Bloco 10 Flashcards

(70 cards)

1
Q

Indicações de ulceroprofilaxia (Omeprazol)

A

1 critério maior ou 2 menores

Maiores:
- coagulopatia (plaq <50.000 ou INR >1,5)
- VM >48h
- antecedente de úlcera gastroduodenal no último ano
- TCE, TRM ou grande queimado

Menores:
- sepse ou trauma grave
- UTI >1 semana
- uso de AINE, corticoide, antiplaquetários

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2
Q

Acometimento articular no Lúpus

A

N - Poliartite
S - Simétrica
T - >6 semanas
O - rigidez matinal
P - aditivo

Artropatia de Jaccoud - artrite NÃO erosiva (desvio ulnar redutível)

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3
Q

Classificação da Nefrite Lúpica

A

I - Mesangial sem hipercelularidade
II - Mesangial com hipercelularidade
III - Proliferativa focal (<50% glomérulos)
IV - Proliferativa difusa (>50% glomérulos)
V - Membranosa
VI - Esclerose glomerular

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4
Q

Anticorpos presentes no LES

A

Anti-DNA (alta especificidade; associado ao acometimento renal)
Anti-Sm (alta especificidade)
Anti-P (psicose lúpica)
Anti-Ro
Anti-LA

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5
Q

Tratamento de Nefrite Lúpica

A

Terapia de indução de remissão: pulsoterapia com Metilprednisolona 500mg/d por 3 dias + Ciclofosfamida EV

Terapia de manutenção: Azatioprina ou Micofenolato de Mofetil

  • casos graves ou refratários: Rituximabe
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6
Q

Critérios laboratoriais da SAAF

A

Positividade de um dos Ac antifosfolípedes (anticoagulante lúpico, anticardiolipina, anti-b2-glicoproteína-1) em pelo menos 2 dosagens separadas por 12 semanas

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7
Q

Gestante com SAAF - medicações

A

Sem complicações obstétricas ou trombose:
- AAS 100mg/d

Com complicações obstétricas e sem trombose:
- AAS 100mg + Enoxaparina profilática (40mg/d) até 6 semanas após o parto

Com complicações obstétricas e com histórico de trombose:
- AAS 100mg/d + Enoxaparina terapêutica (1mg/kg 12/12h) até 6 semanas após o parto

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8
Q

Indicações de biópsia renal na Nefrite Lúpica

A

Proteinúria >0,5g/d
Sedimento urinário ativo com hematúria persistente (>= glóbulos vermelhos/campo) e/ou cilindros granulares
Aumento da Cr (>30%)

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9
Q

Critérios diagnósticos para Osteoporose

A
  • T-score <= -2,5 em coluna ou quadril
  • fratura por fragilidade em quadril
  • risco elevado pelo FRAX
  • osteoporose + fratura por fragilidade em úmero proximal, rádio distal e pelve
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10
Q

Indicações de Densitometria Óssea para Osteoporose

A
  • sem fator de risco: mulheres >65 anos e homens >70 anos
  • com fator de risco: mulheres pós-menopausa e homens >50 anos
  • antecedente de fratura por fragilidade
  • uso crônico de medicações associadas à perda óssea
  • pacientes em tratamento para osteoporose
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11
Q

Conduta se ASC-H

A

Colposcopia + biópsia

Se colposcopia normal = CO + colposcopia em 6 meses

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12
Q

Conduta se ACG/ ACG-H

A

Colposcopia + citologia endocervical + USGTV para avaliar endométrio (se SUA, >35 anos, fatores de risco para CA endométrio)

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13
Q

Quando está indicado colposcopia para gestante?

A

Se lesão invasiva

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14
Q

Conduta se LSIL

A

Repetir citologia
- <25 anos = em 3 anos
- > 25 anos = em 6 meses

Se persistir alterado = colposcopia

Se imunossuprimido = colposcopia desde o 1º exame alterado

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15
Q

Achado patognomônico de HPV em Papaniculau

A

Coilocitose

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16
Q

Lesão não precursora de CA colo de útero

A

NIC I
- atipia celular leve decorrente de infecção pelo HPV
- não é lesão precursora de CA colo uterino
- grande potencial de regressão espontânea

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17
Q

Qual o tratamento de CA colo uterino IA1 com invasão vascular e IA2/IB1 com desejo reprodutivo?

