Gestão de risco Flashcards

(57 cards)

1
Q

O que é Gestão de Riscos, de acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU)?

A

É um conjunto de atividades coordenadas para identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar riscos, visando conferir razoável segurança quanto ao alcance dos objetivos.

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2
Q

Qual a definição de risco para a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ)?

A

Risco é o efeito (positivo ou negativo) da incerteza nos processos, sistemas e decisões, causando variáveis (esperadas ou inesperadas) em seu desempenho frente aos objetivos das partes interessadas de uma determinada organização.

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3
Q

Como a Norma Brasileira ISO 31000 define risco?

A

Risco é o efeito da incerteza dos objetivos.

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4
Q

O que o Tribunal de Contas da União (TCU) entende por “risco” e “oportunidade” em seu Manual de Gestão de Riscos (2020)?

A

Risco: A combinação entre a probabilidade de um evento ocorrer e os impactos negativos gerados por ele.
Oportunidade: A possibilidade de um evento afetar positivamente o alcance de objetivos.

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5
Q

Qual a fórmula básica para expressar o risco?

A

Risco = probabilidade de ocorrência + impactos

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6
Q

Por que as organizações se preocupam em identificar e avaliar os riscos?

A

Porque existem processos primários que, se afetados pelos riscos, podem trazer grandes prejuízos. É preciso identificar em que processos os riscos aparecem e, se estiverem nos principais, o gerenciamento deve ser mais preocupante.

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7
Q

O que a Norma Brasileira ISO 31000 entende por Gestão de Riscos e por “gerenciar riscos”?

A

Gestão de Riscos: Refere-se à arquitetura (princípios, estrutura e processo) para gerenciar riscos eficazmente.
Gerenciar Riscos: Refere-se à aplicação dessa arquitetura para riscos específicos.

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8
Q

Qual a relação entre a Gestão de Riscos e o Decreto nº 9.203/17, que dispõe sobre a política de governança da administração pública federal?

A

O Decreto nº 9.203/17 (Art. 17) estabelece que a alta administração das organizações da administração pública federal direta, autárquica e fundacional deve estabelecer, manter, monitorar e aprimorar um sistema de gestão de riscos e controles internos para identificar, avaliar, tratar, monitorar e analisar criticamente riscos que possam impactar a implementação da estratégia e a consecução dos objetivos.

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9
Q

Como o Decreto nº 9.203/17 (art. 2º, inciso IV) define Gestão de Riscos?

A

É o processo de natureza permanente, estabelecido, direcionado e monitorado pela alta administração, que contempla as atividades de identificar, avaliar e gerenciar potenciais eventos que possam afetar a organização, destinado a fornecer segurança razoável quanto à realização de seus objetivos.

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10
Q

Qual a importância da Gestão de Riscos para o Tribunal de Contas da União (TCU)?

A

O TCU associa a Gestão de Riscos ao princípio constitucional da eficiência, pois sua implementação proporciona ganhos na entrega de resultados e alcance de objetivos institucionais. Ela auxilia na tomada de decisões racionais, aumenta a capacidade da organização de lidar com eventos inesperados, estimula a transparência, favorece o uso eficiente dos recursos e fortalece a imagem da instituição.

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11
Q

Quais são os motivos e objetivos que levam as organizações a adotar a Gestão de Riscos?

A

Alinhar a disponibilidade para assumir riscos com a estratégia organizacional (o quanto a organização está disposta a correr riscos).
Desenhar decisões em resposta aos riscos (delinear estratégias para minimizar probabilidade ou impacto).
Redução de surpresas e prejuízos (ter uma atitude proativa).
Identificar e gerenciar múltiplos riscos (organizações são sistemas complexos e riscos não são isolados).
Aproveitar oportunidades (riscos podem ter impactos positivos).
Otimizar o uso do capital (lidar com prejuízos pode ser mais caro que gerenciar riscos).

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12
Q

Quais são as etapas do Processo de Gestão de Riscos?

