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(16 cards)

1
Q

Quais os valores de prolactina que sugerem prolactinoma?

A

PRL >100 ng/mL → forte suspeita; >200 ng/mL → praticamente diagnóstico. Valores <100 exigem investigação de causas secundárias.

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2
Q

Quais exames devem ser feitos na suspeita de prolactinoma?

A

Confirmar PRL elevada, excluir causas secundárias (TSH, creatinina, β-hCG, fármacos) e fazer RM de sela túrcica com contraste.

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3
Q

Quais são as principais causas não tumorais de hiperprolactinemia?

A

Gravidez, hipotireoidismo primário (↑TRH), insuficiência renal, fármacos dopaminérgicos, macroprolactina, estresse.

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4
Q

Qual é o tratamento de escolha para prolactinoma?

A

Agonista dopaminérgico — Cabergolina é a droga preferida (melhor eficácia e tolerância); Bromocriptina se gestante ou intolerância.

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5
Q

Como manejar o prolactinoma na gestação?

A

Suspender Cabergolina ao confirmar gestação (microadenoma). Manter apenas se macroadenoma com risco compressivo; realizar RM se sintomas visuais.

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6
Q

Quais sao as drogas relacionadas à hiperprolactinemia?

A

Antipsicóticos
Anti-depressivos triciclicos
Metoclopramida
Verapamil
Opioides

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7
Q

Quando o tratamento da hiperprolactinemia é sempre indicado?

A

Em casos de sintomas clínicos, macroprolactinoma, compressão quiasmática, desejo gestacional ou hipogonadismo.

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8
Q

Quando é aceitável apenas observar casos de hiperprolactinemia sem tratar?

A

Microprolactinoma assintomático (<10 mm), PRL estável e função gonadal normal; também em pós-menopausa assintomática.

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9
Q

Qual é o objetivo do tratamento medicamentoso da hiperprolactinemia?

A

Normalizar PRL, restaurar função gonadal e reduzir volume tumoral (melhora visual e reprodutiva).

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10
Q

Qual droga é preferida para o tratamento de hiperprolactinemia e por quê?

A

Cabergolina — maior eficácia (reduz PRL em 90%, tumor em até 80%) e menos efeitos adversos que Bromocriptina.

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11
Q

Quando considerar cirurgia transesfenoidal em casos de prolactinomas?

A

Se intolerância ou resistência ao agonista dopaminérgico, compressão sem resposta clínica ou apoplexia hipofisária.

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12
Q

Qual é a principal diferença clínica entre as vias oral e transdérmica da TRH?

A

A via oral sofre metabolismo hepático de primeira passagem → ↑ fatores de coagulação e triglicerídeos (↑ risco de TEV e AVC). A via transdérmica evita esse efeito, sendo menos trombogênica.

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13
Q

Quando a via transdérmica é preferida em relação à oral?

A

Em mulheres com risco cardiovascular leve/moderado, obesidade, tabagismo leve, hipertensão controlada ou dislipidemia — reduz risco trombótico e metabólico.

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14
Q

A via vaginal é segura em mulheres com contraindicação à TRH sistêmica?

A

Sim ✅ — o estrogênio vaginal em baixa dose tem absorção mínima e não aumenta risco trombótico nem cardiovascular. Indicado para atrofia urogenital e dispareunia.

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15
Q

Quais contraindicações permanecem para todas as vias de estrogênio?

A

Câncer de mama atual ou prévio, câncer de endométrio não tratado, sangramento vaginal não esclarecido, TEV prévio, AVC ou IAM recente, e doença hepática grave ativa.

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16
Q

Qual via é mais trombogênica e deve ser evitada em risco cardiovascular elevado?

A

A via oral é a mais trombogênica por estimular síntese hepática de fatores de coagulação; deve ser evitada em pacientes com TEV prévio, trombofilias ou alto risco cardiovascular.