A

Traquelectomia radical + pesquisa de linfonodo sentinela e/ou linfadenectomia pélvica

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18
Q

CA colo de útero: FIGO IIIB e principal complicação neste estágio

A

FIGO IIIB: acometimento dos paramétricos, terço inferior da vaginal e parede pélvica

Principal complicação: obstrução ureteral, levando à hidronefreose e à insuficiência renal

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19
Q

Ganho ponderal por trimestre de vida

A

1º trimestre = 700g/mês
2º trimestre = 600g/mês
3º trimestre = 500g/mês
4º trimestre = 400g/mês

  • peso dobra aos 4 meses e triplica com 1 ano
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20
Q

Média de ganho ponderal, crescimento e PC no 1º trimestre de vida

A

Peso = 700g/mês (30g/d)
Comprimento = 3,5cm/mês
PC = 2cm/mês

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21
Q

Manifestações clínicas da Sífilis Congênita Precoce

A

Mucocutâneas: rinite sifilítica, pênfigo palmoplantar, exantema maculopapular, condiloma

Musculoesquelético: pseudoparalisia de Parrot, osteocondrite, periostite

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22
Q

CMV congênito - acometimento do SNC

A
  • Calcificações periventriculares
  • microcefalia
  • perda auditiva neurossensorial
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23
Q

Rubéola congênita - quadro clínico

A
  • Perda auditiva neurossensorial uni/bilateral
  • Cardiopatia congênita (persistência do canal arterial e estenose pulmonar)
  • Ocular: glaucoma, catarara
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24
Q

O que é dosado no teste do pezinho para triagem de Fibrose Cística?
E que situação por dar falso negativo?