A

O processo de gestão de riscos compreende as seguintes etapas:
1. Estabelecimento do Contexto
2. Identificação dos Riscos
3. Análise de Riscos
4. Avaliação de Riscos
5. Tratamento de Riscos
6. Monitoramento e Análise Crítica
7. Comunicação (permeia todas as fases)

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13
Q

O que envolve o Estabelecimento do Contexto no processo de Gestão de Riscos?

A

Envolve o entendimento da organização, seus objetivos e o ambiente (incluindo controle interno) onde os objetivos são perseguidos. O objetivo é ter uma visão abrangente dos fatores que podem influenciar a capacidade da organização de atingir seus objetivos e fornecer parâmetros para as atividades subsequentes da gestão de riscos.

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14
Q

Quais são as ações que a organização realiza ao estabelecer o contexto?

A

Ao estabelecer o contexto, a organização:
Articula seus objetivos.
Define os parâmetros externos e internos a serem considerados ao gerenciar riscos.
Estabelece o escopo e os critérios de risco para o restante do processo.

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15
Q

O que é “contexto” na gestão de riscos?

A

Contexto é o ambiente no qual a organização busca atingir os seus objetivos. A gestão de riscos ocorre no contexto dos objetivos da organização, abrangendo a identificação dos fatores ambientais (internos e externos) e das partes interessadas.

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16
Q

O que é a Identificação dos Riscos no processo de Gestão de Riscos?

A

É o processo de busca, reconhecimento e descrição dos riscos. O objetivo é produzir uma lista abrangente de riscos, incluindo fontes e eventos que possam impactar o alcance dos objetivos identificados na etapa de estabelecimento do contexto.

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17
Q

Quais são as formas de identificar riscos?

A

Dados históricos
Análises teóricas
Opiniões de pessoas informadas e especialistas
Necessidades das partes interessadas
Ferramentas e técnicas incluem: abordagem top-down, brainstorming, entrevistas e Análise de Listas de Verificação de Riscos.

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18
Q

O que é a Análise de Riscos no processo de Gestão de Riscos?

A

É o processo de compreender a natureza e determinar o nível de risco, a fim de subsidiar a avaliação e o tratamento de riscos. Inclui a apreciação das causas e fontes de riscos, suas consequências (positivas e negativas) e a probabilidade de ocorrência.

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19
Q

Como o nível do risco é expresso na análise de riscos?

A

O nível do risco é expresso pela combinação da probabilidade de ocorrência do evento e das consequências resultantes caso o evento realmente ocorra. O resultado é uma classificação para a probabilidade e o impacto de cada risco identificado.

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20
Q

Quais são os tipos de métodos de análise de riscos?

A

A análise de riscos pode ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa, ou uma combinação destas.

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21
Q

Explique os Métodos Qualitativos de Análise de Riscos.

A

Definem o impacto, a probabilidade e o nível de risco por qualificadores como “alto”, “médio” e “baixo”, com base na percepção das pessoas. São geralmente utilizados para uma avaliação inicial ou quando não se exige precisão quantitativa.

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22
Q

Explique os Métodos Semiquantitativos de Análise de Riscos.

A

Usam escalas numéricas previamente convencionadas para mensurar a consequência e a probabilidade, que são combinados por meio de uma fórmula para produzir o nível de risco. As escalas podem ser lineares, logarítmicas ou de outros tipos.

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23
Q

Explique os Métodos Quantitativos de Análise de Riscos.

A

Estimam valores para as consequências e suas probabilidades a partir de valores práticos e calculam o nível de risco com base em unidades específicas definidas no desenvolvimento do contexto. Necessitam de dados factuais, o que nem sempre é possível.

24
Q

O que é Nível de Risco Inerente (NRI)?

A

É o nível de risco antes da consideração das respostas que a organização adota para reduzir a probabilidade do evento ou seus impactos nos objetivos, incluindo controles internos. Resulta da combinação da probabilidade com o impacto.

