PT Flashcards

(153 cards)

1
Q

na frase “o menino ligou para os pais”, “o menino” exerce a função de sujeito.

A

Certo. “O menino” é o termo sobre o qual se faz a declaração “ligou para os pais”; portanto, exerce a função de sujeito da oração.

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2
Q

na frase “o menino ligou para os pais”, “para os pais” exerce a função de objeto indireto.

A

Certo. O verbo “ligar”, no sentido de telefonar, rege a preposição “para” ou “a” em muitos usos; assim, “para os pais” funciona como complemento preposicionado do verbo, isto é, objeto indireto.

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3
Q

na frase “os alunos compreenderam a matéria”, “a matéria” exerce a função de objeto direto.

A

Certo. O termo “a matéria” completa o sentido do verbo “compreender” sem preposição obrigatória, razão pela qual funciona como objeto direto.

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4
Q

na frase “os alunos gostam de gramática”, “de gramática” exerce a função de objeto indireto.

A

Certo. O verbo “gostar” exige complemento preposicionado com “de”; logo, “de gramática” é objeto indireto.

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5
Q

na frase “os alunos estavam ansiosos”, “ansiosos” exerce a função de predicativo do sujeito.

A

Certo. O termo “ansiosos” atribui uma característica ao sujeito “os alunos”, mediada pelo verbo de ligação “estavam”; por isso, é predicativo do sujeito.

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6
Q

na frase “considero o candidato preparado”, “preparado” exerce a função de predicativo do objeto.

A

Certo. O termo “preparado” atribui uma característica ao objeto direto “o candidato”, e não ao sujeito; portanto, é predicativo do objeto.

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7
Q

na frase “brasília, capital do brasil, sedia a embaixada”, “capital do brasil” exerce a função de aposto.

A

Certo. O segmento “capital do Brasil” explica o termo anterior, “Brasília”; logo, funciona como aposto explicativo.

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8
Q

na frase “senhores candidatos, leiam o enunciado”, “senhores candidatos” exerce a função de vocativo.

A

Certo. O termo é usado para chamar ou interpelar o interlocutor, sem integrar a estrutura sujeito-predicado; por isso, é vocativo.

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9
Q

na frase “o projeto foi aprovado pelo congresso”, “pelo congresso” exerce a função de agente da passiva.

A

Certo. Na voz passiva analítica, o termo introduzido por “por” indica quem praticou a ação verbal; assim, “pelo Congresso” é agente da passiva.

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10
Q

na frase “havia muitos candidatos na sala”, “muitos candidatos” exerce a função de sujeito.

A

Errado. O verbo “haver”, no sentido de existir, é impessoal; portanto, a oração não tem sujeito. “Muitos candidatos” funciona como objeto direto.

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11
Q

na frase “faz dois anos que não viajo”, “dois anos” exerce a função de sujeito.

A

Errado. O verbo “fazer”, indicando tempo decorrido, é impessoal. Não há sujeito na oração; “dois anos” não exerce função de sujeito.

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12
Q

na frase “precisa-se de servidores qualificados”, a partícula “se” é índice de indeterminação do sujeito.

A

Certo. Como o verbo é transitivo indireto, a partícula “se” indetermina o sujeito; não há voz passiva sintética nesse caso.

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13
Q

na frase “vendem-se apartamentos”, a partícula “se” é índice de indeterminação do sujeito.

A

Errado. Nesse caso, “se” é partícula apassivadora, porque o verbo é transitivo direto e “apartamentos” funciona como sujeito paciente: apartamentos são vendidos.

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14
Q

na frase “vendem-se apartamentos”, “apartamentos” exerce a função de objeto direto.

A

Errado. Na construção em voz passiva sintética, “apartamentos” é sujeito paciente do verbo.

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15
Q

na frase “assistimos ao filme ontem”, “ao filme” exerce a função de objeto indireto.

A

Certo. O verbo “assistir”, no sentido de ver, exige preposição “a”; assim, “ao filme” é objeto indireto.

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16
Q

na frase “o médico assistiu o paciente”, “o paciente” exerce a função de objeto direto.

