PCR Flashcards

(26 cards)

1
Q

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A

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2
Q

Sequência SBV do adulto (sem via aérea avançada): passo-a-passo VUNESP

A

Cena segura → responsividade → chamar ajuda/192 e buscar DEA → abrir vias aéreas → avaliar respiração e pulso em ≤10s → iniciar RCP 30:2; revezar a cada ~2 min; conectar DEA assim que disponível.

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3
Q

PEGADINHA: gasping conta como respiração normal? o que fazer

A

Não! Gasping/respiração agônica NÃO é respiração normal. Inicie RCP imediatamente e acione emergência/DEA.

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4
Q

Tempo para checar pulso carotídeo? e qual pulso no adulto

A

≤10 segundos. Palpar pulso carotídeo (adulto). Se incerto em 10s, iniciar compressões.

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5
Q

Qualidade das compressões: frequência, profundidade, retorno, pausas

A

Frequência 100–120/min; profundidade 5–6 cm; retorno torácico completo; minimizar interrupções (<10s); trocar revezamento a cada ~2 min.

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6
Q

Relação compressão:ventilação sem via aérea avançada

A

30:2. Ventilar apenas o suficiente para elevação torácica, evitando hiperventilação.

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7
Q

Ventilação COM via aérea avançada: frequência de ventilação

A

1 ventilação a cada ~6 s (10/min), COM compressões contínuas.

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8
Q

Quando acoplar DEA/desfibrilador e qual a regra após o choque?

A

Acoplar o quanto antes. Após choque, RETOMAR compressões imediatamente por ~2 min; só então reavaliar.

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9
Q

Ritmos chocáveis vs não chocáveis: liste

A

Chocáveis: FV, TV sem pulso. Não chocáveis: AESP, assistolia.

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10
Q

Energia inicial bifásica recomendada (se fabricante não conhecido)

A

200 J bifásico (ou conforme fabricante). Monofásico: 360 J.

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11
Q

Adrenalina: dose e intervalo na PCR

A

1 mg IV/IO a cada 3–5 min (independe do ritmo).

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12
Q

Amiodarona: quando usar e doses na FV/TVsp

A

FV/TVsp refratária a desfibrilação: 1ª dose 300 mg IV/IO; 2ª dose 150 mg (alternativa: lidocaína).

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13
Q

Capnografia: valores que sugerem RCP eficaz e ROSC

A

ETCO2 ≥10–20 mmHg sugere compressões adequadas; aumento súbito ≥40 mmHg pode indicar ROSC.

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14
Q

PEGADINHA: checar pulso após desfibrilação?

A

Não. Após o choque, continuar compressões por ~2 min; só depois reavaliar.

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15
Q

Via aérea avançada: prioridade em RCP?

A

Manter compressões de alta qualidade; intubação não deve causar pausas prolongadas; ventilar e monitorar com capnografia.

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16
Q

Hs e Ts (causas reversíveis): liste os principais

A

Hipovolemia, Hipóxia, H+ (acidose), Hipo/hiperK+, Hipotermia; Tensão (pneumotórax), Tamponamento, TEP, Trombose coronária, Toxinas.

17
Q

Assistolia: 2 confirmações necessárias antes de tratar?

A

Sim: confirmar em ≥2 derivações e conferir ganho/artefatos; então tratar como não chocável (RCP + adrenalina + causas).

18
Q

AESP: definição e manejo inicial

A

Ritmo organizado no monitor SEM pulso palpável. Manejo: RCP de alta qualidade + adrenalina 1 mg a cada 3–5 min + tratar causa (Hs/Ts).

19
Q

Quando considerar trombólise empírica na PCR?

A

Se forte suspeita de TEP e refratariedade às manobras; considerar trombólise durante RCP.

20
Q

Cuidados pós-ROSC: alvos iniciais (PA, O2, CO2, temperatura)

A

PAS ≥90 mmHg (ou PAM ≥65), SpO2 92–98%, PaCO2 35–45 mmHg, evitar hipertermia (controle de temperatura: evitar febre).

21
Q

Gravidez: adaptações na RCP

A

Deslocar útero para a esquerda; compressões um pouco mais altas no esterno; considerar cesariana perimortem <5 min se colapso próximo a termo.

22
Q

Hipotermia grave na PCR: drogas e desfibrilação

A

Desfibrilar até 3 vezes inicialmente; drogas têm menor eficácia <30°C; aquecer ativamente; após >30°C, seguir intervalos usuais.

23
Q

Bicarbonato na PCR: quando usar

A

Não é de rotina. Usar em hiperK+, intoxicação por TCA, acidose metabólica grave documentada.

24
Q

Tempo mínimo/critérios de interrupção da RCP (sem causas reversíveis)

A

Considerar 20–30 min de RCP sem ROSC, ETCO2 <10 mmHg persistente e contexto clínico desfavorável.

25
PEGADINHA: oxímetro e PCR; posição das mãos nas compressões
Oxímetro é pouco confiável na PCR (baixa perfusão). Mãos: metade inferior do esterno; não sobre o xifoide.
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