25
O que é Nível de Risco Residual?
É o risco que ainda permanece depois de considerado o efeito das respostas adotadas pela gestão para reduzir a probabilidade e o impacto dos riscos, incluindo controles internos e outras ações.
26
O que é a Matriz de Risco (Matriz de Probabilidade/Consequência)?
É uma matriz que cruza dois eixos (consequências/impactos e probabilidades) para classificar os riscos. Permite visualizar o nível do risco (trivial, moderado, intolerável) com base na combinação de probabilidade (baixa, média, alta) e impacto (insignificante, moderado, catástrofe).
27
Quais são as classificações dos riscos na Matriz de Risco (3x3)?
Triviais: A organização não precisa se preocupar. Moderados: Necessário que a organização analise e monitore as respostas. Intoleráveis: A organização deve evitar e buscar respostas para contorná-los.
28
O que é "Apetite de Risco"?
É a quantidade de risco considerado aceitável pela organização.
29
O que é a Avaliação de Riscos no processo de Gestão de Riscos?
É a comparação do nível de risco com os critérios estabelecidos no contexto, para determinar se o risco é aceitável ou tolerável, ou se algum tratamento é exigido. Seu objetivo é auxiliar na tomada de decisões sobre quais riscos necessitam de tratamento e a prioridade para sua implementação.
30
Quais ações a Norma ISO 31000 sugere como "ação adicional" após a avaliação de riscos?
Fazer mais nada. Considerar as opções de tratamento de riscos. Realizar análises adicionais para melhor compreender os riscos. Manter os controles existentes. Reconsiderar os objetivos.
31
O que é o Tratamento de Riscos?
É a identificação e seleção de alternativas de respostas aos riscos, através da escolha de uma ou mais opções que modifiquem o nível de cada risco. Envolve também a elaboração de planos de tratamento que proporcionam controles novos ou modificam os existentes.
32
Quais são as principais opções de tratamento de riscos?
Evitar o risco: Decisão de não iniciar, descontinuar a atividade ou desfazer-se do objeto sujeito ao risco. Reduzir ou mitigar o risco: Adotar medidas para diminuir a probabilidade ou a consequência dos riscos, ou ambos. Compartilhar ou transferir o risco: Transferir ou compartilhar parte do risco, por exemplo, por meio de seguros ou terceirização. Aceitar ou tolerar o risco: Não tomar nenhuma medida para alterar a probabilidade ou a consequência do risco, geralmente porque está dentro do nível de tolerância da organização, a capacidade de ação é limitada ou o custo de ação é desproporcional ao benefício. Pode ser passivo ou ativo.
33
Quais são as respostas positivas aos riscos (relacionadas a oportunidades)?
Prevenção e redução dos danos: Diminuição da probabilidade de ocorrência e/ou diminuição do impacto esperado. Capacitação: Avaliar a capacidade da organização de lidar com os riscos (identificar, antecipar, mensurar, monitorar e mitigar). Compartilhar: Alocar responsabilidade de uma oportunidade a um terceiro com maior capacidade de explorá-la. Melhorar: Maximizar a probabilidade de obter desfechos positivos. Explorar: Adotada para riscos com impactos positivos quando a organização deseja garantir que a oportunidade seja concretizada.
34
O que é o Monitoramento e Análise Crítica no processo de Gestão de Riscos?
Corresponde à verificação, supervisão, observação crítica ou identificação da situação, executadas de forma contínua, para identificar mudanças no nível de desempenho requerido ou esperado.
35
Quais são os objetivos do Monitoramento e Análise Crítica?
Detectar mudanças no contexto (externo e interno), nos critérios e no próprio risco, que podem requerer revisão dos tratamentos e prioridades, e identificar riscos emergentes. Obter informações adicionais para melhorar a política, a estrutura e o processo de gestão de riscos. Analisar eventos ("quase incidentes"), mudanças, tendências, sucessos e fracassos e aprender com eles. Assegurar que os controles sejam eficazes e eficientes no projeto e na operação.
