Tórax Flashcards

(208 cards)

1
Q

Tórax

A

Parte do tronco situada entre o pescoço e o abdome

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
2
Q

Caixa Torácica: Limites

A

Laterais: costelas e cartilagens costais

Anterior: esterno

Posterior: vértebras torácicas

Assoalho: diafragma

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
3
Q

Três Divisões do Tórax

A

Cavidade Pulmonar Direita
Mediastino
Cavidade Pulmonar Esquerda

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
4
Q

Funções da parede torácica

A

Proteção

Resistência contra pressão interna

Proporcionar inserção e sustentar os membros superiores

Proporcionar inserção muscular

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
5
Q

Costelas: Características Ontológicas e Quantidade

A

Ossos planos, curvos e leves, com interior de tecido esponjoso hematopoiético

12 costelas

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
6
Q

Classificação das Costelas: Verdadeiras, Falsas e Flutuantes

A

Verdadeiras (I - VII)
Falsas (VIII - X)
Flutuantes (XI e XII)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
7
Q

Classificação das Costelas: Típicas e Atípicas

A

Típicas (III - X)
Atípicas (I, II, XI, XII)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
8
Q

Acidentes mais Comuns das Costelas
Típicas

A

Cabeça da Costela
Colo da Costela
Tubérculo da Costela
Corpo da Costela
Ângulo da Costela
Sulco da Costela

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
9
Q
A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
10
Q

Características das Costelas I e II

A

Costela I - Mais larga, mais curta e mais curva. Única face articular para TI. Sulcos para a artéria e veia subclávia e um tubérculo para o músculo escaleno anterior (durante inspiração forçada)

Costela II - Tuberosidade do músculo serrátil anterior

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
11
Q

Características das Costelas XI e XII

A

Sem colo e sem tubérculo

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
12
Q

Qual o limite anterior da abertura inferior do tórax?

A

Articulação Xifoesternal

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
13
Q

Partes do Esterno

A

Manúbrio
Corpo do Esterno
Processo Xifoide

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
14
Q

Manúbrio: Detalhes

A

Formato trapezoide, com uma incisura jugular no limite medial superior e duas incisuras claviculares

Encaixa a sincondrose da primeira costela e possuí o ângulo de Louis na junção manubriesternal

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
15
Q

Processo Xifoide: Detalhes

A

Extremidade mais inferior do tórax, se ossifica aos quarenta anos

Em sua ponta, se localiza a margem inferior do coração e o centro tendíneo do diafragma

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
16
Q

Identifique as estruturas e acidentes

A

1- Incisura Jugular
2- Incisuras Claviculares
3- Manúbrio
4- Corpo
5- Xifoide
6- Ângulo de Louis, na junção Manubriesternal

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
17
Q

Articulações das Cabeças das Costelas

A

Entre os corpos vertebrais e a inserção da cabeça da costela nas hemifóveas e fóveas

Ligamento Intra-Articular e Ligamentos Radiados

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
18
Q

Como a cabeça da costela se insere no corpo vertebral?

A

Através das articulações costovertebrais e das inserções ósseas

A cabeça de uma costela x se insere
Na fóvea costal superior de x vértebra
Na fóvea costal inferior de x-1 vértebra
Disco intervertebral entre x e x-1

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
19
Q

Ligamentos Costotransversários

A

Entre as costelas e os processos transversos

Ligamentos laterais e superior

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
20
Q

Inspiração

A

Músculos contraem
Pressão torácica abaixa e volume intratorácico aumenta, aumentando a pressão intra-abdominal

Aumento da abertura inferior do tórax

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
21
Q

Músculos Intercostais: Movimentos

A

Elevam as costelas mais altas, abrindo lateralmente e anteriormente e o esterno (este último, anteroposteriormente) no movimento pendular

As costelas mais baixas abrem em alça de balde e lateralmente

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
22
Q

Abertura Anteroposterior: Intercostais

A

Inspiração Forçada: Eleva o tórax para cima e aumenta ela na inspiração, com aumento também lateralmente

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
23
Q

Fratura das Costelas

A

Normalmente por golpes ou lesões no esmagamento, sendo as regiões mais fracas a região anterior ao ângulo

Dor na movimentação torácica, como respiração, tosse, espirro

Primeira Costela - Rara, sendo a fratura um sinal de caso grave

Ultimas - podem lacerar o diafragma

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
24
Q

Tórax Instável

A

Quando ocorre movimento independente de partes da parede torácica, normalmente por fraturas múltiplas de costelas

