SES Flashcards

(321 cards)

1
Q

TUMOR CARCINOIDE DE APÊNDICE

Conduta de acordo com tamanho

A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
2
Q

SD. DE KLIPPEL-FEIL

A

Fusão de vértebras cervicais

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
3
Q

FRATURA SUPRACONDILIANA DO ÚMERO

IDADE TÍPICA E MECANISMO

A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
4
Q

VÁLVULAS DE HOUSTON

•	🧭 O que são as válvulas de Houston e quantas são normalmente?
•	🏷️ Qual o nome da válvula mediana e em que lado costuma estar?
•	📏 A válvula mediana fica a quantos cm da margem anal e qual marco anatômico ela indica?
A

• Pregas transversas permanentes do reto (mucosa/submucosa ± muscular); geralmente 3.
• Kohlrausch; em geral no lado direito.
• Aproximadamente 7–8 cm; divide o reto extra e intraperitoneal (marco cirúrgico/estadiamento do reto).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
5
Q

GENOGRAMA

A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
6
Q

PRINCÍPIOS DA MFC

A

Não se parece com princípios do SUS e AB

(Diz respeito ao qualificação e à relação do médico com comunidade)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
7
Q

HIV + MANIF. PELE, PULMÃO E SNC + BAAR FRACAMENTE (+)

A

NOCARDIOSE

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
8
Q

CRISE HIPERTENSIVA NA GESTAÇÃO + EAP

TTO?

A

NITROPRUSSIATO

(Não hidralazina ou nifedipino)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
9
Q

PRINCIPAL DEFLAGRADOR DA RINITE

  1. INTERMITENTE
  2. PERENE
A
  1. PÓLEN
  2. ÁCAROS
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
10
Q

CARDIOMIOPATIAS

  1. EXAME MAIS SENSÍVEL
  2. PADRÃO OURO
A
  1. RM COM GADOLÍNEO
  2. BIÓPSIA
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
11
Q

CLASSIFICAÇÃO CEAP

A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
12
Q

SISTEMA VENOSO MMII

Quais são as veias profundas e superficiais

A

1) Veias Superficiais (não acompanham artérias)

•	Estão no tecido subcutâneo, acima da fáscia muscular.
•	**Veia safena magna** (GSV):
•	Drena na veia femoral comum (hiato safeno, na região inguinal).
•	**Veia safena parva** (SSV):
•	Drena na veia poplítea.
•	Perfurantes: comunicam safenas com o sistema profundo (pontos fracos → varizes se falham).

2) Veias Profundas (acompanham artérias)
• Estão abaixo da fáscia muscular.
• Em geral são satélites das artérias homônimas (duas veias para cada artéria na perna).

Principais:
• Veia femoral
• Veia femoral profunda
• Veia ilíaca externa e comum
• Veia poplítea
• Veias tibiais anteriores
• Veias tibiais posteriores

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
13
Q

FRATURAS

  1. Quando optar por redução aberta?
  2. Quando fazer fixação externa (pinos/ placas visíveis)
  3. Quando fazer fixação interna
A
  1. Deformidade grande (ex. na imagem)
  2. Fixação rápida + fraturas feias/ graves/ lesão neurovascular (é um gancho até a fixação interna)
  3. Tratamento definitivo
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
14
Q

PÉ DIABÉTICO

  1. O que define infecção
  2. Graus de infecção
  3. Conduta se necessidade de procedimentos/ exames
A
  1. Achados de inflamação = infecção (imagem)
  2. Leve: eritema < 2 cm
    Mod: eritema > 2 cm
    Grave: SIRS
  3. Internação
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
15
Q

PRINCIPAL CAUSA DE MORTE NA DISSECÇÃO DE AORTA

A

TAMPONAMENTO CARDÍACO

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
16
Q

SD. DE NUTCRACKER

  1. FISIOPATOLOGIA
  2. CLÍNICA CLÁSSICA
A
  1. VEIA RENAL E COMPRIMIDA ENTRE AMS E AORTA
  2. HEMATÚRIA + VARICOCELE E + JOVENS

(NUT = NOZ = RIM)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
17
Q

VINHO DO PORTO + MAV/ VARIZES + HIPERTROFIA ÓSSEA/ TECIDUAL

A

KLIPPEL-TRENAUNAY (VINHO-VEIA-VOLUME)

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
18
Q
  1. Mancha vinho-do-porto (nevus flammeus) na face
  2. Angioma leptomeníngeo (pial): crises epilépticas de início precoce (1º ano de vida).
  3. Glaucoma ipsilateral (ou bilateral).
A

STURGE-WEBER

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
19
Q

MAVS DIFUSAS DE ALTO FLUXO

Mancha capilar +

sopro/frêmito, calor do membro, hipertrofia; +

insuficiência cardíaca de alto débito

A

SD. DE PARKES-WEBER

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
20
Q

HEPARINAS: HBPM X HNF

❓ Qual a dose profilática da HNF para prevenção de TEV?
❓ Qual a dose terapêutica da HNF para TEV/TEP?
❓ Qual a dose profilática da enoxaparina?
❓ Qual a dose terapêutica da enoxaparina para TEV/TEP?
❓ Qual anticoagulante preferido na gestação?
❓ Qual heparina usar em insuficiência renal grave?

A

❓ Qual a dose profilática da HNF para prevenção de TEV?
👉 5.000 UI SC 8/8h ou 12/12h.

❓ Qual a dose terapêutica da HNF para TEV/TEP?
👉 Ataque: 80 UI/kg IV bolus → manutenção: 18 UI/kg/h IV (ajuste pelo TTPa).

❓ Qual a dose profilática da enoxaparina?
👉 40 mg SC 1x/dia (ou 30 mg SC 2x/dia em ortopedia).

❓ Qual a dose terapêutica da enoxaparina para TEV/TEP?
👉 1 mg/kg SC 12/12h OU 1,5 mg/kg SC 1x/dia.

❓ Qual anticoagulante preferido na gestação?
👉 HBPM.

❓ Qual heparina usar em insuficiência renal grave?
👉 HNF (não depende de clearance renal).

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
21
Q

FRATURA DE FÊMUR

TRANSTROCANTÉRICA X INTERTROCANTÉRICA

  1. Qual tem > risco de NACF e qual tem > sangramento?
  2. Como tratar cada uma se leve?
  3. Como tratar cada uma se grave?
A
How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
22
Q

OBJETIVO DE UMA ANÁLISE DE REGRESSÃO

A

AVALIAR CAUSALIDADE

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
23
Q

TTO PERICARDITE SE AINE CONTRAINDICADO?

A

CORTICOIDE

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
24
Q

PRINCIPAL CARACTERÍSTICA CLÍNICA DA DERMATITE ATÓPICA NO LACTENTE?

