Influenza aviária
Vírus
Família
Gênero
Vírus da influenza A
Família Orthomyxoviridae
Gênero Influena A
Influenza aviária
Caracterísiticas
Material genético:
2 proteínas de superfície:
? hemaglutininas ? neuraminidases
Classificação
Particularidade das cepas de alta patogenicidade
Variabilidade
RNA de fita simples envelopado
Hemaglutinina e neuraminidase
16 e 9
Vírus de alta patogenicidade (HPAI) e baixa (LPAI)
Geralmente H5 ou H7
Mutações e rearranjo genético
Influenza aviária
Prevenção e controle
Vacinas tradicionais e vacinas vetoriais recombinantes PROIBIDA NO BRASL
Influenza aviária
Hospedeiros
Aves silvestres aquáticas principais
Influenza aviária
Diagnóstico
Isolamento em ovos
Imunodifusão em agar gel, ELISA, RT-PCR
Distinção entre LPAI e HPAI: testes genéticos e testes de virulência em galinhas jovens
Distinção entre aves infectadas/vacinadas: DIVA
Influenza aviária
Transmissão
Inalação/ingestão de fezes ou secreções respiratórias
Influenza aviária
Incubação
1-3 dias
Doença de Newcastle
Vírus
Família
Gênero
Quantos sorotipos
Paramyxovirus aviário tipo 1 (APMV-1)
Paramxoviridae
Avulavirus
12 sorotipos (APMV-1 a AMPV-12)
Doença de Newcastle
Situação no Brasil
Última ocorrência em 2006 no MT
Doença de Newcastle
Prevenção e controle
Vacinação
Doença de Newcastle
Diagnóstico
Isolamento em ovos embrionados e culturas celulares
Inibição da hemaglutinação, RT-LAMP, ELISA
Doença de Newcastle
Características
Classificação das cepas
Particularida dos altamente virulentos
Cepas lentogênicas, mesogênicas e velogênicas (forma neurotrópica e viscerotrópica)
Índice de patogenicidade intracerebral (IPIC) de pelo menos 0,7 ou sequências de aminoácidos na proteína viral de fusão (F) semelhantes aos vírus altamente virulentos
Doença de Newcastle
Hospedeiros
Aves domésticas e silvestres
Aves aquáticas reservatórios
Doença de Newcastle
Transmissão
Inalação/ingestão de fezes ou secreções respiratórias
Doença de Newcastle
Incubação
2-15 dias
1-6 dias velogênicos
Doença de Newcastle
Sinais clínicos seres humanos
Conjuntive - alta exposição
Salmonella tem os sorovares beaseados em que?
Lipopolissacarídeo (o), proteína flagelar (h) e antígenos capsulares (Vi)
Quais subespécies da salmonella não são móveis?
Pullorum e Gallinarum
Hospedeiros de salmonella
S. Abortusovis
S. Choleraesuis
S. Dublin
S. Typhi S. Paratyphi e S. Hirchfeldii
S. Gallinarum e S. Pullorum
Ovelhas
Suínos
Bovinos
Seres humanos
Aves
Sinais clínicos da salmonelose
Gastroenterites, doença sistêmica, infecções focais extra intestinal
Micoplasmose
Características do agente
Bactéria diminuta, do tamanho de um vírus
Não possui parede celular
Família Micoplasmatales
Classe Mollicutes
Quais as espécies de Mycoplasma e seus sinais clínicos
gallisepticum doença respiratória crônica em galinhas (aerossaculite), sinusite infecciosa em perus
synoviae sinovite infecciosa em galinhas e perus, infecção subclínca do trato respiratório
melleagridis aerossaculite em perus, alteração do sistema locomotor
Quais são os principais fatores de virulência dos micoplasmas?
Adesinas
Estabelecimentos avícolas de controles permanentes
Granjas:
de seleçã genética de reprodutoras primárias (linhas puras)
bisavoseiras
avoseiras
matrizeiras
de aves reprodutoras livres de patógenos específicos
Incubatórios desses estabelecimentos