Compromete muito a ventilação do paciente

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
25
Toracotomia
Abertura cirúrgica da parede torácica Anterior: incisura em H, no pericôndrio das cartilagens costais Posterolateral: abduz e eleva o membro superior, deixando o antebraço ao lado da cabeça. Isso da acesso a incisões nos espaços do quarto ao sétimo intercostal
26
Paralisia do Diafragma
Normalmente uma metade do diafragma se paralisa (hemidiafragma direito ou esquerdo) pela paralisia do nervo frênico do mesmo lado Detectado por dificuldade respiratória ou radiologia do movimento paradoxal **O LADO PARALISADO SOBE OU SE MANTÉM NA POSIÇÃO, AO INVÉS DE DESCER NA INSPIRAÇÃO** (Empurrada para cima pelas vísceras torácicas)
27
Músculos Verdadeiros da Parede Torácica
Serrátil Posterior Superior Serrátil Posterior Inferior Intercostais Externos Intercostais Internos Intercostais Íntimos Subcostal Levantador da Costela Transverso do Tórax
28
**Intercostais Externos**: inserções, inervação e ação
Superior: margem inferior das costelas Inserção: margem superior das costelas abaixo Nervo Intercostal Eleva as costelas na inspiração forçada
29
**Intercostais Internos**: inserções, inervação e ação
Superior: margem inferior das costelas Inferior: margem superior das costelas abaixo Nervo Intercostal Parte interóssea: abaixa as costelas durante a respiração forçada Parte intercondral: eleva as costelas durante a respiração forçada
30
**Intercostais Íntimos**: inserções, inervação e ação
Superior: margem inferior das costelas Inferior: margem superior das costelas abaixo Nervo Intercostal Parte interóssea: abaixa as costelas durante a respiração forçada Parte intercondral: eleva as costelas durante a respiração forçada
31
Por que da separação entre intercostais internos e íntimos?
Os intercostais íntimos são as fibras mais profundas dos intercostais internos, e são separados porque entre eles passam os nervos e vasos intercostais
32
Função Geral dos Intercostais
Manter os espaços intercostais rígidos, evitando que haja projeção deles na expiração, ou retração durante a inspiração
33
Identifique os músculos
1- Peitoral Menor 2- Serrátil Anterior 3- Oblíquo Externo do Abdome 4- Intercostais Externos 5- Membrana Intercostal Externa
34
Identifique os músculos
1- Intercostal Interno
35
Identifique os músculos
1- Levantadores das Costelas 2- Multifido 3- Subcostal
36
Identifique os músculos
1- Intercostal Íntimo 2- Transverso do Tórax
37
Nervos Intercostais: O que são
Ramos anteriores dos nervos espinais torácicos O ramo anterior do nervo TXII é o nervo subcostal
38
Nervos Intercostais: Inervam
Espaços intercostais respectivos e os músculos neles localizados
39
Nervos Intercostais: trajeto
Prôximo ao ângulo da costela, seguem entre os mm. intercostais íntimos e internos, indo até os sulcos
40
Artérias da Parede Torácica
*Artéria Subclávia* Torácica Interna Intercostal Suprema *Parte Torácica da Aorta* Intercostais Posteriores Subcostal *Axilar* Torácica Superior Torácica Lateral
41
**Artérias Intercostais Posteriores**: Origem e Trajeto
Parte torácica da aorta. As duas primeiras surgem da artéria intercostal suprema Seguem entre os músculos intercostais internos e íntimos, pelo sulco da costela, entre as veias e os nervos. As artérias do lado direito cruzam os corpos das vértebras
42
**Artérias Intercostais Anteriores**: Origem e Trajeto
Do primeiro ao sexto espaço, surgem da artéria torácica interna. Do sétimo ao nono, surgem da artéria musculofrênica Seguem entre os músculos intercostais internos e íntimos, pelo sulco da costela
43
**Artérias Torácicas Internas**: Origem e Trajeto
Primeira parte da artéria subclávia Segue inferior e lateralmente ao esterno entre as cartilagens costais e m. transverso do tórax
44
Principais veias da parede torácica
Veias Intercostais Posteriores Veias Intercostais Anteriores Veias Torácicas Internas Veia Intercostal Superior
45
A origem das artérias intercostais do primeiro e segundo espaço intercostal é distinta. Elas surgem da aonde?
Da artéria intercostal suprema, o ramo descendente do tronco costocervical (artéria subclavia)
46
De superior para inferior, como está a nervovasculatura nos espaços intercostais
Veia Artéria Nervo
47
Mamas: Definição e Tecidos
Estruturas superficiais mais proeminentes na parede anterior do tórax Tecido fibroso Tecido adiposo Tecido glandular
48