A

Certo. O verbo “assistir”, no sentido de prestar assistência, é transitivo direto; logo, “o paciente” é objeto direto.

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17
Q

na frase “a resposta do professor agradou à turma”, “do professor” exerce a função de adjunto adnominal.

A

Certo. O termo especifica o nome “resposta”, indicando autoria ou posse; por isso, funciona como adjunto adnominal.

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18
Q

na frase “a resposta ao professor foi dura”, “ao professor” exerce a função de complemento nominal.

A

Certo. O segmento completa o sentido do nome “resposta” e tem valor de alvo ou destinatário; assim, exerce a função de complemento nominal.

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19
Q

na frase “amor de mãe” e “amor à mãe” apresentam, respectivamente, adjunto adnominal e complemento nominal.

A

Certo. Em “amor de mãe”, “de mãe” tende a indicar agente ou possuidor do amor; em “amor à mãe”, o termo indica o alvo do sentimento, funcionando como complemento nominal.

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20
Q

na frase “necessitamos de apoio”, “de apoio” exerce a função de complemento nominal.

A

Errado. O termo completa o verbo “necessitamos”, não um nome; logo, é objeto indireto, e não complemento nominal.

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21
Q

na frase “temos necessidade de apoio”, “de apoio” exerce a função de complemento nominal.

A

Certo. O termo completa o sentido do nome “necessidade”; por isso, é complemento nominal.

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22
Q

na frase “o aluno nervoso saiu cedo”, “nervoso” exerce a função de predicativo do sujeito.

A

Errado. Nessa estrutura, “nervoso” está dentro do sintagma nominal “o aluno nervoso”, caracterizando diretamente o nome; portanto, é adjunto adnominal.

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23
Q

na frase “o aluno saiu nervoso”, “nervoso” exerce a função de predicativo do sujeito.

A

Certo. O termo atribui uma característica ao sujeito no momento da ação expressa pelo verbo; por isso, é predicativo do sujeito.

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24
Q

na frase “julgaram a proposta inviável”, “inviável” exerce a função de predicativo do objeto.

A

Certo. O adjetivo caracteriza o objeto “a proposta” a partir do julgamento expresso pelo verbo.

