na frase “o menino ligou para os pais”, “o menino” exerce a função de sujeito.
Certo. “O menino” é o termo sobre o qual se faz a declaração “ligou para os pais”; portanto, exerce a função de sujeito da oração.
na frase “o menino ligou para os pais”, “para os pais” exerce a função de objeto indireto.
Certo. O verbo “ligar”, no sentido de telefonar, rege a preposição “para” ou “a” em muitos usos; assim, “para os pais” funciona como complemento preposicionado do verbo, isto é, objeto indireto.
na frase “os alunos compreenderam a matéria”, “a matéria” exerce a função de objeto direto.
Certo. O termo “a matéria” completa o sentido do verbo “compreender” sem preposição obrigatória, razão pela qual funciona como objeto direto.
na frase “os alunos gostam de gramática”, “de gramática” exerce a função de objeto indireto.
Certo. O verbo “gostar” exige complemento preposicionado com “de”; logo, “de gramática” é objeto indireto.
na frase “os alunos estavam ansiosos”, “ansiosos” exerce a função de predicativo do sujeito.
Certo. O termo “ansiosos” atribui uma característica ao sujeito “os alunos”, mediada pelo verbo de ligação “estavam”; por isso, é predicativo do sujeito.
na frase “considero o candidato preparado”, “preparado” exerce a função de predicativo do objeto.
Certo. O termo “preparado” atribui uma característica ao objeto direto “o candidato”, e não ao sujeito; portanto, é predicativo do objeto.
na frase “brasília, capital do brasil, sedia a embaixada”, “capital do brasil” exerce a função de aposto.
Certo. O segmento “capital do Brasil” explica o termo anterior, “Brasília”; logo, funciona como aposto explicativo.
na frase “senhores candidatos, leiam o enunciado”, “senhores candidatos” exerce a função de vocativo.
Certo. O termo é usado para chamar ou interpelar o interlocutor, sem integrar a estrutura sujeito-predicado; por isso, é vocativo.
na frase “o projeto foi aprovado pelo congresso”, “pelo congresso” exerce a função de agente da passiva.
Certo. Na voz passiva analítica, o termo introduzido por “por” indica quem praticou a ação verbal; assim, “pelo Congresso” é agente da passiva.
na frase “havia muitos candidatos na sala”, “muitos candidatos” exerce a função de sujeito.
Errado. O verbo “haver”, no sentido de existir, é impessoal; portanto, a oração não tem sujeito. “Muitos candidatos” funciona como objeto direto.
na frase “faz dois anos que não viajo”, “dois anos” exerce a função de sujeito.
Errado. O verbo “fazer”, indicando tempo decorrido, é impessoal. Não há sujeito na oração; “dois anos” não exerce função de sujeito.
na frase “precisa-se de servidores qualificados”, a partícula “se” é índice de indeterminação do sujeito.
Certo. Como o verbo é transitivo indireto, a partícula “se” indetermina o sujeito; não há voz passiva sintética nesse caso.
na frase “vendem-se apartamentos”, a partícula “se” é índice de indeterminação do sujeito.
Errado. Nesse caso, “se” é partícula apassivadora, porque o verbo é transitivo direto e “apartamentos” funciona como sujeito paciente: apartamentos são vendidos.
na frase “vendem-se apartamentos”, “apartamentos” exerce a função de objeto direto.
Errado. Na construção em voz passiva sintética, “apartamentos” é sujeito paciente do verbo.
na frase “assistimos ao filme ontem”, “ao filme” exerce a função de objeto indireto.
Certo. O verbo “assistir”, no sentido de ver, exige preposição “a”; assim, “ao filme” é objeto indireto.
na frase “o médico assistiu o paciente”, “o paciente” exerce a função de objeto direto.
Certo. O verbo “assistir”, no sentido de prestar assistência, é transitivo direto; logo, “o paciente” é objeto direto.
na frase “a resposta do professor agradou à turma”, “do professor” exerce a função de adjunto adnominal.
Certo. O termo especifica o nome “resposta”, indicando autoria ou posse; por isso, funciona como adjunto adnominal.
na frase “a resposta ao professor foi dura”, “ao professor” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O segmento completa o sentido do nome “resposta” e tem valor de alvo ou destinatário; assim, exerce a função de complemento nominal.
na frase “amor de mãe” e “amor à mãe” apresentam, respectivamente, adjunto adnominal e complemento nominal.
Certo. Em “amor de mãe”, “de mãe” tende a indicar agente ou possuidor do amor; em “amor à mãe”, o termo indica o alvo do sentimento, funcionando como complemento nominal.
na frase “necessitamos de apoio”, “de apoio” exerce a função de complemento nominal.
Errado. O termo completa o verbo “necessitamos”, não um nome; logo, é objeto indireto, e não complemento nominal.
na frase “temos necessidade de apoio”, “de apoio” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do nome “necessidade”; por isso, é complemento nominal.
na frase “o aluno nervoso saiu cedo”, “nervoso” exerce a função de predicativo do sujeito.
Errado. Nessa estrutura, “nervoso” está dentro do sintagma nominal “o aluno nervoso”, caracterizando diretamente o nome; portanto, é adjunto adnominal.
na frase “o aluno saiu nervoso”, “nervoso” exerce a função de predicativo do sujeito.
Certo. O termo atribui uma característica ao sujeito no momento da ação expressa pelo verbo; por isso, é predicativo do sujeito.
na frase “julgaram a proposta inviável”, “inviável” exerce a função de predicativo do objeto.
Certo. O adjetivo caracteriza o objeto “a proposta” a partir do julgamento expresso pelo verbo.