✅ Cálculo da FC quando o ritmo é irregular
📍CÁLCULO:
1. Conta 15 quadrados grandes, ver a quantidade de QRS e multiplica por 20.
OU
2. Vê a quantidade de QRS no D2 longo e multiplica por 6
✅ SÍNDROME DE WELLENS =
- Tratar como SCASSST de alto risco.
- Fazer CATE PRECOCE.
- DA pode está fechada ou subocluída.▪️TIPOS:
📍PADRÃO A: Onda T q sobe e desce (plus minus) em derivações precordiais principalmente V2 e V3 OU 📍PADRÃO B: Onda T negativa e simétrica em derivações precordiais = 🟥 CAT precoce.
🟡 ONDAT negativa e simétrica no ECG sempre pensar em DAC.
DIAGNÓSTICO:
- Paciente com quadro de Dor torácica +
- ECG tem onda T PLUS MINUS em V2/V3 e/ou
- ONDA T negativa em várias derivações.📍Alta taxa de mortalidade.
📍DA pode está fechada ou subocluída.
📍Tratar como SCA SST de alto risco.
📍Fazer CAT PRECOCE.
▪️Precisa revascularizar com Urgência mesmo se Troponina negativa. ▪️Encaminhar para CAT de urgência.
Ritmo juncional
BAV avançado
Quando tem duas ondas P (ou mais), seguidas, bloqueadas
INFRA em V1, V2 e V3
Solicitar ECG das derivações V7, V8 e V9 para avaliar se tem Supra de ST em parede posterior.
✅ ONDA T apiculada + DOR precordial
Fonte: Aula 29 cardiopapers
✔️= Fase hiperaguda do IAM CSST = Isquemia Aguda:
- Repetir o ECG depois pq pode aparecer o supra de ST.
✔️Como diferenciar se a ONDA T APICULADA é IAM ou Hipercalemia?
- Clínica
- Na ISQUEMIA ela é mais arredondada; na HIPERCALEMIA ela é mais pontiaguda;
- Na isquemia a base da onda T é mais ampla.ONDA T apiculada + infra de ST nas derivações precordiais:
= ONDA T de Winter.
Sinal que pode ter oclusão na DA.
Pedir CAT o quanto antes.✅ Onda Q patológica
Aula 29 Cardiopapers
▪️DEFINIÇÃO:
- Onda P com duração >= 40ms (1 quadradinho).
▪️Pq surge?
- No IAM CSST a medida q a isquemia progride, vai DIMINUINDO A ONDA R e vai formando e AUMENTANDO A ONDA Q, pq começa a formar ÁREA ELETRICAMENTE INATIVA.
- Quanto mais a ONDA Q aumenta de tamanho mais o R vai diminuindo, até ficar tudo negativo (ONDA Q).▪️ Fase subaguda do IAM CSST (fase 3)
- > 12h após a oclusão coronariana
- Supraventricular ST com concavidade para baixo; - Onda Q profunda (QS) = não tem Onda R.
BRE x Supra ST
CAT ou TROMBÓLISE
▪️BRE novo = IAM CSST
Fonte: Vídeo cardiopapers no whats cardio.
▪️Critérios de Sgarbossa:
V5-V6-DI-aVL (5 pontos)
e/ou;
V1, V2, V3 (3 pontos)
e/ou;
V1 a V3. - São necessários no mínimo 3 pontos para o diagnóstico de infarto agudo do miocárdio. - O critério 3 ainda está em debate quanto à sua utilidade. Então basicamente é importante conhecer os dois primeiros critérios.
✅ SUPRA DE aVR + INFRA DIFUSO + Dor torácica
📍Pensar em ISQUEMIA SUBENDOCÁRDICA difusa 📍 TRONCO da CORONÁRIA esquerda pode está obstruída.
SAE - Índice de Morris
▪️Olhar onda P negativa em V1:
- Duração da onda P > q 1 quadradinho e/ou Amplitude da onda P > q 1 quadradinho.
✅ INVERSÃO DE ONDA T
- ONDA T invertida SIMÉTRICA SEMPRE pensar em DAC.
▪️Em várias derivações:
- Pode surgir quando o paciente está com TAQUICARDIA. Geralmente um infra ascendente.
▪️Onda T simétrica e invertida:
- Pensar em SÍNDROME DE WELLENS padrão B
▪️Onda T Plus MINUS:
- Pensar em SÍNDROME DE WELLENS padrão
ATENÇÃO:
📍 Para ser Síndrome de WELLENS deve haver progressão normal de Onda R.
ONDA T NEGATIVA
Pode ser negativa em AVR, AVL, V1 e D3. 07:07 caso 2.
CASO 38
Quadro clínico:
Paciente 60 anos, B24, dispneia aos esforços.
Suspeita clínica:
Hipertensao Pulmonar
TEPExames:
ECO + Cateterismo da artéria pulmonar
✅ Infarto de VD
✔️Quadro clínico:
- Hipotensão - Turgência de jugular com pulmão limpo
✔️Quando houver IAM CSST em parede inferior:
- OLHAR V1, se SUPRA em V1 é bem sugestivo q tb tem IAM de VD.
- FAZER V3R e V4R.✔️ Tratamento:
- Reposição volume e
- Angioplastia📍ATENÇÃO:
- O paciente pode está hipotenso com FC normal e evolui com bradicardia, BAV ou BAVT.
- Isso ocorre pq a CD irriga a parte elétrica do coração.✅ IAM CSST diagnóstico no ECG
Fonte: Cardiopapers
▪️DIAGNÓSTICO:
✔️Supra do *PONTO J >= 1mm* em pelo menos 2 derivações contíguas.
✔️Supra do *PONTO J >= 0,5mm* em V7, V8, V9, V3R e V4R.
🟡 V2 e V3 tem valores de corte diferentes dos citados acima:
- Mulheres: Supra >= 1,5 mm
- Homens >= 40 anos: Supra >= 2
- Homens < 40 anos: Supra >=2,5▪️PAREDES
🟡 V1 = ver parede septal e VD
LOGO se SUPRA EM V1, deve investigar IAM de VD.
🟡 Quando tem IAM de VD em 85% das vezes a CD está acometida, 15% pode ser a CX.✅ INFARTO de VD
Fonte: Cardiopapers aula 31
📍Toda vez que tiver no ECG IAM de parede inferior, olhar:
▫️V1
- Se supra em V1 sugere infarto de VD (80%).
▫️V2
- Se infra em V2 sugere infarto de parede posterior.
Supra difuso (pega várias paredes) + infra de PR
📍Pensar em pericardite
Supra de ST em V1 a V6, d1, aVL
Pensar em:
📍 Oclusão do tronco da coronária Esquerda OU
📍Oclusão de DA e CXSupra em D2, D3, aVF + Supra de V1
Pensar em IAM de VD, fazer V3R, V4R
📍Supra V1 = pode ser iam em parede septal ou em VD.
📍80% de especificidade para iam de VDIAM PAREDE POSTERIOR
Se tem IAM de parede inferior, olhar V2, V3:
- V2,V3 com infra de ST fala q tem infarto de parede posterior.
- Na dúvida faz V7,V8,V9🟩 PADRÕES ECG OCLUSIVOS
- CATE < 2horas
- Base larga - Altura grande
- Supra de D3 + Supra de V1 > q Supra de V2 + - Infra ST em V4, V5 ou V6
- Variação da T HIPERAGUDA: INFRA DE ST DE V2-V4 + ONDA T HIPERAGUDA q começa abaixo da linha de base.
- Ao traçar uma linha de base em V3, não vê onda S abaixo da linha de base + ausência de onda J.