A

DESCAMAÇÃO ABUNDANTE

How well did you know this?
1
Not at all
2
3
4
5
Perfectly
25
O TESTE T DE STUDENT PODE COMPARAR A VARIÁVEL COM ATÉ QUANTOS DESFECHOS?
2 DESFECHOS, SE MAIS USAR ANOVA
26
ANOMALIA MAIS COMUM DO SISTEMA VASCULAR
PCA OU CANAL ARTERIAL PATENTE
27
❓ Quais são as funções e estruturas inervadas por cada nervo craniano listado abaixo? 1. XI 2. V 3. IX 4. III 5. VII 6. XII 7. VIII 8. X 9. VI 10. IV
👉 Resposta (reorganize mentalmente na ordem correta): • III – Oculomotor (motor): motricidade ocular extrínseca (reto medial, inferior, superior e oblíquo inferior), motricidade intrínseca (ciliar e esfíncter da pupila) e levantador da pálpebra. • IV – Troclear (motor): inerva músculo oblíquo superior. • V – Trigêmeo (sensitivo-motor): sensibilidade da face + mastigação. • VI – Abducente (motor): inerva reto lateral. • VII – Facial (sensitivo-motor): mímica facial, 2/3 anteriores da língua (via corda do tímpano), glândulas salivares (submandibular e sublingual), lacrimais e músculo estapédio. • VIII – Vestibulococlear (sensitivo): audição e equilíbrio. • IX – Glossofaríngeo (sensitivo-motor): faringe, pavilhão auricular externo, 1/3 posterior da língua (sensibilidade geral e especial), glândula parótida. • X – Vago (sensitivo-motor): deglutição, musculatura laríngea, parassimpático de coração, pulmões e trato digestivo. • XI – Acessório (motor): trapézio e esternocleidomastoideo. • XII – Hipoglosso (motor): motricidade da língua.
28
INERVAÇÃO DA LÍNGUA 1. MOTORA 2. 1/3 POSTERIOR 3. 2/3 ANTERIORES
1. HIPOGLOSSO (O ÚLTIMO MOVE) 2. GLOSSOFARÍNGEO (CHEGA POR TRÁS) 3. FACIAL (CHEGA PELA FRENTE)
29
FASES DA FRATURA ÓSSEA 1. Quais são ? 2. Característica marcante? 3. Complicações relacionadas ?
1. Imediato (minutos – dias) • Hematoma da fratura → sangramento local. • Complicações imediatas: • Lesões vasculares, nervosas, partes moles. • Choque hipovolêmico (em grandes ossos). • Síndrome compartimental. • Embolia gordurosa (24–72h). • Infecção (em fraturas expostas). • ❌ Pseudoartrose NÃO é imediata (é tardia!). ⸻ 2. Subagudo (semanas) • Inflamação + calo mole (fibrocartilaginoso). • Início da neovascularização e reparo. • Complicações nessa fase: • Infecção tardia. • Retardo de consolidação. ⸻ 3. Intermediário (semanas – meses) • Formação do calo duro (ósseo) → mineralização progressiva. • Osso ainda imaturo, mas já visível em radiografias. • Complicação possível: • Necrose asséptica → mais comum em áreas com vascularização terminal (colo femoral, cabeça do úmero, escafoide, tálus). ⸻ 4. Tardio (meses – anos) • Remodelação óssea → substituição por osso lamelar, restabelecimento da forma. • Complicações crônicas/tardias: • Pseudoartrose (falha da consolidação). • Consolidação viciosa (osso consolidado em posição inadequada). • Artrose pós-traumática. • Osteomielite crônica (em casos de infecção).
30
FRATURAS ESPECÍFICAS DE MAUS TRATOS
31
TRATAMENTO HEPATITE B ❓Quais os objetivos do tratamento da hepatite B? ❓Critérios principais para tratar hepatite B crônica? ❓Situações em que sempre se deve tratar hepatite B, independentemente de DNA/ALT? ❓Quando preferir Entecavir em vez de Tenofovir? ❓Pode usar Entecavir em coinfectados com HIV não tratados? ❓Quando considerar Peg-IFN no tratamento da hepatite B?
❓Quais os objetivos do tratamento da hepatite B? 👉 Supressão viral, normalização de ALT, prevenção de cirrose/CHC, idealmente soroconversão HBsAg → anti-HBs. ❓Critérios principais para tratar hepatite B crônica? 👉 DNA-HBV alto (≥20.000 se HBeAg+, ≥2.000 se HBeAg-), ALT ≥1,5–2x LSN e/ou fibrose ≥ F2. ❓Situações em que sempre se deve tratar hepatite B, independentemente de DNA/ALT? 👉 Cirrose, coinfecção (HIV/HCV/HDV), história familiar de CHC, imunossupressão. ❓Quando preferir Entecavir em vez de Tenofovir? 👉 Pacientes com doença renal crônica ou osteoporose, risco de nefrotoxicidade/osteopenia. ❓Pode usar Entecavir em coinfectados com HIV não tratados? 👉 Não, pode selecionar resistência ao HIV. ❓Quando considerar Peg-IFN no tratamento da hepatite B? 👉 Jovens, sem cirrose, HBeAg+, ALT alta, genótipo A → chance maior de resposta sustentada.
32
DIFERENÇA FENTANIL E ALFENTANIL
ALFENTANIL: - ⬇️ POTENTE - INÍCIO DE AÇÃO MAIS RÁPIDO
33
PROTOCOLO CIRURGIA SEGURA 1. QUAIS OS 3 MOMENTOS 2. COMPONENTES
1. **IN**DUÇÃO, **IN**CISÃO, IR **IN**BORA 2. - Nos 2 primeiros: identificação, procedimento, lateralidade - Só no 1: Termo, sangue e UTI (coisas que ele possa precisar depois da Cx.) - Só no passo 2: ATB, materiais, imagem (coisas que ele ou o cirurgião possam precisar durante a Cx.) - Passo 3: intrumentos, compressas, perfuro, id. amostras e problemas ocorridos (coisas que foram feitas na Cx.)
34
FÍSTULAS DIGESTIVAS Fatores favoráveis x desfavoráveis 1. Comprimento do trajeto 2. Epitelização 3. Qnt. Orifícios 4. Obstrução distal 5. Infecção 6. Lateral ou terminal 7. Fluxo
35
PENTALOGIA DE CANTRELL Achados clássicos
1. Def. Adominal (ex. Onfalocele) 2. Diafragma 3. Esterno 4. Coração 5. Pericárdio
36
Beckwith-Wiedemann (S.B.W.) 1. Tríade clássica e tumor associado
1. **SBW** **S**uper: língua e tamanho **B**arriga **W**ilms
37
RESOLUÇÃO BARIÁTRICA 1. CONTRAINDICAÇÕES ABSOLUTAS
1. CONTRAINDICAÇÕES (**PAGO**) - Pós-operatório ruim - Abuso de drogas - Gestantes - Obeso que dá pra tratar clinicamente
38
NORMOTERMIA NO RN
36,5 a 37,5 *C
39
PAPILOMATOSE RESPIRATÓRIA RECORRENTE 1. Importância 2. Etiologia 2. Tríade clássica
1. Causa mais comum de estridor e disfonia em crianças maiores 2. HPV 11 e 16 3. Rouquidão, estridor e dificuldade respiratória
40
ANAFILAXIA + REFRATÁRIO A EPINEFRINA + USO DE BETA BLOQ Conduta?
Glucagon (Efeitos inotrópicos e cronotrópicos não mediados por receptores beta)
41
COMORBIDADES NO TEA 1. Qual a mais comum? 2. Qual outra é muito frequente ?
1. TDAH 2. Epilepsia
42
NEOPLASIAS BR 1. Que mais matam (geral)? 2. Que mais matam homens? 3. Que mais matam mulheres? 4. Mais prevalentes (geral)? 5. Mais prevalentes (homens)? 6. Mais prevalentes (mulheres)?
1. **Pulmão, Colorretal, Mama, Próstata** 2. Próstata, **Pulmão, Colorretal,** 3. Mama, **Pulmão, Colorretal,** 4. **Mama, Próstata e Colorretal** 5. Próstata, Colorretal, **Pulmão** 5. Mama, Colorretal, **Colo Uterino**
43
INTERPRETE RRR= 80% RAR= 80%
RRR: houve uma redução na incidência de 80% RAR: houve 80 casos a menos a cada 100 tratados
44
DOAÇÃO DE ÓRGÃOS ❓Quais são os requisitos para um doador vivo? ❓Quais órgãos podem ser doados em vida? ❓Quem pode doar em vida sem autorização judicial? ❓Quais são os critérios de doador falecido? ❓Quais os tempos máximos de viabilidade para órgãos sólidos?
❓Quais são os requisitos para um doador vivo? 👉 Maior de idade, juridicamente capaz, saudável, consentimento livre e sem prejuízo da própria saúde. ❓Quais órgãos podem ser doados em vida? 👉 Rins, parte do fígado, parte da medula óssea, parte dos pulmões. ❓Quem pode doar em vida sem autorização judicial? 👉 Parentes até 4º grau e cônjuges. ❓Quais são os critérios de doador falecido? 👉 Diagnóstico de morte encefálica ou parada cardiorrespiratória. ❓Quais os tempos máximos de viabilidade para órgãos sólidos? (**3 rápido, 2 médio, 1 pode demorar**) 👉 Coração: 4h; Pulmão: 4–6h; Intestino: 4–6h; Fígado: 12h; Pâncreas: 12h; Rim: 48h;
45
DROGAS CI NA AMAMENTAÇÃO
Isso LiVRA o MUNdo das DROGAS Isso: amiodarona Li: lítio V: virais (ganci/ valganciclovir) RA: radiofarmacos MUN: imunodep. (ciclofosfamida/ MTX) DROGAS: cocaína, maconha, crack, álcool em excesso 7
46
FISIOLOGIA DA LACTAÇÃO 1. Quais as fases? E o que as caracteriza? 2. Qual a ação do E e P na lactação? 3. Qual hormônio inibe a atuação da prolactina? 4. Qual o principal estímulo para a lactopoiese?
1. - Mamogênese: prolif. Mamária - lactogênese: secreção abundante - lactopoiese: manutenção 2. - Estrogênio = escoa (prolif. de ductos) - Progesterona = Produção (prolif. de lóbulos e alvéolos) 3. Progesterona (principal gatilho para a apojadura/ lactogenese) Obs.: a apojadura independe de estímulos 4. Sucção/ esvaziamento mamário (controle autócrino e parácrino)
47
AMAMENTAÇÃO 1. Sequência de opções na ausência materna? 2. Por quanto tem o leite pode ser armazenado no banco de leite? 3. Até qual idade recomenda-se fórmula infantil? 4. A partir de qual idade as diferentes entidades aceitam LV? 5. Quando inevitável, como dar o LV? 6. Deficiência nutricional se leite de cabra?
1. Leite H Ordenhado, fórmula, LV 2. 6 meses (meio ano) 3. 12 meses (após = alimentação variada) 4. OMS = 6m; MS = 9m; SBP = 12m 5. - < 4m: diluir em óleo - > 4m: não diluir 6. Ác. Fólico
48
ASMA DIAGNÓSTICO PELO PEAK-FLOW
1. Monitorização seriada: medir 2x/dia por 2 semanas. • **Variabilidade ≥ 10% em adultos** • **Variabilidade ≥ 13% em crianças** 2. Teste de reversibilidade: melhora do PFE ≥ **20% após 4 semanas de tratamento**. 3. Teste pós-broncodilatador: aumento do **PFE ≥ 20% após broncodilatador**
49
Fenótipos clássicos da DPOC 🔹 1. Quais são os dois fenótipos clássicos da DPOC? 🔹 2. Qual fenótipo está associado ao “soprador róseo”? 🔹 3. Qual fenótipo está associado ao “edemaciado azul”? 🔹 4. Por que o enfisematoso é “róseo”? 🔹 5. Por que o bronquítico é “azul”? 🔹 6. Quem tende a emagrecer e por quê? 🔹 7. Quem tende a fazer cor pulmonale mais cedo?
Fenótipos clássicos da DPOC 🔹 1. Quais são os dois fenótipos clássicos da DPOC? 👉 Bronquítico crônico (blue bloater) e Enfisematoso (pink puffer). ⸻ 🔹 2. Qual fenótipo está associado ao “soprador róseo”? 👉 Enfisematoso — paciente magro, dispneico, usa respiração lábio-fruncida, mantém PaO₂ relativamente melhor até fases tardias. ⸻ 🔹 3. Qual fenótipo está associado ao “edemaciado azul”? 👉 Bronquítico crônico — cianótico, obeso, tosse produtiva, hipoxemia e hipercapnia precoces, edema periférico (cor pulmonale). ⸻ 🔹 4. Por que o enfisematoso é “róseo”? 👉 Apesar da grave destruição alveolar, consegue hiperventilar → PaO₂ relativamente preservada → não fica cianótico até fases avançadas. ⸻ 🔹 5. Por que o bronquítico é “azul”? 👉 Produção crônica de muco + inflamação brônquica → obstrução de vias aéreas pequenas → hipoxemia/hipercapnia precoces → cianose. ⸻ 🔹 6. Quem tende a emagrecer e por quê? 👉 Enfisematoso — grande gasto energético para respirar + inflamação sistêmica → perda de massa magra. ⸻ 🔹 7. Quem tende a fazer cor pulmonale mais cedo? 👉 Bronquítico crônico — hipóxia precoce → vasoconstrição pulmonar → HAP → insuficiência cardíaca direita → edema periférico.