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25
na frase “o jovem diplomata entregou ao ministro o documento oficial ontem”, “oficial” exerce a função de adjunto adnominal.
Certo. O termo caracteriza o substantivo “documento” dentro do objeto direto, funcionando como adjunto adnominal.
26
na frase “o jovem diplomata entregou ao ministro o documento oficial ontem”, “ontem” exerce a função de adjunto adverbial.
Certo. O termo indica circunstância de tempo e modifica o verbo “entregou”; por isso, é adjunto adverbial.
27
na frase “o aluno e o professor chegaram”, o sujeito é composto.
Certo. Há dois núcleos no sujeito, “aluno” e “professor”; portanto, trata-se de sujeito composto.
28
na frase “chegamos cedo”, o sujeito é desinencial.
Certo. O sujeito não aparece expresso, mas pode ser identificado pela desinência verbal em “chegamos”: trata-se de “nós”.
29
na frase “disseram que a prova foi difícil”, o sujeito é indeterminado.
Certo. O verbo está na terceira pessoa do plural sem referente expresso, o que indetermina o sujeito.
30
na frase “choveu muito ontem”, a oração tem sujeito indeterminado.
Errado. Verbos que indicam fenômenos da natureza, quando usados em sentido próprio, formam orações sem sujeito.
31
na frase “era meia-noite”, a oração é sem sujeito.
Certo. O verbo “ser”, indicando tempo ou hora, é impessoal nesse contexto; logo, não há sujeito.
32
na frase “a leitura cuidadosa do texto ajuda o candidato”, o núcleo do sujeito é “leitura”.
Certo. O sintagma sujeito é “a leitura cuidadosa do texto”, cujo núcleo é o substantivo “leitura”.
33
na frase “a leitura cuidadosa do texto ajuda o candidato”, “cuidadosa” exerce a função de adjunto adnominal.
Certo. O adjetivo caracteriza o nome “leitura” dentro do sujeito, funcionando como adjunto adnominal.
34
na frase “a leitura cuidadosa do texto ajuda o candidato”, “do texto” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo preposicionado completa o sentido do nome “leitura”, indicando o objeto do ato de ler; por isso, é complemento nominal.
35
na frase “a leitura do professor”, “do professor” é necessariamente complemento nominal.
Errado. Em “a leitura do professor”, o termo pode indicar o agente da leitura, com valor típico de adjunto adnominal; não é necessariamente complemento nominal.
36
na frase “os candidatos à vaga chegaram cedo”, “à vaga” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do nome “candidatos”, indicando aquilo a que se candidatam; por isso, é complemento nominal.
37
na frase “os livros de história foram vendidos”, “de história” exerce a função de complemento nominal.
Errado. Nesse caso, “de história” especifica o tipo de livro; exerce, assim, função de adjunto adnominal.
38
na frase “a confiança em si mesmo é importante”, “em si mesmo” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do nome “confiança”, indicando o alvo da confiança; logo, é complemento nominal.
39
na frase “o medo de fracassar paralisa”, “de fracassar” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O segmento completa o sentido do nome “medo”, indicando o objeto temido; por isso, é complemento nominal.
40
na frase “a crítica do jornalista ao governo foi severa”, “do jornalista” e “ao governo” exercem, respectivamente, as funções de adjunto adnominal e complemento nominal.
Certo. “Do jornalista” indica autoria da crítica; “ao governo” indica o alvo dessa crítica.
41
na frase “o parecer favorável ao projeto surpreendeu a comissão”, “favorável ao projeto” integra o predicado.
Errado. O segmento integra o sujeito “o parecer favorável ao projeto”, não o predicado.
42
na frase “o parecer favorável ao projeto surpreendeu a comissão”, “ao projeto” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do adjetivo “favorável”, indicando a que o parecer é favorável.
43
na frase “o ministro julgou precipitada a reação da imprensa”, “precipitada” exerce a função de predicativo do objeto.
Certo. O adjetivo caracteriza o objeto “a reação da imprensa” a partir do julgamento expresso pelo verbo.
44
na frase “os alunos permaneciam calados”, o predicado é nominal.
