CCP Flashcards

(58 cards)

1
Q

FR CCP

A

Tabagismo e alcoolismo.
Orofaringe: HPV
Cavidade oral: má higiene oral.
Nasofaringe: EBV.

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2
Q

Níveis linfonodos cervicais

A
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3
Q

Quais são os níveis do nervo hipoglosso?

A

Nível II e I.

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4
Q

Indicações de RT e/ou QT adjuvante na CCP

A

RT:
* T4 (alguns T3)
* Margens comprometidas R1 ou exíguas < 5 mm
* Invasão perineural ou perivascular
* N+

QT: margens comprometidas, ENE+

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5
Q

Quando faremos a linfadenectomia seletiva de cada nível?

A

Supraomo-hioide: cavidade oral e gll salivares
I-III
Lateral/Jugular: acompanham o ECM - orofaringe e laringe
II-IV
Lateroposterior: nasofaringe e pele
II, III, IV e V (acessório e plexo braquial)
Central: tireoide, esofago cervical (nem sempre)
VI e VII

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6
Q

Qual é a abordagem para estadiamento N0?

A

Esvaziamento profilático (risco de mx subclínica)

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7
Q

Qual é a abordagem para estadiamento N+? Tipos?

A

Terapêutico.
Cervical radical MODIFICADO (sempre).
Cervical radical CLASSICO (I-V + VJI, acessório e ECM)

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8
Q

Quais são os tipos de esvaziamento cervical radical modificado?

A
  • Tipo I: preserva o acessório (XI)
  • Tipo II: preserva o acessório e o ECM
  • Tipo III: preserva o acessório, ECM e VJI.
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9
Q

Qual é o sítio mais comum de câncer de CP?

A

Cavidade (principalmente na língua, e em seu terço médio-lateral)

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10
Q

Quais são os fatores de risco para câncer na cavidade oral?

A
  • Má higiene bucal
  • Tabagismo
  • Alcoolismo
  • Prótese dentária
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11
Q

Como é feito o diagnóstico dos CEC CCPs?

A

Biópsia incisional (ferida que não cicatrizou > 14d).

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12
Q

T CEC Boca

A

T1: <= 2 cm e DOI <= 5 mm
T2: <= 2 cm e DOI 5-10 mm OU 2-4 cm e DOI < 10 mm
T3: 2-4 cm e DOI > 10 mm OU > 4 cm e DOI < 10 mm
T4: > 4 cm e DOI > 10 mm

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13
Q

Quais são as lesões pré-malignas na cavidade oral? Tto?

A
  • Eritroplasias (carcinoma in situ) - mais rara que a leucoplasia porém com maior potencial de malignização.
  • Leucoplasia (mais comum) - baixo risco de transformação maligna, mas clinicamente significativo.
  • Queilite actínica: lesão do sol e pre neoplasica em labio - alto potencial de malignidade.
    TTO: ressecção.
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14
Q

Qual é o tratamento para câncer de língua?

A

Glossectomia (parcial se não passa a linha média, total se passar) + linfadenectomia ipsi supraomo-hioide

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15
Q

Qual linfadenectomia no ca de boca?

A

Se linfadenectomia N0: supraomo-hioide (passou da linha média = bilateral)
Se linfadenectomia N+: radical modificada

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16
Q

Qual outra forma de abordagem linfonodal do ca de boca?

A

Linfonodo sentinela: apenas para T1N0M0 (língua oral, DOI < 3mm).

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17
Q

RTQT adjuvante no cec boca.

A

Mesmos anteriores, considerar em:
RT: T3 ou DOI > 4 mm
QT: IAL ou IPN.

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18
Q

Qual é o tratamento inicial para o câncer de lábio?

A

Vermelhectomia.

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19
Q

Ca de lábio: localização.

A

Principalmente em lábio inferior, mais agressivo em lábio superior.

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20
Q

Quais são os locais mais comuns de câncer na orofaringe? Limites orofaringe

A
  • Amígdalas > Base da língua > Palato mole
    Limites: transição do palato mole para o duro, pilares amigdalianos anterioes e “V” lingual.
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21
Q

CEC CCP inoperável

A

Carótida comum, fáscia pre vertebral, espaço mastigatório, mediastino, exanteração bilateral de órbita (relativa)

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22
Q

Qual a diferença entre o CEC de orofaringe/hipofaringe relacionado e não relacionado ao HPV?

A

HPV: melhor prognóstico - HPV 16 e 18.
Geralmente pct sem tabagismo, marcador indireto p16.

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23
Q

Patogenese CEC orofaringe pelo HPV.

A

Proteínas E6 (inativa p53) e E7 (inativa proteína do retinoblastoma).

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24
Q

Qual é o tratamento para câncer na orofaringe/hipofaringe?

A

Geral: responde bem a QTRT e é uma região de difícil acesso cirúrgico.
Modalidades possíveis:
- RTQT
- RT exclusiva ou TORS (tumores iniciais)
- RTQT +/- cx (tumores avançados)