Principais constituintes da mama
Glândulas mamárias na tela subcutânea Papila mamária ao redor de tecido epitelial com pigmentos (aréola)
49
Processo Axilar da Mama
Se estende da margem inferolateral do peitoral maior até a fossa axilar, permitindo melhor fixação na derme
50
Ductos Lactíferos: Função
Permitem a ejeção de leite na presença hormonal, nas papilas mamárias
51
Relação dos Brotos X Lobos X Parênquima nas mamas
Um broto de lobos gera cerca de 20 deles, cada um se encontrando conjuntamente nos ductos lactíferos. O conjunto de lobos é o parênquima da mama
52
Alvéolos Mamários: Secreção
Leite e colostro
53
Irrigação Arterial das Mamas: Resposta Principal
Ramos mamários mediais dos ramos profundos/perfurantes da artéria torácica interna Ramos intercostais anteriores das artérias torácicas internas
54
Contribuição da Artéria Torácica Interna na Vascularização Mamária
Emitem ramos intercostais anteriores e ramos profundos, estes que emitem os ramos mediais mamários
55
Drenagem Venosa das Mamas
Para as veias axilares ou torácicas internas, as duas convergindo nas veias braquiocefálicas
56
Carcinoma da Mama: Sinais Cutâneos e Motivos
**Casca de Laranja e Retração do Mamilo**: interferência do câncer na drenagem linfática, causando linfedema **Depressão da Pele**: adenocarcinoma invade tecido de sustentação, causando fibrose com encurtamento e tração dos ligamentos suspensores da mama
57
Carcinoma da Mama: Meios de Disseminação
Drenagem linfática, para linfonodos axilares Veias intercostais posteriores, para veias vertebrais e encéfalo Metástase proximal, invadindo a fáscia peitoral, peitoral maior, espaço retromamário ou os linfonodos interpeitorais
58
Carcinoma da Mama: Elevação
Quando ocorre metástase proximal para o peitoral maior, indicando situação grave de câncer
59
Uma mulher de 46 anos de idade procurou seu médico por causa de um nódulo indolor e de consistência firme na mama esquerda. Durante o exame físico, o médico palpou um nódulo no quadrante lateral superior da mama esquerda da paciente. Ele também observou depressão e espessamento da pele nesse quadrante e notou que o mamilo esquerdo (papila mamária esquerda) estava numa posição mais alta que o mamilo direito. A palpação da axila revelou linfonodos aumentados de volume e de consistência firme. Foi feito o diagnóstico de carcinoma de mama. A maioria das células transportadas pela linfa do quadrante lateral superior esquerdo da mama esquerda é levada inicialmente para qual estrutura?
Linfonodos Axilares
60
Nervos Intercostais I e II
Não seguem ao longo da margem inferior do sulco das costelas, mas a face interna comum
61
Nível do plano transverso do tórax
No nível do ângulo do esterno
62
Saco Pleural
Envolve o pulmão, mas não contem ele. Formado pela pleura visceral com a pleura parietal
63
Cavidade Pleural
Espaço virtual entre as pleuras, preenchida por líquido pleural seroso lubrificante
64
Pleura Visceral: Características
Aderida ao pulmão, lisa e escorregadia, indissecável do pulmão
65
Pleura Visceral: Outro Nome
Pleura Pulmonar
66
Pleura Parietal: Faces
Face Costal Face Mediastinal Face Diafragmática Cúpula da Pleura
67
Cúpula da Pleura
Continuidade das faces mediastinais e costais que revestem o ápice dos pulmões Possui por cima a **membrana suprapleural**
68
Ocupação dos Pulmões na Expiração
Os pulmões não ocupam toda a cavidade pulmonar, criando recessos costodiafragmáticos e recessos costomediastinais (bem menores)
69
Localização e Tamanho dos Recessos
Costodiafragmáticos - convexidade superior do diafragma Costomediastinais - posterior ao esterno Esquerdo sempre maior que o direito
70
Pulmões: Ápice e Base
Ápice é convexo, revestido pela cúpula da pleura Base é côncava, acomodando a cúpula ipsilateral do diafragma
71
Pulmões: Lobos e Fissuras
Direito: Lobo Superior, Lobo Médio e Lobo Inferior. Fissura Horizontal e Fissura Oblíqua Esquerdo: Lobo Superior e Lobo Inferior: Fissura Oblíqua
72
Qual o nome da incisura que apresenta o pulmão esquerdo?
Incisura Cardíaca Na face anteroinferior do pulmão esquerdo, deixada pelo desvio do ápice do coração
73
Pulmão Direito X Pulmão Esquerdo
Tem mais lobos e fissuras o direito, que também é mais curto e largo, porém mais pesado (é maior) O esquerdo possuí uma parte estreita anteroinferiormente: a **língula**
74
Hilo do Pulmão
Área cuneiforme (em formato de cunha) para a entrada das raízes do pulmão