36
Qual o papel da Comunicação na Gestão de Riscos?
A comunicação são processos contínuos e iterativos que uma organização conduz para fornecer, compartilhar ou obter informações e se envolver em diálogo com as partes interessadas e outros, com relação ao gerenciamento de riscos. Ela permeia todo o processo de gestão de riscos e não é necessariamente uma etapa isolada.
37
Quais são os Princípios da Gestão de Riscos, conforme a ISO 31000?
Cria e protege valor. É parte integrante de todos os processos organizacionais. É parte da tomada de decisões. Aborda explicitamente a incerteza. É sistemática, estruturada e oportuna. Baseia-se nas melhores informações disponíveis. É feita sob medida (alinhada ao contexto e perfil de risco). Considera fatores humanos e culturais. É transparente e inclusiva. É dinâmica, iterativa e capaz de reagir a mudanças. Facilita a melhoria contínua da organização.
38
Quais são os Modelos de Gestão de Riscos mais cobrados pelas bancas?
Os modelos mais explorados são: COSO-IC (COSO I) COSO-ERM (COSO II) ISO 31000 INTOSAI - Guias GOV 9100 e GOV 9130 KING III - King Code of Governance Principles The Institute of Internal Auditors (IIA) - As Três Linhas de Defesa O Livro Laranja (The Orange Book) Ferma - Padrão de Gestão de Riscos ISACA/Cobit 5
39
Qual o objetivo do modelo COSO-IC (COSO I)?
Publicado em 1992, o COSO-IC (Internal Control - Integrated Framework) tem como objetivo orientar as organizações quanto a princípios e boas práticas de controle interno, assegurando a produção de relatórios financeiros confiáveis e a prevenção de fraudes.
40
Como o controle interno é definido no COSO-IC?
O controle interno é definido como "processo implementado pelos gestores para mitigar riscos e alcançar objetivos".
41
Quais são as três "faces" visíveis que representam o modelo COSO-IC (COSO I)?
Face I (Tipos de Objetivos): Operacionais, assegurar relatórios financeiros confiáveis e assegurar conformidade legal/regulatória. Face II (Níveis da Estrutura Organizacional): Unidade, divisão, etc. Face III (Componentes): Ambiente de controle, análise de riscos, atividades de controle, informação e comunicação e monitoração.
42
Qual o foco principal do COSO-IC?
O foco do COSO-IC está no processo de controle interno da organização, e a avaliação de riscos é apenas um componente. Não contempla todas as atividades e aspectos importantes para um processo completo de gestão de riscos.
43
Qual o objetivo do modelo COSO-ERM (COSO II)?
O COSO-ERM (Enterprise Risk Management - Integrated Framework) tem como objetivo orientar as organizações no estabelecimento de um processo de gestão de riscos corporativos, abrangendo todo o escopo do COSO I e incorporando ferramentas complementares de gestão de riscos.
44
Qual a principal diferença entre o COSO-IC e o COSO-ERM?
Enquanto o COSO-IC foca no controle interno, o COSO-ERM é mais abrangente, incorporando o COSO-IC e aplicando a gestão de riscos não só nas atividades operacionais, administrativas e de suporte, mas também nas atividades de planejamento estratégico da organização.
45
Quais conceitos o COSO-ERM introduz?
O COSO-ERM introduz conceitos como: Apetite a risco: Montante de risco que a organização se dispõe a aceitar na criação de valor.
46
Quais conceitos o COSO-ERM introduz?
O COSO-ERM introduz conceitos como: Apetite a risco: Montante de risco que a organização se dispõe a aceitar na criação de valor. Tolerância a riscos: Nível de variação aceitável no alcance de um certo objetivo.
47
Quais foram as mudanças do COSO-ERM em sua atualização de 2017?
