Pneumonias > Definição
PAC X Pneumonia hospitalar
> PAC:
> P Hospitalar:
PAC - Diagnóstico
PAC > Fatores epidemiológicos relevantes
PAC > Recomendações > Radiologia e Imagem
PAC > Recomendações > SatO2 periférico e gasometria arterial
PAC > Recomendações > Ex etiológicos
PAC > Recomendações > Glicemia, transaminases, ureia, leucócitos, procalcitonina;
PAC grave / não responsiva > Exames etiológicos a serem feitos
Escores de gravidade
> Escore segundo fatores demográficos, clínicos e laboratoriais (PSI) (Julgado complexo e exige ampla avaliação laboratorial não rotineira)
> Escore CURB-65 (indicada pela diretriz/ maior limitação é não incluir doenças associadas)
CURBI-65 INDICAÇÕES
Etapas para avaliar local de tratamento do pcte com PAC
1- Avaliar presença de doenças associadas
2- CURB-65
3- Avaliar grau de oxigenação e comprometimento radiológico (internação se SatO2 < 90/ extensa lesão radiológica ou derrame pleural suspeito de empiema)
4- Avaliar fatores sociais e cognitivos
5- Avaliar fatores econômicos
6- Avaliar aceitabilidade de VO
7- Julgamento clínico
Critérios de Edwing para internação em UTI
Recomendações gerais > Tratamento empírico x Tratamento dirigido
Recomendação > Cobertura empírica para patógenos atípicos
Embora não haja evidências definitivas quanto à superioridade de esquemas terapêuticos com cobertura para os patógenos atípicos, esta terapêutica em pacientes hospitalizados pode acarretar menor taxa de mortalidade no caso de pneumonia confirmada por Legionella sp. e pode reduzir a permanência hospitalar, a mortalidade geral e a mortalidade atribuída à pneumonia por esse grupo de germes
(Evidência B).
Quais são os 2 esquemas de terapias indicadas para os pcts internados e para qual a recomendação é mais forte
obs: combinada objetiva estender espectro para atípicos, resistentes e bacteremia por S. pneumoniae
RECOMENDAÇÕES:
> Terapia combinada não é superior a monoterapia em pctes de baixa gravidade
> Terapia combinada deve ser utilizada em pctes com PAC grave
Preditores de risco para patógenos específicos
> Fatores preditores para PAC por pneumococo resistente a penicilina
> Fatores preditores para PAC por bacilos gram-neg
> Fatores preditores para PAC por P. aeruginosa
Quando iniciar a antibioticoterapia na PAC?
A antibioticoterapia para pacientes com PAC deve ser instituída o mais precocemente possível
PAC > Antibioticoterapia empírica > Algoritmo
1) AMBULATORIAIS
> Previamente hígidos - Macrolídeo/ B-lactâmicos
> Doenças associadas/ Atb (3 meses) > Quinolona ou B-lactâmico + Macrolídeo
2) INTERNADOS NÃO GRAVES
> Quinolona ou B-lactâmico + Macrolídeo
3) ADMITIDOS EM UTI
> Sem risco de Pseudomonas - B-lactâmico + Quinolona ou Macrolídeo
> Com risco de Pseudomonas - B-lactâmico + Quinolona’
FALHA TERAPÊUTICA > Progressiva x Não responsiva
1) PROGRESSIVA (Insufic resp/ Choque)
> Menor que 72h
> Maior que 72h
2) NÃO-RESPONSIVA (Persistência dos sintomas)
> Maior que 72h
FALHA TERAPÊUTICA > Diagnóstico correto x incorreto
Recomendações > Resistência do S.pneumoniae
Recomendações > Uso de monoterapia de azitromicina
Recomendações > Uso de ertapenem
-B-lactÂmico
> Alternativa aceitável para PAC com fatores de risco para gram-neg (exceto Pseudomonas e Acinetobacter)
Não é indicada para infecções por S. pneumoniae resistente à penicilina e S. aureus resistente à meticilina
Pode ser útil em pctes que utilizaram atb recentemente e naqueles com infecção polimicrobiana