50
CLASSIFICAÇÃO TAXONOMICA DPOC
51
Doenças Intersticiais 🔹 Distribuição no pulmão ❓ Qual doença tem predomínio basal e subpleural com faveolamento? ❓ Qual doença afeta mais os campos superiores e médios, poupando bases, associada a tabagismo? ❓ Qual doença apresenta adenopatia hilar bilateral como achado típico? ❓ Qual doença acomete preferencialmente os 2/3 superiores do pulmão e está ligada a exposição ambiental? ❓ Qual doença cursa com vidro fosco difuso homogêneo e está associada a doenças autoimunes? 🔹 Achados de TCAR ❓ O que é característico da FPI? ❓ O que é característico da Granulomatose de Langerhans? ❓ O que é característico da Sarcoidose? ❓ O que é característico da Pneumonite por Hipersensibilidade? ❓ O que é característico da PINE? 🔹 Histologia ❓ Qual doença tem padrão UÍP (fibrose heterogênea)? ❓ Qual doença tem granulomas com células de Langerhans? ❓ Qual doença tem granulomas não caseosos? ❓ Qual doença tem alveolite granulomatosa? ❓ Qual doença tem inflamação intersticial homogênea?
Doenças Intersticiais 🔹 Distribuição no pulmão ❓ Qual doença tem predomínio basal e subpleural com faveolamento? ➡️ FPI (UÍP) ❓ Qual doença afeta mais os campos superiores e médios, poupando bases, associada a tabagismo? ➡️ Granulomatose de Langerhans ❓ Qual doença apresenta adenopatia hilar bilateral como achado típico? ➡️ Sarcoidose ❓ Qual doença acomete preferencialmente os 2/3 superiores do pulmão e está ligada a exposição ambiental? ➡️ Pneumonite por Hipersensibilidade ❓ Qual doença cursa com vidro fosco difuso homogêneo e está associada a doenças autoimunes? ➡️ PINE (Pneumonia Intersticial Não Específica) ⸻ 🔹 Achados de TCAR ❓ O que é característico da FPI? ➡️ Faveolamento + bronquiectasias de tração ❓ O que é característico da Granulomatose de Langerhans? ➡️ Cistos + nódulos cavitados em tabagista ❓ O que é característico da Sarcoidose? ➡️ Micronódulos peribrônquicos + adenopatia hilar bilateral ❓ O que é característico da Pneumonite por Hipersensibilidade? ➡️ Headcheese sign (mosaico vidro fosco + áreas normais) ❓ O que é característico da PINE? ➡️ Vidro fosco difuso homogêneo, pouco faveolamento ⸻ 🔹 Histologia ❓ Qual doença tem padrão UÍP (fibrose heterogênea)? ➡️ FPI ❓ Qual doença tem granulomas com células de Langerhans? ➡️ Granulomatose de Langerhans ❓ Qual doença tem granulomas não caseosos? ➡️ Sarcoidose ❓ Qual doença tem alveolite granulomatosa? ➡️ Pneumonite por Hipersensibilidade ❓ Qual doença tem inflamação intersticial homogênea? ➡️ PINE
52
TTO ASMA (6 - 12 ANOS)
• Passo 1: CI baixa dose + **SABA** (SOS) • Passo 2: **CI baixa dose** • Passo 3: CI dose média • Passo 4: CI dose média + considerar LABA (formoterol) + especialista • Passo 5: CI dose alta (>800 µg/dia budesonida) + LABA + considerar tiotrópio, azitromicina, anti-IgE/IL-5
53
TTO ASMA (< 5 ANOS)
- Alívio (SOS): SABA (salbutamol) - Passo 2: CI baixa dose + (SABA SOS) - Passo 3: CI em dose 2x maior - Passo 4: Encaminhar especialista
54
DG. ASMA (0-5a)
🔹 Diagnóstico (0–5 anos) • Episódios recorrentes de sibilância aguda (ou sintomas nos intervalos). • Ausência de outro diagnóstico respiratório. • Melhora clínica com tratamento (SABA ± CI). • Critério prático: • 1–2 → suspeita • se os 3 → diagnóstico confirmado • Atopia (eczema, rinite, IgE ↑) reforça diagnóstico.
55
ASMA GRAVE NA PED (0 - 5a) 1. Critérios 2. Como tratar se - leve/ moderada - grave
1. Crise grave • SatO₂ < 92% • FC >180 (0–3 anos) ou >150 (4–5 anos) • FR >40 • Cianose, fala entrecortada, sonolência, tórax silencioso 2. • **Leve/moderada**: • Salbutamol **4 puffs** → repetir 2x a cada 20 min • O₂ se SatO₂ < 94% • **Grave/ameaça à vida**: • Salbutamol **6 puffs** a cada 20 min • CTC oral + ipratrópio • Considerar sulfato de magnésio
56
TEV/ TEP 1. PRINCIPAL FR 2. PRINCIPAL FR PARA RECORRÊNCIA 3. O QUE O PESI ESTIMA? 4. QUANDO TRATAR AMBULATORIALMENTE? 5. QUANDO POSSO FAZER APENAS USG SERIADA?
1. Cirurgia ortopédica de MMII → principal fator de risco absoluto. 2. TEV prévio → principal fator de risco para recorrência. 3. Risco e prognóstico (mortalidade em 30 dias) 4. PESI = 0 5. TVP distal, sem sintomas, sem extensão
57
CRITÉRIOS PARA INDICAR ROFLUMILASTE NA DPOC
VEF1 < 50% + FENÓTIPO BRONQUÍTICO
58
PRINCIPAL CAUSA DE EPILEPSIA 1. NEONATO 2. 6M - 5A 3. 5 - 12A 4. ADULTO JOVEM 5. ADULTO 6. IDOSO
1. HIPÓXIA 2. FEBRIL 3. CONGÊNITA 4. BR: NEUROCISTICERCOSE DESENVOLVIDOS: TCE 5. AVE 6. AVE
59
PADRÃO EEG 1. Ausência 2. West 3. Lennox 4. Rolândica 5. Janz
1. Ausência: 3 Hz 2. West: hipsiarritmia (caótico) 3. Lennox: 2,5 Hz 4. Rolândica: centro-temporal 5. Janz (mioclonica Juv): 4-6 Hz
60
DOENÇA DE BUERGER 1. Epidemiologia 2. Clínica 3. Outro nome
1. Homem jovem tabagista 2. Oclusão arterial aguda (6 P’s) 3. Tromboangeíte obliterante
61
Phlegmasia Alba vs Cerulea ❓ O que são phlegmasias alba e cerulea dolens? ❓ Qual o mecanismo da phlegmasia alba dolens? ❓ Qual a clínica típica da phlegmasia alba dolens? ❓ Qual a população clássica da phlegmasia alba dolens? ❓ Qual o mecanismo da phlegmasia cerulea dolens? ❓ Qual a clínica típica da phlegmasia cerulea dolens? ❓ Qual delas é emergência vascular com risco de choque e perda do membro? ❓ Qual o tratamento inicial em ambas? ❓ Qual o tratamento adicional na cerulea dolens?
Phlegmasia Alba vs Cerulea ❓ O que são phlegmasias alba e cerulea dolens? 👉 Formas graves de TVP extensa (ilíaco-femoral), com graus diferentes de obstrução venosa. ⸻ ❓ Qual o mecanismo da phlegmasia alba dolens? 👉 Trombo venoso extenso + espasmo arterial reflexo → perna pálida e edemaciada. ⸻ ❓ Qual a clínica típica da phlegmasia alba dolens? 👉 Dor súbita, edema importante, palidez, pulsos ainda presentes. ⸻ ❓ Qual a população clássica da phlegmasia alba dolens? 👉 Gestantes e puérperas. ⸻ ❓ Qual o mecanismo da phlegmasia cerulea dolens? 👉 Obstrução venosa quase total → estase maciça + queda de perfusão → cianose e risco de necrose. ⸻ ❓ Qual a clínica típica da phlegmasia cerulea dolens? 👉 Dor intensa, edema maciço, cianose difusa (“perna azul”), pulsos podem sumir, risco de gangrena venosa. ⸻ ❓ Qual delas é emergência vascular com risco de choque e perda do membro? 👉 Phlegmasia cerulea dolens. ⸻ ❓ Qual o tratamento inicial em ambas? 👉 Anticoagulação plena (HNF/HBPM). ⸻ ❓ Qual o tratamento adicional na cerulea dolens? 👉 Trombólise sistêmica/cateter ou trombectomia cirúrgica, às vezes fasciotomia.
62
MANOBRAS CX. Qual permite ver: 1. VCI infra hepática 2. VCI infrarrenal 3. Rim direito 4. Cabeça do Pâncreas 5. Veia porta
1. Kosher 2. Cattel 3. Cattel 4. Kosher 5. Cattel
63
TRM Principal causa se - contuso - penetrante
- contuso: acidente motociclístico - penetrante: PAF
64
TRAUMA NASAL ❓ Importância ? ❓ Qual é o achado mais importante a ser descartado no exame físico do trauma ❓ Por que o hematoma septal deve ser drenado imediatamente? ❓ Qual o exame de escolha para diagnóstico da fratura nasal? ❓ Qual a conduta nas fraturas nasais sem desvio ou obstrução? ❓ Quando está indicada a redução fechada da fratura nasal? ❓ Qual o tempo ideal para realizar a redução fechada? ❓ Quando considerar redução aberta/cirurgia maior? ❓ Quais as principais complicações do trauma nasal?
Trauma Nasal ❓ Importância ? 👉 Fratura facial mais comum ⸻ ❓ Qual é o achado mais importante a ser descartado no exame físico do trauma nasal? 👉 Hematoma septal. ⸻ ❓ Por que o hematoma septal deve ser drenado imediatamente? 👉 Porque pode evoluir para abscesso de septo → necrose da cartilagem → deformidade em “nariz em sela”. ⸻ ❓ Qual o exame de escolha para diagnóstico da fratura nasal? 👉 Clínico (TC de face só em fraturas complexas/politrauma). ⸻ ❓ Qual a conduta nas fraturas nasais sem desvio ou obstrução? 👉 Conservadora (analgesia, gelo, observação). ⸻ ❓ Quando está indicada a redução fechada da fratura nasal? 👉 Quando há desvio estético ou funcional (obstrução nasal). ⸻ ❓ Qual o tempo ideal para realizar a redução fechada? 👉 Entre o 5º e 10º dia pós-trauma (quando o edema já reduziu). ⸻ ❓ Quando considerar redução aberta/cirurgia maior? 👉 Em fraturas complexas, cominutivas ou múltiplas. ⸻ ❓ Quais as principais complicações do trauma nasal? 👉 Hematoma/abscesso de septo, deformidade em sela, obstrução nasal crônica, sinusite, meningite (casos graves).
65
Empiema Pleural Q: Quais as fases do empiema pleural? Q: O que define a necessidade de drenagem no derrame pleural parapneumônico? Q: Qual o passo inicial do tratamento do empiema pleural? Q: O que fazer se houver falha da drenagem pleural no empiema septado? Q: Quando indicar decorticação? Q: Em que situação a pleurostomia é opção de tratamento? Q: Qual o papel da pleurodese no empiema? Q: Diferença entre derrame parapneumônico complicado e empiema?
Empiema Pleural Q: Quais as fases do empiema pleural? A: Exsudativa → Fibrinopurulenta → Organização. ⸻ Q: O que define a necessidade de drenagem no derrame pleural parapneumônico? A: Pus franco, pH < 7,2, glicose < 40 mg/dL ou cultura positiva. ⸻ Q: Qual o passo inicial do tratamento do empiema pleural? A: Antibiótico empírico imediato. ⸻ Q: O que fazer se houver falha da drenagem pleural no empiema septado? A: Fibrinolíticos intrapleurais ou pleuroscopia/VATS. ⸻ Q: Quando indicar decorticação? A: Na fase organizada (fibrose/encarceramento pulmonar). ⸻ Q: Em que situação a pleurostomia é opção de tratamento? A: Em pacientes com múltiplas comorbidades e alto risco cirúrgico. ⸻ Q: Qual o papel da pleurodese no empiema? A: Não indicada (exceto casos de empiema tuberculoso recorrente). ⸻ Q: Diferença entre derrame parapneumônico complicado e empiema? A: • Complicado = líquido alterado (pH < 7,2, glicose baixa), sem pus. • Empiema = pus franco no espaço pleural.
66
INDICAÇÕES DE TESTES GENÉTICOS DE LINHA GERMINATIVA EM HOMENS
- CA de alto risco/ metastático - Judeu asquenazita - Histórico familiar de mutações - Histótico familiar de CA de próstata + outros CA
67
PROLACTINOMA 1. Quando tratar? 2. Como tratar?
68