Certo. O verbo “permaneciam” funciona como verbo de ligação, e o núcleo semântico do predicado é o nome “calados”, predicativo do sujeito.
45
na frase “os alunos chegaram cansados”, o predicado é verbo-nominal.
Certo. Há um verbo de ação, “chegaram”, e um predicativo do sujeito, “cansados”; logo, o predicado é verbo-nominal.
46
na frase “os alunos resolveram a prova rapidamente”, o predicado é verbal.
Certo. O núcleo do predicado é o verbo de ação “resolveram”; “rapidamente” é apenas adjunto adverbial.
47
na frase “a prova parece difícil”, “difícil” exerce a função de objeto direto.
Errado. O termo atribui característica ao sujeito “a prova”, com mediação do verbo de ligação “parece”; logo, é predicativo do sujeito.
48
na frase “quando a prova começou, o silêncio tomou conta da sala”, a vírgula é empregada para isolar oração subordinada adverbial anteposta.
Certo. A oração “Quando a prova começou” está deslocada para o início do período; por isso, a vírgula é adequada para isolá-la.
49
na frase “o silêncio tomou conta da sala quando a prova começou”, a ausência de vírgula está necessariamente errada.
Errado. Quando a oração subordinada adverbial vem posposta, a vírgula frequentemente é dispensável; a ausência, nesse caso, não configura erro.
50
na frase “os alunos, chegaram cedo”, a vírgula está corretamente empregada por indicar pausa na fala.
Errado. A vírgula não pode separar sujeito e verbo apenas por haver pausa entonacional; trata-se de uso indevido.
51
na frase “maria, venha cá”, a vírgula é obrigatória para isolar o vocativo.
Certo. “Maria” funciona como vocativo; por isso, deve vir isolado por vírgula.
52
na frase “brasília, capital federal, recebe missões estrangeiras”, o uso de vírgulas justifica-se pelo isolamento de aposto explicativo.
Certo. O segmento “capital federal” explica “Brasília”; assim, deve ser isolado por vírgulas.
53
na frase “os diplomatas que dominavam inglês foram selecionados”, o emprego de vírgulas em torno de “que dominavam inglês” preservaria o sentido original do enunciado.
Errado. Sem vírgulas, a oração é restritiva; com vírgulas, passaria a ser explicativa, alterando o sentido.
54
na frase “os diplomatas, que dominavam inglês, foram selecionados”, a oração entre vírgulas é adjetiva explicativa.
Certo. As vírgulas indicam que a oração acrescenta uma explicação sobre os diplomatas, sem restringir o referente.
55
na frase “estudou bastante, mas errou a questão”, a vírgula antes de “mas” está corretamente empregada.
Certo. Em regra, usa-se vírgula antes da conjunção adversativa “mas”.
56
na frase “abriu o caderno e iniciou a revisão”, a inserção de vírgula antes de “e” é obrigatória.
Errado. Com o mesmo sujeito e coordenação simples, a vírgula antes de “e” normalmente não é exigida.
57
na frase “abriu o caderno, e os colegas permaneceram em silêncio”, a vírgula antes de “e” é aceitável, entre outras razões, pela mudança de sujeito da segunda oração.
Certo. A mudança de sujeito favorece o emprego da vírgula na coordenação.
58
na frase “no início da sessão, os parlamentares pediram a palavra”, a vírgula isola adjunto adverbial deslocado.
Certo. O segmento inicial indica circunstância de tempo e foi deslocado; a vírgula é adequada.
59
na frase “ontem, saí cedo”, a vírgula é obrigatória, porque todo adjunto adverbial deslocado deve ser isolado.
Errado. Com adjuntos adverbiais curtos, a vírgula pode ser facultativa em muitos contextos; não se deve afirmar obrigatoriedade absoluta.
60
na frase “sim, eu concordo”, a vírgula após “sim” justifica-se pelo valor interjetivo ou modal da palavra inicial.
Certo. O termo inicial está destacado do restante da oração e, por isso, pode ser seguido de vírgula.
61
na frase “não espere”, a inserção de vírgula após “não” preservaria o sentido da oração.
Errado. “Não espere” e “Não, espere” têm sentidos distintos; a vírgula altera a organização sintática e o valor semântico do enunciado.
62
na frase “havia, entretanto, um problema”, as vírgulas isolam termo intercalado.
Certo. “Entretanto” está intercalado na oração; por isso, as vírgulas são adequadas.
63