75
Raiz do Pulmão
Estruturas que fixam o pulmão ao mediastino Artérias pulmonares Veias pulmonares Brônquios Plexos nervosos pulmonares
76
Ligamento Pulmonar
Inferior à raiz do pulmão, local da continuidade das pleuras, separadas por pequena quantidade de tecido conjuntivo
77
Diga a vista e nomeie as estruturas
78
Diga a vista e nomeie as estruturas
79
Diga qual é o pulmão e nomeie as estruturas
Pulmão Direito
80
Diga qual é o pulmão e nomeie as estruturas
Pulmão Esquerdo
81
Árvore Traqueobronquial: Composição
Inicialmente em cartilagens hialinas em formato de C ou em ferraduras
82
Árvore Traqueobronquial: Tronco
Traqueia, que se bifurca nos brônquios principais no nível do plano transverso do tórax (carina)
83
Árvore Traqueobronquial: Diferença Física entre os Brônquios Principais
Direito é mais largo, curto e verticalizado, enquanto o esquerdo é maior em comprimento e mais oblíquo
84
Árvore Traqueobronquial: Diferença de Trajeto entre os Brônquios Principais
Direito entra logo no hilo do pulmão Esquerdo passa inferolateralmente ao arco da aorta, e anteriormente ao esôfago e a parte torácica da aorta
85
Árvore Traqueobronquial: Divisões Bronquiais
Brônquios Principais Brônquios Lobários Secundários (um para cada lobo) Brônquios Segmentares Terciários (um para cada subdivisão lobar) Brônquios Terminais Condutores (já sem cartilagem) Brônquíolos Respiratórios
86
Árvore Traqueobronquial: Divisão a Partir dos Bronquíolos Respiratórios
Cada bronquíolo respiratório gera 2 a 11 Ductos Alveolares, cada um gerando: 6 sacos alveolares, cada saco gerando um grupo de alvéolos
87
Artérias Pulmonares: Segmentação
A partir da artéria tronco pulmonar, no plano transverso do tórax
88
Artérias Pulmonares: Divisões
Artérias Lobares Primárias, uma pra cada lobo Artérias Segmentares Terciárias
89
Artérias Pulmonares X Brônquios
Formam pares trajetórios, sendo elas localizadas na face anterior deles
90
Veias Pulmonares: Quantidade
Duas para cada pulmão, sendo uma superior e inferior
91
Veia Pulmonar do Lobo Médio Direito
Veia tributária da **veia pulmonar direita superior**
92
Veias Pulmonares: Trajeto
Independe das artérias e dos brônquios, recebendo sangue ao voltar para o hilo, tanto da irrigação pulmonar, quanto das veias bronquiais e da pleura visceral
93
Artérias Bronquiais: Irrigação
Raíz do Pulmão, Pleura Visceral, Tecidos de Sustentação e pequenos ramos para a parte superior do Esôfago
94
Artérias Bronquiais: Quantidade e Característica Final
Uma artéria bronquial direita, originária da terceira artéria intercostal posterior Duas artérias bronquiais esquerdas, originárias da parte torácica da aorta Se anastomosa com a artéria pulmonar ao final
95
Função das fibras parassimpáticas dos plexos pulmonares
Pré-Ganglionares conduzidas pelo nervo vago (NC X) com sinapse nos gânglios parassimpáticos do plexo pulmonar Broncoconstricção Vasodilatação Secretomotoras
96
Função das fibras simpáticas dos plexos pulmonares
Pós-ganglionares do NC X, a partir dos gânglios simpáticos paravertebrais Broncodilatação Vasoconstricção Inibidoras de Secreção
97
Inervação da Pleura Parietal
Face Costal - Nervos Intercostais Face Mediastinal e Diafragmática - Nervos Frênicos
98
Inserção de Dreno Torácico
Volumes de ar, sangue, pus ou líquido seroso podem ser removidos da cavidade pleural por um dreno O dreno é colocado em sentido ao recesso costodiafragmático ou em sentido ao ápice, a partir do quinto ou sexto espaço intercostal A drenagem permite reinsuflar um pulmão colapsado e evitar decorticação pulmonar (revestimento fibroso que impede a devida expansão)
99
Embolia Pulmonar
Obstrução de uma artéria pulmonar por bolha de ar, êmbolo (coágulo sanguíneo) ou placa de tecido adiposo Quando por bolha de ar, normalmente por fratura exposta em uma veia dos membros inferiores Cria uma angústia respiratória aguda que pode levar a morte rapidamente
100
Aspiração de Corpos Estranhos no Pulmão
A aspiração costuma ser mais comum no brônquio principal direito, por ele ser mais largo e vertical do que o esquerdo. Destaque ao **bronco lobar inferior direito** Grande risco em cirurgias odontológicas, evitado ao criar campos de borracha fina na cavidade oral, antes do procedimento
101
Dor Pleural
