Trauma
Principal causa de óbito no Brasil de 1-40 anos com distribuição trimodal
Trauma
Triagem
1o em segundos a minutos após o trauma
2o em minutos a horas após o trauma.
3o após 24h do trauma.
- Complicações = Infecções e embolia pulmonar
Trauma
Multiplas vitimas = Qual doente tem prioridade?
Hospital com capacidade de atender todos os doentes.
- Devemos começar com os mais graves (risco iminente de óbito)
Hospital sem capacidade de atender todos os doentes.
- Devemos começar com o menos grave, com maior chance de sobreviver
Trauma
A = Vias aéreas e estabilização da coluna cervical
Como avaliar
Se o paciente fala, as vias aéreas estão pérvias, passaremos para o B.
Se não fala, usaremos o ver, ouvir e sentir como avalia.
- Manobras “chin lift” e “jaw thrust”.
Trauma
A = Vias aéreas e estabilização da coluna cervical
Via aérea definitiva = Cânula endotraqueal + Balonete
Indicações de via aérea definitiva.
- Apneia, insuficiência respiratória com dificuldade de manutenção de saturação, glasgow ≤ 8, risco de broncoaspiração, iminência de obstrução de via aérea (queimadura de face e hematoma cervical em expansão).
Forma via aérea inicial = Intubação orotraqueal (IOT)
Indicação de via aerea cirurgica = Se IOT impossível
Trauma
A = Vias aéreas e estabilização da coluna cervical
Colar cervical
Quando retirar?
Paciente acordado / alerta
Sem efeito de álcool e drogas
Sem dor cervical
Exame neurológico normal
Se necessário solicitar exame = Raio X no leito
- Captar de C1 a C7
Trauma
A = Vias aéreas e estabilização da coluna cervical
Prancha rígida
Útil apenas para transporte do paciente
Retirar na hora = Assim que chegar no hospital
Se paciente ficar mais de 2 horas na prancha rígida há formação de úlcera de pressão
Trauma
A = Vias aéreas e estabilização da coluna cervical
Traqueostomia
Fazer quando a Cricotireoidostomia não é a de escolha
- Trauma de laringe Membrana cricotireoidea é na laringe Incisão em cima do trauma Evitar incisão em cima de local com trauma Criança menor de 12 anos
Trauma
B = Respiração
O que fazemos? Cuidar das vias aéreas Exame físico respiratório Inspeção Palpação Percussão Ausculta Oxímetro > 95%
Trauma
C = Circulação
Fornecer dois acessos venosos
Reposição volêmica
Avaliar a circulação
Controle da hemorragia
Local do sangue
- Tórax, abdome, pelve (fratura de bacia), fratura de ossos longos bilaterais ou na cena do trauma
Trauma
C = Circulação
Como saber se o paciente está sendo bem hidratado?
Melhora dos parâmetros clínicos
Débito urinário por sondagem vesical - >0,5ml/kg/h no adulto e 1ml/kg/h na criança.
Trauma
C = Circulação
Quando nao passar sonda vesical?
Trauma
C = Circulação
Grau no choque
choque grau 1.
- Sem sintomas = apenas cristaloide.
choque grau 2.
- Taquicardia, pode ter hipotensão postural = apenas cristaloide.
choque grau 3.
- Hipotensão mantida = cristaloide + hemotransfusão.
choque grau 4.
Trauma
D = Neurologico
Como avaliar
Trauma
E = Exposição e prevenção da hipotermia
Como avaliar
- Cortar a roupa, rodar em bloco para avaliar o dorso, aquecimento ativo com cobertores e infusão de soro aquecido.
Evitar a tríade letal
- Hipotermia + acidose + coagulopatia