na frase “o candidato afirmou, que estudaria mais”, a vírgula está correta por separar a oração principal da subordinada substantiva.
Errado. Não se usa vírgula entre o verbo da oração principal e a oração subordinada substantiva completiva que funciona como seu complemento.
64
na frase “segundo o relator, o texto é constitucional”, a vírgula após “relator” está correta.
Certo. O segmento inicial funciona como adjunto adverbial ou expressão conformativa deslocada; o uso da vírgula é adequado.
65
na frase “os livros, de história, foram vendidos”, as vírgulas em torno de “de história” são obrigatórias.
Errado. “De história” é adjunto adnominal restritivo; isolá-lo por vírgulas, em regra, é indevido.
66
na frase “a comissão decidiu o seguinte: o relatório seria adiado”, os dois-pontos introduzem esclarecimento ou explicação.
Certo. Os dois-pontos introduzem o conteúdo anunciado em “o seguinte”.
67
na frase “comprei três itens: canetas, livros e cadernos”, os dois-pontos introduzem enumeração.
Certo. A pontuação anuncia a enumeração dos itens comprados.
68
na frase “os alunos disseram que, se houvesse tempo, revisariam o conteúdo”, as vírgulas isolam oração intercalada.
Certo. O segmento “se houvesse tempo” foi inserido no interior da oração completiva, devendo vir isolado.
69
na frase “os alunos disseram, que se houvesse tempo revisariam o conteúdo”, a vírgula depois de “disseram” está bem empregada.
Errado. A oração subordinada substantiva que completa “disseram” não deve ser separada por vírgula do verbo principal.
70
na frase “o relatório, segundo o ministro, estava pronto”, as vírgulas isolam expressão intercalada.
Certo. “Segundo o ministro” aparece como segmento intercalado e, por isso, é isolado por vírgulas.
71
na frase “portanto os dados devem ser revistos”, a ausência de vírgula compromete a correção do período.
Certo. Quando deslocado para o interior ou início do período com valor conclusivo, “portanto” costuma ser isolado por vírgula; a forma sem pontuação é inadequada em contexto formal.
72
na frase “porém a proposta foi aceita”, a ausência de vírgula antes ou depois de “porém” é plenamente regular na norma-padrão formal.
Errado. “Porém”, conjunção adversativa, costuma vir precedido de vírgula ou isolado, conforme a posição; a ausência total de marcação é inadequada na redação formal.
73
na frase “a proposta porém foi aceita”, as vírgulas em torno de “porém” seriam adequadas.
Certo. Nessa posição medial, “porém” tende a vir isolado por vírgulas.
74
na frase “se todos concordarem, assinaremos o termo”, a vírgula é adequada por isolar oração subordinada adverbial condicional anteposta.
Certo. A oração condicional está deslocada para o início do período; por isso, a vírgula é correta.
75
na frase “assinaremos o termo, se todos concordarem”, a vírgula é impossível, porque a oração adverbial está posposta.
Errado. A vírgula com oração adverbial posposta pode ser empregada em certos contextos; não é impossível por definição.
76
na frase “joão o candidato mais bem preparado foi aprovado”, a pontuação adequada exige vírgulas em torno de “o candidato mais bem preparado”.
Certo. O segmento funciona como aposto explicativo e deve ser isolado por vírgulas.
77
na frase “os candidatos isto é os mais preparados avançaram”, a expressão “isto é” deve ser isolada por vírgulas.
Certo. Trata-se de expressão explicativa intercalada, normalmente isolada por vírgulas.
78
na frase “não só estudou muito, mas também revisou os pontos fracos”, a vírgula está corretamente empregada.
Certo. A vírgula separa orações correlatas e favorece a clareza do paralelismo.
79
na frase “por um lado o texto é claro; por outro é superficial”, a ausência de vírgula após “por um lado” compromete a pontuação.
Certo. Expressões correlativas deslocadas como “por um lado” costumam vir destacadas por vírgula.
80
na frase “o ministro afirmou: que a proposta seria revista”, os dois-pontos estão corretamente empregados.
Errado. Nesse caso, a oração subordinada substantiva completiva verbal não deve ser introduzida por dois-pontos dessa maneira.
81