A pleura parietal, principalmente a parte costal, é muito bem inervada pelos ramos dos nervos intercostais e frênicos, bastante sensíveis a dor Já a pleura visceral é quase insensível a ela por falta de fibras nervosas somáticas A pleura parietal, face costal e periférica da parte diafragmática causa dor local e dor referida nos dermátomos correspondentes A pleura parietal, face mediastinal e central da parte diafragmática causa dor referida na raiz do pescoço e no ombro
102
Mediastino: Definição
Compartimento central da cavidade torácica, coberto de cada lado pela parte mediastinal de cada pleura parietal
103
Mediastino: Divisões Maiores
Mediastino Superior - da abertura superior até o plano transverso do tórax Mediastino Inferior - do plano transverso do tórax até o diafragma
104
Mediastino: Divisões do Mediastino Inferior
Anterior: entre o corpo do esterno + músculo transverso do tórax e o pericárdio Médio: pericárdio e tudo que ele o contém Posterior: entre o pericárdio e as vértebras TV a TXII
105
Localização do Pericárdio e Coração
Mediastino Médio (subdivisão do Mediastino Inferior), sendo que 2/3 deles estão a esquerda da linha média, em rotação de 45 graus em relação ao tronco
106
Pericárdio: Definição Simples
Membrana fibrosserosa que reveste o coração e início de seus grandes vasos
107
Pericárdio Fibroso: Características
Mais externo e resistente, feito de tecido conjuntivo propriamente dito denso não modelado
108
Pericárdio Fibroso: Principal Funções
Impedir o superenchimento súbito contra o coração
109
Pericárdio Fibroso: Continuidades
Túnica Adventícia dos Grandes Vasos Lâmina Pré-Traqueal da Fáscia Cervical Ligamentos Esternopericárdicos Centro Tendíneo do Diafragma (ligamentos pericardiofrênicos, inseparáveis na dissecção)
110
Pericárdio Seroso: Lâminas
Lâmina Parietal e Lâmina Visceral
111
Pericárdio Seroso: Cavidade
**Cavidade Pericárdica** Entre as lâminas, com uma película fina de líquido que permite movimento deslizante
112
Pericárdio: Irrigação Arterial
**Artéria Pericardicofrênica** Ramo da Artéria Torácica Interna, paralela ao nervo frênico Artéria Musculofrênica Ramo terminal da Artéria Torácica Interna Artérias coronárias ajudam na irrigação da lâmina visceral do pericárdio seroso
113
Pericárdio: Drenagem Venosa
Veias Pericardicofrênicas, que drenam diretamente para as veias braquiocefálicas ou passando antes pelas veias torácicas internas
114
Pericárdio: Inervação
**Nervos Frênicos**: (C3-C4 + C5) com as fibras sensitivas **Troncos Simpáticos**: vasomotoras **Nervo Vago (NC X)**: sem função definida
115
Nível das Vísceras em Relação às Divisões do Mediastino
Em decúbito dorsal, as vísceras ficam em posições mais altas, pois em posição ortostática, a gravidade puxa as vísceras para baixo Em decúbito dorsal, ou a posição de descrição anatômica, o arco da aorta está acima do plano transverso do tórax e a bifurcação da traqueia está cortada pelo plano
116
Pericardite e Atrito Pericárdico X Derrame Pericárdico
**Pericardite**: inflamação, causando dor torácica, gerando som de farfalhar de seda na ausculta devido a deixar ele áspero, causando atrito **Derrame Pericárdico**: acúmulo de pus ou passagem de líquido dos capilares para a cavidade pericárdica, comprimindo o coração
117
Tamponamento Cardíaco
Compressão cardíaca, impedindo o devido movimento de bomba do coração Causado comumente pelo **derrame pericárdico**, mas outras causas podem ser **hemopericárdio** (acúmulo de sangue) por feridas perfurantes, perfuração de músculo cardíaco ou infartos agudos; e **pneumopericárdio** por entrada de ar devido a um pneumotórax. Isso pode acabar causando diminuição do débito cardíaco e levar a morte
118
Coração: Definição
Bomba trapezóide dupla, autoajustável, de sucção e pressão
119
Coração: Definição de Átrios e Ventrículos
Átrios são câmaras de recepção, e ventrículos são câmaras de ejeção
120
Ciclo Cardíaco e Bulhas
Início é a **diástole**, onde os ventrículos se estendem e recebem sangue, sendo o **tum** inicial Fim é a **sístole**, onde os ventrículos se estreitam e ejetam sangue, sendo o **tá** final
121
Coração: Camadas das Câmaras Cardíacas
Epicárdio: lâmina vísceral do pericárdio, de mesotélio Miocárdio: músculo estríado cardíaco, espesso e helicoidal Endocárdio: membrana de revestimento fina das valvas e câmaras
122
Fixação do Miocárdio
Fixado no esqueleto fibroso do coração
123
Contração Ventricular: Princípio
A contração é feita pela torção, devido a disposição helicoidal das fibras
124
Contração Ventricular: Fases