Doença Renal Policística Q1. Qual a forma mais comum de doença renal policística? Q2. Diferença principal entre DRPAD e DRAR? Q3. Gene mais associado a pior prognóstico na DRPAD? Q4. Quadro clínico típico da DRPAD? Q5. Quadro clínico típico da Q6. Exame de escolha para estratificação da DRPAD? Q7. Quando indicar tolvaptan na Q8. Como evolui a DRAR?
Q1. Qual a forma mais comum de doença renal policística? • DRPAD (autossômica dominante). ⸻ Q2. Diferença principal entre DRPAD e DRAR? • DRPAD: manifesta em adultos (3ª–5ª década), herança dominante, múltiplos cistos bilaterais. • DRAR: manifesta em neonatos/lactentes, herança recessiva, dilatação dos túbulos coletores. ⸻ Q3. Gene mais associado a pior prognóstico na DRPAD? • PKD1 (85%, mais grave) vs PKD2 (15%, mais brando). ⸻ Q4. Quadro clínico típico da DRPAD? • Hipertensão arterial precoce, dor lombar, hematúria, nefrolitíase, infecção de cistos, DRC progressiva. • Extra-renais: cistos hepáticos, aneurisma cerebral, prolapso mitral. ⸻ Q5. Quadro clínico típico da DRAR? • Recém-nascido com oligoidrâmnio + hipoplasia pulmonar + aumento bilateral dos rins. • Pode evoluir com fibrose hepática congênita. ⸻ Q6. Exame de escolha para estratificação da DRPAD? • Ressonância magnética → volume renal total (VRT) ajustado para idade (classificação de Mayo). ⸻ Q7. Quando indicar tolvaptan na DRPAD? • Pacientes classe 1C, 1D, 1E da classificação de Mayo → progressão rápida. ⸻ Q8. Como evolui a DRAR? • Muitas vezes leva a óbito neonatal por insuficiência respiratória. • Nos sobreviventes, evolui com insuficiência renal e hepática precoce.
69
Autoanticorpos no LES ⸻ ❓ Qual é o substrato usado no exame ANA (padrão ouro)? ❓ Qual é o substrato usado para pesquisa de anti-dsDNA por IFI?
Autoanticorpos no LES ⸻ ❓ Qual é o substrato usado no exame ANA (padrão ouro)? 👉 Células HEp-2 (alta sensibilidade, pouco específico). ⸻ ❓ Qual é o substrato usado para pesquisa de anti-dsDNA por IFI? 👉 Crithidia luciliae (cinetoplasto rico em DNA).
70
AR + GESTAÇÃO ❓ Gestante com AR, qual DMARD usar com segurança? ❓ Gestante com AR refratária, qual biológico pode ser usado?
❓ Gestante com AR, qual DMARD usar com segurança? 👉 Hidroxicloroquina ou sulfassalazina. ❓ Gestante com AR refratária, qual biológico pode ser usado? 👉 Certolizumabe.
71
Delírios em Psiquiatria ❓ Qual é o delírio mais comum na esquizofrenia paranoide? ❓ Qual delírio é típico de depressão psicótica grave? ❓ Qual é o delírio mais comum no episódio maníaco do transtorno bipolar? ❓ Qual delírio está associado ao alcoolismo crônico? ❓ Qual é o delírio em que o paciente acredita que uma pessoa importante está apaixonada por ele? ❓ Qual delírio é caracterizado pela crença de que pessoas próximas foram substituídas por impostores? ❓ Qual delírio é comum no delirium (estado confusional agudo)? ❓ Qual delírio se forma a partir de interpretações erradas de fatos reais? ❓ Qual delírio é convicção inabalável de estar com doença grave?
Delírios em Psiquiatria ⸻ ❓ Qual é o delírio mais comum na esquizofrenia paranoide? ✅ Delírio persecutório (paranoide) → ideias de perseguição, envenenamento, vigilância. ⸻ ❓ Qual delírio é típico de depressão psicótica grave? ✅ Delírio catatímico/niilista (culpa, ruína, hipocondria, Cotard = acredita estar morto ou sem órgãos). ⸻ ❓ Qual é o delírio mais comum no episódio maníaco do transtorno bipolar? ✅ Delírio de grandeza (megalomaníaco) → poderes, riqueza, dons especiais. ⸻ ❓ Qual delírio está associado ao alcoolismo crônico? ✅ Delírio de ciúmes (síndrome de Otelo). ⸻ ❓ Qual é o delírio em que o paciente acredita que uma pessoa importante está apaixonada por ele? ✅ Delírio erotomaníaco (síndrome de Clérambault). ⸻ ❓ Qual delírio é caracterizado pela crença de que pessoas próximas foram substituídas por impostores? ✅ Delírio de Capgras (ilusões de sósia) → clássico em esquizofrenia paranoide. ⸻ ❓ Qual delírio é comum no delirium (estado confusional agudo)? ✅ Delírio onírico → ideias fragmentadas, como sonhos vívidos. ⸻ ❓ Qual delírio se forma a partir de interpretações erradas de fatos reais? ✅ Delírio interpretativo → comum em paranoia/transtorno delirante. ⸻ ❓ Qual delírio é convicção inabalável de estar com doença grave? ✅ Delírio hipocondríaco → transtorno delirante somático e depressão psicótica.
72
ESTÁGIOS DA TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA
1: alta mortalidade e fecundidade 2: ⬇️ pandemias (⬇️mortalidade e fecundidade) 3: ⬆️ degenerativas (🥵comportamento humano) 4: ⬇️ mortalidade CV (🏃‍➡️ comportamento humano) 5: 👨‍🦳 envelhecimento
73
PNEUMOCONIOSES 1. Quais são as não fibróticas? 2. Qual é obstrutiva? 3. Qual causa granuloma não caseoso? (= sarcoidose) 4. Qual a exposição na antracose e na caulimose?
1. **BÁRIO E FERRO NÃO ESTANOSAM** Siderose, baritose e estanose 2. Bissinose (algodão) 3. Beriliose (brilha o pulmão = sacoidose) 4. - antracose (carvão) - caulimose (argila branca)
74
Inquéritos de Saúde ❓ Qual inquérito monitora fatores de risco de DCNT em adultos por telefone? ❓ Qual inquérito investiga tabagismo, álcool, sedentarismo e alimentação em escolares adolescentes (9º ano, 13-15 anos)? ❓ Qual inquérito domiciliar coleta dados gerais de saúde e também realiza medidas físicas e exames? ❓ Qual pesquisa do IBGE mais antiga incluía módulos de saúde junto a dados socioeconômicos e demográficos? ❓ Qual inquérito investiga causas externas (acidentes e violências), tanto em domicílios quanto em serviços de saúde?
Inquéritos de Saúde ❓ Qual inquérito monitora fatores de risco de DCNT em adultos por telefone? ✅ VIGITEL – população ≥18 anos, entrevistas telefônicas. ⸻ ❓ Qual inquérito investiga tabagismo, álcool, sedentarismo e alimentação em escolares adolescentes (9º ano, 13-15 anos)? ✅ PeNSE – Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar. ⸻ ❓ Qual inquérito domiciliar coleta dados gerais de saúde e também realiza medidas físicas e exames? ✅ PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) – domiciliar, adultos, desde 2013. ⸻ ❓ Qual pesquisa do IBGE mais antiga incluía módulos de saúde junto a dados socioeconômicos e demográficos? ✅ PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios). ⸻ ❓ Qual inquérito investiga causas externas (acidentes e violências), tanto em domicílios quanto em serviços de saúde? ✅ VIVA – Vigilância de Violências e Acidentes.
75
Parto Pélvico 🔹 Q: Quais são os tipos de apresentação pélvica? 🔹 Q: Qual é o fator de risco mais comum para apresentação pélvica? 🔹 Q: Quando o parto pélvico vaginal pode ser tentado? 🔹 Q: Quais são as contraindicações ao parto vaginal pélvico? 🔹 Q: Qual a complicação mais temida do parto pélvico? 🔹 Q: Quais são as manobras clássicas do parto pélvico? 🔹 Q: Qual a principal complicação associada à apresentação pélvica incompleta/podálica?
Parto Pélvico 🔹 Q: Quais são os tipos de apresentação pélvica? A: 1. Completa → feto em cócoras (coxas e joelhos fletidos). 2. Franca (mais comum) → coxas fletidas, pernas estendidas. 3. Incompleta/podálica → pés ou joelhos abaixo, maior risco. ⸻ 🔹 Q: Qual é o fator de risco mais comum para apresentação pélvica? A: Prematuridade. ⸻ 🔹 Q: Quando o parto pélvico vaginal pode ser tentado? A: • Feto único, a termo. • Peso entre 2.500 e 3.800 g. • Apresentação franca ou completa. • Pelve materna adequada. • Assistência por obstetra experiente. ⸻ 🔹 Q: Quais são as contraindicações ao parto vaginal pélvico? A: • Apresentação incompleta/podálica. • Macrossomia (>3.800–4.000 g). • Prematuro extremo (<32 semanas). • Sofrimento fetal agudo. • Hiperextensão da cabeça fetal. • Cicatriz uterina prévia de risco. ⸻ 🔹 Q: Qual a complicação mais temida do parto pélvico? A: Distocia da cabeça derradeira. ⸻ 🔹 Q: Quais são as manobras clássicas do parto pélvico? A: • Bracht → ajuda no desprendimento espontâneo. • Mauriceau-Smellie-Veit → feto apoiado no antebraço do obstetra, que introduz os **dedos na boca** para flexão da cabeça. • Deventer-Müller → semelhante, mas feita com o feto pendente para baixo, aproveitando a **gravidade**. • Lovset – **rotação** do tronco para liberar braços retidos. * Rojas * Pajot * Liverpol • Piper → fórceps específico para liberar a cabeça derradeira. ⸻ 🔹 Q: Qual a principal complicação associada à apresentação pélvica incompleta/podálica? A: Prolapso de cordão.
76
EXAME RECOMENDADO PARA AVALIAR MAMAS NA GESTAÇÃO
USG
77
FRs para gestação prolongada? Qual o principal?
MENINO MIMADO (branco, filho único, gordim) 1. Obesidade 2. Primiparidade 3. Sexo masculino 4. Caucasianos Principal: pós termo prévio
78
TUMORES GERMINATIVO (MARCADORES) - LDH - HCG + AFP - HCG - AFP
79
PRINCIPAL CAUSA DE CONJUNTIVITE 1. Na infância 2. Neonatal
1. Infância: viral 2. Neonatal: clamídia
80
Doenças da Boca em Provas ⸻ ❓Qual a etiologia da GUN (gengivite ulcerativa necrosante)? ❓Clínica clássica da GUN? ❓Tratamento da GUN? ❓Qual é a lesão branca que pode ser removida com raspagem da mucosa oral? ❓Qual é a lesão branca que NÃO se remove com raspagem e tem risco de malignização? ❓Qual é a lesão bucal mais associada a tabagismo e etilismo, geralmente na borda lateral da língua? ❓Principal fator de risco para carcinoma de boca no Brasil? ❓Qual é a diferença entre candidíase oral e leucoplasia ao exame físico?
Doenças da Boca em Provas ⸻ ❓Qual a etiologia da GUN (gengivite ulcerativa necrosante)? 👉 Infecção polimicrobiana por anaeróbios (Fusobacterium) + espiroquetas (Treponema), associada a má higiene, estresse, tabagismo, HIV. ⸻ ❓Clínica clássica da GUN? 👉 Dor intensa, ulceração e necrose da papila interdental, halitose fétida, sangramento gengival. ⸻ ❓Tratamento da GUN? 👉 Metronidazol VO (7–10 dias) + higiene oral com clorexidina + analgesia. Se grave → ATB EV. ⸻ ❓Qual é a lesão branca que pode ser removida com raspagem da mucosa oral? 👉 Candidíase oral (placa esbranquiçada, associada a imunossupressão ou uso de corticoides inalados). ⸻ ❓Qual é a lesão branca que NÃO se remove com raspagem e tem risco de malignização? 👉 Leucoplasia → precisa de biópsia, pois pode ser lesão pré-maligna. ⸻ ❓Qual é a lesão bucal mais associada a tabagismo e etilismo, geralmente na borda lateral da língua? 👉 Carcinoma espinocelular (CEC). ⸻ ❓Principal fator de risco para carcinoma de boca no Brasil? 👉 Tabagismo + etilismo. Na região Norte/Nordeste: infecção por HPV também é importante. ⸻ ❓Qual é a diferença entre candidíase oral e leucoplasia ao exame físico? 👉 Candidíase: placas brancas removíveis. 👉 Leucoplasia: placas brancas não removíveis.
