TIREOIDE Flashcards

(128 cards)

1
Q

Criterios de irressecabilidade no carcinoma de tireoide em diferenciado

A
  • acometimento circunferencial da A. Carotida
  • acometimento de vasos da base
  • invasao da fascia pre-vertebral / corpos vertebrais
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2
Q

Qual exame solicitar antes do esvaziamento cervical no carcer de tireoide?

A
  • PAAF
    (É necessario confirmacao citologica da metastase)

https://qbank-prime.medcof.com.br/share/teste?user=111125&examId=69827e6f6ac51c1b13961d84

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3
Q

NEM tipo 2 caracterizam-se pela mutacao de qual gene

A

Gene RET

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4
Q

NEM TIPO 1

A

PPP
- paratireoide (hiperparatireoidismo 1)
- pancreas (tumor neuroendocrico)
- pituitaria (adenoma hipofisario)

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5
Q

NEM tipo 1 caracterizam-se pela mutacao de qual gene

A

Gene MEN 1

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6
Q

NEM TIPO 2A

A
  • Carcinoma medular de tireoide
  • feocromocitoma
  • adenoma de paratireoide
  • liquen amiloide
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7
Q

NEM TIPO 2B

A
  • carcinoma medular de tireoide
  • feocromocitoma
  • neuromas mucosos (ganglioneuroma TGI)
  • habito marfanoide
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8
Q

Marcador molecular relacionado ao carcinoma medular de tireoide

A

Gene RET

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9
Q

A mutacao do BRAF esta relacionada a quais canceres de tireoide

A
  • carcinoma papilifero
  • carcinoma anaplasico
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10
Q

Marcador bioquimico solicitados apos dx de carcinoma medular de tireoide

A
  • Calcitonina
  • CEA
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11
Q

Medida no intraoperatorio que reduz o risco de lesao do nervo laringeo superior durante disseccao do polo superior da tireoide

A
  • Realizar ligadura dos vasos justapostos a sua entrada na glandula, ou seja, evitar ligaduras longe do polo superior ou proximo a laringe
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12
Q

Opcoes de tireoidectomia minimamente invasiva videoassistida (MIVAT) e acessos

A
  • tireoidectomia endoscopica/assistida por endoscopia
  • tireoiidectomia robotica

Acesso:
- transaxilar
- retroauricular
- transoral (TOETVA)

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13
Q

Conduta apos queda INSUFICIENTE do PTH pelos criterios de Miami na paratireoidectomia

A

Realizar exploracao cervical contralateral para avaliar as demais glandulas

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14
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Fisiopatologia do hematoma cervical

A

1- elevacao da pressao venosa
2- estase venosa (VJI)
3- edema de mucosa (impede IOT)
4- IRpA

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15
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

V ou F

O uso de drenos previne a formacao de hematoma cervical pos tireoidectomia

A

Falso

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16
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Manejo no hematoma cervical

A

1- abrir os pontos e evacuar o hematoma
2- garantir VA com drenagem do hematoma
3- cervicotomia exploradora e controle hemostatico (no cc)

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17
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Qual a complicacao mais temivel?

A

Hematoma cervical

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18
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Complicacao mais comum na tireoidectomia

A

Hipocalcemia

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19
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Fisiopato da hipocalcemia pos tireoidectomia

A

1- manipulacao da tireoide
2- queda do PTH
3- hipocalcemia

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20
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Clinica da hipocalcemia

A
  • parestesia , caimbra
  • sinal de Chvostek
  • sinal de Trousseau
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21
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Sinal de Trousseau e Chvostek

A

Indicam hipocalcemia

  • Trousseau: flexao involuntaria da mao e punho a partir da compressao da a. Braquial com o manguito
  • Chvostek: hiperatividade do n. Facial
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22
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Conduta na hipocalcemia

A
  • reposicao VO e IV de calcio
  • reposicao de calcitriol
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23
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

V ou F

Na hipocalcemia pos tireoidectomia, nao é necessario ter comprovacao laboratorial para iniciar reposicao de calcio