Contração da Camada Basal: estreita e encurta o coração, expulsando sangue Contração da Camada Apical: alarga e relaxa rapidamente os ventrículos para receber sangue atrial
125
Átrio Direito: Drenagem
Veia Cava Superior, Veia Cava Inferior e Seio Coronário
126
Átrio Direito: Paredes
Posterior - lisa e fina, com a abertura das veias e seio Anterior - espessa e muscular, com músculos pectíneos Separadas por um sulco terminal e crista terminal
127
Ventrículo Direito: Trabéculas Cárneas
Irregularidades musculares elevadas na face interna No VD, são mais espessas e menos numerosas
128
Ventrículo Direito: Cone Arterial
Afunilamento liso até o tronco pulmonar
129
Ventrículo Direito: Músculos Papilares
Músculos pectíneos cônicos especializados para fixação das cordas tendíneas
130
Ventrículo Direito: Valva Tricúspede
Composta pelas válvulas anterior, posterior e septal Fixadas pelas cordas tendíneas (das suas margens livres até os músculos papilares)
131
Átrio Esquerdo: Paredes
Parede lisa e fina, ligeiramente mais espessa que a do átrio direito. Tem um assoalho da fossa oval
132
Átrio Esquerdo: Aurícula Esquerda
Remanescente da parede rugosa muscular embrionária, que forma a parte superior da margem esquerda, cavalga a raiz do tronco pulmonar **TEM MÚSCULOS PECTÍNEOS**
133
Ventrículo Esquerdo: O Que Forma
Forma o ápice do coração, a face pulmonar (esquerda) e a face diafragmática (posterior)
134
Ventrículo Esquerdo: Características da Face Interna
Parede duas a três vezes mais espessa e forte Tela de trabéculas cárneas, mais finas e numerosas que a do ventrículo direito Parede fina e lisa superoanterior, o vestíbulo da aorta
135
Ventrículo Esquerdo: Valva Mitral
Formada pelas válvulas anterior e posterior, com cordas tendíneas em mais de um músculo papilar
136
Valvas Semilunares: Quais São
Valva Semilunar da Aorta - Anterior - Direita - Esquerda Valva Semilunar do Tronco Pulmonar - Posterior - Direita - Esquerda
137
Valvas Semilunares: Características
Côncavas quando vistas de cima, se projetando para as artérias e pressionadas em direção as paredes arteriais quando abertas Sem cordas tendíneas
138
Valvas Semilunares: Diástole
Retração elástica força o sangue de volta Na aorta ascendente, permite encher as artérias coronárias
139
Valvas Semilunares: Lúnula
Parte mais espessa das válvulas, na região de contato entre elas na sístole
140
Valvas Semilunares: Seios
Espaços na origem de cada artéria, entre a parte dilatada dos vasos e as válvulas
141
Artérias Coronárias: Origem
No seio da aorta, são os primeiros ramos do grande vaso
142
Artérias Coronárias: Domínio
O domínio da vascularização arterial é definido pela artéria coronária que origina o **ramo interventricular posterior** Maior parte das vezes (67%), a artéria coronária direita
143
Artéria Coronária Direita: Passagens
Sulco coronário, passando antes pelo lado direito do tronco pulmonar
144
Artéria Coronária Direita: Ramos Fixos
Ramo Marginal Direito (VD) Ramo do Nó AV (Nó AV) Ramo Terminal Ventricular Esquerdo (Face Diafragmática)
145
Artéria Coronária Direita: Outros Ramos
60% das vezes origina o ramo do nó sinoatrial (Nó SA) 67% das vezes origina o ramo interventricular posterior (ventrículos)
146
Artéria Coronária Esquerda: Passagens
Entre a aurícula esquerda e o lado esquerdo do tronco pulmonar, passando pelo sulco coronário
147
Artéria Coronária Esquerda: Ramos
Ramo Interventricular Anterior (Ventrículos) Ramo Circunflexo (Ventrículo e Átrio Esquerdo) Ramo Marginal Esquerdo (VE)
148
Drenagem Venosa: Seio Coronário
União da Veia Cardíaca Magna e Veia de Marshall (Oblíqua do AE) Canal venoso largo na parte posterior do sulco coronário
149
Drenagem Venosa: Lado Esquerdo e Direito do Seio Coronário
Esquerdo = Veia Cardíaca Magna Direito = Veia Cardíaca Parva e Interventricular Posterior
150
Quem drena os leitos capilares do miocárdio?
Veias Cardíacas Mínimas
151
Quem pode drenar o ventrículo direito?
Veia Anterior do Ventrículo Direito, que drena ou diretamente para o átrio direito, ou para a veia cardíaca parva
152
Complexo Estimulante do Coração: Membros
Nó Sinoatrial (Nó SA) Nó Atrioventricular (Nó AV) Fascículo Atrioventricular (F. AV)
153
Nó Sinoatrial: Localização
Anterolateralmente, na junção da veia cava superior com o átrio direito, abaixo do epicárdio
154
Nó Sinoatrial: Função e Frequência
Iniciar e controlar os impulsos nervosos iniciais via muscular atrial, normalmente a 70 cpm