O COSO-ERM (2017) adotou princípios, simplificou definições, enfatizou o papel da cultura e melhorou o foco no valor. Destaca a importância de considerar os riscos no estabelecimento da estratégia e na melhoria da performance. Reduziu de oito para cinco os componentes da gestão de riscos.
48
Quais são os cinco componentes do COSO-ERM (2017) para a gestão de riscos?
1. Governança e cultura 2. Estratégia e definição de objetivos 3. Desempenho 4. Revisão e correção 5. Informação, comunicação e reporte
49
Qual o propósito da Norma ISO 31000 - Guia de Gestão de Riscos (publicada em 2009)?
Ela provê princípios e boas práticas para um processo de gestão de riscos corporativos, aplicável a organizações de qualquer setor, atividade e tamanho. É uma norma geral que serve como guia para gerenciar qualquer tipo de risco.
50
Quais são os objetivos dos Guias INTOSAI - GOV 9100 (2004) e GOV 9130 (2007)?
O Guia GOV 9100 objetivou disponibilizar um modelo de controle interno no setor público e fornecer uma base para sua avaliação. O Guia GOV 9130 o complementou com informações adicionais. Estes guias adaptam os modelos COSO I e COSO II para uso no setor público.
51
O que é o modelo KING III - King Code of Governance Principles?
É um modelo de governança corporativa da África do Sul que apresenta um modelo formalizado de "Governança dos riscos". Prevê a realização obrigatória de ao menos uma avaliação de riscos por ano e incorpora elementos de governança dos riscos de Tecnologia da Informação no sistema de governança de riscos corporativo.
52
O que o The Institute of Internal Auditors (IIA) propõe em "As Três Linhas de Defesa no Gerenciamento Eficaz de Riscos e Controles"?
Publicado em 2012, este guia visa esclarecer os papéis e responsabilidades essenciais no gerenciamento de riscos e controle, dividindo-os em três linhas: Primeira Linha: Gerência operacional (gerenciam e têm propriedade de riscos). Segunda Linha: Funções de controle de riscos e supervisão de conformidade (supervisionam riscos). Terceira Linha: Auditoria interna (fornece avaliações independentes e objetivas).
53
Qual a função principal da auditoria interna na abordagem das Três Linhas de Defesa?
Prover avaliações independentes sobre a eficácia da governança, do gerenciamento de riscos e dos controles internos, incluindo a forma como a primeira e a segunda linhas de defesa alcançam os objetivos de gerenciamento de riscos e controle.
54
O que é O Livro Laranja (The Orange Book)?
É um guia publicado em 2001 pelo HM Treasury (Reino Unido) que provê um modelo de gestão de riscos. Ele auxilia no desenvolvimento de políticas institucionais sobre o tema e é aplicável em diversos níveis, desde a organização como um todo até projetos ou operações.
55
Quais os tipos de apetite de risco que o Livro Laranja define?
Apetite de risco corporativo: Montante de risco aceitável, definido pela alta administração. Apetite de risco delegado: Semelhante ao anterior, mas definido no âmbito das unidades e divisões organizacionais. Apetite de risco de projeto: Definido para um projeto específico.
56
Qual o objetivo do Ferma - Padrão de Gestão de Riscos?
O guia "Risk Management Standard", publicado em 2003 pela Ferma (Federation of European Risk Management Association), é resultado de um esforço para a adoção da gestão de riscos em diversas organizações, incluindo o setor público. Apresenta princípios e orientações para a gestão de riscos.
57
O que é o ISACA/COBIT 5 em relação à gestão de riscos?
O COBIT é um framework para a governança e gestão de Tecnologia da Informação (TI). O modelo atual (COBIT 5) propõe um modelo completo para a governança e gestão corporativas de TI, apoiando na definição e alcance de objetivos de negócio relacionados com TI. Muitos de seus processos estão relacionados à gestão de riscos ("Garantir a otimização do risco" e "Gerenciar riscos"). A ISACA também publicou o guia "Cobit 5 for Risk" com práticas para gestão de riscos de TI.