A

Verdadeiro

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24
Q

TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP

Clinica da lesao UNILATERAL do n. Laringeo inferior

A
  • paralisia mediana: disfonia e sem disfagia
  • paralisia paramediana ou lateral: piora da voz, pode ter disfagia e broncoaspiracao
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25
TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP Clinica da lesao BILATERAL do n. Laringeo inferior
- paralisia mediana: dispneia importante (TQT) - paralisia paramediana: voz soprosa, disfagia e broncoaspiracao
26
TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP Lesao no n. Laringeo superior ramo EXTERNO
- lesao motora (m. Cricotireideo0 - clinica: disfonia com dificuldade de emitir sons agudos
27
TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP Lesao no n. Laringeo superior no ramo INTERNO
- lesao sensitiva (prejuizo na sensibilidade da hipofaringe e supraglote) - clinica: engasgo frequente, tosse
28
TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP Quais as complicacoes tardias pos tireoidectomia
- disfonia - hipoparatireoidismo
29
TIREOIDE - ANATOMIA Tireoide se localiza a qual nivel da traqueia
Localiza-se ao nivel do 2° ao 4° anel traqueal
30
TIREOIDE - ANATOMIA Ligamento de Gruder
Ligamento que adere a tireoide ao anel taqueal
31
TIREOIDE - ANATOMIA Lobulo que vem do ducto tireoglosso (remanescente embrionario)
Lobulo piramidal
32
TIREOIDE - ANATOMIA Localizacao das paratireoides perante a tireoide
As paratireoides localizam-se posteiormente ao lobulo tireoideano
33
TIREOIDE - ANATOMIA A. Tireoidea IMA
- variacao anatomica (10% dos casos) - origem no tronco braquiocefalico
34
TIREOIDE - ANATOMIA Vascularizacao arterial da tireoide e suas respectivas origens
- a. Tireoidea superior: ramo da a. Carotida interna - a. Tireoidea inferior: ramo do tronco tireocervical (ramo da a. Subclavia)
35
TIREOIDE - ANATOMIA Vascularizacao venosa da tireoide e suas respectivas drenagens
- v. Tireoidea superior: drena para v. Jugular interna - v. Tireoidea media: drena para v. Jugular interna (mas, pode drenar para subclavia ou inominada) - v. Tireoidea inferior: drema para v. Subclavia, inominada e tronco braquiocefalico
36
TIREOIDE - ANATOMIA Inervacao da tireoide e sao ramos de quem?
- n. Laringeo superior e inferior * ambos ramos do n. Vago
37
TIREOIDE - ANATOMIA Ramos do N. Laringeo superior e suas funcoes
- ramo interno (cranial): sensitivo - confere sensibilidade a supraglote e hipofaringe - ramo externo (caudal): motor - inerva o m. Cricotireoideo (musculatura intrinseca da laringe) com funcao de emitir sons agudos
38
TIREOIDE - ANATOMIA O n. Laringeo superior passa entre quais estruturas e qual seu risco?
O nervo laringeo superior, especialmente o ramo externo passa entre os vasos tireoideos superiores. * durante a cx, ha risco de lesao nervosa durante a ligadura do pediculo superior da glandula tireoide.
39
TIREOIDE - ANATOMIA Caminho do nervo laringeo inferior (recorrente)
O n. Laringeo inferior recorre a direita pelo a. Subclavia e a esquerda pelo arco da aorta, e sobe pelo sulco traqueoesofagico
40
TIREOIDE - ANATOMIA O que inerva o n. Laringeo inferior e qual sua funcao
- inerva todos os m. Intrinsecos da laringe (excecao: m. Cricotireoideo) - funcao motora das pregas vocais
41
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO O carcinoma bem diferenciado resguarda quais 3 caracteristicas da celular folicular normal e quais suas implicacoes terapeuticas
- capta iodo (NIS): tto adjuvante com radioiodoterapia - responde ao TSH: tto adjuvante com supressao de TSH (inibe atividade celular neoplasica) - produz tireoglobulina: marcador serico nos seguimento para controle de doenca (alto tireoglobulina indica recidiva)
42
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Fatores de risco
- exposicao a radiacao ionizante na infancia ou adolescencia - predisposicao genetica (sindrome hereditarias) - obesidade - exposicao ambiental a retardantes de chama
43
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Sindromes herediatarias que sao fatores de risco para o carcinoma bem diferenciado de tireoide
- PTEN/Cowden - DICER1 - FAP/APC
