Transmissão Vertical Hep. B
Como e quando trata a mãe?
Tenofovir no 3º trimestre para mães com (somente 1 já basta):
Profilaxia Pós-Exposição Hep. B
Como fazer?
Quando fazer?
Se faz com VACINA + IMUNOGLOBULINA.
Hepatite A
Profilaxia Pré-Exposição?
Calendário vacinal:
Pessoas que irão para área endêmica:
Hepatite A
Profilaxia Pós-Exposição
Quando e para quem?
Até 2 semanas após o contato
Hepatite Auto-Imune
História e Características
Hepatite Auto-Imune
Tipos (população e anticorpos)
Tipo I:
Tipo II:
*ANTIMITOCÔNDRIA É NEGATIVO NA HEP. AI –> É POSITIVO NA CBP
Qual é a doença ocular causada pela HAS? Classifique-a
Retinopatia Hipertensiva:
Classificação de KWB (Keith-Wegener)
Grau I - Estreitamento arteriolar
Grau II - Cruzamento AV patológico*
Grau III - Hemorragia/ exsudato
Grau IV - Papiledema por HIC
I e II - Benignos
III e IV - Malignos (paciente grave de pronto-socorro, que necessita medicação EV)
Retinopatia Hipertensiva:
Classificação de KWB (Keith-Wegener)
Grau I - Estreitamento arteriolar
Grau II - Cruzamento AV patológico*
Grau III - Hemorragia/ exsudato
Grau IV - Papiledema por HIC
I e II - Benignos
III e IV - Malignos (paciente grave de pronto-socorro, que necessita medicação EV)
Qual lesão mais comum e qual mais específica na bíopsia da nefropatia diabética?
Nefropatia Diabética:
+ comum na biópsia: Glomeruloroesclerose DIFUSA
+ Específica: Glomeruloesclerose NODULAR (Kimmelstiel-Wilson)
AMRIGS 2019 e 2016: Primeira manifestação da nefropatia diabética:
microalbuminúria!
Quando se considera compensado o paciente com CAD?
Compensação = ≥2 dos 3: HCO3 > 15 // pH > 7,3 / AG < 12
O que se deve fazer antes de parar insulina IV?
Insulina Regular SC 1-2h antes de parar a IV!!!
Hemorragia Subaracnoide:
Como tratar? Qual alvo de PA? Qual escala para avaliar comprometimento clínico?
Intervenção precoce…
Controle da PA
- PA sistólica < 160 mmHg
Neuroproteção
- Nimodipina VO ou SNG: 60mg 4/4h por 14-21 dias
Escala de Hunt-Hess (clínicos: I a V, sendo V coma e descerebração e I assintomático ou com cefaleia leve e discreta rigidez de nuca) ou Fischer (critérios tomográficos)
Qual mecanismo da hiponatremia após AVEh subaracnoide? Como manejar?
Dois possíveis mecanismos:
Hipovolemia (BNP): Síndrome perdedoral de Sal… Repor volume
Normovolemia (ADH): SIADH… Restringir volume (furo e antagonista ADH também)
Como é a fórmula de COCKCROFT-GAULT?
COCKCROFT-GAULT: [(140 - idade) x Peso] / [72 x Creatinina] (x 0,85 se mulher)
Tireotoxicose causa hiper ou hipo calcemia?
HIPER (aumento do metabolismo ósseo)
AMRIGS 2016 - Qual sítio extranodal mais comum dos linfomas?
Estômago
Acompanhamento Barret:
(1) Sem displasia → EDA com biópsia 3-5 anos
(2) Displasia de baixo grau → Ablação endoscópica (ou EDA com biópsia 12/12 meses)
(3) Displasia de alto grau (=AdenoCa in situ) → Ablação endoscópica
(4) ADENOca invasivo → (TTO será visto na aula de câncer…)
Tratamento:
Inibidor de Bomba de Prótons 1x/dia → uso crônico
Fístula Anorretal
Classificação e Tratamento?
Clínico (Goodsall-Salmon)
Orifício externo:
Anterior: trajeto retilíneo/radial e entra na cripta mais próxima.
Posterior: trajeto curvo e entra na linha média.
Simples (Inter e Transesfincteriano): Fistulo/Fistulectomia.
Complexo (Supra e Extraesfincteriano): MAIS dreno de Setton/Plug,
Abscesso Anorretal
DRENA SEMPRE (mesmo se não flutuante)
Quando indicar TH?
Qual via escolher?
FOGACHOS: principal indicação OSTEOPOROSE: se sem fogacho, não indicar ATROFIA VAGINAL: estrogênio tópico Qual terapia escolher? c/ ÚTERO: SEMPRE E+P (combinada) s/ ÚTERO: APENAS E
Estrogênio: Oral ou parenteral (adesivo, gel)
DM → PARENTERAL
HAS → PARENTERAL
FUMANTES → PARENTERAL
RISCO DE TROMBOSE* → PARENTERAL
HIPERTRIGLICERIDEMIA → PARENTERAL
“PATOLOGIAS EM GERAL → PARENTERAL”
COLESTEROL ALTA (LDL) → COMPRIMIDO
Estrogênio oral é capaz de aumentar HDL e reduzir LDL
TRH
Com E + P:
Aumento de dç cardiovascular
Aumento de CA de mama
Redução CA colorretal
Quando indicar densitometria?
Sexo feminino ≥ 65 anos ou masculino ≥ 70 anos
Climatério com risco aumentado de fraturas (baixo peso ou fratura anterior com mínimo trauma)
Adultos com fratura de fragilidade
Adultos com alguma condição clínica associada à osteoporose ou em uso de medicação associada a perda de massa óssea
Avaliação da resposta terapêutica
Auxílio na decisão de iniciar terapia hormonal
Diagnóstico:
Normal:
Z-escore: < 1
T-escore: > - 1
Osteopenia:
Z-escore: 1 a 2,5
T-escore: -1 a -2,5
Osteoporose:
Z-escore: ≥ 2,5
T-escore: ≤ -2,5
Sexo feminino ≥ 65 anos ou masculino ≥ 70 anos
Climatério com risco aumentado de fraturas (baixo peso ou fratura anterior com mínimo trauma)
Adultos com fratura de fragilidade
Adultos com alguma condição clínica associada à osteoporose ou em uso de medicação associada a perda de massa óssea
Avaliação da resposta terapêutica
Auxílio na decisão de iniciar terapia hormonal
Diagnóstico:
Normal:
Z-escore: < 1
T-escore: > - 1
Osteopenia:
Z-escore: 1 a 2,5
T-escore: -1 a -2,5
Osteoporose:
Z-escore: ≥ 2,5
T-escore: ≤ -2,5
Tratamento farmacológico:
Bifosfonatos (ex.: alendronato):
Inibem atividade osteoclástica (anticatabólicos)
Usados na prevenção e tratamento
TRH (osteoporose associada a fogachos)
Indicações: Fratura vertebral ou quadril DMO com T-escore ≤ - 2,5 Baixa massa óssea e > 3 fatores de risco Fratura prévia por fragilidade (mesmo sem DMO)
O que estimula o pico do LH?
Pico de estradiol