A

IRT - tripsinogênio imunorreativo

Falso negativo = íleo meconial

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25
O que é KREC e TREC?
TREC: - marcador do desenvolvimento de linfócitos T - triagem para SCID (imunodeficiência combinada grave) KREC: - marcador do desenvolvimento de linfócitos B - marcador para XLA (agamaglobulinemia ligada ao X)
26
O teste do coraçãozinho detecta cardiopatias de quais tipo? Cite exemplos
Cardiopatias críticas (dependentes do canal arterial): - Atresia pulmonar - Hipoplasia do coração esquerdo - Coarctação de aorta crítica - Transposição de grandes artérias
27
Critério temporal para Sepse neonatal precoce
Sepse de início nas primeiras 48-72h de vida
28
Principais agentes etiológicos da sepse neonatal precoce
E. coli Streptococcus grupo B Listeria Ureaplasma
29
Indicações de antibioticoprofilaxia materna intraparto
- filho anterior com doença invasiva por Strepto B - SGB positivo em gestação atual (exceto se cesárea eletiva, fora de TP e membrana ovular íntegra) - URC com SGB+ em gestação atual - pesquisa de SGB desconhecida + 1 dos seguintes: > IG <37s > RPMO >18h > tpt materna >38ºC > cultura para SGB+ em gestação anterior
30
CA colorretal no PS: qual a conduta no caso de CA reto extraperitoneal com cólon direito de bom aspecto?
Sigmoidostomia em alça
31
Características de pólipos colônias adenomatosos de alto risco
- tamanho >10mm - histologia vilosa - displasia de alto grau
32
CA colorretal: carcinogênese
1. Agressão epitelial (tabagismo, obesidade, sedentarismo...) 2. Mutação gene APC (supressor tumoral): predispõe à formação de pólipos 3. Mutação da b-catenina: potencial displásico 4. Mutação gene K-Ras (proto-oncogene): aumento de potencial displásico (baixo -> alto grau) 5. Mutação gene p53: origem ao tumor com potencial invasivo da membrana basal
33
Exame de imagem para estadiamento de CA reto e CA cólon
CA reto: RNM pelve CA cólon: TC pelve
34
Tratamento de CA colorretal intraperitoneal
Cirurgia + Linfadenectomia (pelo menos 12 linfonodos) Cólon D: colectomia direita Cólon E: colectomia esquerda Cólon transverso: transversectomia Sigmoide: retossigmoidectomia
35
Tratamento CA retal extraperitoneal
Qt + Rt neoadjuvante
36
Definição de CA reto precoce
Lesão precoce que acomete, no máximo, a camada mucosa e submucosa (SM1), independente do acometimento linfonodal
37
CA reto precoce: requisitos para Ressecção Endoscópica (ESD)
- SM1 - <4cm diâmetro - margens livres após a ressecção - <30-40% circunferência - <6cm distância da margem anal - ausência de comprometimento linfonodal - ausência de metástase - histologia bem definida - até Kudo IV
38
CA colorretal no PS: qual a conduta no caso de CA extraperitoneal com cólon direito em sofrimento?
Colectomia direita + Colostomia em duplo barril (transverso + íleo)
39
CA colorretal no PS: qual a conduta no caso de CCR intraperitoneal com cólon direito em bom aspecto?
Retossigmoidectomia (Hartmann ou anastomose primária)
40
CA colorretal no PS: qual a conduta no caso de CCR intraperitoneal com sofrimento de cólon direito?
Colectomia total
41
Graus da hemorroida interna
I - sem prolapso II - prolapso com redução espontânea III - prolapso com redução manual IV - não reduzem
42
Opções de tratamento ambulatorial para hemorroida
Ligadura elástica Escleroterapia
43
Indicações de tratamento ambulatorial de hemorroidas
- refratariedade ao tratamento clínico - hemorroidas internas grau 2
44
Técnicas excisionais para tratamento de doença hemorroidária
- Hemorroidectomia aberta (Milligan-Morgan) - Hemorroidectomia fechada (Ferguson) Vantagens: preserva esfíncter anal e previne estenose anal Principal complicação: dor
45
Técnicas não excisionais para tratamento de hemorroidas internas
PPH (Prolapso circunferência da mucosa retal): indicado para hemorroida interna grau 4 com prolapso circunferencial THD: ligadura da arteríola que irriga a hemorroida ao coxim Complicações: estenose anal, sangramento e recidiva
46
Características da fissura anal crônica
- >6 semanas - hipertrofia esfincteriana - ulceração esbranquiçada - plicoma sentinela - papila hipertrofia
47
Fístula anal: classificação de Parks
1 - Interesfincteriana 2 - Transesfincteriana 3 - Supraesfincteriana 4 - Extraesfincteriana
48
Fístula anal: regra de Goodsall-Salmon
Orifício externo anterior = trajeto LINEAR Orifício externo posterior = trajeto CURVILÍNEO para cripta média posterior Orifício externo >3cm da borda anal = trajeto CURVILÍNEO para cripta média posterior ou para outra fístula
49
Tratamento de fístula anal
Fístulas simples (superficiais ou interesfincteriana): Fistulectomia ou Fistulotomia Fístulas complexas (acomete >30% esfíncter): Sedenho
50
Abscesso retal: localizações
- isquiorretal - interesfincteriano - perianal (+comum) - supraelevador
51
Qual tipo de abscesso retal está associado a processos inflamatórios da cavidade abdominal (apendicite, diverticulite aguda)
Supraelevador
52
Principais vacina de vírus vivos atenuados
- Poliomielite - Rotavírus - Tríplice viral (SCR) - Varicela - Dengue - Febre amarela
53
Principais vacina conjugadas
- HiB - Meningo ACWY - Pneumo - Febre tifóide
54
Principais contraindicações à vacina
- hipersensibilidade à vacina (dose anterior) ou aos seus componentes - vacina de vírus vivo atenuado em imunossuprimidos
55
A fisiopatologia da Fibrose Cística está associada à mutação de qual proteína?
CFTR (mutação F508del) alteração no canal condutor de cloreto transmembrana -> acúmulo de sódio e cloreto nas células -> retenção de água -> secreções mais espessas
56
Diagnóstico de asma em indivíduos <6 anos - sibilância recorrente
Sibilância recorrente = >= 3 episódios entre 1 mês e 5 anos de vida
57
Na cardiotocografia, o que define uma aceleração transitória?
>32 sem: aumento de BCF em 15bpm por >= 15seg <32 sem: aumento de BCF em 10bpm por >= 10 seg
58
Definição DIP I
DIP I (precoce): seu pico coincide com o pico da contração. - devido ao reflexo vagal (compressão do polo cefálico)
59
Definição DIP II
Seu pico ocorre após a contração - maligna - hipóxia fetal por redução de fluxo uteroplacentário
60
Definição DIP III
Queda súbita do BCF - devido à compressão do cordão umbilical
61
62
CTG Categoria 1 e conduta
FC 110-160bpm Variabilidade 6-25bpm Acelerações transitórias (ou não) DIP I Cd: seguimento
63
CTG Categoria 3
Padrão sinusoidal (sinal de anemia fetal grave) ou Variabilidade ausente + - desacelerações tardias (DIP II) recorrentes OU - desacelerações variáveis recorrentes de mau prognóstico OU - bradicardia fetal (BCF <110bpm por 10-20min)
64
64
Sinais de pior prognóstico em DIP III
- padrão em W - queda de FC <70bpm - recuperação em níveis inferiores à linha de base - retorno lento à linha de base - variabilidade ausente na desaceleração
65
66
CTG Categoria 2 - conduta
Ressuscitação intrauterina - O2 - decúbito lateral esquerdo - hidratação - corrigir hipoglicemia - suspender Ocitocina se taquissistolia
67
Na dopplervelocimetria, quais vasos refletem a circulação fetal?
Artéria cerebral média Ducto venoso - artérias uterinas = circulação uteroplacentária - artéria umbilical = circulação fetoplacentário
67
Teoria da Hipóxia Gradual - ordem de desaparecimento dos parâmetros
1. CTG 2. Movimentos respiratórios 3. Movimentos corporais 4. Tônus
68
Feto PIG: - definição - frequência de avaliação da vitalidade fetal - parto com quantas semanas e por qual via?
PIG: PFE p3-p10 com Doppler normal - avaliação a cada 14 dias - parto com 40 semanas por via obstétrica