44
45
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Patologia/genetica relacionada
- > 90% dos tumores: ativacao/interferencia da via MAPK Drivers principais - BRAF: mais comum - RAS - RET/NTRK (fusoes)
46
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Clinica
- nodulo - linfonodo cistico (carcinoma papilifero apresenta metastase linfonodal cistica) - disfonia - normalmente bom prognostico
47
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Clinica: quadro de disfonia indica alerta de que?
Indica alerta de invasao do n. Laringeo inferior
48
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Qual subtipo pode apresentar metastase linfonodal cistica
Carcinoma papilifero de tireoide
49
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO 4 principais exames de investigacao do carcinoma bem diferenciado de tireoide
- laringoscopia - laboratorias: calcitonina, anti-tireoglobulina, calcio e PTH - imagem: us padrao ouro - PAAF
50
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Importancia da laringoscopia na investigacao
Investiga as pregas vocais e a preservacao do n. Laringeo inferior
51
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Exames laboratoriais na investigacao e suas funcoes
- calcitonina: exclui carcinoma medular, se suspeito - anti-tireoglobulina: paramtro de seguimento - calcio e PTH: rastrear doenca da paratireoide
52
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Exames de imagem na investigacao
- TC/RM: nao é obrigatorio, recomendavel na doenca local/regional avancada - estudo radiologico do torax, abdome, pelve: quando influenciar na extensao da doenca - us de tireoide** (padrao ouro): avalia toda a tireoide e linfonodos centrais e regionais
53
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Caracteristicas de SUSPEITO pelo us de tireoide e qual o principal aspecto
- hipoecogenico (solido) - microcalcificacoes - vascularizacao central - margens irregulares - extensao extratireoideana - mais largo que alto - crescimento documentado
54
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Nodulo de alta suspeita pelo US de tireoide (ATA)
Hipoecogenico (solido) + outra caracteristica suspeita (>1cm, sint compressivos, linfadenopatia, irradiacao previa ou caracteristicas ultrassonograficas)
55
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Nodulo de suspeita intermediaria pelo us de tireoide (ATA)
Hipoecogenico (solido) apenas *sem outras caracteristicas suspeitas
56
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Nodulo de suspeita baixa pelo us de tireoide (ATA)
- NAO é hipogenico (pode ser hiper ou isoecogenico) - apresenta outras caracteristicas suspeitas
57
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Nodulo com ‘’muita baixa suspeita’’ pelo us de tireoide (ATA)
- nenhum sinal suspeito - caracteristica ESPONGIFORME ou nodulo misto
58
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Nodulo ‘’benigno’’ pelo us de tireoide (ATA)
- cistico - bolsao de coloide
59
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Importancia da PAAF
- investiga nodulos: avalia a citologia (Bethesda) - linfonodos: pesquisa por tireoglobulina do lavado da agulha
60
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Indicacoes de PAAF
- nodulos > ou igual 1cm e alta/intermediaria suspeita - nodulos > ou igual 1,5cm e baixa suspeita - nodulos > ou igual 2cm e muita baixa suspeita (nesse caso pode abservar)
61
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Quando considerar PAAF em nodulos de tireoide < 1cm ?????
- imobilidade a degluticao - dor, tosse, mudanca de voz - crescimento acelerado - linfadenopatia - historia de irradiacao na infancia - HF de cancer de tireoide
62
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Chammas (vacularizacao no doppler)
1- fluxo sanguineo ausente 2- fluxo sanguineo exclusivamente perinodular 3- fluxo sanguineo perinodular > central 4- fluxo sanguineo central > perinodular 5- fluxo sanguineo exclusivamente central (mais MALIGNO)
63
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios avaliados na classificacao de TIRADS e quais os piores achados