na frase “meus amigos leiam com atenção”, a ausência de vírgula não compromete a norma-padrão.
Errado. “Meus amigos” funciona como vocativo e deve ser isolado por vírgula.
82
na frase “os autores brasileiros, portugueses e angolanos foram convidados”, a vírgula separa termos coordenados de mesma função.
Certo. A vírgula separa elementos de uma enumeração coordenada.
83
a palavra “médico” é acentuada por ser proparoxítona.
Certo. Todas as proparoxítonas são acentuadas na ortografia vigente.
84
a palavra “transito”, no sentido do substantivo “trânsito”, pode ser grafada sem acento na norma-padrão atual.
Errado. O substantivo “trânsito” é proparoxítono e, por isso, deve ser acentuado.
85
a palavra “café” é acentuada por ser oxítona terminada em “e”.
Certo. Oxítonas terminadas em “a(s)”, “e(s)”, “o(s)”, “em” e “ens” recebem acento.
86
a palavra “parabéns” é acentuada por ser oxítona terminada em “ens”.
Certo. Trata-se de caso regular de acentuação das oxítonas.
87
a palavra “mesa” recebe acento gráfico por ser paroxítona.
Errado. Nem toda paroxítona é acentuada; “mesa” termina em “a” e não se enquadra nas terminações acentuadas.
88
a palavra “fácil” é acentuada por ser paroxítona terminada em “l”.
Certo. Paroxítonas terminadas em “l” recebem acento.
89
a palavra “hífen” é acentuada por ser paroxítona terminada em “n”.
Certo. “Hífen” é paroxítona terminada em “n”, motivo pelo qual recebe acento.
90
a palavra “tórax” é acentuada por ser paroxítona terminada em “x”.
Certo. Paroxítonas terminadas em “x” são acentuadas.
91
a palavra “júri” é acentuada por ser paroxítona terminada em “i”.
Certo. Paroxítonas terminadas em “i(s)” recebem acento.
92
a palavra “vírus” é acentuada por ser paroxítona terminada em “us”.
Certo. É caso regular de paroxítona terminada em “us”.
93
a palavra “álbum” é acentuada por ser paroxítona terminada em “um”.
Certo. Paroxítonas terminadas em “um(uns)” recebem acento.
94
a palavra “órgão” é acentuada por ser oxítona terminada em “ão”.
Errado. “Órgão” é paroxítona, não oxítona. Seu acento decorre da regra das paroxítonas terminadas em ditongo oral.
95
a palavra “história” é acentuada por ser paroxítona terminada em ditongo.
Certo. Paroxítonas terminadas em ditongo oral recebem acento.
96
a palavra “herói” mantém o acento gráfico por ser oxítona com ditongo aberto.
Certo. O acento dos ditongos abertos “éi” e “ói” foi mantido nas oxítonas.
97
a palavra “ideia” não recebe acento gráfico na ortografia atual.
Certo. Após o Acordo Ortográfico, paroxítonas com ditongo aberto, como “ideia”, perderam o acento.
98
a grafia “idéia” está de acordo com a ortografia oficial vigente.
Errado. A forma correta atual é “ideia”, sem acento.
99
a palavra “jiboia” recebe acento gráfico por conter ditongo aberto.
Errado. Como é paroxítona, a palavra perdeu o acento com o Acordo Ortográfico.
100
a palavra “saída” é acentuada porque apresenta hiato com “i” tônico formando sílaba sozinho.
Certo. O “i” tônico em hiato, quando forma sílaba sozinho ou com “s”, recebe acento.
101
a palavra “país” é acentuada pela mesma regra que explica a acentuação de “saída”.
Certo. Em ambos os casos, há hiato com “i” tônico.
102
a palavra “rainha” deveria receber acento gráfico pelo hiato entre “a” e “i”.
Errado. Não se acentua o “i” tônico em hiato quando ele vem seguido de “nh”.
103
a palavra “feiura” é acentuada na ortografia atual.
Errado. Após o Acordo Ortográfico, palavras paroxítonas com “i” tônico depois de ditongo, como “feiura”, perderam o acento.
104
a grafia “feiúra” está correta segundo a ortografia oficial vigente.
Errado. A forma atual é “feiura”, sem acento.
105
a palavra “baú” é acentuada em razão do hiato com “u” tônico.
Certo. O “u” tônico em hiato recebe acento quando forma sílaba sozinho ou com “s”.
106
a palavra “voo” não recebe acento gráfico na ortografia atual.
Certo. Com o Acordo Ortográfico, formas como “voo” perderam o acento circunflexo.
107
a grafia “vôo” permanece correta na norma-padrão.
Errado. A grafia atual é “voo”, sem acento.
108
a palavra “enjoo” perdeu o acento com o Acordo Ortográfico.
