Sobre a VPPB:
Deslocamento de otólitos dos órgãos otolíticos para os canais semicirculares levando a excitação das cúpulas dos canais semicirculares por estímulo gravitacional.
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Também chamada de canalolitíase, os cristais se desprendem dos leitos de mácula do itríuculo e flutuam em um canal semicircular, funcionando como um pistão, desviando a cúpula ampular. Gera quadros mais fugazes, rápidos de vertigem.
Explicado pela teoria de Shuknecht. O otólito fica aderido à cúpula, que se torna mais pesada que a endolinfa ao redor dela, tornando-se sensível à gravidade (os cristais não geram um fluxo mas deixam a cúpula pesada que acaba fazendo a deflexão, e o cérebro interpreta como uma rotação da cabeça). Como não se movimenta no canal, gera vertigens mais duradouras, prolongadas.
Obs: Cúpula Leve é uma teoria mais recente e mais rara. É o contrário da cupulolitíase (menos densidade dentro da cúpula, sendo refratário às manobras porque não depende do deslocamento do otólito, mas de densidade baixa da endolinfa, sendo um nistagmo contrário, geotrópico persistente, que se anula geralmente com 30 graus e não fatigável. Pouca chance de cair na prova.
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CSC posterior (90%)
CSC lateral (10-20%)
CSC anterior (5%)
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Quadro:
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Diagnóstico:
Tratamento:
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DIX-HALLPIKE: paciente é sentado com pernas estendidas sobre a maca, o examinador se posiciona atrás do paciente, segura a cabeça dele a 45°. Em seguida auxilia a se deitar com cabeça para fora da maca (hipertextensão leve) em angulo de 30°, com a orelha a ser testada voltada para o chão.
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SIDE LYING: opcão interessante para pacientes acamados, quando não se tem espaço suficiente. Paciente se senta na maca, vira a cabeça a 45° e deita de lado com nariz virado para o teto, fazendo hiperextensão leve do pescoço a 30°. Obs: não confundir Side Lying com Semont (que é terapêutica). Observar bem as imagens, que podem confundir.
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HEAD ROLL (Pagnini-McClure): paciente deitado em decúbito dorsal, examinador mantém a cabeça em leve flexão a 30°, e gira em 90° rapidamente para um dos lados, de forma que a orelha testada seja posicionada para baixo. A cabeça é então reposicionada lentamente em linha média e rápidamente girada para o lado oposto.
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Nistagmo de canais verticais (anterior e posterior) terão sempre um componente TORCIONAL com componente VERTICAL (sempre tem esses dois). Vertical puro ou torcional puro nunca são periféricos, sugerem centrais.
O componente TORCIONAL (visto pelo movimento da parte superior do olho) define o lado pois bate para o LADO AFETADO (hiperfuncionante), podendo torcer no sentido horário ou anti-horário.
“Uso o relógio (horário) no braço esquerdo”
O componente VERTICAL vai definir o CANAL (anterior ou posterior).
A DURAÇÃO do nistagmo vai definir se é ductolitíase ou cupulolitíase.
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Estamos examinando o paciente de barriga para cima. E quando viramos a cabeça, colocamos o canal lateral perpendicular ao chão. O nistagmo observado será HORIZONTAL, podendo ser em direção ao chão (geotrópico) ou para o teto (ageotrópico). Quando faço a manobra, estimulo os dois canais de uma vez, portanto o nistagmo será sempre bilateral, porém mais intenso de um lado do que do outro:
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Canal POSTERIOR:
Canal ANTERIOR:
Canal LATERAL:
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(1) Começa na posição de Dix para o lado afetado (deitado, rotação da cabeça a 45° para o lado afetado e hiperextensão 30° para fora da maca).
(2) Rotaciona-se lentamente a cabeça 90° para o lado oposto (sadio).
(3) Rotaciona-se o corpo para posição de decúbito lateral e rotaciona-se mais 90° a cabeça até que o nariz ante para o chão em um ângulo de 45°, com queixo encostado no peito. Essa posição é mantida 30-60 segundos (costuma dar tontura, sendo bom indicativo).
(4) Volta a sentar na maca e levantar devagar com o queixo ainda encostado no peito.
Sobre a VPPB:
(1) Paciente sentado com os pés fora da maca é orientado a deitar para o lado o lado acometido com cabeça rotacionada 45° em relação à maca. Observa-se a ocorrência de nistagmo e a posição é mantida 1-3 minutos.
(2) O examinador segura a cabeça e pescoço do paciente, e em um movimento contínuo, faz um movimento de CATAPULTA, deitando o paciente para o outro lado da maca com queixo virado para baixo.
Sobre a VPPB:
(1) Paciente é sentado com cabeça reta e pernas esticadas sobre a maca.
(2) Examinador se posiciona atrás e deita a cabeça do paciente, que fica pendente para fora da maca em leve hiperextensão de 30°.
(3) A cabeça é flexionada encostando o queixo no peito.
(4) Ajusta-se a cabeça e senta novamente o paciente.
O intervalo entre as etapas é de 30 segundos.
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São as duas manobras de canal posterior porém feitas exatamente ao inverso.
Sobre a VPPB:
(1) Paciente em decúbito dorsal. Sua cabeça é girada lentamente em direção contrária ao lado comprometido (até que a orelha sadia toque o colchão).
(2) A cabeça é mantida nessa posição, gira-se o corpo para decúbito lateral, com o ombro do lado sadio em contato com a maca.
(3) O procedimento é repetido, girando a cabeça na direção do chão, e coloca-se o paciente em decúbito ventral.
(4) Novamente vira-se a cabeça e em seguida o corpo é posicionado em decúbito lateral na direção da orelha afetada, que está em contato com a maca.
(5) A cabeça, e posteriormente, o corpo voltam à posição de decubito dorsal do início.
Lembrar = cabeça, depois o corpo, depois cabeça, depois o corpo… como um espeto de churrasco.
Sobre a VPPB:
(1) Examinador de pé na frente do paciente sentado, que é rapidamente deitado com orelha para baixo, mantendo a cabeça na mesma posição.
No caso de ductolitíase a orelha SADIA fica para baixo (exemplo da imagem).
No caso de cupulolitíase, a orelha DOENTE fica pra baixo. Dica: “CÚ doente cai no chão”
(2) Em seguida a cabeça é rapidamente inclinada para baixo em 45° e mantida nessa posição por 2-3 minutos.
(3) Em seguida o paciente é colocado na posição inicial com o queixo encostado no peito.
Dica: GUFONI = “GURINGA” (serve para cúpulo e canalolitíase, sendo a única que serve para os dois no CSL).
Sobre a VPPB:
(1) Examinador de pé na frente do paciente sentado, que é rapidamente levado com orelha DOENTE para baixo.
(2) Em seguida a cabeça do paciente é rodada 90° para cima em direção ao teto, e mantida nessa posição por 3 minutos.
(3) Depois o paciente move o corpo em decúbito dorsal e a cabeça é girada 90° em direção ao lado não afetado, sendo mantida nessa posição por mais 3 minutos.
(4) A cabeça do paciente é inclinada ligeiramente para frente, seguido por um retorno lento do paciente para posição sentada.
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