25
Investigação de outros CECs no ca de orofaringe/hipofaringe.
HPV negativo: investigar CCP. HPV positivo: não precisa investigar CCP.
26
O que caracteriza o CEC primário oculto?
Metástase de CEC em 1+ linfonodo na CP sem primário identificado.
27
Como dx e como investigar o CEC oculto?
Dx por PAAF do linfonodo acometido. Principais locais: oro e nasofaringe. Investigar: PET CT (não realizar bx aleatória de mucosa).
28
TTO CEC oculto.
N1: esvaziamento cervical amplo ou RT. N2-3: QT+RT OU esvaziamento + RT.
29
Estadiamento N para CCP.
N1: ipsi único <= 3 cm N2a: único ipsi 3-6 N2b: múltiplos ipsi 3-6 N2c: CL <= 6 cm N3a: > 6cm N3b: ENE+.
30
Qual é o principal fator de risco para câncer de nasofaringe? Principal localização?
EBV. Loc principal: recesso nasofaríngeo (fosseta de Rosenmuller).
31
QC e mx de nasofaringe.
Otite média de repetião, obstrução nasal, epistaxe. Mx: p linfonodal (50% bilateral)
32
TTO ca nasofaringe.
RTQT (cx resgate) Linfadenectomia sempre indicada
33
Comente sobre o nasoangiofibroma juvenil.
Homem jovem, com grande tumor nasofaríngeo. Não pode bx pois sangra muito. TTo cx.
34
Localização e FR para o ca de hipofaringe. Agressividade. Tto.
Loc: seio piriforme FR: Plummer Vinson (anéis esofágicos), def ferro e vit C. Alta metastização. TTO: RTQT, cx para resgate. N0: jugulocarotídeo bilateral.
35
Qual é o local mais comum do câncer de laringe?
Glote (melhor prognóstico, sintomas mais precoces e menor disseminação linfonodal).
36
Quais são as barreiras anatômicas da laringe?
* Membrana quadrangular * Ligamento vocal * Tendão da comissura anterior * Cone elástico * Cartilagens crico e tireo
37
Quais as regiões disseminadoras do ca de laringe?
Supraglote e subglote, espaço pré epiglotico, espaço paraglotico, espaço de reinke, ligamento de broyle.
38
QC CEC laringe
Supra: disfagia Glote: disfonia Infra: dispneia, tosse
39
Estadiamento T do CEC laringe glótico.
T1: pregas vocais móveis T2: paresia T3: paralisia T4: adjacentes
40
TTO cec laringe + pescoço
Tto do pescoço: N+: terapeutico N0: jugulocarotídeo para TODOS, exceto glotico T1 e T2
41
Divisão da parótida.
Superficial e profunda, dividida pelo n. facial.
42
Principais tumores das gll salivares.
Benignos > malignos. Benig: adenoma pleomórfico (raramente bilateral, mais sólida, altamente vascularizada) > tumor de Wathin (bilateral - cistoadenoma papilifero linfomatoso) Malig: carcinoma mucoepidermoide > adenoidecístico
43
Principal localização dos tumores de gll salivares.
Gll salivares menores. Gll peq = malig // gll grande = benigno (regra geral)
44
Qual é a regra geral sobre tumores nas glândulas salivares?
* 80% são benignos * 80% ocorrem na parótida * 80% estão no lobo superficial
45
Dx tumor gll salivares.
USG + PAAF + TC/RNM (estadiamento)
46
Tto CEC parótida.
Parotidectomia superficial se acima do facial (preserva facial) Linfadenectomia se maligno (supraomo-hioide - i ii iii) se N0. RT: se alto grau histológico na peça
47
Complicações pos parotidectomia.
Paralisia facial (mt comum) Sd de Frey (sudorese gustativa - n. auriculotemporal): tto conservador Sd da primeira mordida: contração e dor na parótida durante a alimentação - pode usar botox
48
Ramos do n. facial
Temporal Zigomatico bucal mandibular cervical
49
QC glomus carotídeo (quimiodectoma).
Massa pulsátil com mobilidade horizontal sem vertical = Sinal de Fontaine Paraganglioma carotídeo: massa pulsátil no nível II cervical, móvel laterolateral mas não craniocaudal. Lesão bastante vascularizada.
50
Outros glomus
Glomus jugular: invasão neural, agressivo Glomus timpânico: massa timpanica eritematosa e zumbido pulsatil
51
Classificação do glomus carotídeo.
Shamblin: I: não acomete os vasos carotideos II: acometimento parical III acometimento total
52
Qual é o dx e tratamento para glomus carotídeo?
Dx: angioTC: sinal da lira (afasta as carótidas) Não biopsiar. Tto: Conservador (operar se queixa ou sinais de malignidade => grau II). Sem lifadenectomia.
53
Qual é o procedimento para investigação de nódulo cervical?
Depende da idade: - PAAF: adultos, tabagista, assintomático, com exame ORL normal. Não começar com a PAAF, investigar com outros exames inicialmente (avaliar sítio de tumor primário - se positivo, ir para o tratamento da doença específica com linfadenectomia radical modificada). - Bx excisional: cca (adulto pode ser, mas com manifestações hematológicas ou infecciosas, como febre), refratário a ATB, linfonodo > 2 cm, inflamado. Pensar em linfoma, TB, bactéria ou fungo.
54
CI PAAF cervical.
Lesões vasculares, distúrbio de coagulação
55
Quais são os objetos de risco em ingestão de corpo estranho?
* Bateria de disco * Pontiagudos * Ímãs * Objetos longos > 5 cm
56
Qual é o tratamento para ingestão de corpos estranhos?
Até o duodeno: EDA - Até 2-6h (emergência): obst resp, obj de risco (bateria de disco, ima, obj longo, pontiagudo) - Até 24h (urgencia): sem risco impactados no esôfago Acompanhamento radiográfico: - Objetos sem risco a partir do estômago - Qualquer objeto além do duodeno (mesmo se de risco)
57
Comente sobre o tumor de Warthin.
Cistoadenoma papilífero linfomatoso, forte associação ao tabagismo. Bilateral, preferencialmente cauda da parótida. Sólido-cística, pouco vascularizada.
58
Quando indicar esvaziamento cervical eletivo do lado contralateral ao tumor primário?
Quando ultrapassar a linha média ou em alguns locais: base da língua, supraglote, palato mole e hipofaringe.