81
Pitiríase vs Tineas (dermatofitoses) Q1. Qual o agente da pitiríase versicolor? Q2. Qual o agente das tineas (pé, cruris, corporis)? Q3. Como são as lesões da pitiríase versicolor? Q4. Como são as lesões das tineas? Q5. Como é feito o diagnóstico da pitiríase versicolor? Q7. Tratamento da pitiríase versicolor? Q8. Tratamento das tineas? Q9. Há necessidade de afastar o paciente de atividades esportivas?
Pitiríase vs Tineas (dermatofitoses) Q1. Qual o agente da pitiríase versicolor? A: Malassezia furfur (levedura da flora cutânea). Q2. Qual o agente das tineas (pé, cruris, corporis)? A: Dermatófitos (Trichophyton, Microsporum, Epidermophyton). ⸻ Q3. Como são as lesões da pitiríase versicolor? A: Máculas hipo/hipercromias ou eritematosas, descamativas, no tronco e ombros; pioram no verão. Q4. Como são as lesões das tineas? A: Placas em anel, eritemato-descamativas, pruriginosas, de crescimento centrífugo. ⸻ Q5. Como é feito o diagnóstico da pitiríase versicolor? A: • Luz de Wood → fluorescência amarelo-dourada. • KOH → “espaguete com almôndegas”. Q6. Como é feito o diagnóstico das tineas? A: Raspado de pele + KOH → hifas septadas longas. ⸻ Q7. Tratamento da pitiríase versicolor? A: • Tópico: cetoconazol, miconazol, sulfeto de selênio. • Sistêmico: itraconazol/fluconazol VO (casos extensos). Q8. Tratamento das tineas? A: • Tópico: imidazólicos (miconazol, clotrimazol). • Sistêmico: terbinafina, itraconazol, griseofulvina (casos extensos). ⸻ Q9. Há necessidade de afastar o paciente de atividades esportivas? A: • Pitiríase versicolor → NÃO (não é contagiosa). • Tineas → SIM (são contagiosas).
82
PRINCIPAL SINTOMA DA ANEMIA FALCIFORME EM LACTENTES
DOR INTENSA (Icterícia não devido HBF)
83
Dermatite Atópica 🔹 Diagnóstico Q: Qual a característica clínica central da dermatite atópica? Q: Quais são as lesões típicas em lactentes? Q: Como as lesões mudam com a idade? Q: Quais sinais associados podem aparecer? 🔹 Diferenciais Q: Como diferenciar DA de dermatite seborreica? Q: Como diferenciar DA de escabiose? 🔹 Conduta Q: Qual a base do tratamento da dermatite atópica? Q: Qual o tratamento de escolha para surtos inflamatórios? Q: Quais alternativas podem ser usadas em áreas sensíveis como face e dobras? Q: O que fazer nos casos graves ou refratários? 🔹 Complicações Q: Qual a complicação infecciosa mais importante da DA?
Dermatite Atópica 🔹 Diagnóstico Q: Qual a característica clínica central da dermatite atópica? A: Prurido intenso (sintoma mais importante). Q: Quais são as lesões típicas em lactentes? A: Placas eritematosas exsudativas + descamação, localizadas em face, couro cabeludo e superfícies extensoras. Q: Como as lesões mudam com a idade? A: • Lactente: face + extensores. • Infantil: dobras (antecubital, poplítea). • Adolescente/adulto: áreas flexoras crônicas, pescoço, mãos. Q: Quais sinais associados podem aparecer? A: Sinal de Hertoghe (perda parcial de supercílios) e sinal de Dennie-Morgan (pregas infraorbitárias). ⸻ 🔹 Diferenciais Q: Como diferenciar DA de dermatite seborreica? A: Dermatite seborreica → crostas amareladas em áreas oleosas, sem prurido intenso. Q: Como diferenciar DA de escabiose? A: Escabiose → prurido noturno, lesões em mãos, punhos, interdígitos. Q: Como diferenciar DA de psoríase? A: Psoríase → placas eritemato-descamativas bem delimitadas, descamação prateada. ⸻ 🔹 Conduta Q: Qual a base do tratamento da dermatite atópica? A: Hidratação intensiva com emolientes + evitar irritantes (banhos curtos, roupas adequadas). Q: Qual o tratamento de escolha para surtos inflamatórios? A: Corticoides tópicos de baixa/média potência. Q: Quais alternativas podem ser usadas em áreas sensíveis como face e dobras? A: Inibidores de calcineurina tópicos (tacrolimus, pimecrolimus). Q: O que fazer nos casos graves ou refratários? A: Fototerapia, imunossupressores (ciclosporina, metotrexato) ou dupilumabe (anti-IL-4/IL-13). ⸻ 🔹 Complicações Q: Qual a complicação infecciosa mais importante da DA? A: Infecção secundária por Staphylococcus aureus (impetiginização).
84
Osteocondroses pediátricas Q1: Qual osteocondrose causa dor no calcanhar em pré-adolescentes? Q4: Qual osteocondrose causa dor no dorso do pé em crianças de 5–9 anos? Q5: Qual osteocondrose causa dor no antepé, principalmente no 2º metatarso, em adolescentes (sobrecarga)?
Osteocondroses pediátricas Q1: Qual osteocondrose causa dor no calcanhar em pré-adolescentes? (**SEVERO = CALCANHAR**) 👉 Doença de Sever (apofisite do calcâneo, 8–12 anos, dor após corrida/salto, melhora com repouso, autolimitada). ⸻ Q4: Qual osteocondrose causa dor no dorso do pé em crianças de 5–9 anos? (**CAIU O KOOLER NO ESKAFOIDE**) 👉 Köhler (necrose do escafoide tarsal/ **navicular**, autolimitada, melhora com repouso/palmilhas). ⸻ Q5: Qual osteocondrose causa dor no antepé, principalmente no 2º metatarso, em adolescentes (sobrecarga)? (**FREIBERG NA FRENTE**) 👉 Freiberg (necrose da cabeça do 2º metatarso, dor ao pisar, pode exigir ortopedia)/ também chamada de **Kohler II**
85
Q1. O que é a fratura de Segond? Q2. Qual a principal associação da fratura de Segond? Q3. Qual o mecanismo típico da fratura de Segond? Q4. Qual exame de imagem mostra a fratura de Segond? Q5. Qual exame é padrão-ouro para avaliar lesões associadas (LCA/menisco)? Q6. O que é a tríade infeliz de O’Donoghue? Q7. Quais testes clínicos avaliam o LCA? Q8. Qual teste avalia o LCP? Q9. Como diferenciar luxação patelar de fratura de Segond na prova?
Q1. O que é a fratura de Segond? A: Avulsão óssea no platô tibial lateral. Q2. Qual a principal associação da fratura de Segond? A: Ruptura do ligamento cruzado anterior (LCA). Q3. Qual o mecanismo típico da fratura de Segond? A: Trauma em rotação interna + valgo do joelho. Q4. Qual exame de imagem mostra a fratura de Segond? A: Raio-X (mostra fragmento ósseo lateral). Q5. Qual exame é padrão-ouro para avaliar lesões associadas (LCA/menisco)? A: Ressonância magnética. Q6. O que é a tríade infeliz de O’Donoghue? A: Lesão do LCA + LCM + menisco medial. Q7. Quais testes clínicos avaliam o LCA? A: Lachman (mais sensível), gaveta anterior, pivot-shift. Q8. Qual teste avalia o LCP? A: Gaveta posterior e “sinal do afundamento da tíbia”. Q9. Como diferenciar luxação patelar de fratura de Segond na prova? A: Luxação patelar → deslocamento lateral da patela, dor súbita, Rx SEM fragmento ósseo no platô tibial. Segond → fragmento ósseo lateral + associação com LCA.
86
TESTES DO OMBRO 📌 Ombro Q: Teste de Jobe avalia qual músculo? Q: Teste de Patte avalia? Q: Teste de Lag Sign de rotação externa? Q: Teste de Gerber avalia? Q: Teste de Speed avalia? Q: Teste de Yeagerson? Q: Testes para impacto subacromial?
📌 Ombro Q: Teste de Jobe avalia qual músculo? (JOBO = É 👎 // VÊ 👆) A: Supraespinal (elevação 90° no plano escapular + resistência). Q: Teste de Patte avalia? (**PATINFRA= ROTAÇÃO EXTERNA**) A: Infraespinal (rotação externa contra resistência). Obs.: quem levanta é o infra Q: Teste de Lag Sign de rotação externa? A: infraespinal (manter rotação externa forçada) Q: Teste de Gerber avalia? (**TOMA GEBA**) A: Subescapular (mão nas costas, paciente tenta afastar). Q: Teste de Speed avalia? (**BICEPSPEED**) A: Tendão da cabeça longa do bíceps (flexão contra resistência). Q: Teste de Yeagerson? A: cabeça longa do bíceps (supinação contra resistência) Q: Impacto Subacromial (Síndrome do impacto – lembra supraespinal!) **NHY** • Teste de Neer (**NO ALTO**): elevação passiva do braço causa dor. • Teste de Hawkins-Kennedy (**INTERNA**): ombro e cotovelo a 90°, rotação interna forçada → dor. • Teste de Yocum (**FAZ O Y**): mão no ombro contralateral e elevação do cotovelo → dor.
87
📌 Cotovelo Q: Teste de Cozen avalia o quê? Q: Teste de Mill? Q: Flexão resistida do punho avalia? Q: Teste de Tinel no cotovelo?
📌 Cotovelo Q: Teste de Cozen avalia o quê? (COZEX = EXTENSÃO = LATERAL) A: Epicondilite lateral (dor ao estender punho contra resistência). Q: Teste de Mill? (MILLESTICA) A: Epicondilite lateral (dor ao alongar extensores). Q: Flexão resistida do punho avalia? (**BOIOLA** // **ESPORTE MÉDIO**) A: Epicondilite medial (golfista). Q: Teste de Tinel no cotovelo? A: Compressão do nervo ulnar (síndrome do túnel cubital).
88
LESÕES LIGAMENTARES DO JOELHO 🔍 Ligamento cruzado anterior (LCA) ❓ Qual o mecanismo típico de lesão do LCA? ❓ Qual o teste físico mais sensível para lesão do LCA? 🔍 Ligamento cruzado posterior (LCP) ❓ Qual o mecanismo típico de lesão do LCP? ❓ Quais os testes clínicos mais indicativos de lesão do LCP? 🔍 Menisco: nome dos testes?
🔍 Ligamento cruzado anterior (LCA) • ⚽ Valgo + rotação externa com pé fixo (ex.: entorse esportivo) • ✋ Teste de Lachman é o mais sensível 🔍 Ligamento cruzado posterior (LCP) • 🚘 Trauma direto sobre a tíbia proximal com joelho flexionado (ex.: painel de carro) • ✋ Teste da gaveta posterior e sinal do “sag” posterior 🔍 Menisco: McMurray (McMovimento) // Appley (Apertar) // Thessaly (Gira em pé)
89
LESÃO DE AORTA ❓ Qual o local mais comum da lesão traumática de aorta? ❓ Qual exame confirma o diagnóstico? ❓ Qual achado radiográfico sugere LTA? ❓ Qual o tratamento de escolha atualmente? ❓ O que fazer antes do tratamento definitivo?
❓ Qual o local mais comum da lesão traumática de aorta? 👉 Istmo aórtico (região distal à artéria subclávia esquerda). ❓ Qual exame confirma o diagnóstico? 👉 AngioTC de tórax. ❓ Qual achado radiográfico sugere LTA? 👉 Alargamento do mediastino (principal), além de desvio traqueal/esofágico, hemotórax esquerdo. ❓ Qual o tratamento de escolha atualmente? 👉 TEVAR (reparo endovascular da aorta torácica). ❓ O que fazer antes do tratamento definitivo? 👉 Controle de PA e FC (beta-bloqueadores/vasodilatadores).
90
EPÔNIMO 1. Espaço esplenorrenal 2. Espaço hepatorrenal 3. Transição retossigmoidea 4. Ângulo esplênico
