USP Flashcards

(79 cards)

1
Q

Qual é a tríade classica da demência por corpso de lewy DCL?

A

1-Sintomas cognitivos de curso flutuantes
2- Parkinsonismo
3- Alucinação visual.

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2
Q

Qual é o objetivo do tratamento da SOP com contraceptivo hormonal combinado ?

A

Diminuir os efeitos do LH nas células da teca interna

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3
Q

Qual a definição de amnorréia primária ?

A

Mais 13 anos sem caracterísitcas sexuais secundárias
OU
Mais de 15 anos com características sexuais secundárias
OU
Até 3 anos após a telarca , caso ela tenha ocorrido até os 10 anos .

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4
Q

Qual o sinal clínico do desenvolvimento do eixo hipotálamo-hipofise -gonodal?

A

Telarca( desenvolvimento das mamas)

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5
Q

Qual é o cariótipo da síndrome de Tunner ?

A

45 X

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6
Q

Qual a tríade que as mulheres atletas costumam apresentar ?

A

Distúrbios alimentares
Amnorréia
Osteoporose

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7
Q

PALM- COEIN

A

Estruturais
P-polipos
A- adenomiose
L-leiomioma
M- malignidades
Não estruturais
C-coagulopatia
O- ciclos anOvulatórios
E-endométrio
I- iatrogenias
N- não classificados

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8
Q

Qual é o tratamento para miomas assintomáticos ?

A

Não deve ser tratamento.

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9
Q

Qual é o tratamento de via de regra para miomatose uterina sintomática?

A

Paciente com prole costituida ou sem desejo de gestação : histerectomia.
Paciente sem prole constituida ou com desejo de gestação : miomectomia.

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10
Q

O que é caracterizado Sangramento uterino anormal ?

A

O Sangramento Uterino Anormal (SUA) é considerado qualquer sangramento uterino que se desvie do padrão menstrual normal em termos de frequência, regularidade, duração ou volume.

O padrão menstrual normal é definido pelas seguintes características:

Frequência: Intervalo entre 24 e 38 dias.

Duração: De 2 a 8 dias.

Volume: Entre 5 e 80 mL.

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11
Q

Como é o tratamento do SUA agudo (sangramento intenso)?

A

Estabilização hemodinâmica (hidratação, hemotransfusão se necessário);

Terapia hormonal de alta dose (ACO combinado, estrogênio isolado ou acetato de medroxiprogesterona);

Ácido tranexâmico;

Cirurgia se refratário (curetagem, histeroscopia, balão uterino, histerectomia).

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12
Q

Qual o tratamento do SUA crônico?

A

Hormonal: ACO combinado, progestagênio cíclico, SIU com levonorgestrel;

Não hormonal: AINES, ácido tranexâmico;

Cirúrgico: histeroscopia, ablação endometrial, histerectomia.

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13
Q

Qual a principal causa de SUA na pós-menopausa?

A

Atrofia endometrial, mas deve-se sempre excluir câncer de endométrio.

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14
Q

Qual a sequência típica de sintomas da apendicite aguda?

A

Dor periumbilical → migração para FID → náuseas/vômitos → febre baixa.

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15
Q

Quais os sinais físicos clássicos da apendicite?

A

Blumberg: dor à descompressão brusca (irritação peritoneal).

Rovsing: dor em FID à compressão da FIE.

Psoas: dor à extensão da coxa direita (apêndice retrocecal).

Obturador: dor à rotação interna da coxa fletida (apêndice pélvico).

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16
Q

Qual a principal causa de colecistite aguda?

A

Impactação de cálculo no ducto cístico → estase biliar → inflamação da vesícula.

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17
Q

Qual o sinal clínico característico da colecistite?

A

Sinal de Murphy: interrupção da inspiração profunda por dor à palpação do hipocôndrio direito.

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18
Q

Qual o tratamento da colecistite aguda não complicada?

A

ejum, hidratação, antibióticos de amplo espectro.

Colecistectomia laparoscópica precoce (ideal nas primeiras 72h).

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19
Q

Qual o segmento mais acometido na diverticulite aguda?

A

Sigmoide.

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20
Q

Qual exame de imagem é mais indicado para diagnóstico de diverticulite?

A

Tomografia computadorizada de abdome com contraste.

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21
Q

Qual a classificação mais usada para diverticulite complicada?

A

Classificação de Hinchey.

