Defina perda gestacional espontânea (abortamento)
Feto eliminado com menos de 500g ou com IG menor que 20 semanas
Abortamento precoce e tardio
Até 12 semanas
13-20 semanas
3 principais causas fetais associadas ao abortamento
Alterações cromossomicas e genéticas
TRissomia cromossomica
3 principais causas maternas associadas ao abortamento
Manifestação clinica mais comum em casos de abortamento
Sangramento e dor
Diante de uma mulher gestante que chega com um quadro de snagramento, é necessário realizar uma anamnese e EF completo, incluindo toque vaginal ue se torna essencial para analisar se o colo do utero esta pervio. Sendo assim, quais os 4 exames complementares eu devo solicitar?
Por que é importante pedir a tipagem sanguiena e fator Rh em pacientes com suspeita de aborto?
Porque em mulheres que sejam Rh negativo, mesmo em casos de aborto, é necessário administrar a imunoglobulina como prevenção de aloimunização futura
Ameaça de aborto
É o diagnóstico inicial de toda gestante no 1T que apresenta um quadro de sangramento vaginal associado a um colo uterino fechado (impervio). Essa paciente geralmente se queixa de uma dor abdominal leve, tipo de colica e costuma apresentar um sangramento em pequena quantidade. O USG demonstra sinais de vitalidade fetal, indicando gestação intrauterina com BCF presente. A conduta aqui é expectante
Quando falamos de sangramentos do 1T é necessário excluir causas extrauterinas ou não relcionadas a gestação, como polipos e doenças cervicais. Cite as 5 principais causas não traumáticas de sangramentos no 1T
Defina aborto
INterrupção intencional da gestação independente da IG
A chance de perda gestacional espontânea tende a diminuir de acordo com o aumento da IG. Cite 5 fatores de risco
Aborto inevitável
Aborto já iniciado, mas que ainda não se concluiu, aqui a mulher já apresentar um snagramento vaginal mais intenso, geralmente associado a dor pelvica e um colo uterino aberto. Na USG, não importa se há BCF ou não, uma vez que com o colo pervio, o abortamento irá acontecer. Sendo assim, a conduta pode ser expectante em ambiente hospitalar, permitindo que a paciente elimine tudo espontaneamente ou pode se recorrer a um esvaziamento uterino
Aborto completo
Já houve a expulsão completa do feto associado a uma clinica com diminuição ou cessação tanto de sangramento, como da dor pelvica. O colo do utero já está fechado e o volume uterino abaixo do que o esperado para IG. Alem disso, no USG podemos visualizar uma cavidade endometrial vazia, podendo apenas ser visivel alguns coagulos. Como o aborto já foi finalizado, não há ecessidade de intervenções, mas é importante avaliar a necessidade de imunogoblunina anti-d em pacientes com Rh negativo
Aboto incompleto
Eliminação parcial do conteúdo gestacional, tendo mais risco de evoluir para um aborto infectado pela presença de restos celulares na cavidade uetrina. A paciente geralmente apresneta um quadro de sangramento vaginal moderado, pode ter dor pélvica, e durante o EF, o examinador pode perceber a siade de restos celulares e um colo semiaberto. O USG confirma os acahados de restos celulares na cavidade, exigindo intervenção de esvaziamento uterino
Aborto retido
Caracterizado pela parada da evolução da gestação, onde observamos um feto presente em cavidade uterina sem BCF e geralmente o diagnóstico é dado por um achado acidental de USG de rotina, uma vez que sangramentos geralmente são ausentes, mas podemos ter cessação dos sintomas da gestação associados. A conduta pode ser incialmente expectante, uma vez que o quadro pode evoluir para um aborto completo espontaneo, mas se após 4 semanas não houver alterações, deve realizar o esvaziamento uterino
Gestação anembrionária e critérios diganósticos
É como se fosse um subtido de aborto retido, mas nela apesar de ter o desenvolvimento do SG ele está vazio. Para podermos fechar esse diagnóstico é preciso certificar que o SG tem diametro medio maior que 25mm sem presença do embrião, sem BCE em embrião acima de 7mm e não isualização do embrião 2 semanas após de um exame que ja evidenciava SG e VV
Aborto infectado
Abortamento associado a um infecção intrauterina e é um quadro potencialmente grave e com alta morbimortalidade um vez que pode evoluir para um choque septico e obito. Geralmente é associado a manipulações na cavidade uterina após tecnicas inadequadas de causar um abortamento provocado, mas também pode ser uma complicação de abortamento incompleto. Caracterizado por sangramento vaginal de odor fetido, dor abdominal intensa, saida de pus pelo OCI e febre. A paciente deve ser internada e iniciar ATB de almplo espectro, além de esvaziamento intrauterino imediato
Insuficiencia Istocervical
O colo uterino não suporta o peso da gestação e abre, levando a perda gestacional. Tipicamente associado a mulheres que tiveram um parto prematuro, rapido e indolor. Tratamento deve ser cerclagem uterina entre 12-16 semana
Gravidez ectopica
Implantação do embrião fora da cavidade uterina
Cite 3 fatores de risco de gravidez ectopica
Gravidez ectopica previa
endometriose
alterações anatomicas tubarias
Como se manifesta o qudro clinico de uma paciente com gravidez ectopica?
Vai variar de acordo com o local da implantação do embrião e do seu tamanho, mas a triade classica é dor abdominal, sangramento vaginal e atraso menstrual
Como deve sre feito o diagnóstico de garvidez ectópica
Uso combinado da USG com a dosagem serica de B-HCG. Quando temos um quadro de ausencia de SG + BHCG ≥ 3500mUI/ml devemos pensar em gravidez ectópica. Além disso por meio da analise ultrassonografica podemos identificar liquido livre na pelve, anel tubario e SG extrauterino com VV ou com embrião
Qual a relação que podemos fazer do BHCG com o diagnóstico de gravidez ectópica?
Principalmente durante os primeiros meses da gestação, o velor de beta HCG ele tende a dobrar a cada 48h. Entretanto, quando a gente tem um B-HCG que nao aumenta nesse padrão, devemos pensra que tem algo impedindo seu crescimento, ligando o alerta para gravidez ectopica
Conduta da gravidez ectopica
Em pacientes com instabilidade hemodinamica que sugere rotura tubária é necessaria a intervenção cirurgica para remoção do feto. Mas também possibilidade de haver resolução espontãnea e involução, então pode-se manter conduta expectante quando temos alinhado a um segmento ambulatorial, dosagens de b-hcg e hb que indiquem a autoresolução do quadro