Quantidade de vértebras cervicais
Sete
Vértebras cervicais atípicas e seus nomes
C1 (Atlas)
C2 (Áxis)
C7 (Proeminente)
Características das vértebras cervicais típicas
Corpo maior no sentido bilateral
Forame vertebral triangular
Processos espinhosos bífidos
Processos transversos com forames transversários
Características de Atlas e Áxis
Formato anular sem corpo reniforme (Atlas)
Processo odontoide para encaixe em Atlas (Áxis)
O que passa pelos forames transversários?
Veias Vertebrais
Artérias Vertebrais (com exceção de C7)
Hioide: Nível de posição
No nível de C3 e C4
Hioide: Características
Osso móvel que serve como suporte para manter a via respiratória aberta; contém 2 acidentes pares (corno maior e menor) e um acidente ímpar (corpo)
Fratura do Osso Hioide
Sem a capacidade de elevar o hioide, a separação das vias respiratórias e digástricas é difícil de manter, podendo causar pneumonia por aspiração
Comum em pessoas estranguladas, devido ao esmagamento e compressão oral da faringe
Platisma: Origem e Inserção
Origem: tela subcutânea da região infraclavicular e supraclavicular
Inserção: Base da mandíbula, pele da bochecha e lábio inferior, modíolo da boca, músculo orbicular da boca
Platisma: Ação, Inervação e Abertura
Tensiona a pele abaixo da face e pescoço, oferece resistência a depressão da mandíbula
Ramo Cervical do Nervo Facial (NC VII)
Possui uma abertura anterior à laringe
Paralisia do Platisma
Cria pregas frouxas na pele do pescoço
Fáscia Cervical: Função das Lâminas
Formam planos de clivagem naturais, limitando dissecções, abscessos e infecções
Permitem o deslizamento de estruturas na deglutição e no momento de virada da cabeça e pescoço
Fáscia Cervical: Lâminas
Lâmina Superficial
Lâmina Pré-Traqueal
Lâmina Pré-Vertebral
Bainha Carótica
Tubular, se comunica com o mediastino inferoanterior
Artéria Carótida Comum
Artéria Carótida Interna
Veia Jugular Interna
Linfonodos Cervicais Profundos
Nervo Vago (NC X)
Nervo do Seio Carótico
Fibras Nervosas Simpáticas
Espaço Retrofaríngeo
Maior espaço interfascerial virtual do corpo
Espaço virtual entre a fáscia alar (entre as bainhas caróticas) e a parte externa da fáscia pré-vertebral
Permite o movimento da faringe, laringe e traqueia, além do movimento e expansão do esôfago
Identifique as estruturas
As lâminas da fáscia cervical foram destacadas. Identifique-as
Cinza- Lâmina superficial
Azul - Lâmina pré-vertebral
Amarela - Fáscia alar
Vermelho - Bainha carótica
Roxo - Lâmina pré-traqueal
Identifique as veias
1- Veia Jugular Externa
2- Veia Jugular Anterior
3- Veia Jugular Interna
4- Veia Subclávia
5- Veia Braquiocefálica
6- Veia Supraescapular
Identifique as artérias e a região grifada de amarelo
1- Artéria Braquiocefálica
2- Artéria Carótida Comum
3- Artéria Subclávia
4- Artéria Torácica Interna
5- Artéria Vertebral
6- Artéria Tireoideal Inferior
7- Artéria Cervical Transversa
8- Artéria Dorsal Escapular
Região Grifada - Tronco Tireocervical da Artéria Subclávia
Raízes do Plexo Braquial na RCL
Ramos anteriores de c5-c8, e t1, passando entre os músculos escalenos anterior e médio
Entram na axila através do canal cervicoaxilar para inervar o membro superior
Ramos do Plexo Cervial que se Originam da Alça entre os Ramos Anteriores de C2 e C3
Occipital Menor: pele do pescoço e pele do couro cabeludo posteriores à orelha
Auricular Magno: bainha e pele da glândula parótida, faces da orelha, processo mastóideo
Cervical Transverso: supre a pele da região cervical anterior
OMAMCT
Ramos do Plexo Cervial que se Originam da Alça entre os Ramos Anteriores de C3 e C4
Supraclaviculares: pele lateral do pescoço e pele do ombro
Nervos Frênicos
Têm origem em C4
Fazem o ÚNICO SUPRIMENTO MOTOR DO DIAFRAGMA, além da sensibilidade para sua parte central, parte mediastinal das pleuras e PERICÁRDIO
Relação de C5 com os Nervos Frênicos
Podem enviar fibras auxiliares para os nervos frênicos
Em variação anatômica, formam os nervos frênicos acessórios