- composicao: pior solido - ecogenicidade: pior mt hipoecogenico - forma: pior mais alto que largo - margem: pior extensao extratireoideana - focos ecogenicos: pior focos ecogenicos puntiformes
64
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Intencao da classificacao de TIRADS
- classifica o risco de malignidade - quanto maior TIRADS, maior risco de malignidade - tem valor preditivo sobre a realizacao de bx
65
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de TIRADS 1 - risco de malignidade - limite para bx
Tirads 1 (benigno) - risco de malignidade: 0,3% - nao bx
66
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de TIRADS 2 - risco de malignidade - limite para bx
Tirads 2 (nao suspeito) - risco de malignidade: 1,5% - nao bx
67
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de TIRADS 3 - risco de malignidade - limite para bx
Tirads 3 (discretamente suspeito) - risco de malignidade: 4,8% - bx se > ou igual 2,5cm
68
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de TIRADS 4 - risco de malignidade - limite para bx
Tirads 4 (moderadamente suspeito) - Risco de malignidade: 9,1% - bx se > ou igual 1,5cm
69
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de TIRADS 5 - risco de malignidade - limite para bx
Tirads 5 (alta suspeicao) - risco de malignidade: 35% - bx se > ou igual 1cm
70
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 1 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 1 - amostra nao dx - 5 a 10% - conduta: repetir PAAF (3 meses)
71
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 2 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 2 - benigno - 0 a 3% - conduta: seguimento
72
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 3 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 3 - atipia ou lesao folicular de significado indeterminado (AUS/FLUS) - 10 a 30% - conduta: repetir PAAF ou teste molecular ou cirurgia
73
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 4 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 4 - suspeita de neoplasia folicular - 25 a 40% - conduta: cirurgia ou teste molecular
74
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 5 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 5 - suspeita de malignidade - 50 a 75% - conduta: cirurgia
75
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Classificacao de Bethesda 6 - Categoria dx - risco de malignidade - conduta
Bethesda 6 - maligno - 97 a 99% - conduta: cirurgia
76
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Quais os achados na PAAF para classificar como Bethesda 6
- corpos psamomatosos - pseudoinclusoes nucleares - coloide ‘’pegajoso’’ denso - celulas de orfa Annie (nucleos claros ou em vidro fosco)
77
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento T1
T1: < ou igual 2cm, limitado a tireoide - t1a: < ou igual 1cm - t1b: 1-2cm
78
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento T2
T2: 2 a 4cm, limitado a tireoide
79
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento T3
T3: > 4cm ou extravasamento minimo extra-tireoideano - t3a: > 4cm, limitado a tireoide - t3b: extravasamento capsular para musculatura pre tireoideana
80
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento T4
T4: extravasamento grosseiro - t4a: invasao subcutaneo, laringe, traqueia, esofago, n. Laringeo recorrente - t4b: invasao da fascia pre vertebral, envolvimento da carotida e mediastino
81
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento T3
T3: > 4cm ou extravasamento minimo extra-tireoideano - t3a: > 4cm, limitado a tireoide - t3b: extravasamento capsular para musculatura pre tireoideana
82
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Quais os estadiamento T limitados a tireoide
T1, T2 e T3a
83
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadiamento N
N0: sem linfonodo acometido N1a: linfonodo no compartimento central N1b: linfonodo no compartimento lateral
84
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio em paciente < 55 anos
Estadio 1: qualquer T, qualquer N, M0 Estadio 2: qualquer T, qualquer N, M1 * < 55 anos sao considerados, no maximo, ate o estadio 2, quando forem M1 (independente do T/N)
85
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio 1 em paciente > 55 anos
Estadio 1: T1 - T2, NO/Nx, M0
