírus altamente virulentos

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13
Q

Doença de Newcastle
Hospedeiros

A

Aves domésticas e silvestres
Aves aquáticas reservatórios

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14
Q

Doença de Newcastle
Transmissão

A

Inalação/ingestão de fezes ou secreções respiratórias

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15
Q

Doença de Newcastle
Incubação

A

2-15 dias
1-6 dias velogênicos

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16
Q

Doença de Newcastle
Sinais clínicos seres humanos

A

Conjuntive - alta exposição

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17
Q

Salmonella tem os sorovares beaseados em que?

A

Lipopolissacarídeo (o), proteína flagelar (h) e antígenos capsulares (Vi)

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18
Q

Quais subespécies da salmonella não são móveis?

A

Pullorum e Gallinarum

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19
Q

Hospedeiros de salmonella
S. Abortusovis
S. Choleraesuis
S. Dublin
S. Typhi S. Paratyphi e S. Hirchfeldii
S. Gallinarum e S. Pullorum

A

Ovelhas
Suínos
Bovinos
Seres humanos
Aves

20
Q

Sinais clínicos da salmonelose

A

Gastroenterites, doença sistêmica, infecções focais extra intestinal

21
Q

Micoplasmose
Características do agente

A

Bactéria diminuta, do tamanho de um vírus
Não possui parede celular
Família Micoplasmatales
Classe Mollicutes

22
Q

Quais as espécies de Mycoplasma e seus sinais clínicos

A

gallisepticum doença respiratória crônica em galinhas (aerossaculite), sinusite infecciosa em perus

synoviae sinovite infecciosa em galinhas e perus, infecção subclínca do trato respiratório

melleagridis aerossaculite em perus, alteração do sistema locomotor

23
Q

Quais são os principais fatores de virulência dos micoplasmas?

24
Q

Estabelecimentos avícolas de controles permanentes

A

Granjas:
de seleçã genética de reprodutoras primárias (linhas puras)
bisavoseiras
avoseiras
matrizeiras
de aves reprodutoras livres de patógenos específicos
Incubatórios desses estabelecimentos