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22
Q

Qual o tratamento da diverticulite não complicada (Hinchey I)?

A

Antibióticos VO.

Dieta líquida.

Observação ambulatorial (se estável).

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23
Q

Quando indicar cirurgia na diverticulite?

A

Perfuração livre.

Abscesso > 5 cm.

Fístulas ou obstrução.

Falha do tratamento clínico.

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24
Q

Quais são as duas causas mais comuns de pancreatite aguda?

A

Litíase biliar e etilismo.

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25
Quais exames laboratoriais confirmam o diagnóstico?
Elevação de amilase e lipase séricas (≥3x o limite superior).
26
Quais sinais clínicos indicam gravidade na pancreatite?
Sinal de Cullen: equimose periumbilical. Sinal de Grey-Turner: equimose em flancos.
27
Quando indicar TC de abdome na pancreatite?
Após 48–72h, se diagnóstico duvidoso ou suspeita de complicação.
28
Taquiarritmias Tem onda P
Sinusal- taquicardia sinusal Não sinusal -taquicardia atrial
29
Taquicardia sem onda P mas com onda F
Flutter atrial
30
Taquicardia sem onda P e sem onda F e com QRS estreito
RR regular - taquicardia supraventricular RR irregular - fibrilação atrial
31
Taquicardia sem onda P e sem onda F e com QRS largo
Taquicardia ventricular
32
O que fazer na taquicardia instável
CVE´s
33
O que fazer na taquicardia estável ?
Qrs estreito -> manobra vagal ->adenosina ->beta bloq
34
Quais são as três perguntas iniciais da reanimação neonatal?
Gestação ≥ 34 semanas? Está respirando ou chorando? Possui bom tônus muscular?
35
Qual é a conduta se o recém-nascido responder “SIM” a todas as perguntas iniciais?
Cuidados de rotina junto à mãe: prover calor, manter vias aéreas pérvias e avaliar vitalidade continuamente.
36
Qual a conduta se o recém-nascido não tiver ≥34 semanas, não respirar/chora ou tiver tônus ruim?
Prover calor Secar Posicionar a cabeça Aspirar vias aéreas, se necessário
37
Após as medidas iniciais, quais critérios indicam necessidade de ventilação com pressão positiva (VPP)?
Frequência cardíaca (FC) < 100 bpm, apneia ou respiração irregular.
38
O que fazer se, após a VPP, a FC permanecer < 100 bpm?
Assegurar VPP adequada Considerar O₂ suplementar Considerar intubação ou máscara laríngea
39
Qual a conduta se a FC for < 60 bpm após garantir VPP adequada?
Intubação traqueal Massagem cardíaca coordenada com VPP Utilizar O₂ a 100% Considerar cateterismo venoso
40
Quando administrar adrenalina endovenosa?
Se, mesmo após massagem cardíaca e VPP adequadas, a FC permanecer < 60 bpm. → Considerar também hipovolemia.
41
O que é avaliado no escore de Apgar?
Frequência cardíaca Respiração Tônus muscular Irritabilidade reflexa Cor
42
Como é pontuada a frequência cardíaca no Apgar?
0: Ausente 1: < 100 bpm 2: > 100 bpm
43
Como é pontuada a respiração no Apgar?
0: Ausente 1: Irregular 2: Regular
44
Como é pontuado o tônus muscular no Apgar?
0: Flacidez total 1: Alguma flexão 2: Movimentos ativos
45
Como é pontuada a irritabilidade reflexa no Apgar?
0: Ausente 1: Caretas 2: Choro ou movimento de retirada
46
Como é pontuada a cor no Apgar?
0: Cianose/palidez 1: Corpo róseo, extremidades cianóticas 2: Corpo róseo, extremidades róseas
47
Quando o Apgar deve ser avaliado?
Em 1 minuto e 5 minutos após o nascimento. → Repetir aos 10 minutos se o escore < 7.
48
Como interpretar o valor total do Apgar?
7 a 10: RN vigoroso (sem necessidade de reanimação) 4 a 6: Depressão moderada (observar e reavaliar) 0 a 3: Depressão grave (reanimar imediatamente)
49
Paciente com dor torácica opressiva iniciada há 1h, sudorese e náusea. ECG com supra de ST em V2–V4. Qual a conduta imediata?