86
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio 2 em paciente > 55 anos
Estadio 2: - T1-T2, N1, M0 Ouuuu - T3, qualquer N, M0
87
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio 3 em paciente > 55 anos
Estadio 3: T4a, qualquer N, M0
88
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio 4A em paciente > 55 anos
Estadia 4A: T4b, qualquer N, M0
89
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Estadio 4b em paciente > 55 anos
Estadio 4b: qualquer T/N, M1
90
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Quando é indicado vigilancia ativa em PAAF - Bethesda 4
- microcarcinoma papilifero (cT1aN0M0) - ausencia de metastase ou sinais de agressividade - alto risco cx - baixa expectativa de vida
91
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Indicacoes de tratamento com ablacao percutanea guiado por US
É uma ALTERNATIVA de tratamento, indicado em: - cT1aN0M0 - carcinoma papilifero de baixo risco - recidivas em pacientes de alto risco cirurgico (indicacao mais aceita)
92
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Tratamento cirurgico
Tireoidectomia total +- esvaziamento cervical +- radioiodoterapia +- supressao de TSH
93
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Quando esta indicado tireoidectomia parcial?
- lesao < ou igual 4cm (T1 e T2) - sem extensao extra-tireoideana - cN0 (sem metastase linfonodal)
94
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de irressecabilidade cirurgica
- acometimento circunferencial da carotida - acometimento de vasos da base - invasao da fascia pre-vertebral ou corpos vertebrais
95
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Fluxograma tratamento cirurgico
96
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO O que é necessario realizar antes do esvaziamento cervical no carcinoma bem diferenciado de tireoide?
No carcinoma de tireoide é necessario confirmacao dx citologica pela PAAF antes do esvaziamento
97
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Opcoes de tratamento
- cirurgia - ablacao percutanea - vigilancia ativa
98
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Opcoes de tratamento complementar
- radioiodoterapia - supressao hormonal
99
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Indicacoes de terapia complementar com radioiodoterapia e medidas realizadas
Indicacao - risco intermediario e alto para recorrencia * solicitar pesquisa de corpo inteiro (PCI) pre e pos dose de radioiodoterapia * tireoglobulina estimulada no momento do tto (idealmente TSH>30) * preparecao com rhTSH
100
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Indicacoes de terapia complementar com supressao hormonal
- decisao individualizada, pesando risco e beneficio - indicado: para pacientes de alto risco de recorrencia (principalmente)
101
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Para quem nao esta indicado/recomendado supressao hormonal como terapia complementar
- risco baixo ou intermediario de recorrencia - sem evidencia de doenca bioquimica ou estrutural remanescente
102
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de baixo risco de recorrencia
T1 e T2 (< 4cm) - papilifero unifocal - pN0a ou cN0 e pN1a (< ou igual 5 linfonodos, todos < ou iguais 2mm) - margens negativas (R0) ou apenas margem anterior positiva microscopica (R1) - folicular ou oncocitico com apenas invsao capsular, minimamente invasivo
103
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de risco baixo-intermediario para recorrencia
T3a ou T1/T2 com qualquer dos seguintes: - extensao extra-tireoidiana microscopica - cN1a ou pN1a > 2mm ou > 5 linfonodos - margens negativas ou posiitivas microscopicas na margem posterior (R1) - papilifero com multifocalidade unilateral - folicular ou oncocitico com invasao vascular limitada (< 4 vasos)
104
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de risco intermediario-alto de recorrencia
T1, T2 ou T3a com qualquer dos seguintes: - metastase lateral clinica (cN1b) < 3cm - 2 ou mais fatorres de risco baixo-interm - papilifero multifocal bilateral > 1cm com histologia agressiva ou invasao vascular
105
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de risco alto para recorrencia