25
Estabelecimentos avícolas de controles eventuais
estabelecimentos avícolas produtores de ovos comerciais de frango de corte exploração de outras aves silvestres e/ ou ornamentais e/ ou exóticas ou não incubatórios desses estabelecimentos
26
O estabelecimento avícola participante do PNSA não poderá utilizar:
Vacina contra micoplasmose (controle permanente) Qualquer vacina com adjuvante oleoso 4 semanas antes provas laboratoriais Qualquer droga que possa interferir 3 semanas antes provas laboratoriais
27
Os estabelecimentos avícolas para linhas puras, bisavós e avós devem ter certificação para:
Livres de M. gallisepticum e M. synoviae para galinhas Livres de M. gallisepticum e M. synoviae e M. melleagris para perus
28
Os estabelecimentos avícolas para matrizes devem ter certificação para:
Livre de M. gallisepticum para galinhas Livres de M. gallisepticum e M. synoviae e M. melleagris para perus Sob vigilância e acompanhamento para M. synoviae para galinhas
29
Esquema das provas laboratoriais por lote para certificação Aves/ovos férteis de reprodução e produção comercial para reposição de plantéis avícolas importados
Colheita no ponto de ingresso Aves vivas ou mortas - técnicas sorológicas ou micoplasmológicas Ovos - aglutinação de gema de ovos embrionados e provas micoplasmológicas Aves produzidas a partir de linhas puras e bisavós, nascidas no Brasil - 1° colheita realizada no momento do nascimento
30
As notificações de casos suspeitos de influenza e newcastle deverão ser atendidas pelo serviço de saúde animal em quanto tempo?
Até 12 horas
31
Identificação da presença da forma de alta patogenicidade do vírus de IA, ou de DNC → medidas de controle de trânsito interestadual: Aves de um dia e ovos, provenientes de:
granjas de linhas puras granjas de bisavós granjas de avós granjas de matrizes estabelecimentos livres de patógenos específicos ou controlados. acompanhados de GTA emitida por MVO ou MVC → amostragem sorológica negativa → validade 30 dias.
32
Identificação da presença da forma de alta patogenicidade do vírus de IA, ou de DNC → medidas de controle de trânsito interestadual: Aves e ovos, provenientes de:
estabelecimentos de exploração de outras aves criações comerciais de avestruzes e emas ovos claros (produtos de incubatórios) acompanhados de GTA emitida por MVO ou MVC (ovos claros -> acompanhados de CIS) → amostragem sorológica negativa → validade 7 dias.
33
Excluem-se da obrigatoriedade do registro os estabelecimentos avícolas que possuam até:
1.000 aves → desde que as aves, seus produtos e subprodutos sejam destinados a comércios locais intramunicipais e municípios adjacentes.
34
QUAIS ESTABELECIMENTOS DEVEM TER REGISTRO NOS ÓRGÃOS ESTADUAIS DE DEFESA SANITÁRIA ANIMAL:
Estabelecimentos avícolas comerciais Estabelecimentos de ensino ou pesquisa Estabelecimentos de recria, desde que: realizem recria de postura de aves de postura para alojamento próprio, podendo a fase de produção ser realizada na mesma propriedade ou em outra, porém do mesmo proprietário, e que as aves não sofram trânsito interestadual.
35
Estabelecimento avícola de reprodução → distante no mínimo ? → abatedouros de qualquer finalidade, fábrica de ração, outros estabelecimentos avícolas de reprodução ou comerciais.
3km
36
Construção dos estabelecimentos de reprodução e comerciais Como é feita a proteção ao ambiente externo?
Com telas com malha de medida não superior a 1 polegada ou 2,54 cm, à prova da entrada de pássaros, animais domésticos e silvestres
37
Sistemas de criação ao ar livre → permitida a utilização de piquetes sem telas na parte superior em quais casos?
Desde que alimentação e água estejam fornecidas em instalações providas de proteção ao ambiente externo → telas com malha de medida não superior a 1 polegada ou 2,54 cm.
38
Análises microbiológicas da água devem ser feitas a cada quanto tempo em Estabelecimento SPF e produtores de ovos controlados para Produção de Vacinas Inativadas. Estabelecimento de reprodução. Estabelecimentos comerciais
Trimestralmente → Estabelecimento SPF e produtores de ovos controlados para Produção de Vacinas Inativadas. Semestralmente → Estabelecimento de reprodução Anualmente → Estabelecimentos comerciais
39
Visitante e o médico veterinário oficial não podem ter tido contato com qualquer tipo de ave em um período mínimo de:
7 dias → Estabelecimento Produtor de Ovos e Aves SPF e Ovos Controlados para Produção de Vacinas Inativadas. 3 dias → Estabelecimento de Linha Pura, Bisavós e Avós 1 dias → Estabelecimento de Matrizes
40
Sobre salmonelose, os locais poderão escolher o laboratório ao invés do SUASA em quais condições?
desde que 1 vez a cada 6 meses seja laboratório SUASA e estejam registrados no SVE
41
Para estabelecimentos avícolas comerciais registrados no SVE como deve ser feita a coleta de amostras para salmonela?
2 swabs arrasto OU 2 propés (50% da superfície do galpão) ou 300 g amostra fezes (1g cada, preferencialmente cecais, de diferentes pontos) 1 pool por galpão
42
Para estabelecimentos avícolas comerciais não registrados no SVE como deve ser feita a coleta de amostras para salmonela?
4 swabs arrasto OU 4 propés (50% da superfície do galpão) - Dividido em 2 pools (2 swabs +2 swabs) ou 300 g amostra fezes (1g cada, preferencialmente cecais, de diferentes pontos) - Dividido em 2 pools (150g +150g)
43
Núcleo com sinais compatíveis com S. gallinarum e S. pullorum como deve ser feita a coleta de amostras?
1cm3 de 10 aves doentes por galpão 10 fígados 10 corações 10 baços 10 cecos (com tonsilas cecais)
44
Amostras de swabs ou propés 2-8°C (+/-1) Serão umedecidos em um dos meios:
Água peptonada 1% Solução fisiológica Solução ringer 1/4 Outro indicado pela Coordenação-geral de Laboratórios Agropecuários (CGAL)
45
Estabelecimentos avícolas comerciais de corte → avaliação clínica, epidemiológica e zootécnica → a cada ?meses (registrados no SVE); a cada ? meses (não registrados no SVE).
6 3
46
Estabelecimento poderá escolher o lab em quais casos?
desde que este obedeça a essa IN e às metodologias preconizadas pela CGAL/SDA/MAPA e disponíveis no site do MAPA.
47
Amostras para pesquisa de salmonella em frangos de corte e perus
Carcaça inteira (Laboratório usará 25g para análise) Peru Pele e músculos 500g Do pescoço Da região pericloacal Da cabeça