Trombolisar não — prioridade: angioplastia primária em até 90 min se disponível. Ações imediatas: O2 se Sat <90%, AAS 300 mg mastigado, clopidogrel/ticagrelor conforme protocolo, morfina se dor intensa, nitrato sublingual (se não hipotenso), encaminhar para ICP. Mx: PCI em <90 min; se não for possível, trombólise em 30 min. Lembrete: “AAS + pronto para PCI”
50
Qual a causa mais comum de hipertensção secundária
Doença renal crônica
51
Alteração do ECG mais comum na embolia pulmonar?
Taquicardia sinusal.
52
Padrão de derrame pleural parapneumônico complicado?
pH <7,2, glicose <60, LDH >1000.
53
Melhor exame para rastrear TEP em paciente estável?
AngioTC de tórax
54
Conduta inicial na pancreatite aguda?
Hidratação vigorosa + analgesia.
55
Principal causa de anemia microcítica no adulto?
Anemia ferropriva.
56
Alteração hematológica típica da anemia por doença crônica?
Ferritina alta, ferro sérico baixo.
57
Principal complicação da transfusão maciça?
Hipocalcemia.
58
PA 210/120 com cefaleia e sem falha orgânica aguda. Classificação e conduta?
Urgência hipertensiva = sem dano orgânico agudo → redução gradual da PA oral em 24–48 h. Emergência hipertensiva = dano orgânico (encefalopatia, IAM, dissecção) → redução controlada IV em ambiente monitorado. Não reduzir PA bruscamente na urgência.
59
Diagnóstico diferencial da dor no QSD + febre + vesícula espessada?
Colecistite aguda.
60
Melhor exame para trauma abdominal fechado instável?
FAST.
61
Conduta na perfuração de víscera oca?
Laparotomia imediata.
62
Principal complicação pós-operatória precoce?
Atelectasia.
63
Principal causa de obstrução de VAS em lactente?
Laringite viral.
64
Principal causa de diarreia aguda em menores de 2 anos?
Rotavírus.
65
Profilaxia para RN de mãe com HIV?
Zidovudina por 4 semanas + não amamentar.
66
Vacina contraindicada em imunodeprimido?
Vacinas vivas (ex: tríplice viral, varicela).
67
Homem de 58 anos com dor torácica há 30 min, troponina positiva. Pergunta: Conduta inicial segundo diretrizes?
AAS + P2Y12 (clopidogrel/ticagrelor) + anticoagulante + avaliação de ICP precoce. Pontos-chave: ECG até 10 min; sem supra → SCA sem supra → risco TIMI. Erro comum: Esperar resultado de enzimas para iniciar AAS
68
Mulher de 35a, palpitações súbitas, FC 180.Qual conduta é imediata ?
Taquicardia paroxística supraventricular; padrão comum na USP. Erro comum: Usar betabloqueador antes de adenosina.
69
Causas clássicas de hiponatremia hipovolêmica?
Vômitos, diarreia, diurético tiazídico, insuficiência adrenal.
70
Qual é o tratamento da hiponatremia sintomática grave (<120 mEq/L)?
Solução salina hipertônica 3%, 100 mL EV em 10 min, repetir se sintomas persistirem.
71
Risco da correção rápida da hiponatremia?
Mielinólise pontina (lesão neurológica irreversível). Limite: ↑ ≤ 8–10 mEq/L em 24h.
72
Conduta na hiponatremia por SIADH?
Restrição hídrica + sal + furosemida. Em casos refratários: demeclociclina ou vaptanos.
73
Causas mais cobradas de hipercalemia?
IRC, uso de IECA/BRAs, espironolactona, lise tumoral, acidose metabólica.
74
Alterações clássicas no ECG da hipercalemia?
Onda T apiculada → alargamento do QRS → bloqueios → assistolia.
75
Tratamento imediato da hipercalemia grave (K > 6, ECG alterado)?
1️⃣ Gluconato de cálcio EV (protege o coração) 2️⃣ Insulina + glicose (leva K para dentro da célula) 3️⃣ Beta-agonista (salbutamol) 4️⃣ Diurético/furosemida ou hemodiálise (remove K).
76
Alterações no ECG da hipocalemia?
Onda U, achatamento de T, arritmias ventriculares.
77
Tratamento da hipocalemia leve/moderada?
Reposição oral de KCl; se grave (<2,5 mEq/L ou sintomas) → EV lenta com monitorização.
78
Causas de acidose com ânion gap normal?
Diarreia, acidose tubular renal, uso de acetazolamida, fístulas intestinais.
79