ENARE Flashcards

(65 cards)

1
Q

SD. POEMS

A

Variante do mieloma múltiplos com:

Polineuropatia
Organomegalia
Endocrinopatia
Monoclonal gamopatia
Skin changes

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2
Q

SIRI (Sd. Da Roconstituição Imune)

  1. Tipos
  2. Quando ocorre?
  3. CD4 de risco?
  4. Conduta
A

Obs.:
- suspendo TARV se manifestação neurológica grave
- no Kaposi não associo corticoide

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3
Q

DOR LOMBAR

  1. Classificação temporal
  2. Clínica clássica estenose de canal medular
A
  1. • Aguda: até 4 semanas (às vezes aceita-se até 6 semanas em algumas referências).
    • Subaguda: entre 4 e 12 semanas.
    • Crônica: mais de 12 semanas.
  2. • Hérnia: piora ao abaixar e sentar.
    • Estenose: melhora ao sentar e se inclinar para frente
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4
Q

ESCORE BISAP (PANCREATITE AGUDA)

A

B: BUN (UREIA)
I: IDADE
S: SIRS
A: ALT MENTAL
P: PLEURAL (DERRAME)

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5
Q

MANEJO DA COLANGITE LEVE

A

SOMENTE ATB

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6
Q

M-CHAT

  1. Para que serve
  2. Idade para aplicar
A
  1. Triagem de autismo
  2. 16 a 24 (RECOMENDADO) ou 30 meses (VALIDADO)
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7
Q

TRATAMENTO URETRITE GONOCÓCICA

(E se falha/ retratamento)

A

Ceftriaxona 500 mg IM DU

MAIS

Azitromicina 500 mg, 2 cps, DU

(Se falha: a Azitro passa para 4 cps)

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8
Q

DÇ DE HIRSCHSPRUNG

  1. COMO ESTÁ A AMPOLA RETAL?
  2. COMO ESTÁ A REGIÃO AGANGLIÔNICA?
  3. DG. DEFINITIVO
A
  1. VAZIA
  2. ESTREITADA
  3. BIÓPSIA RETAL POR SUCÇÃO
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9
Q

NA DENGUE, QUAL SINAL DE ALARME É EXCLUSIVO DE GESTANTES

A

PLAQUETOPENIA

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10
Q

NOMEIE

• Discordância de peso + LA normal
• Discordância de LA (oligo x poli)
• PSV ACM discordante
• Feto acárdico
• Fetos unidos

A

🔹 Restrição de Crescimento Intrauterino Seletiva (RCIU-S)
• Definição: diferença >25% no peso estimado entre os gêmeos, 1 <p10.
• Líquido amniótico: normal em ambos.
• Doppler: geralmente normal no início.
• Clínica: um cresce normalmente, outro restrito.
➡️ Caso da questão!

🔹 Síndrome de Transfusão Feto-Fetal (STFF)
• Definição: anastomoses vasculares → desequilíbrio.
• Critério clássico (Quintero): discordância do líquido amniótico:
• Doador → oligoâmnio (bexiga colabada).
• Receptor → polidrâmnio (bexiga cheia).
• Peso fetal: pode até estar parecido no início.
➡️ Pega se enunciado fala em discordância de LA.

🔹 Sequência Anemia-Policitemia (TAPS)
• Definição: transfusão crônica mínima.
• Peso e LA: geralmente normais.
• Diagnóstico: Doppler MCA-PSV (artéria cerebral média):
• Um → anemia (PSV alto).
• Outro → policitemia (PSV baixo).

🔹 Sequência TRAP (Twin Reversed Arterial Perfusion)
• Definição: gêmeo acárdico (sem coração funcional).
• Clínica: um gêmeo normal → bomba, outro malformado sem estruturas cardíacas.
• Exame: Doppler mostra fluxo arterial retrógrado.
➡️ Diagnóstico visual, difícil confundir.

🔹 Gemelidade imperfeita
• Definição: má formação por separação incompleta → gêmeos siameses.
• Clínica/USG: fetos unidos por parte do corpo.