Certo. Assim como “voo”, a forma atual é sem acento.
109
na oposição “pode/pôde”, o acento diferencial ainda é mantido.
Certo. O acento em “pôde” distingue o pretérito perfeito da forma presente “pode”.
110
na oposição “por/pôr”, o acento diferencial ainda é mantido.
Certo. O acento em “pôr” distingue o verbo da preposição “por”.
111
na oposição “para/pára”, o acento diferencial foi abolido.
Certo. A forma verbal “pára” deixou de receber acento; a grafia atual é “para”.
112
a forma “têm” é usada para o plural de “tem”.
Certo. O acento circunflexo em “têm” distingue o plural da forma singular “tem”.
113
a forma “mantém” é plural de “mantém”.
Errado. “Mantém” é singular; o plural é “mantêm”.
114
a forma “intervêm” está corretamente acentuada por ser plural de “intervém”.
Certo. O acento circunflexo marca o plural da forma verbal.
115
todo monossílabo tônico deve ser acentuado.
Errado. Apenas os monossílabos tônicos terminados em “a(s)”, “e(s)” e “o(s)” recebem acento.
116
as formas “pá”, “pé” e “pó” exemplificam monossílabos tônicos acentuados.
Certo. Todas se enquadram na regra dos monossílabos tônicos terminados em “a”, “e” e “o”.
117
a palavra “tambem” está corretamente grafada sem acento.
Errado. A forma correta é “também”, oxítona terminada em “em”.
118
a palavra “item” deve ser acentuada por terminar em “em”.
Errado. Apesar da terminação, “item” é paroxítona e não recebe acento nessa regra.
119
na frase “apenas os ministros assinaram o documento”, o termo “apenas” restringe o sujeito da oração.
Certo. O advérbio incide sobre “os ministros”, indicando que ninguém além deles assinou o documento.
120
na frase “os ministros apenas assinaram o documento”, o advérbio “apenas” restringe a ação verbal.
Certo. Nesse caso, o advérbio recai sobre o predicado, sugerindo que os ministros só assinaram, sem praticar outra ação.
121
na frase “o candidato que estudou com método teve melhor desempenho”, a oração subordinada adjetiva restringe o referente de “candidato”.
Certo. Sem vírgulas, a oração delimita o subconjunto de candidatos de que se fala.
122
na frase “o candidato, que estudou com método, teve melhor desempenho”, a oração subordinada adjetiva tem valor explicativo.
Certo. As vírgulas indicam que a informação é acessória e não delimitadora do referente.
123
na frase “foi aprovado o candidato”, a ordem direta da oração foi mantida.
Errado. A ordem direta prototípica seria “o candidato foi aprovado”; há inversão na frase dada.
124
na frase “chegaram os convidados”, o sujeito está posposto ao verbo.
Certo. Embora apareça depois do verbo, “os convidados” continua sendo sujeito.
125
na frase “foram entregues os documentos”, a concordância verbal com “documentos” favorece a identificação do sujeito.
Certo. Como a construção está na voz passiva, “os documentos” é sujeito paciente, e o verbo concorda com ele.
126
na frase “entregou-se os documentos”, a concordância está correta.
Errado. Em voz passiva sintética, o verbo deve concordar com o sujeito paciente plural: o correto seria “entregaram-se os documentos”.
127
na frase “precisa-se de medidas urgentes”, a forma verbal no singular está adequada.
Certo. Com índice de indeterminação do sujeito e verbo transitivo indireto, o verbo permanece no singular.
128
na frase “o amor à pátria fortalece o cidadão”, “à pátria” é complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do nome “amor”, indicando o alvo do sentimento.
129
na frase “o amor de pátria fortalece o cidadão”, o segmento “de pátria” corresponde, sem alteração de sentido, a “à pátria”.
Errado. A troca altera a relação semântica; por isso, não se pode afirmar equivalência automática.
130
na frase “há razões suficientes para cautela”, o verbo “haver” poderia ser flexionado no plural sem prejuízo gramatical.
Errado. No sentido de existir, “haver” é impessoal e deve permanecer no singular.
131
na frase “existem razões suficientes para cautela”, o verbo concorda com o sujeito “razões suficientes”.
Certo. Diferentemente de “haver”, o verbo “existir” possui sujeito e com ele concorda.
132
na frase “é necessário cautela”, a concordância nominal está necessariamente correta.