1. Espaço esplenorrenal: Köller (Left) 2. Espaço hepatorrenal: Morrison (Right) 3. Transição retossigmoidea (sudeck) 4. Ângulo esplênico (Griffith)
91
ESCORES IAM
92
Marcadores de Necrose Miocárdica ❓ Qual marcador sobe mais precocemente no IAM? ❓ Qual o marcador mais precoce, mas pouco específico no IAM? ❓ Qual o marcador mais específico de necrose miocárdica? ❓ Qual marcador é o padrão-ouro para diagnóstico de IAM hoje? ❓ Em pacientes com DRC, qual troponina é mais confiável? ❓ Qual marcador é mais útil para diagnosticar reinfarto precoce? Por quê? ❓ Qual é o pico da Troponina? E quanto tempo permanece elevada? ❓ Qual é o pico da CK-MB? E quanto tempo permanece elevada? ❓ Qual marcador sobe primeiro, mas normaliza em até 24h? ❓ Quais marcadores antigos podem aparecer em prova, mas têm pouco uso atual?
Marcadores de Necrose Miocárdica ❓ Qual marcador sobe mais precocemente no IAM? 👉 Mioglobina ⏱ (1h após isquemia). ⸻ ❓ Qual o marcador mais precoce, mas pouco específico no IAM? 👉 Mioglobina (rápido, mas também sobe em lesão muscular esquelética). ⸻ ❓ Qual o marcador mais específico de necrose miocárdica? 👉 Troponina (I/T) ⭐ ⸻ ❓ Qual marcador é o padrão-ouro para diagnóstico de IAM hoje? 👉 Troponina I/T ⸻ ❓ Em pacientes com DRC, qual troponina é mais confiável? 👉 Troponina I (menos influenciada por insuficiência renal). ⸻ ❓ Qual marcador é mais útil para diagnosticar reinfarto precoce? Por quê? 👉 CK-MB 🔄 Porque retorna ao normal em 48–72h, permitindo detectar nova elevação. ⸻ ❓ Qual é o pico da Troponina? E quanto tempo permanece elevada? 👉 Pico: 24h ⏱ 👉 Duração: 7–14 dias 📆 ⸻ ❓ Qual é o pico da CK-MB? E quanto tempo permanece elevada? 👉 Pico: 24h 👉 Duração: 48–72h ⸻ ❓ Qual marcador sobe primeiro, mas normaliza em até 24h? 👉 Mioglobina ⸻ ❓ Quais marcadores antigos podem aparecer em prova, mas têm pouco uso atual? 👉 LDH e AST/TGO (lembrar: LDH sobe em 24h, pico em 72h, dura até 14 dias). 👉 Macete final: • Mioglobina = Muito rápida ⚡ • CK-MB = Checar reinfarto 🔄 • Troponina = Top marcador atual 🏆 • LDH = Lento 🐢
93
Complicações Mecânicas Pós-IAM Q1. ⏳ Em que período geralmente ocorrem as complicações mecânicas do IAM (rupturas)? Q2. 🚨 IAM + morte súbita + tamponamento cardíaco. Qual complicação suspeitar? Q3. 🔊 IAM + sopro holossistólico rude + frêmito em borda esternal esquerda. Q4. 💨 IAM + edema agudo de pulmão + sopro em foco mitral. Q5. 🕑 IAM + ICC crônica + arritmias + abaulamento do VE. Q6. 💣 IAM + pseudoaneurisma. Qual risco principal e conduta? Q7. 🎯 Qual a diferença entre aneurisma verdadeiro e pseudoaneurisma?
Complicações Mecânicas Pós-IAM Q1. ⏳ Em que período geralmente ocorrem as complicações mecânicas do IAM (rupturas)? A1. Entre 3-5 dias (ruptura de septo, papilar, parede livre). ⸻ Q2. 🚨 IAM + morte súbita + tamponamento cardíaco. Qual complicação suspeitar? A2. Ruptura de parede livre. ⸻ Q3. 🔊 IAM + sopro holossistólico rude + frêmito em borda esternal esquerda. A3. Ruptura de septo interventricular. ⸻ Q4. 💨 IAM + edema agudo de pulmão + sopro em foco mitral. A4. Ruptura de músculo papilar (geralmente o posterior no IAM inferior). ⸻ Q5. 🕑 IAM + ICC crônica + arritmias + abaulamento do VE. A5. Aneurisma ventricular verdadeiro. ⸻ Q6. 💣 IAM + pseudoaneurisma. Qual risco principal e conduta? A6. Risco alto de ruptura → cirurgia de urgência. ⸻ Q7. 🎯 Qual a diferença entre aneurisma verdadeiro e pseudoaneurisma? A7. • Verdadeiro: envolve toda a parede, mais tardio, risco menor. • Pseudo: ruptura contida pelo pericárdio, risco altíssimo, sempre cirúrgico.
94
Pericardite Q1. 👤 Qual a etiologia mais comum da pericardite aguda? Q2. 💊 Qual o tratamento da pericardite viral/idiopática? Q3. ❤️ Paciente evolui com pericardite 2 dias após IAM. Qual AINE usar? Q4. ⏳ Quando ocorre a Síndrome de Dressler e qual o tratamento? Q5. 🧪 Paciente dialítico com pericardite recorrente. Qual a conduta de base? Q6. 🔬 Pericardite em paciente com LES. Qual tratamento preferido? Q7. 🎯 Qual o tratamento da pericardite neoplásica?
Pericardite Q1. 👤 Qual a etiologia mais comum da pericardite aguda? A1. Viral/idiopática (principalmente Coxsackie B). ⸻ Q2. 💊 Qual o tratamento da pericardite viral/idiopática? A2. Ibuprofeno (AINE comum) + colchicina por 3 meses. (Corticoide apenas se refratário ou contraindicação a AINE). ⸻ Q3. ❤️ Paciente evolui com pericardite 2 dias após IAM. Qual AINE usar? A3. AAS em dose anti-inflamatória (750–1000 mg 8/8h). (Nunca ibuprofeno/indometacina → atrapalham cicatrização). ⸻ Q4. ⏳ Quando ocorre a Síndrome de Dressler e qual o tratamento? A4. 2–6 semanas após IAM. Tratamento: AAS em alta dose + colchicina. (Refratário: corticoide. Evitar anticoagulação). ⸻ Q5. 🧪 Paciente dialítico com pericardite recorrente. Qual a conduta de base? A5. Diálise (trata a causa). Pode associar AINE/colchicina; corticoide se refratário. ⸻ Q6. 🔬 Pericardite em paciente com LES. Qual tratamento preferido? A6. Corticoide sistêmico (ex: prednisona). Sempre tratar a doença de base. ⸻ Q7. 🎯 Qual o tratamento da pericardite neoplásica? A7. Controle da neoplasia + pericardiocentese se tamponamento.
95
Linha do tempo da pericardite Q1. ⏰ Qual o tempo de evolução da pericardite aguda? Q2. 🦠 Qual a causa mais comum da pericardite aguda? Q3. 📉 Quais os achados típicos da pericardite aguda no ECG? Q4. ⏳ Qual o intervalo de tempo que caracteriza a pericardite subaguda? Q5. 🧪 Quais são as principais causas da pericardite subaguda? Q6. 💧 Qual complicação é típica da pericardite subaguda? Q7. 🕰️ Quando consideramos a pericardite crônica/constritiva? Q8. 🏥 Quais causas clássicas da pericardite constritiva? Q9. ❤️ Qual a manifestação clínica predominante da pericardite constritiva? Q10. 🔧 Qual o tratamento definitivo da pericardite constritiva?
Linha do tempo da pericardite Q1. ⏰ Qual o tempo de evolução da pericardite aguda? A1. Até 4–6 semanas. ⸻ Q2. 🦠 Qual a causa mais comum da pericardite aguda? A2. Viral/idiopática (Coxsackie B, Echovírus). ⸻ Q3. 📉 Quais os achados típicos da pericardite aguda no ECG? A3. Supra difuso de ST, infra de PR, poupando V1 e aVR. ⸻ Q4. ⏳ Qual o intervalo de tempo que caracteriza a pericardite subaguda? A4. Entre 4–6 semanas até 3 meses. ⸻ Q5. 🧪 Quais são as principais causas da pericardite subaguda? A5. Tuberculose, neoplásica, uremia. ⸻ Q6. 💧 Qual complicação é típica da pericardite subaguda? A6. Derrame volumoso com risco de tamponamento. ⸻ Q7. 🕰️ Quando consideramos a pericardite crônica/constritiva? A7. Após > 3 meses de evolução. ⸻ Q8. 🏥 Quais causas clássicas da pericardite constritiva? A8. Tuberculose, cirurgia cardíaca prévia, radioterapia. ⸻ Q9. ❤️ Qual a manifestação clínica predominante da pericardite constritiva? A9. Insuficiência cardíaca direita (edema, ascite, hepatomegalia, turgência jugular, sinal de Kussmaul, pulso paradoxal). ⸻ Q10. 🔧 Qual o tratamento definitivo da pericardite constritiva? A10. Pericardiectomia.
96
Dor torácica não cardíaca Q: Qual a causa mais comum de dor torácica não cardíaca?
Dor torácica não cardíaca Q: Qual a causa mais comum de dor torácica não cardíaca? A: 👉 Depende do contexto da questão: • Prática clínica / PS: 💪 Musculoesquelética (ex.: costocondrite). • Provas / contexto visceral: 🍽️ DRGE (doença do refluxo gastroesofágico). 📌 Dica de prova: Se a questão não especificar → gabarito clássico = DRGE.
97
PLANO DANTE 1. Qual o objetivo geral? 2. Quem alimenta esse sistema? 3. Quais seus objetivos atuais?
1. Enfrentamento das DCNT 2. Vigitel 3. Imagem - **30 a 69 anos** - ⬇️ 1/3 morte prematura DCNT - ⬇️ 10% CA mama e TGI (mais difíceis de prevenir) - ⬇️ 20% CA colo
98
DECLARAÇÃO DE ÓBITO 1. Quantos campos e blocos? 2. Caneta? 3. Se rasurar? Se poluir muito? 4. Se não vou preencher o lugar? 5. Se o paciente morreu no meu plantão como preencho? 6. Se nascido vivo vai a óbito imediatamente, qual documento não preencho? 7. Quantas DO se siameses? 8. Se óbito fetal < 20d/500g/25cm, o que muda? 9. Mulher 24s atropelada, morre ela e o feto, quantas DO emitir? 10. Em qual bloco preencho as causas? Se for só 3 causas o que faço? Outro nome da causa intermediária? 11. O que não colocar na causa base? 12. Onde coloco a gestação ?
1. 9 campos e 59 blocos 2. Azul (preferível) ou preta 3. Escreve na lateral. Devolve e pede outra (não descartar) 4. Nunca deixo em branco (ignorado ou — ) 5. Médico substituto 6. Certidão de nascimento (DO e DNV sim) 7. 2 DOs 8. Preenchimento da DO é facultativa 9. Só uma (não é NV nem NM) 10. Bloco 5. Subo a causa base. Antecedente 11. Cirurgia (colocar a indicação) // pode ser intermediária 12. Na parte II
99
VASCULAR + DISFAGIA ❓ Qual anomalia vascular causa disfagia em adultos? ❓ Qual anomalia vascular mais comum em lactentes com estridor + disfagia?
❓ Qual anomalia vascular causa disfagia em adultos? 👉 Artéria subclávia direita aberrante (disfagia lusória). ❓ Qual anomalia vascular mais comum em lactentes com estridor + disfagia? 👉 Arco aórtico duplo.
100
PSEUDOFRATURA DE LOOSER 1. Presente em qual condição? 2. Relação com DRC?
**LOOSER = OSSO MOLE** 1. **Osteomalácia** 2. Em DRC, o **alumínio** se deposita no osso → inibe mineralização → osteomalácia alumínica com pseudofraturas
101
PERSISTÊNCIA DA ARTÉRIA CIÁTICA • 🧬 O que é a persistência da artéria ciática e qual sua origem? • 🥇 Qual o sinal físico clássico (nome e achado)? • 🧭 Diferencie PAC completa vs. incompleta quanto à AFS. • 💥 Qual a complicação mais comum da PAC e por que ocorre?
• Persistência da artéria axial embrionária; nasce da **ilíaca interna**, sai pelo forame isquiático e segue ao eixo poplíteo. • **Sinal de Cowie**: femoral fraca/ausente com pulsos distais presentes. • **Completa: AFS hipoplásica/aplásica** e PAC dominante; Incompleta: AFS normal, PAC acessória. • **Aneurisma** (mecânica + parede imatura) → risco de tromboembolismo/ruptura.
102
SD. DE MAY-TURNER - O que é e qual o lado típico? - Qual o nome se trombose associada? - Dois sinais de suspeita clínica?
- Compressão da veia ilíaca comum esquerda pela artéria ilíaca comum direita contra o corpo vertebral (→ TVP/hipertensão venosa) - Sd. De Cockett - TVP esquerda em jovem/puerpério/ACO; edema/peso crônicos da perna esquerda com USG distal pouco explicativo.
103
