Graus de choque hipovolêmico e características principais
Sinal de chance - pensar em que?
Sinal de chance é o sinal de marca do cinto de segurança no trauma abdominal
Pensar em fratura de chance (fratura transversa do corpo vertebral), lesão de retroperitonio e lesão de alça intestinal
Definição e tratamento de tórax instável
Fratura de pelo menos 2 arcos costais em pelo menos 2 locais diferentes
Tto: internação, analgesia, fisioterapia respiratória, não hiperidratar.
Fixação de arcos costais é muito rara
Manobra de Pringle
Clampeamento do ducto hepático (ligamento contendo artéria hepática, veia porta e ducto hepático comum) para parar sangramento e identificar origem do sangramento
Se o sgto não parar > vem da veia hepática ou cava retro hepática
Indicações de laparotomia de urgência no trauma abdominal contuso
Indicações de laparotomia de urgência no trauma abdominal penetrante
Trauma abdominal contuso sem indicação imediata de laparotomia. Conduta?
TC
Trauma abdominal penetrante por arma branca sem indicação imediata de cirurgia. Conduta?
Depende do local.
Conduta no trauma de região toraco-abdominal
Laparoscopia ou toracoscopia
FAF abdominal. Qual a conduta?
É cirúrgico (instável, peritonite, evisceração, não respondedor, hematemese, sangue retal)? Laparotomia
Não é cirúrgico? TC com contraste para ver trajeto; considerar laparoscopia
Manobra BURP
Na cartilagem tireoide -
backwards, upwards, rightwards pressure
Finalidade é facilitar IOT (visualizar cordas vocais)
Manobra de Sellick
Pressão na cartilagem cricoide para evitar aspiração na IOT
PAS mínima para criança no contexto de trauma
70 + 2x idade
Indicações de cirurgia no trauma renal em paciente ESTÁVEL
Sinais e sintomas de lesão de esôfago no contexto do trauma
Pneumomediastino (geralm. achado)
Derrame pleural
Disfagia
Hematemese
Sinais e sintomas de lesão de traqueia ou brônquio fonte no trauma
Pneumomediastino
Enfisema subcutâneo
Estridor
Dispneia
*Instavel > cirurgia
*Estavel e assintomático > observar; considerar broncoscopia e endoscopia (ddx lesão de esôfago)
Na toracotomia de emergência, qual a via de acesso preferencial?
Anterolateral E
Classificação do trauma de aorta
Principal local de acometimento no trauma de aorta
Aorta descendente, altura do ligamento arterioso
Indicações de ácido tranexâmico no trauma
Classificação de Gustillo Anderson (fratura exposta)
Leva em conta 3 parâmetros: desvitalização do osso; grau de contaminação do isso; tamanho do ferimento
Tipo I - < 1cm / baixa contaminação/ baixa desvitalização
Tipo II - 1-10cm / contaminação e desvitalização moderadas
Tipo III - > 10cm / alto grau de contaminação e desvitalização
> IIIa - cobertura é possível
> IIIb - cobertura primária não é possível (geralmente vai precisar de cirurgia de redução de danos e depois precisa de cirurgia plástica)
> IIIc - reparo vascular necessário (quando tem lesão vascular, corrige primeiro o osso e, depois, o vaso)
Volume inicial na transfusão sanguínea em trauma infantil
10 ml/kg
Quando fazer janela pericárdica subxifoídea?
Na dúvida diagnóstica (de tamponamento). Por exemplo, um paciente com trauma na área de Ziegler, mas que está estável, sem choque obstrutivo
Manobras de acesso ao retroperitôneo no trauma abdominal
Manobra de Mattox > acessa zona I e zona II esquerdas
Manobra de Cattel-Braasch > acessa zona II direita