155
Nó Atrioventricular: Localização
Localização posteroinferior do septo atrioventricular
156
Nó Atrioventricular: Função
Distribui o impulso aos ventrículos pelo fascículo atrioventricular, utilizando-se de atraso para intervalar as contrações entre átrios e ventrículos
157
Explicação Fisioquímica para o Atraso do Nó Atrioventricular
Menos canais de bomba de sódio que são acelerados Alta resistência gerada pelo menor tamanho das células Junções GAP menos eficientes
158
Explicação Anatômica para o Atraso do Nó Atrioventricular
O esqueleto fibrocartilaginoso do coração serve de isolante elétrico, atrasando o impulso
159
Inervação: Principal
Plexo Cardíaco de fibras simpáticas, parassimpáticas e aferentes viscerais reflexas-nociceptivas
160
Inervação: Simpáticas
Pré-Ganglionares ou Pós-Ganglionares (corpos nos gânglios paravertebrais cervicais e torácicos superiores) **NERVOS ESPLÂNCNICOS CARDIOPULMONARES** (terminam nos nós)
161
Inervação: Parassimpáticas
Fibras pré-ganglionares dos nervos vagos (NC X)
162
Eletrocardiograma: Ondas P,Q,R,S e T
P: Contração Atrial QRS: Contração Ventricular T: Repolarização Ventricular Seguem uma linha de base
163
Dor Referida do Coração
Para a face medial do braço esquerdo ou ombro esquerdo Fibras nervosas sensoriais levam sinais de dor até T1-T4, onde ocorre fibras que suprem o lado esquerdo do peito e braço. Lá elas convergem, e ocorre erro de interpretação
164
Angina Pectoris
Dor originada do coração Constritiva e transitória (dores altas de 15 segundos em intervalos de 15 minutos) Provocada por isquemia miocárdica insuficiente
165
Infarto Agudo do Miocárdio: O Que É
Oclusão súbita de uma grande artéria coronária por um êmbolo, deixando miocárdio da região sem sangue (infarto) ou sofrendo necrose (morte patológica)
166
Infarto Agudo do Miocárdio: Causa mais Comum
Insuficiência Coronariana por Aterosclerose
167
Infarto Agudo do Miocárdio: Locais mais Comuns de Oclusão
1- Ramo Interventricular Anterior da Artéria Coronária Esquerda 2- Artéria Coronária Direita 3- Ramo Circunflexo da Artéria Coronária Esquerda
168
Infarto Agudo do Miocárdio: Sinal Mais Comum no ECG
Supra de Onda S e T
169
Aterosclerose Coronariana
Depósito lipídico na túnica íntima das artérias coronárias e seus ramos, causando obstrução da irrigação cardíaca Pode resultar em isquemia miocárdica e levar ao IAM
170
Mediastino Superior: Vísceras no Sentido Anteroposterior
Timo Grandes Veias Grandes Artérias Traqueia Esôfago Ducto Torácico
171
Timo: Características
Órgão linfoide com diversos lóbulos, divididos em lobo direito e esquerdo, com formatos cantis
172
Nervo Vago X Nervo Frênico: Principal Distintor Localizador
Os nervos frênicos passam anteriormente a raiz dos pulmões, enquanto os NC X passam posteriormente
173
Nervos Frênicos: Fibras Diafragmáticas
1/3 das fibras para o diafragma são sensitivas, enquanto as motoras representam 2/3
174
Nervos Frênicos: Sensitivas
Enviam fibras sensitivas para o pericárdio e para a parte mediastinal da pleura parietal
175
Aorta: Partes Mediastinais
Parte Ascendente da Aorta: mediastino médio Arco da Aorta: mediastino superior Parte Torácica da Aorta: mediastino posterior
176
Aorta: Curva do Arco
Curva-se posteriormente ao tronco pulmonar e à segunda articulação esternocostal, passando à esquerda da traqueia e esôfago,
177
Aorta: Disposição Comum dos Ramos
Tronco Braquiocefálico como primeiro ramo, anterior a traqueia e posterior a veia braquiocefálica esquerda Artéria Carótida Comum Esquerda como segundo ramo, anterior a traqueia Artéria Subclávia Esquerda como terceiro ramo
178
Aorta: Arco em Tronco Bovino
Variação Anatômica em 27% das pessoas, em que a Artéria Carótida Comum Esquerda surge do Tronco Braquiocefálico
179
Aorta: Artéria Subclávia Direita Braquiocefálica
A Artéria Subclávia Direita surge como quarto ramo terminal do arco da aorta, cruzando posteriormente o esôfago Pode causar disfagia
180
Mediastino Posterior: Conteúdo
Parte Torácica da Aorta Esôfago Ducto Torácico Sistema Venoso Ázigos Linfonodos Mediastinais Posteriores Troncos Simpáticos Torácicos
181
Parte Torácica da Aorta: Início
Esquerda da margem inferior do corpo da vértebra TIV
182
Parte Torácica da Aorta: Trajeto
Desvia o esôfago a direita, enquanto se aproxima do plano mediano, **passando posterior a raíz do pulmão esquerdo** Desce até TXII
183
Parte Torácica da Aorta: Fim e Estruturas Tangentes
