Fisiopatologia da doenca
Com o tempo se formam estrias gordurosas à medida que ocorre inflamação no corpo
Desenvolve placa fibroadiposa que se torna uma placa avançada podendo estenosar o vaso e evoluindo a partir do momento em que ocorre uma reação inflamatória local, gerando morte celular e a aumento da placa
A doença pode virar 3 coisas
Placa/tormbo se desenvolve e enfraquece as camadas arteriais formando aneurismas
Oclusão por trombos - ferida recruta plaquetas e faz coagulação local, o que acaba entupindo a luz do vaso por coagulação desordenada
Estenose
Qual a principal etiologia
Arteriosclerose
Fatores de riscos
Homem
>50 anos
ITB < ou = 0,9
Tabagismo
Diabetes
O que é a claudicação intermitente
Sensação progressiva de fadiga, ardor, constrição, dor tipo câimbra que ocorre apos uma distância reprodutível de caminhada e que alivia com repouso, secundaria a perfusão arterial insuficiente
Isquemia critica o quie é
Dor em repouso ou ulceração/ gangrena + pressão sistólica absoluta no tornozelo <50 mmHg ou ITB < 0,40
O paciente com isquemia crítica tem dor como
Dor em repouso
Como é o prognostico da isquemia crítica
Amputação - 40%
Mortalidade em 6 meses - 20%
Como é a ulcera venosa
Localização:
Dor:
Fundo:
Bordas:
Pulsos:
Clínicas
Localização: Terço distal da perna (gaiter area), perimaleolar
Dor: moderada, reduzida com drenagem postural
Fundo: tecido de granulação, úmido por conter fbirina
Bordas: eritematosas, inflamadas, elevadas
Pulsos: presente
Clínicas: sintomas e sinais de DVC: varizes dos MMII
Como é a ulcera arterial
Localização:
Dor:
Fundo:
Bordas:
Pulsos:
Clínicas
Localização: deods, regiões de tensão ossea
Dor: intensa
Fundo: seco, sem granulação, reduzida, necrose. Se profunda, tendões, exposição óssea
Bordas: anguladas, bem demarcadas
Pulsos: -
Clínicas: história e FR de claudicação intermitente, ausência de pulso, pele circundante seca
Ulcera neuropatica
Localização:
Dor:
Fundo:
Bordas:
Pulsos:
Clínicas
Localização: regiões de pressão
Dor: -
Fundo: exsudato exuberante
Bordas: bem demarcadas, por vezes profundas
Pulsos: ++
Clínicas: DM mal controlada, sinais inflamatórios exuberantes
Índice tornozelo braquial
> 0,9 sem isquemica
0,5 - 0,9: claudicação
<0,5 isquemia crítica
Qual método mais empregado
Eco-doppler (ultrassonografia)
O eco permite o que
Fornecer informacoes cada vez mais precisas sobre a geometria das lesões, a estrutura fisica d a parede arterial, das relações anatômica, o conteúdo arterial e sobretudo sobre o região circulatório ao nível da lesão e a distancia no território irrigado
No USG de Doppler como se observa a velocidade do fluxo
Aumetno na velocidade do fluxo onde estao as placas de ateroma
Depois do estreitamento tem uma lentificacao do fluxo
Quando se usa a angio TC 3D
Para planejamento cirúrgico
Qual é um problema da angio TC
Superestima as estenose
Qual o exame padrão ouro
Arteriografia
A arteriografia avalia o que
O local da obstrução e seu leito distal para planejamento de revasc
Estados clínicos da isquemia
Classificação leriche/fotaine Rutherford. Descrição
I - 0 - com DAP mas assintomático
IIa - 1 - claudicação leve
IIb - 2 - claudicação moderada
- 3 - claudicação severa
III - 4 - dor em repouso
IV - 5 - lesão trofica minor
- 6 - lesão trofica major
Sobre a claudicação intermitente fale sobre a etiologia, características da dor e localização/ apresentação
Perfusão arterial insuficiente para suprir necessidades musculares
Fadiga, ardência, aperto, dor, câimbra
Glúteos, coxa, panturrilha
Piora no exercício e melhora no repouso
Sobre a claudicação neurogenica fale sobre a etiologia, características da dor e localização/ apresentação
Compressão neurológica a nível lombosacro
Tipo choque elétrico, parestesia e dormência
Desde a região glútea ate o pé
Piora em ortostase
Alívio: repouso,
Sobre a claudicação venosa fale sobre a etiologia, características da dor e localização/ apresentação
Oclusão venosa proximal
Sensação de peso
Ingurgitametno
Dos estados clínicos da isquemia crônicas quais sao de tratamento clínico
I, IIa, IIb
0,1,2