Lesão de árvore traqueobronquica
raras
alta energia
clínica: hemoptise, esforço respiratório, cianose, enfisema de subcutâneo em tórax e cervical, pneumotórax e pneumomediastino
Dx: tomografia ou broncoscopia
IOT: cuidado (pode piorar)
- deve ser por broncoscopia
Obstrução de vias aéreas conduta
posicionamento adequado das vias aéreas, aspiração (aspirador rígido) e remoção de corpos estranhos que possam ser visualizados
Chin lift, jaw thrust
Pneumotórax fechado x aberto
O pneumotórax fechado ocorre por lesões na pleura visceral, gerando escape de ar para o espaço pleural, enquanto o pneumotórax aberto ocorre por lesões da parede torácica.
Pneumotórax hipertensivo
formação de uma válvula unidirecional com
aumento do volume e da pressão de ar no espaço pleural -> reduz expansibilidade pulmonar
Pode deslocar mediastino para contralateral e reduz retorno venoso
Clínica: ausculta abolida, hipertimpanismo , desvio da traqueia para o lado
contralateral, distensão de veias jugulares, esforço respiratório, queda de saturação, instabilidade hemodinâmica, rebaixamento de nível de consciência e cianose.
Diagnostico pneumotórax
são ausência de deslizamento pleural (modo B) ou sinal do código de barras/estratosfera (modo M) , porém o achado patognomônico é a presença de lung point (POCUS)
conduta pneumotórax hipertensivo
Pneumotórax aberto
ferimentos penetrantes na parede torácica com diâmetro de aproximadamente 2/3 do diâmetro da traqueia
- curativo de 3 pontas
TTO definitivo: drenagem toracica quinto espaço intercostal, entre a linha axilar anterior e a linha axilar média
Hemotórax
Maciço: acúmulo de mais de 1.500 mL de sangue no hemitórax
choque hipovolemico
EFAST: sinal da coluna, ausência do sinal em
espelho e sinal da água-viva
TTO: ressuscitação volêmica, uso de
hemocomponentes (se necessário) e drenagem torácica tubular (28-32 Fr).
Tamponamento cardiaco
mais em trauma penetrante
A tríade de Beck – hipofonese de bulhas, hipotensão e distensão de veias jugulares
POCUS: (janela subxifoidea): líquido ou material heterogeneo no pericardio + compressao das camaras direitas
TTO: toracotomia de emergencia ou esternotomia
- pericardiocentese: controverso - instabildiade hemodinamicas ou ausencia de cirurgião
tórax instável
fraturas de arcos costais acometem dois locais distintos em pelo menos duas costelas contíguas
respiração paradoxal – colabamento durante a inspiração e abaulamento durante a expiração
O tratamento consiste em três pilares:
- Analgesia adequada, tanto sistêmica quanto infiltração anestésica local.
- Suporte de oxigênio e fisioterapia respiratória.
- Expansão volêmica criteriosa, evitando sobrecarga de volume e piora
das lesões.
rotura de diafragma
o esquerdo costuma ser mais diagnostciado
clínica: desconforto respiratório, expansibilidade torácica assimétrica e ausculta de RHA na caixa torácica
cuidado com dreno de torax
trauma penetrante: asintomatico em fase inicial
trauuma contuso: mais sintomas por lacerações mais extensas
rotura traumatica de aorta
90% vao a obito
lesão por desaceleração, como queda de grandes alturas
RX torax: hemotórax volumoso à esquerda, desvio de traqueia e do tubo orotraqueal, alargamento de mediastino, alargamento do arco da aorta e botão aórtico
TTO> controle de FC <80| PAM entre 60-70
definitivo: cirurgico
abordagem inicial trauma abdominal
FAST
Deve responder 2 perguntas:
- Há líquido livre na cavidade abdominal?
- Há líquido no saco pericárdico e, se presente, leva à compressão de câmaras cardíacas?
Para ajudar: Trendelenburg em janelas hepatorrenal e esplenorrenal e em
Trendelenburg reverso em suprapúbica.
- quatro janelas:
1. hepatorrenal (mais sensível): linha axilar média na altura do 7º ao 9º EI com o apontador do transdutor apontando
para a cabeça do paciente - Líquido no espaço de Morrinson
2. esplenorrenal: axilar posterior esquerda na altura do 5º ao 7º EI - Líquido no
3. suprapúbica : acima do osso púbico, procurando a visualização adequada em cortes sagital e transversal das estruturas abdominopélvicas
4. subxifóidea: visualiza derrame pericárdico
* e-FAST: avalia parenquima pulmonar
TRAUMA RETROPERITONEAL
desafiador: ausência de peritonite e pela baixa sensibilidade do FAST
Padrão ouro: a tomografia de abdome e pelve com contraste endovenoso e fase arterial
Indicações de laparotomia no trauma abdominal
Trauma pélvico
+ choque: potencialmente fatal
traumas de alta energia
trauma vesical: pode levar a extravasamento de urina
trauma hepático
segundo lugar em trauma contusos
graduadas de I-V de acordo com a American
Association for the Surgery of Trauma (AAST)
Padrão ouro: nao cirurgico
trauma esplenico
graduado de I a V
Mais comum trauma abdominal fechado
dor em hipocondrio esquerdo
DX: TC com contraste EV
Trauma renal
hematúria macro ou microscópica, mecanismo de desaceleração importante, trauma em flanco ou em dorso, e em pacientes com
instabilidade hemodinâmica sem um foco de sangramento aparente
Tratamentos conservadores tem sucesso
A do ABCDE no trauma
B do ABCDE no politrauma
C do ABCDE no politrauma
D no ABCDE do politrauma