ESTENOSE CARTÍDEA O que torna um paciente “sintomático” em doença carotídea? Carótida interna totalmente ocluída: qual conduta? Quando indicar endarterectomia em paciente sintomático? Sintomático com estenose de 50 a 69%: o que fazer? Sintomático com estenose menor que 50%: conduta? Assintomático: quando considerar endarterectomia? Em quem preferir angioplastia com stent em vez de endarterectomia? Acima de 70 anos, qual técnica costuma ser melhor? Doppler sugerindo estenose de 50%: quais números ajudam? Doppler sugerindo estenose de 70%: quais números ajudam? Que exame de imagem confirmar antes de operar? Quando operar depois de um evento recente? O que fazer na “quase oclusão” (calibre muito fino a jusante)? Qual é a complicação mais comum da endarterectomia de carótida? Qual é a complicação menor típica da angioplastia com stent carotídeo? Comparando os dois procedimentos: qual tem maior risco de infarto do miocárdio? Comparando os dois procedimentos: qual tem maior risco de acidente vascular cerebral?
ESTENOSE CARTÍDEA O que torna um paciente “sintomático” em doença carotídea? → Ataque isquêmico transitório ou acidente vascular cerebral no mesmo lado da lesão nos últimos 6 meses. Carótida interna totalmente ocluída: qual conduta? → Tratamento clínico otimizado. Não se faz revascularização. Quando indicar endarterectomia em paciente sintomático? → Estenose de 70 a 99%, operar o quanto antes, idealmente até 14 dias. Sintomático com estenose de 50 a 69%: o que fazer? → Endarterectomia em casos selecionados (homem, idade menor que 75, baixo risco cirúrgico) ou tratamento clínico. Sintomático com estenose menor que 50%: conduta? → Tratamento clínico. Assintomático: quando considerar endarterectomia? → Estenose de 60 a 70% ou mais, baixo risco cirúrgico e expectativa de vida acima de 3 a 5 anos. Em quem preferir angioplastia com stent em vez de endarterectomia? → Quando a cirurgia é arriscada: pescoço hostil (Cx., infecção, trauma ou radioterapia), lesão muito alta, reestenose após cirurgia, comorbidades que aumentem o risco. Acima de 70 anos, qual técnica costuma ser melhor? → Endarterectomia (menor risco de acidente vascular cerebral durante o procedimento). Doppler sugerindo estenose de 50%: quais números ajudam? → Velocidade sistólica máxima na carótida interna a partir de 125 cm/s e razão carótida interna / carótida comum maior ou igual a 2. Doppler sugerindo estenose de 70%: quais números ajudam? → Velocidade sistólica máxima na carótida interna a partir de 230 cm/s e razão carótida interna / carótida comum maior ou igual a 4. Que exame de imagem confirmar antes de operar? → Angio-tomografia ou angio-ressonância de carótidas. Quando operar depois de um evento recente? → Após ataque isquêmico transitório: até 48 horas. → Após acidente vascular cerebral menor e estável: entre 3 e 7 dias. O que fazer na “quase oclusão” (calibre muito fino a jusante)? → Em geral, tratamento clínico, pois o benefício cirúrgico é limitado. Qual é a complicação mais comum da endarterectomia de carótida? 👉 Lesão de nervos cranianos (X, XII, ramo marginal do facial), geralmente transitória. Qual é a complicação menor típica da angioplastia com stent carotídeo? 👉 Bradicardia e hipotensão por estímulo do seio carotídeo. Comparando os dois procedimentos: qual tem maior risco de infarto do miocárdio? 👉 Endarterectomia de carótida. Comparando os dois procedimentos: qual tem maior risco de acidente vascular cerebral? 👉 Stent carotídeo.
104
LESÃO VASCULAR Quais são os sinais duros?
• PULSA → sangramento pulsátil • EXPANDE → hematoma expansivo/pulsátil • SOPRA → sopro • TREME → frêmito • SOME → pulso ausente com isquemia (5 P’s) • CHOCA → choque hemorrágico por aquela lesão
105
INCISÕES CIRÚRGICAS
106
INCISÕES CIRÚRGICAS • Incisão clássica para colecistectomia aberta? • Duas incisões com exposição pélvica superior à Pfannenstiel e a diferença entre elas? • Incisão típica de apendicectomia e uma alternativa mais estética? • Incisões “rooftop” do fígado e transplante? • Incisão padrão para transplante renal / acesso aos vasos ilíacos? • Incisão de ressuscitação no trauma torácico?
INCISÕES CIRÚRGICAS Pergunta 🧠 • Incisão clássica para colecistectomia aberta? Resposta ✅ • Subcostal direita (Kocher). Pergunta 🧠 • Duas incisões com exposição pélvica superior à Pfannenstiel e a diferença entre elas? Resposta ✅ • Maylard (corta o músculo reto) e Cherney (desinsere tendões dos retos do púbis). Pergunta 🧠 • Incisão típica de apendicectomia e uma alternativa mais estética? Resposta ✅ • McBurney (oblíqua) e Rocky-Davis/Lanz (transversa). Pergunta 🧠 • Incisões “rooftop” do fígado e transplante? Resposta ✅ • Chevron (bilateral subcostal) e Mercedes (chevron + mediana no xifoide). Pergunta 🧠 • Incisão padrão para transplante renal / acesso aos vasos ilíacos? Resposta ✅ • Gibson/Rutherford-Morrison (oblíqua em fossa ilíaca). Pergunta 🧠 • Incisão de ressuscitação no trauma torácico? Resposta ✅ • Toracotomia ântero-lateral esquerda (pode virar clamshell).
107
FRATURAS CLÁSSICAS • 🤕 “dragona do soldado” indica…? • 💡 “lâmpada acesa” no ombro indica…? • ⌨️ “sinal da tecla” indica…? • 🖐️ tabaqueira dolorosa sugere…? • 🧩 Sinal de terry-thomas indica…? • 🏳️‍🌈 fat-pad (coxim gorduroso) no cotovelo em criança aponta…? e no adulto? • 🦴 deformidade “garfo de jantar”? e “pá de jardineiro”? • 🦵 dor na fíbula proximal após entorse de tornozelo sugere…? • 🩸 sinal de destot é de…? • Ângulos de böhler e gissane estão relacionados a ? • 🦿 “segond” está ligado a lesão de qual ligamento?
respostas ✅ • luxação glenoumeral anterior. (DrAgona = Anterior) • luxação posterior do ombro (lamPada = Posterior) • luxação acromioclavicular • fratura do escafoide. • dissociação escafolunar (fica o terry e tomas separados) • supracondilar (criança) / cabeça do rádio (adulto). • Colles / Smith. • fratura de Maisonneuve (mais eu nem vi a fíbula) • fratura de pelve/ hematoma perineal (destoa a pelve) • fratura do calcâneo (Bohler = Baixo // Gissane = grande) • ligamento cruzado anterior.
108
LIDOCAÍNA Dose por kg e dose máxima com e sem vasoconstritor?
109
Tumor vascular + Trombocitopenia grave + Coagulopatia de consumo (CID local)
Sd. De Kasabach Merrit
110
HIPERTENSÃO 1. Principal causa? 2. Principal causa secundária ? 3. Principal causa de HAS resistente?
1. Primária 2. Doença renal parenquimatosa 3. AOS
111
MEDICAÇÃO QUE INIBE A CORRENTE IF NSA
IVABRADINA
112
CICLO DE VIDA FAMILIAR Quais as ciclos da classe popular?
1. Adulto sozinho 2. Família com filhos 3. Fase da avó
113
TELEMEDINICINA 1. Interconsulta x Interconsultoria? 2. Limite de tempo para consulta presencial
1. - Interconsulta: médico x médico - Interconsultoria: outros profissionais 2. 180 dias
114
Faixa etária de maior risco para hipovitaminose A
Pré-escolares (não mamam mais)
115
TAQUIARRITMIAS FETAIS 🩷 Arritmia fetal mais comum? 🧠 FCF típica da TSV? 🩺 Quando tratar? 💊 Primeira linha sem hidropsia? 💊 Primeira linha com hidropsia? ⚠️ Por que a digoxina pode falhar? 🧪 Exame diagnóstico padrão-ouro? 💀 Pior sinal prognóstico?
🩷 Arritmia fetal mais comum? → Taquicardia supraventricular (TSV por reentrada AV). 🧠 FCF típica da TSV? → 220–260 bpm. 🩺 Quando tratar? → Quando sustentada > 48h ou associada à hidropsia. 💊 Primeira linha sem hidropsia? → Digoxina (via materna). 💊 Primeira linha com hidropsia? → Flecainida ou Sotalol. ⚠️ Por que a digoxina pode falhar? → Hidropsia reduz passagem placentária. 🧪 Exame diagnóstico padrão-ouro? → Ecocardiografia fetal com Doppler. 💀 Pior sinal prognóstico? → Hidropsia fetal.
116
CIUR: MS X GRATACÓS
117
LOCALIZAÇÃO MAIS COMUM DOS MIOMAS
INTRAMURAL
118
ANEMIA FERROPRIVA NA GESTAÇÃO 💊 Qual o ferro usado no pré-natal? 📆 Quando iniciar o ferro profilático? 🩸 Dose profilática de ferro elementar? 💊 Dose terapêutica para anemia ferropriva? 🧪 Valor de Hb diagnóstico de anemia na gestante?
💊 Qual o ferro usado no pré-natal? → Sulfato ferroso. 📆 Quando iniciar o ferro profilático? → A partir da 20ª semana. 🩸 Dose profilática de ferro elementar? → 40 mg/dia (≈ 200 mg de sulfato ferroso). 💊 Dose terapêutica para anemia ferropriva? → 120–200 mg de ferro elementar/dia. 🧪 Valor de Hb diagnóstico de anemia na gestante? → < 11 g/dL (1º e 3º trimestre) e < 10,5 g/dL (2º trimestre).
119
SD. ANAFILACTOIDE DA GRAVIDEZ
120
DMG 1. Quantas medidas de controle? 2. Qual da diferença de acordo com viabilidade financeira?
121
Vacina do HPV pode na gestação ?
Não (Falta evidencias)
122
🧫 MICROBIOMA VAGINAL – FLASHCARDS DE REVISÃO ⸻ 🧠 O que é o microbioma vaginal saudável? 🔬 Quais são os cinco tipos de comunidades bacterianas (CST)? 🧩 CST-I 📉 Quais CSTs estão associados à disbiose vaginal?
🧫 MICROBIOMA VAGINAL – FLASHCARDS DE REVISÃO ⸻ 🧠 O que é o microbioma vaginal saudável? → Predominância de Lactobacillus spp. mantendo pH ácido (3,8–4,5) e protegendo contra patógenos. ⸻ 🔬 Quais são os cinco tipos de comunidades bacterianas (CST)? → CST-I, II, III, IV e V. ⸻ 🧩 CST-I → Lactobacillus crispatus 💪 — o mais protetor e estável. ⸻ 📉 Quais CSTs estão associados à disbiose vaginal? → CST-III (L. iners) e CST-IV (diversidade bacteriana).
123
LIMITE PARA COLETA TESTE DO PEZINHO
30 dias
124
INDICAÇÕES DE DIÁLISE DE URGÊNCIA
125
POLIOMIELITE 1. Tipos 2. Principal diferença para guillain Barret
1. Imagem 2. Mais aguda, alteração apenas motora
126
PARALISIA FLÁCIDA AGUDA
127
DIFERENCIAL ESCROTO AGUDO
128
PRINCIPAL DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE OSGOOD SCHLATTER
129
Sds. Compressivas Nervos periféricos
130
GLASGOW NA PEDIATRIA
131
GRAUS DE AFOGAMENTO
132
CICLO RESPIRATÓRIO
133
NOMENCLATURA BIOLÓGICOS
134
TÉCNICAS NA DOENÇA DE HIRSHPRUNG
💡 Qual técnica é mais usada hoje? ➡️ Soave (via transanal) — segura e preserva continência. 🔧 Qual técnica cria uma câmara dupla (reto + cólon)? ➡️ Duhamel. 🧬 Qual técnica retira completamente o reto agangliônico? ➡️ Swenson. ⚙️ Qual mantém túnel muscular e puxa o cólon por dentro dele? ➡️ Soave. 📍 Qual técnica é indicada para segmento curto sigmoideano? ➡️ Rehbein. 🧠 Qual principal complicação tardia das cirurgias de Hirschsprung? ➡️ Enterocolite pós-operatória e constipação persistente.
135
ANGIOPLASTIA