— T3a mais extensao extra-tireoidiana — T3b ou T4 — qualquer T com qualquer dos seguintes: - pouco diferenciado ou alto grau - cN1> ou igual 3cm - extensao extra-capsular (ENE positivo) - metastase a distancia (M1) - papilifero com resseccao incompleta grosseira (R2) - folicular ou oncocitico amplamente invasivo - folicular ou oncocitico com angioinvasao encapsulada (invasao vascular extensa > ou igual 4 vasos)
106
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Resumo do risco de recorrencia
107
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Exame de seguimento pos tratamento
- usg - PCI: avaliar metastase ou dose radioiodoterapia - dosagem de tireoglobulina - dosagem de anti-tireoglobulina - 18 FDG - PET/CT
108
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de resposta ao tratamento EXCELENTE
Sem doenca clinica, bioquimica ou estrutural
109
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de resposta ao tratamento INDETERMINADA
Achados nao especificos bioquimicos ou estruturais - ex: ATg estavel sem evidencia estrutural de doenca
110
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de resposta ao tratamento BIOQUIMICA INCOMPLETA
- Tg anormal - ATg crescente semm doenca localizavel
111
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Criterios de resposta ao tratamento ESTRUTURAL INCOMPLETA
- doenca persistente - recem identificada locorregional ou a distancia
112
TIREOIDE - CARCINOMA BEM DIFERENCIADO Tipo histologico mais comum
Carcinoma papilifero
113
BOCIO Definicao
Alteracao morfologica por aumento ou formacao de nodulos de natureza benigna e nao infecciosa
114
BOCIO Classificacao em relacao a epidemiologia, morfologia e fisiologia
Epidemiologia - endemico: deficiencia de iodo - esporadico Morfologia - difuso: aumento difuso da glandula - nodular: uni ou multinodular Fisiologia - atoxico (simples): nao secreta hormonios - toxico: secreta hormonios
115
BOCIO Conceito de bocio mergulhante
Bocio de grandes proporcoes que invade a cavidade toracica total ou parcialmente (componente toracico)
116
BOCIO MERGULHANTE - sinal clinico que pode acontecer - exame de avaliacao - acesso cirurgico
- sinal de Pemberton (pletora facial com elevacao de MMSS) - TC de pescoco e torax - acesso cervical
117
NODULO DE TIREOIDE Epidemiologia
- acomete 20 a 76% da pop geral - maioria é benigno - carcinoma corresponde a 5 a 15% - nao fazer busca ativa de cancer de tireoide (danos > beneficios)
118
NODULO DE TIREOIDE Fatores contribuintes
- idade (idosos) - sexo (feminino) - radiacao previa - HF positiva
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NODULO DE TIREOIDE 1° exame a ser solicitado no manejo
Dosagem de TSH (avalia status funcional)
120
NODULO DE TIREOIDE - manejo inicial Nodulo de tireoide com TSH baixo, qual o manejo ?
TSH baixo (hipertireoidismo) - Solicitar cintolografia * nodular: toxica ou produtora de hormonio * difusa * nodulo frio (pouca captacao de iodo na cintilografia): solicitar US e PAAF
121
NODULO DE TIREOIDE - manejo inicial Nodulo de tireoide com TSH normal ou alto, qual o manejo ?
TSH normal (eutireoid.) ou alto (hipotireoid) - solicitar USG e PAAF
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NODULO DE TIREOIDE - manejo inicial (Fluxograma)
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BOCIO Exames laboratoriais
- TSH: 1° exame - T4 livre: se hipertireoidismo ou tireoidite, solicitar ac antiTPO e antiTrab - calcio e PTH: paratireoide
124
BOCIO Exames de imagem
- USG - TC e RM: em bocios volumosos e/ou mergulhantes - cintilografia: quando ha hipertireoidismo * imagem com captacao fisiologica de iodo pela tireoide
125
NODULOS E BOCIO DE TIREOIDE DX a partir da cintilografia
126
NODULOS E BOCIO DE TIREOIDE O que nao deve ser feito no bocio difuso toxico (D. Graves) e bocio uninodular toxico (D. Plummer)
Nao deve PUNCIONAR
127
NODULOS E BOCIO DE TIREOIDE Qual a conduta num nodulo hipocaptante (nodulo frio) na cintilografia?
Proceder com USG e PAAF * mais sugestivo de malignidade
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TIIREOIDE - COMPLICACOES POS OP Causa mais frequente de lesao do n. Laringep recorrente no intraop
Causa mais frequente é a TRACAO do nervo