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11
Q

MPOX

  1. GRUPOS DE MAIOR GRAVIDADE
  2. ATÉ QUANDO ISOLAR E QUAL A PRECAUÇÃO
  3. O QUE DEFINE FORMA GRAVE E COMO TRATAR
A
  1. Gestantes, < 8 anos e imunossuprimidos (Monitorar diariamente)
  2. Isolar até reepitelização da pele (contato e gotículas)
  3. TECOVIRIMABE
    - > 250 lesões
    - encefalite
    - pneumonite
    - lesões extensas orais ou anais
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12
Q

POPULAÇÃO EM MAIOR RISCO PARA TB

A

SITUAÇÃO DE RUA

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13
Q

FUNÇÕES DA APS

A

RECORRE

  • Responsabilização
  • Comunicação
  • Resolutividade
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14
Q

CA DE GLÂNDULAS SALIVARES

  1. TUMOR OS BENIGNOS MAIS COMUM
  2. TUMOR MALIGNO MAIS COMUM E QUAL GLÂNDULA
  3. SINAL DE MALIGNIDADE
  4. EXAME INICIAL
  5. TTO
A
  1. ADENOMA PLEOMÓRFICO (PARÓTIDA = PLEOMÓRFICO)
  2. CARCINOMA MUCOEPIDERMOIDE (MAL = MUCOEPIDERMOIDE) // PARÓTIDA
  3. PARALISIA FACIAL
  4. PAAF
  5. CX SEMPRE
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15
Q

ABCESSO CERVICAL

  1. PRINCIPAL ETIOLOGIA
  2. EXAME
  3. O QUE AVALIAR PRECOCEMENTE
  4. CELULITE DIFUSA DO ASSOALHO BUCAL
A
  1. ODONTOGENICA
  2. TC COM CONTRASTE (AVALIAR EXTENSÃO)
  3. IOT
  4. ANGINA DE LUDWIG
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16
Q

Mucormicose x Aspergilose Invasiva

❓ Principal fator de risco da mucormicose
❓ Principal fator de risco da aspergilose invasiva
❓ Quadro clínico típico da mucormicose rinocerebral
❓ Quadro clínico típico da aspergilose pulmonar
❓ Morfologia das hifas na mucormicose
❓ Morfologia das hifas na aspergilose
❓ Exame de imagem típico da mucormicose
❓ Exame de imagem típico da aspergilose invasiva
❓ Tratamento da mucormicose
❓ Tratamento da aspergilose invasiva

A

Mucormicose x Aspergilose Invasiva

❓ Principal fator de risco da mucormicose
👉 Cetoacidose diabética (clássico em prova).

❓ Principal fator de risco da aspergilose invasiva
👉 Neutropenia prolongada (quimio, transplante).

❓ Quadro clínico típico da mucormicose rinocerebral
👉 Sinusite grave refratária + necrose de palato/cornetos + lesões negras + invasão orbitária/SNC.

❓ Quadro clínico típico da aspergilose pulmonar
👉 Febre refratária + tosse + dor torácica + nódulos pulmonares com halo em vidro fosco (sinal do halo) na TC.

❓ Morfologia das hifas na mucormicose
👉 Hifas largas, pouco septadas, ramificação em 90°.

❓ Morfologia das hifas na aspergilose
👉 Hifas finas, septadas, ramificação em 45°.

❓ Exame de imagem típico da mucormicose
👉 TC de seios da face com destruição óssea / invasão orbitária.

❓ Exame de imagem típico da aspergilose invasiva
👉 TC de tórax com sinal do halo ou sinal do crescente aéreo.

❓ Tratamento da mucormicose
👉 Anfotericina B lipossomal + cirurgia agressiva + corrigir fator de risco.

❓ Tratamento da aspergilose invasiva
👉 Voriconazol (droga de escolha).

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17
Q

CUIDADO NA TRANSIÇÃO DE IECA + SACUBITRIL/ VALSARTAN

A

Washout de pelo menos 36h

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18
Q

PREVENÇÃO DE MORTE SÚBITA NA ICFER

A
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19
Q

AFOGAMENTO

  1. Mecanismo da parada
  2. Medida inicial
  3. Ritmos de parada
  4. O que fazer se
    - PCR
    - Respirando
  5. Não fazer
  6. Temperatura para interromper reanimação
  7. Cuidado em assintomático
A
  1. Hipoxemia
  2. Ventilação, ainda na água se possível
  3. AESP e Assistolia
    4.
    - PCR: ABC (2 ventilações iniciais)
    - Respiorando: posição lateral de segurança
  4. Hemlich e compressão abdominal
  5. 32 graus
  6. Observar de 6 a 8 horas
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20
Q

ALTERAÇÃO METABÓLICA NO CUSHING

A

HIPOCALEMIA

(Efeito mineralocorticoide)

