Qual a forma mais comum de esclerodermia localizada?
Placas/morfeia.
Faixa etária típica da morfeia em placas?
20–50 anos.
Qual forma de esclerodermia localizada costuma ter poucas lesões?
Morfeia em placas.
Qual forma de esclerodermia localizada acomete planos mais profundos e causa sequelas?
Segmentar.
Qual região clássica da esclerodermia linear/segmentar?
Fronte (golpe de sabre).
Síndrome associada à esclerodermia segmentar com atrofia hemifacial progressiva?
Síndrome de Parry-Romberg.
Qual anticorpo é típico da forma limitada/CREST?
Anti-centrômero. “ANTISCENTRÔMERO”
Mnemônico CREST — cite os componentes.
Calcinose, Raynaud, Esofagopatia, Esclerodactilia, Telangiectasias.
Qual anticorpo associa-se à forma difusa da esclerose sistêmica?
Anti-topoisomerase I (Anti-Scl70). Mnemônico: topo lembra sistêmico
Anti-Scl70 aumenta risco de qual complicação?
Doença pulmonar intersticial.
Qual complicação grave renal pode ocorrer na esclerose sistêmica e ser precipitada por CTC?
Crise renal esclerodérmica.
Tratamento de primeira linha para fenômeno de Raynaud?
Nifedipina.
O que MTX faz além da imunossupressão na esclerodermia?
Inibe proliferação de fibroblastos e bloqueia síntese de anti-Scl70.
Qual imunossupressor inibe proliferação de fibroblastos e é usado na esclerodermia sistêmica?
Ciclofosfamida.
Quando usar CTC sistêmico na esclerodermia localizada?
Fase inicial inflamatória (halos eritematosos) ou na segmentar para prevenir sequelas.
Fototerapia (UVA/UVB) age como na esclerodermia?
Atua na neocolagênese e reduz fibrose.