Errado. Com substantivo feminino sem determinante, o adjetivo pode variar; em contexto formal, é mais usual “é necessária cautela”.
133
na frase “é proibido entrada”, a concordância está de acordo com a norma-padrão culta formal.
Errado. Com substantivo determinado ou com valor substantivo mais marcado, a forma esperada é “é proibida a entrada”; a formulação dada é inadequada.
134
na frase “é proibida a entrada”, a concordância nominal está adequada.
Certo. O adjetivo concorda com o substantivo feminino determinado “a entrada”.
135
na frase “segue anexa a documentação”, a concordância está adequada na norma-padrão.
Certo. O adjetivo “anexa” concorda com “documentação”, feminino singular.
136
na frase “segue anexo a documentação”, a forma “anexo” é a única aceita pela norma-padrão.
Errado. Em construções adjetivas desse tipo, a concordância recomendada é com o nome: “segue anexa a documentação”.
137
na frase “me disseram a verdade”, “me” exerce a função de objeto indireto.
Certo. O pronome completa o verbo “disseram” com valor de destinatário: disseram a mim.
138
na frase “ela me viu ontem”, “me” exerce a função de objeto direto.
Certo. O pronome “me” recebe diretamente a ação de ver, sem preposição obrigatória.
139
na frase “a quem você obedece?”, o pronome interrogativo exerce função de objeto indireto.
Certo. O verbo “obedecer” rege a preposição “a”; portanto, o termo interrogativo é objeto indireto.
140
na frase “de quem você gosta?”, o termo interrogativo exerce função de sujeito.
Errado. O verbo “gostar” exige complemento preposicionado com “de”; assim, o termo interrogativo é objeto indireto.
141
na frase “quem chegou cedo?” o pronome “quem” exerce a função de sujeito.
Certo. O termo interrogativo é o sujeito do verbo “chegou”.
142
na frase “houve problemas na correção”, “na correção” exerce a função de adjunto adverbial.
Certo. O sintagma preposicionado indica circunstância ligada ao evento expresso pelo verbo.
143
na frase “o texto é claro, objetivo e elegante”, os adjetivos exercem a função de predicativo do sujeito.
Certo. Os termos caracterizam o sujeito “o texto” no predicado nominal.
144
na frase “o claro texto foi elogiado”, “claro” exerce a função de predicativo do sujeito.
Errado. Dentro do sintagma nominal “o claro texto”, o adjetivo “claro” funciona como adjunto adnominal.
145
na frase “os candidatos mais dedicados obtiveram melhor nota”, “mais dedicados” integra o sujeito.
Certo. O segmento compõe o sintagma nominal sujeito, qualificando “candidatos”.
146
na frase “foram punidos os responsáveis”, “os responsáveis” não pode ser sujeito por estar após o verbo.
Errado. A posição pós-verbal não impede a função de sujeito; nesse caso, “os responsáveis” é sujeito paciente.
147
na frase “faltam argumentos consistentes”, o verbo deveria permanecer no singular por estar antes do sujeito.
Errado. O verbo deve concordar com o sujeito plural “argumentos consistentes”, mesmo estando anteposto.
148
na frase “falta argumentos consistentes”, a concordância é aceitável porque o verbo vem antes do sujeito.
Errado. A anteposição do verbo não elimina a obrigação de concordância com o sujeito plural.
149
na frase “os alunos revisaram, com atenção, o conteúdo”, as vírgulas isolam expressão adverbial intercalada.
Certo. O segmento “com atenção” foi intercalado entre o verbo e o complemento, podendo ser isolado por vírgulas.
150
na palavra “pôr”, o acento gráfico tem valor diferencial.
Certo. O acento distingue o verbo “pôr” da preposição “por”.
151
na frase “foram três horas de espera”, a oração é sem sujeito.
Errado. Nesse contexto, o verbo “ser” concorda com a expressão nominal “três horas”, que funciona como sujeito.
152
na frase “o respeito às normas é indispensável”, “às normas” exerce a função de complemento nominal.
Certo. O termo completa o sentido do nome “respeito”, indicando o alvo desse respeito.
153
na frase “caros colegas leiam o relatório”, a vírgula após “colegas” é necessária.
Certo. Como “caros colegas” funciona como vocativo, deve ser isolado por vírgula.