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21
Q

IAMSST

  1. Drogas e doses na dupla antiagregacao
  2. Especificidades
    - Clopidogrel
    - Ticagrelor
    - Prasugrel
  3. Conduta se
    - Estratégia invasiva precoce
    - Tardia
A
  1. AS CORONÁRIAS TEM PRAZO (imagem)
    • Clopidogrel é comum
    • Ticagrelor é top
    • Prasugrel é perigoso
    • Precoce: postergar P2Y12 para hemodinâmica (ou ticagrelor)
    • Tardia: inibidor de P2Y12 (exceto prasugrel)
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22
Q

TTO LEISHMANIOSE TEGUMENTAR

  1. Tratamento padrão
  2. Indicação aplicação intralesional
  3. Quando optar por anfo B
  4. Vantagem da Miltefosina
A
  1. Antimonial pentavalente (IV ou IM)
  2. Única, ≤ 3 cm (exceto cabeça e periarticular)
  3. ≥ 50 anos, gestantes, nefro, Cardio ou hepatopatia
  4. Opção oral (exceto gestantes), não é primeira linha
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23
Q

TRATAMENTO DA HIT

A
  1. Suspender toda forma de heparina
  2. Iniciar DOAC

(Quando plaquetas > 150K posso trocar para varfarina)

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24
Q

PARES CRANIANOS

De onde saem no tronco?