Acaba quando passa pelo hiato aórtico do diafragma, se tornado parte abdominal da aorta. Passa ao lado do ducto torácico e da veia ázigo (sua direita)
184
Parte Torácica da Aorta: Ramos do Plano Lateral e Suas Origens
Artérias Bronquiais Esquerdas e Direitas Bronquiais Esquerdas: da própria parte torácica da aorta Bronquiais Direitas: podem vir da parte torácica da aorta, mas normalmente vêm da **terceira artéria intercostal posterior esquerda**
185
Parte Torácica da Aorta: Ramos do Plano Anteromediano
Artérias Mediastinais Artérias Esofágicas Artérias Pericárdicas Artérias Frênicas Superiores
186
Parte Torácica da Aorta: Ramos do Plano Posterolateral
Intercostais Proximais (com exceção do primeiro e segundo espaços) Subcostais
187
Trajeto e Irrigação das Artérias Frênicas Superiores
Saem do nível do hiato aórtico até a face anterolateral do diafragma, irrigando-o Pode se anastomosar com as artérias musculofrênicas e pericárdicas
188
Esôfago no Mediastino Posterior: Trajeto
À direita da arco da aorta, imediatamente posterior ao **átrio esquerdo**, sendo desviado pela parte torácica da aorta, mas retornando à esquerda e **ficando anterior a ela** para passar pelo hiato esofágico do diafragma
189
Esôfago no Mediastino: Estreitamentos e Relação de Proximidade Relevante
Locais onde geram impressões e desvios Arco da Aorta Brônquio Principal Esquerdo Diafragma (Os dois primeiros são bem próximos)
190
Ducto Torácico: Origem
Cisterna do Quilo
191
Ducto Torácico: Drenagem
Todo o corpo, exceto o hemitórax direito e membro superior direito
192
Ducto Torácico: Passagem
Passa pelo hiato aórtico, entre a veia ázigo e parte torácica da aorta, na face anterior das sete vértebras torácicas inferiores, antes de se curvar ao ângulo venoso esquerdo
193
Ducto Torácico: Local do Fim da Drenagem
No ângulo venoso esquerdo (união da veia jugular interna esquerda e veia subclávia esquerda para formar a veia braquiocefálica esquerda)
194
Sistema Ázigo: Drenagem Geral
Dorso, paredes toracoabdominais e vísceras mediastinais
195
Veia Ázigo: Origem
Veia lombar direita após passagem pelo hiato aórtico
196
Veia Ázigo: Função e Local de Curva
Via colateral entre as veias cavas inferior e superior Curva-se acima da **raíz do pulmão direito**, entrando na veia cava superior
197
Veia Hemiázigo: Lado e Posterior a Quem
Lado esquerdo, posterior a parte torácica da aorta
198
Hemiázigo Acessória: Drenagem
Quarta a Oitava Veias Intercostais Posteriores Bronquiais Esquerdas
199
Identifique as veias
Verde - Cavas Azul Claro - Ázigo Rosa - Hemiázigo Acessória Vermelho - Hemiázigo Azul Escuro - Subcostais Amarelo - Lombar Asc. Esquerda Laranja (acompanhando) - Veias Lombares (1 a 5, direita e esquerda)
200
Via de Circulação Colateral do Sistema Ázigo
Obstrução das veias cavas ativa a via colateral, com função de levar o sangue ao átrio direito Obstrução da Veia Cava Superior 1- sangue desce para a ázigo para ela se conectar a veia cava inferior, que vai levar ao átrio direito
201
Mediastino Anterior: Conteúdo
Ligamentos esternopericárdicos Tecido adiposo Vasos linfáticos Ramos dos vasos torácicos internos
202
Consideração sobre o Mediastino Anterior em Lactentes e Crianças
Presença da parte inferior do timo
203
Identifique os vasos
1- ACE 2- ACD 3- Ramo Circunflexo da ACE 4- Ramo Interventricular Anterior da ACE 5- Ramo Diagonal Anterior 6- Veia Ventricular Direita Anterior 7- Veia Interventricular Anterior
204
1- Ramo Interventricular Posterior da Coronária Direita 2- Ramo Marginal da Coronária Esquerda 3- Ramo Marginal da Coronária Direita 4- Ramo Ventricular da Coronária Esquerda 5- Seio Coronário 6- Veia Cardíaca Magna 7- Veia Cardíaca Parva 8- Veia Interventricular Posterior
205
1- Ramo Interventricular Anterior da ACE 2- Ramo Diagonal da ACE 3- ACD 4- Ramo Marginal da ACD
206
1- Tronco Pulmonar 2- Aorta Ascendente 3- Átrio Esquerdo 4- Ramo Circunflexo da ACE 5- ACD 6- Ramo Interventricular Posterior da ACD
207
Aneurisma de Arco da Aorta: O que Pode Comprimir?
Esôfago (causando deglutição) Traqueia (causando dispneia) Passa anterior a traqueia e esôfago, desviando o último para direita
208
Aneurisma de Arco da Aorta: Movimentação Traqueal Durante a Sístole
Quando ocorre a sístole ventricular, o sangue é expulso para o arco da aorta, expandindo o aneurisma e aumentando o desvio traqueal, podendo ser palpado na incisura jugular