Quais ISTs cursam com corrimento vaginal e cervicite?
Quais ISTs cursam com corrimento uretral?
Quais ISTs cursam com úlcera genital?
Sífilis: etiologia, fisiopatologia e transmissão
Bactéria Treponema pallidum
Transmissão sexual, vertical e parenteral.
Sífilis: quadro clínico
Sífilis: tipos de teste
- Testes não treponêmicos: VDRL, RPR. Falso positivo: gravidez, TB.
Sífilis: diagnóstico
VDRL - /FTA-Abs - : Não é sífilis ou é “janela imunológica”
VRDL - /FTA-Abs + : Sífilis precoce ou curada
VDRL + /FTA-Abs - : Falso-positivo
VDRL + /FTA-Abs +: Sífilis não tratada ou tratada recentemente
→Gestante: Ideal pedir FTA-Abs se VDRL <1:8
→Controle de cura: VDRL mensal
Sífilis: tratamento
Penicilina benzatina
Alérgicos: tentar primeiro a dessensibilização. Ineficaz: estearato de eritromicina (não considerar como adequadamente tratada)
Obs.: é necessário tratar parceiro!
Sífilis: indicações de coleta de líquor
Sífilis: seguimento clínico
As reações não-treponêmicas são as únicas empregadas para seguimento terapêutico.
Herpes genital: etiologia
Herpes simplex - predomínio do HSV-2 nas lesões genitais e HSV-1 nas lesões orais
Herpes genital: quadro clínico
A infecção genital primária pelo vírus herpes simples apresenta-se como múltiplas lesões dolorosas que começam como pápulas eritematosas, progridem para vesículas, depois formam crostas e, eventualmente, cicatrizam em 2 a 3 semanas.
Herpes genital: tratamento
Na recorrência → tratamento por 5 dias
Lesão herpética ativa no trabalho de parto → cesariana (indicação absoluta)