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PROERITROBLASTO
Tamanho: 12-20 uM
Citoplasma: Intensamente basofílico com halo claro ao redor do núcleo. Pode apresentar Golgi. Pode exibir extrusões citoplasmáticas (seta)
Nucleo: Grande e arredondado, com cromatina frouxa e nucléolos
Relação N/C: 8:1
Frequencia MO: 1%
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ERITROBLASTO BASOFÍLICO
Tamanho: 10-15 uM
Citoplasma: Mais basofílico devido ao início da hemoglobinização e alta presença de RNA
Nucleo: Circular a levemente oval, com cromatina levemente condensada e 0-1 nucléolos
Relação N/C: 6/1
Frequencia MO: 1-4%
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ERITROBLASTO POLICROMÁTICO
Tamanho: 10-12 uM
Citoplasma: Cinza-azul, como resultado da hemoglobinização, mas menos azul que o eritroblasto basofílico. Policromático pela acidofilia da hemoglobina e basofilia do RNA
Núcleo: Cromatina consensada, com nucleolos ausentes, com aspecto de tabuleiro de chadrez (“checkerbord”) ou “em salame”
Relação N/C: 4/1
Frequencia MO: 10-20%
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ERITROBLASTO ORTOCROMÁTICO
Tamanho: 10-12 uM
Citoplasma: Coloração mais rósea que azul (alta quantidade de hemoglobina, mais semelhante a hemácia madura)
Núcleo: Circular, pequeno e denso, geralmente excêntrico, com cromatina fortemente condensada
Relação N/C: 0,5/1
Frequencia MO:: 5-10%
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RETICULÓCITOS
Essa célula não apresenta núcleo e tem um tempo de maturação médio de 18h antes de se transformar em hemácia madura.
Mantém uma capacidade residual de sintetizar proteínas e mitocôndrias.
O reticulócitos mantem vestígios de RNA, responsável pela POLICROMASIA.
São melhores obervadas apenas na coloração com azul de cresil brilhante
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HEMÁCIA POLICROMÁTICA
A hemácia policromática pode representar reticulócitos na coloração habitual. Os reticulócitos apresentam vestígios de RNA após a expulsão do núcleo, tornando a célula mais basofílica que uma hemácia normal, mas sem nucleo para diferenciar de eritroblasto ortocromático (já expulso).
Para definir como reticulócito o ideal é a coloração com azul de cresil brilhante
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HIPOCROMIA
Na hipocromia os níveis hematimétricos HCM e CHCM estão baixos, confirmando a baixa concentração de hemoglobina na célula e produzindo hemácias menos coradas que o normal.
Na hematoscopia, observa-se um aumento do halo central da hemácia. Também conhecida como “hemácia fantasma”
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ESFERÓCITOS
É uma hemácia extremamente compata com forma esférica e geralmente pequena.
No hemograma quando há esferocitose há aumento evidente de CHCM (concentração de hemoglobina corpuscular média)
No ESP destacam-se pela coloração intensa laranja-vermelho e por não formarem rouleaux eritrocitário. Além disso, apresentam aspecto redondo bem formado
Os esferócitos podem ser formados por defeito na espectrina (esferocitose hereditária), por traumatismo físico ou quando a hemácia entra em processo de apoptose.
Causas de esferocitose:
- Esferocitose hereditária
- AHAI
- Sepse por clostridium
- Picadas de cobra
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DACRIÓCITOS
Observada com maior frequência na mielofibrose. Após esplenectomia, os dacriócitos diminuem muito, indicando a existencia de hematopoese extramedular.
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ELIPTÓCITO
A morfologia característica do eliptócito deve-se a um defeito na proteína de membrana espectrina. A hemácia com esse defeito perde a elasticidade normal e, quando passa em um vaso sanguíneo de pequeno calibre, deforma-se e não volta mais ao formato normal, tornando-se um eliptócito.
A existência de um grande número de eliptócitos no SP sugere uma anormalidade genética chamada de “eliptocitose hereditária” (25-90% de eliptócitos)
Eliptócitos em número < 10% são vistos em algumas talassemias, anemias megaloblásticas e anormalidades enzimáticas herdadas, além de aparecer em pacientes com hepatite C e deficiencia de ferro
É importante diferenciar o eliptócito do ovalócitos, com a ideia de que:
- Eliptócito: Eixo longo > 2x eixo curto
- Ovalócito: Eixo longo < 2x eixo curto
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OVALÓCITO / MACRO-OVALÓCITO
Alteração de membrana celular que pode ser genética ou não.
Ovalocitose hereditária: Anemia hemolítica de defeito de membrana mais comum no sudoeste asiático
Pode ser obervada em pequena quantidade raramente em algumas anemias.
É importante diferenciar o eliptócito do ovalócitos, com a ideia de que:
- Eliptócito: Eixo longo > 2x eixo curto
- Ovalócito: Eixo longo < 2x eixo curto
O macro-ovalócito é uma hemácia observada frequentemente no SP de pacientes com anemia megaloblástica. Em geral é uma hemácia policromática, com tom azul-acinzentado. Aprtesenta tamanho aumentado e policromática pela deficiencia de acido folico e B12 que são essenciais para a hematopoiese normal.
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ESQUIZÓCITOS
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ESQUIZÓCITOS EM CAPACETE
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FRAGMENTOS DE HEMÁCIAS
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ACANTÓCITOS
Podem ser encontrados em:
- Cirroses
- Anemias hemolíticas associadas ao fígado
- Heparina
- Hepatites
- Pós esplenectomia
- Abetalipoproteinemia
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DREPANÓCITO
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HEMÁCIA FUSIFORME
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HEMÁCIAS EM ALVO
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EQUINÓCITO / HEMÁCIA CRENADA
Principais causas:
- Baixa concentração de ácido graxo
- Tratamento com heparina
- Uremia
- Hepatopatias
- Insuficiencia renal
- SHU
- Câncer
- Úlcera peptica
- Deficiencia de piruvato quinase
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ESTOMATÓCITO
Possíveis causas:
- Alcoolismo agudo
- Cirrose hepática
- Estomatocitose hereditária
- Talassemias menores
- Intoxicação por chumbo
- Mononucleose
Muito comum aparecer em áreas isoladas da lamina como artefato da confecção
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HEMÁCIA EM BOLHA
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QUERATÓCITOS
Principais causas:
- Deficiencia de G6PD
- MAT
- Nefropatias pós transplante
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PICNÓCITOS
Principais causas:
- Deficiencia G6PD
- Anemia hemolítica intravascular
- MAT
Deficiencia hereditária de lipoproteínas
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HEMÁCIAS BORRADAS