Indicações de vacina contra o HPV
Definição de driving pressure
Driving pressure é a pressão elástica pulmonar durante uma pausa inspiratória.
Na VM, no modo controlado por volume, quando vc faz uma pausa inspiratória, você tira a pressão resistiva (que é a pressão do fluxo de ar). O que sobra de pressão ali é a pressão elástica (ou driving pressure) e a PEEP.
Driving pressure = pressão de Plato - PEEP
Definição de Volume-minuto
Vm = volume corrente X FR
A pCO2 depende de quais parâmetros? Quais as estratégias para reduzir a pCO2?
A pCO2 depende do VOLUME-MINUTO (volume corrente X FR)
Para reduzir a pCO2 temos que aumentar o volume minuto. Dá para
aumentar a FR e/ou aumentar o Volume corrente (aumentando pressão inspiratória)
Estratégias para aumentar a pO2 na VM
Aumentar FiO2
Aumentar a PEEP (recrutamento de alvéolos)
Escala de Hunt Hess
AVC hemorrágico.
I - assintomático
II - cefaleia de forte intensidade ou meningismo, sem déficit neurológico (exceto paralisia de nervo craniano)
III - sonolência; déficit neurológico focal
IV - torpor; hemiparesia moderada-grave
V - coma profundo; descerebração
Escala de Fisher
Escala tomográfica de HSA
1 - TC normal; 24% de chance de vaso espasmo
2- TC com sangue < 1mm; 33%
3 - TC com sangue > 1mm; 33%
4 - Hemoventriculo ou hematoma intracerebral; 40%
Como diferenciar uma HSA de um acidente de punção no LCR?
Complicações de HSA
Meta pressórica na HSA
PAS < 160
Pico do ressangramento na HSA
Pico do vasoespasmo na HSA
Tratamento do vasoespasmo no contexto da HSA
Tríade de Cushing
Hipertensão arterial
Alteração respiratória
Bradicardia
*presente na HIC
Reversão do efeito de heparinas e varfarina
Heparinas > protamina
Varfarina > complexo protrombínico + vit K
Beta bloqueadores que mudam mortalidade na IC FEr
Carvedilol
Bisoprolol
Succinato de metoprolol
Paciente ICFEr já com betabloqueador, iECA, espironolactona e dapagliflozina, mantendo CF II-III, FEVE </= 35. ECG sinusal com BRE. Qual a próxima conduta no controle da IC?
Terapia de ressincronização
Paciente ICFEr já com betabloqueador, sacubitril-valsartana, espironolactona e dapagliflozina, mantendo CF II-III e FEVE </= 35%. Afrodescendente. Qual a próxima conduta terapêutica?
Associar hidralazina-nitrato
Paciente ICFEr já com betabloqueador, sacubitril-valsartana, espironolactona e dapagliflozina, mantendo CF II-III e FEVE </= 35%. FC de 75 bpm, SINUSAL. Qual a próxima conduta terapêutica?
Ivabradina
(Medicações otimizadas com FC > 70 sinusal)
Paciente ICFEr já com betabloqueador, sacubitril-valsartana, espironolactona e dapagliflozina, mantendo CF II-III. FEVE de 30-35%. Qual o próximo passo no controle da IC desse paciente?
CDI
(não muda sintomas, mas previne morte súbita)
Paciente ICFEr já com betabloqueador, sacubitril-valsartana, espironolactona e dapagliflozina, mantendo CF II-III e FEVE </= 45% com FA. Qual a conduta terapêutica?
Digoxina
Qual a indicação de iniciar sacubitril-valsartana na IC?
Está indicando em substituição ao iECA ou BRA nos pacientes que se mantém sintomáticos com doses otimizadas de vasodilatação (iECA/BRA), betabloq e espironolactona
Em que momento se incia o rastreamento de retinopatia diabética?
Como se classifica a retinopatia diabética?
Como se faz o rastreamento de neuropatia diabética? Como o teste do monofilamento entra nesse contexto?
É avaliada sensibilidade dolorosa fina, sensibilidade térmica, sensibilidade vibratória e sensibilidade grossa (reflexo aquileu)
O teste dos monofilamentos tem relação com risco de ÚLCERA; ele avalia uma sensibilidade mais grossa, ou seja, mais tardia (alto risco se 2 ou mais pontos alterados)