A
  • Mesencéfalo: 2 pares
  • Ponte: 4 pares
  • Bulbo: 5 pares
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25
AVE BULBAR 1. Quais as duas síndromes? - Bulbo lateral - Bulbo medial 2. Artéria lesada na sd. Bulbo lateral? 3. Nervo lesado na sd. Bulbo medial? Alteração?
1. - Bulbo LLateral (waLLenberg) - Bulbo medial (dejeRINO = nariz = meio) 2. PICA 3. HIPOGLOSSO (12 par). Língua desviada para o lado da lesão
26
ESCORE QUE GUIA INTERNAÇÃO NA ABSTINÊNCIA ALCOÓLICA
CIWA-Ar
27
ESCORES PARA ATIVIDADE DE DOENÇA NA AR
- DAS28 - SDAI - CDAI (Todas tem DA, porque é Da Artrite) Obs.: sLEdai é do Lúpus Eritematoso)
28
SÍNDROME DO DENTE COROADO Em qual doença? Qual estrutura acomete?
PSEUDOGOTA (Calcinose no processo odontóide de C2)
29
ABORDAGEM POSSÍVEL PARA DIVERTICULITE HINCHEY III
Lavagem laparoscópica + drenagem + ATBterapia
30
CLASSIFICAÇÃO TOKYO 3
T: Tonteira O: O2 baixo (P/F < 300) Q: Queda de plaquetas (<100k) U: Uso de aminas I: INR > 1,5 O: oligúria ou Cr > 2
31
CHOQUE NEUROGÊNICO X MEDULAR 1. Mecanismo do neurogênico 2. Tratamento do choque medular 3. Altura de lesões medulares - ombros - axilas - mamilos - xifoide - umbigo - púbis - joelho medial - perianal
1. Distributivo (perda do tônus simpático) 2. Suporte (não se usa mais corticóide) 3. Imagem
32
TRAUMA DE URETRA 1. Componentes da uretra posterior e anterior 2. Mecanismo de trauma de cada
Posterior: - Prostática: rara - Pembranosa: fratura e luxação de pelve Anterior - Bulbar: cavaleiro - Peniana: penetrante, animais, fratura de corpo cavernoso
33
REBOA 1. No que consiste? 2. Em quais zonas pode ser usado? 3. Indicações
34
Cirurgias limpas-contaminadas que dispensam ATB profilático
CVL eletiva e traqueostomia
35
SD. DE OGILVE Conduta clínica em refratários? Indicações e opções de conduta invasiva?
36
CLASSIFICAÇÃO CA GÁSTRICO
37
MARCADORES GIST
38
SÍNDROMES HEREDITÁRIAS DE POLIPOSE
PAF Pigmenta Retina TUrCot TUmor na Cabeça GarDENTner Peutz = Positivo (hamartoma) e Preto (manchas melanóticas) PJF = J = JUVENIL = JÓIA (hamartoma) Cowden = Cútis e cara
39
CA DE PÂNCREAS 1. Principal FR 2. Sinal de trousier e sd. De trousseau 3. Indicação de tratamento curativo (20%) 4. Cirurgias possíveis em cabeça e corpo/ cauda 5. TTO paliativo sem condição cirúrgica 6. TTO paliativo com condição cirúrgica (icterícia/ obstrução duodenal) 7. Tumores irressecáveis x limítrofes
1. Tabagismo 2. Trousier = linfonodo de virchow/ trousseau = tromboflebite migratória 3. Sem metástase e invasão vascular (Tronco C. Ou AMS) 4. Cabeça (Whipple)/ Calda (Child) 5. Stents 6. - icterícia: coledocojejunostomia - obst. Duodenal: gastrojejunostomia 7. Imagem
40
SINAL DE TROUSIER
= linfonodo de Virchow
41
TU NEUORENDÓCRINOS DE PÂNCREAS
SOMATOSTATINA = para tudo (pâncreas, vesícula, cloro) GLUCAGONOMA = DM muito avançado (lesa pele, nervo, vasculopatia, perda de peso)
42
PROFILAXIA PARA COQUELUCHE
SÓ PARA CONTATOS - < 1 ano - comorbidades - risco de transmissão para vulneráveis
43
CENÁRIOS DE QUEBRA DO SIGILO NA ADOLESCÊNCIA
(HIV, fuga e violência)
44
POLICITEMIA NEONATAL 1. Definição 2. Clínica 3. Tratamento
1. HT ≥ 65% ou HB > 22 2. Hiperviscosidade = ⬇️ perfusão tecidual (semelhante a policitemia vera) 3. Se sintomático = exanguíneotranfusão (HT 50-55%)
45
ALTERNATIVA DE TTO PNEUNEUMOCISTOSE
CLINDAMICINA + PRIMAQUINA POR 21 DIAS
46
ANEMIA NA DRC
47
REAÇÃO A DROGA + INÍCIO AGUDO + PÚSTULAS
AGEP (Pustulose exantemática generalizada aguda)
48
COMO DIFERENCIAR ANEMIA FERROPRIVA DE ANEMIA DE DOENÇA CRÔNICA QUANDO CINÉTICA DE FE FOR INCONCLUSIVA?
DOSAR RECEPTOR SOLÚVEL DE TRANSFERRINA (Se ⬆️ tem ferropriva associada)
49
TORNIQUETE NO ATLS
50
MUDANÇA NO B DO ATLS
No pneumotórax hipertensivo a toracocentese pode ser realizada nos dois espaços
51
MUDANÇAS NO C DO ATLS 1. Foco de sangramento adicionado 2. Quantos acessos e qual calibre 3. Fluido de preferência 4. Se cristaloide como devo fazer 5. Exames solicitados
1. Couro cabeludo 2. Acesso (14 ou 16) 3. Sangue total 4. - aquecido a 39 graus - 250 a 500 ml em adultos - 10 ml/kg cças (<20 kg) 5. Imagem
52
ATLS: ÁCIDO TRANEXÂMICO 1. Quando 2. Como fazer
1. - Choque hemorrágico, - TCE grave/ moderado - TCE +sangramento 2. Até 3h após trauma - 1g IV + 1g dentro de 8h OU - 2g IV dose única
53
ATLS: ALVOS DE PA 1. Alvo geral? 2. Critérios de melhora da perfusão 3. Alvos no TCE
1. PAS = 90 mmHg 2. - clínica, BA, LAC - Diurese: 0,5 (adt) ou 1,0 (cça) 3. Imagem
54
SINAIS APENDICITE
55
TTO PARA ECTASIA (Estômago em melância)
Coagulação com plasma argônio
56
Quando indicar CX nas úceras de pressão
Graus 3 e 4
57
PADRÃO OURO NO HIRSHPRUNG
Bíopsia de sucção (Ausência de células ganglionares e **hipertrofia** de feixes remanescentes)
58
VACINAÇÃO FA EM LACTANTES
< 6 MESES: NÃO VACINAR > 6 MESES: ADIAR OU SUSPENDER AMAMENTAÇÃO POR 10 DIAS
59
RECOMENDAÇÃO DOSE ZERO VACINA FA
Crianças de 6-8 meses com alto risco
60
SINAL DO CRESCENTE OU LUCENTE OCORRE EM QUAL CONDIÇÃO ?
61
RISCO DO METIMAZOL NO PRIMEIRO TRI
APLASIA CUTIS
62
QUANDO EU INDICO MMG COM COMPRESSÃO AMPLIAÇÃO
BIRADS 0 + MICROCLACIFICACOES: COMPRESSÃO ASSIMETRIA FOCAL: COMPRESSÃO
63
QUANDO EU NOTIFICO CASO DE VIOLÊNCIA À POLÍCIA?
SE RISCO IMINENTE A MULHER
64
CLASSE DA INDAMPAMIDA
Tiazídico
65
PRINCIPAL CAUSA DE INSUFICIÊNCIA CARDÍACA
DOENÇA ARTERIAL CORONARIANA