Principal causa de estenose de stent? Proliferação neointimal 💡 Qual o principal benefício do stent farmacológico? ➡️ Reduz a reestenose (inibe proliferação neointimal). ⚠️ Principal desvantagem do stent farmacológico? ➡️ Maior risco de trombose tardia e necessidade de DAPT prolongada. 💊 Qual o tempo mínimo de DAPT para cada tipo? ➡️ BMS: 1 mês | DES: 6–12 meses. 💉 Em quem usar stent metálico preferencialmente? ➡️ Pacientes com alto risco hemorrágico ou cirurgia próxima. 🧬 Droga mais usada em stents farmacológicos modernos? ➡️ Everolimus (inibidor de mTOR). 💥 Principal complicação precoce após implante de stent? ➡️ Trombose precoce de stent. 🧠 E principal complicação tardia? ➡️ Reestenose (BMS) ou trombose tardia (DES).
136
O QUE O LY30 mede no tromboelastograma?
Fibrinólise
137
ANATOMIA CANAL ANAL
💡 O que delimita a drenagem venosa porta e cava no canal anal? ➡️ Linha pectínea. 🧠 O que delimita a inervação visceral da somática? ➡️ Linha pectínea. 🩸 Acima da linha pectínea, o sangue drena para onde? ➡️ Sistema porta hepático. 🩸 E abaixo da linha pectínea? ➡️ Sistema cava inferior. 📍 O que marca a transição entre esfíncter interno e externo? ➡️ Linha branca de Hilton.
138
Distrofia simpático reflexa também é chamada de
Dor regional complexa
139
CLASSIFICAÇÃO DE SIEWERT E TTO
1. TTO = CA de esôfago 2. Penumbra 3. TTO = CA de estômago alto (gastrectomia total)
140
Drogas esquema FLOT 4
Fluoracil Leucovorina Oxaliplatina Taxel
141
Tipo mais comum de neoplasia de apêndice? Artéria que vasculariza o apêndice?
CARCINOIDE (neuroendócrino) ILEOCÓLICA
142
VASCULARIZAÇÃO DA ÁRVORE BILIAR
- artéria cística (ramo da hepática direita): vesícula e colédoco proximal - A. Hepática direita: colédoco médio - A. Pancreatoduodenal Superior Posterior e Gastroduodenal: coledoco retroduodenal
143
VASCULARIZAÇÃO DO PÂNCREAS
- Troco celíaco (exceto gástrica esquerda) > Cabeça: A. Pancreatoduodenal superior ( ramo de gastroduodenal) > Corpo e cauda: esplênica - AMS > Cabeça: A. Pancreatoduodenal inferior
144
PADRÕES RESPIRATÓRIOS
145
EXAMES CONTRASTADOS
❓Qual o principal fator de risco para nefropatia por contraste? ➡️ DRC (TFG < 60), especialmente se associada a DM. ❓Qual o mecanismo principal da NIC? ➡️ Vasoconstrição renal + toxicidade tubular. ❓Melhor medida preventiva? ➡️ Hidratação venosa com SF 0,9%. ❓Qual contraste é mais seguro em DRC? ➡️ Iso-osmolar (iodixanol). ❓Qual medicamento deve ser suspenso antes do contraste? ➡️ Metformina. ❓Risco do gadolínio em TFG < 30? ➡️ Fibrose Sistêmica Nefrogênica. (Semelhante a esclerose sistêmica)
146
ERITEMA NODOSO
❓O que é o eritema nodoso? ➡️ Panniculite septal não supurativa, reação de hipersensibilidade. ❓Localização clássica? ➡️ Face anterior das pernas (pré-tibial). ❓Causa infecciosa mais comum? ➡️ Faringite estreptocócica. ❓Causa sistêmica mais associada? ➡️ Sarcoidose (síndrome de Löfgren). ❓Fisiopatologia básica? ➡️ Reação de hipersensibilidade tipo IV mediada por linfócitos T. ❓Achado histológico típico? ➡️ Inflamação septal sem vasculite. ❓Conduta principal? ➡️ Tratar causa base + AINEs para alívio.
147
Avaliaçao mais precisa da TFG em DRC por DM
Cistatina C
148
❓Qual o período mais crítico para teratogênese? ❓Quando o tubo neural se fecha?
❓Qual o período mais crítico para teratogênese? ➡️ 3ª a 8ª semana (organogênese). ❓Quando o tubo neural se fecha? ➡️ 22º–28º dia pós-concepção (~4ª semana).
149
HIPOTIREOIDISMO NA GESTAÇÃO
❓Principal causa de hipotireoidismo na gestação? ➡️ Tireoidite de Hashimoto. ❓Como ajustar levotiroxina ao confirmar gestação? ➡️ Aumentar 30–50%. ❓Meta de TSH no 1º trimestre? ➡️ < 2,5 mUI/L. ❓Hipotireoidismo subclínico: tratar? ➡️ Sim, se anti-TPO positivo ou TSH > 4,0. ❓Droga usada? ➡️ Somente levotiroxina (nunca T3, nunca compostos combinados). ❓Consequência fetal da falha no tratamento? ➡️ Déficit cognitivo irreversível.
150
❓Qual enzima a placenta não possui, impedindo-a de sintetizar DHEA diretamente? ❓De onde vem o DHEA-S usado pela placenta para produzir estrogênios? ❓Principal estrogênio da gestação:
❓Qual enzima a placenta não possui, impedindo-a de sintetizar DHEA diretamente? ➡️ 17-α-hidroxilase. ❓De onde vem o DHEA-S usado pela placenta para produzir estrogênios? ➡️ Da glândula suprarrenal fetal. ❓Principal estrogênio da gestação: ➡️ Estriol (E₃).
151
RASTREAMENTO DE SÍFILIS E HIV
152
CRITÉRIOS MENSTRUAÇÃO NA SOP
153
CONTRATURA DE VOLKMAN Músculos acometidos
• Flexor profundo dos dedos (FDP) • Flexor longo do polegar (FPL)
154
PRINCIPAIS RADICULOPATIAS
Sinal de lásegue normalmente positivo em L5/S1
155
TRÍADE INFELIZ DE ODONOGHUE
LESÃO DE - LCA - LCM - MENISCO MEDIAL
156
PÉ TORTO CONGÊNITO
CAVO ADORA VARA DE EQUINO
157
TESTE DA ESCOLIOSE
ADAMS
158
INFECÇÃO PERIPROÉTICA
159
Sindrome de sweet
❓Qual a tríade clássica da Síndrome de Sweet? ➡️ Febre, lesões cutâneas dolorosas e infiltrado neutrofílico dérmico sem vasculite. ❓Qual é o principal achado histológico? ➡️ Infiltrado denso de neutrófilos maduros na derme, sem vasculite. ❓Qual é a associação neoplásica mais comum? ➡️ Leucemia mieloide aguda. ❓Qual o tratamento de escolha? ➡️ Corticoide sistêmico (prednisona 0,5–1 mg/kg/dia). ❓Como diferenciar de erisipela? ➡️ Sweet = cultura negativa + resposta a corticoide; Erisipela = infecção bacteriana com cultura positiva.
160
AGENTE DA CÁRIE
STREPTOCOCUS MUTANS
161
PERÍODO DE INCUBAÇÃO DOENÇAS EXANTEMÁTICAS
162
FAIXA DE ACOMETIMENTO EXANTEMÁTICAS
163
PIRÂMIDE ALIMENTAR
164
ALOPECIAS
165
BULOSES
166
PRINCIPAL MEIO DE SUICÍDIO
ENFORCAMENTO
167
VIGILÂNCIA ATIVA X ESPERA VIGILANTE
168
TIPOS DE RISCO ATRIBUÍVEL
169
QUAL ESSES MÉTODO FAMILIAR?
MAPA DE REDES
170
MULTIMORBIDADE X COMORBIDADE X POLIFARMÁCIA
171
CARGA HORÁRIA EQUIPE DE CONSULTÓRIO NA RUA
30 HORAS
172
HIDRADENITE SUPURATIVA
1️⃣ O que é a HS? ➡️ Doença inflamatória crônica do folículo piloso em áreas apócrinas. 2️⃣ Qual o principal fator de risco? ➡️ Tabagismo. 3️⃣ Principal agente etiológico? ➡️ Nenhum — é não infecciosa primariamente. 4️⃣ Qual a base do tratamento leve? ➡️ Clindamicina tópica 1%. 5️⃣ Tratamento sistêmico de 1ª escolha? ➡️ Doxiciclina ou minociclina (tetraciclinas). 6️⃣ Biológico aprovado? ➡️ Adalimumabe (anti-TNF-α). 7️⃣ Quando indicar cirurgia? ➡️ Estágio III ou refratário ao tratamento clínico. 8️⃣ Principal complicação tardia? ➡️ Carcinoma epidermoide cutâneo em áreas crônicas.
173
HIDRADENITE TTO
174
FISIOLOGIA TESTICULAR
🧬 Eixo Hormonal e Células Testiculares 1️⃣ Qual hormônio hipotalâmico controla a função testicular? ➡️ GnRH (liberado de forma pulsátil pelo hipotálamo). 2️⃣ O que acontece se o GnRH for contínuo? ➡️ Dessensibilização hipofisária → ↓ LH e FSH → supressão da função testicular (usado em terapias hormonais). 3️⃣ Quais são as duas principais células testiculares e suas funções? ➡️ Leydig: produz testosterona (estimulada por LH). ➡️ Sertoli: promove espermatogênese e secreta inibina B e ABP (estimulada por FSH). 4️⃣ Qual o papel da inibina B? ➡️ Inibe seletivamente a secreção de FSH pela hipófise. ⸻ ⚙️ Síntese e Metabolismo da Testosterona 5️⃣ Qual é o precursor da testosterona? ➡️ Colesterol. 6️⃣ Qual enzima converte testosterona em DHT (dihidrotestosterona)? ➡️ 5α-redutase — presente na próstata, pele e fígado. 7️⃣ Qual enzima converte testosterona em estradiol? ➡️ Aromatase — presente no tecido adiposo, fígado e cérebro. 8️⃣ Qual forma é mais potente: testosterona ou DHT? ➡️ DHT (maior afinidade pelo receptor androgênico). ⸻ 💪 Ações da Testosterona e DHT 9️⃣ Quais são as ações principais da testosterona? ➡️ Desenvolvimento sexual masculino, manutenção da libido, espermatogênese e efeito anabólico (massa muscular e óssea). 🔟 Quais ações são mediadas pela DHT? ➡️ Desenvolvimento da genitália externa, próstata e pelos corporais. 11️⃣ Quais ações são mediadas por conversão em estradiol? ➡️ Fechamento das epífises ósseas e manutenção da densidade óssea. ⸻ 🧩 Regulação e Feedback 12️⃣ Como ocorre o feedback negativo no eixo testicular? ➡️ Testosterona inibe GnRH e LH; Inibina B inibe FSH. 13️⃣ O que acontece se um paciente usa testosterona exógena? ➡️ Feedback negativo → ↓ LH/FSH → atrofia testicular e azoospermia. 14️⃣ Qual o tipo de secreção das células de Leydig? ➡️ Merócrina (exocitose sem perda celular). ⸻ 🧠 Fisiologia da Espermatogênese 15️⃣ Onde ocorre a espermatogênese? ➡️ Nos túbulos seminíferos. 16️⃣ Quanto tempo dura a espermatogênese? ➡️ Cerca de 74 dias. 17️⃣ Quais hormônios são essenciais para a espermatogênese? ➡️ FSH (Sertoli) e testosterona (Leydig). 18️⃣ Qual proteína mantém alta concentração de testosterona nos túbulos seminíferos? ➡️ ABP (androgen-binding protein). ⸻ 📉 Alterações Hormonais e Idade 19️⃣ Como está o eixo HHG no pré-púbere? ➡️ GnRH, LH e FSH baixos. 20️⃣ O que ocorre na puberdade? ➡️ Aumento pulsátil de GnRH → ↑ LH/FSH → ↑ testosterona. 21️⃣ O que ocorre no idoso (andropausa)? ➡️ ↓ testosterona total e livre, ↑ SHBG, ↓ sensibilidade das células de Leydig. ⸻ 💉 Testosterona: formas e distribuição 22️⃣ Como a testosterona circula no sangue? ➡️ 45% ligada à SHBG, 50% à albumina, 2–3% livre (ativa). 23️⃣ O que acontece com SHBG na obesidade? ➡️ Diminui, podendo reduzir a testosterona total. 24️⃣ O que acontece com SHBG no envelhecimento? ➡️ Aumenta, reduzindo a testosterona livre.
175
TRAQUEOSTOMIA
🔹 CONCEITOS GERAIS 1️⃣ O que é traqueostomia? ➡️ É uma abertura cirúrgica da parede anterior da traqueia, criando comunicação com o meio externo para garantir ventilação direta. 2️⃣ Qual a diferença entre traqueostomia e traqueotomia? ➡️ A traqueotomia é uma abertura temporária; a traqueostomia é mais permanente ou prolongada. 3️⃣ Qual a diferença entre traqueostomia e cricotireoidostomia? ➡️ A traqueostomia é feita entre o 2º e 3º anel traqueal (definitiva), enquanto a cricotireoidostomia é feita na membrana cricotireoidea (emergencial e temporária). ⸻ 🔹 INDICAÇÕES 4️⃣ Quais são as principais indicações da traqueostomia? ➡️ Ventilação mecânica prolongada, obstrução de vias aéreas superiores, necessidade de aspiração de secreções e proteção de vias aéreas em pacientes neurológicos ou pós-operatórios de cabeça e pescoço. 5️⃣ Quando a traqueostomia deve ser considerada em pacientes em ventilação mecânica? ➡️ Após 10 a 14 dias de intubação orotraqueal contínua. 6️⃣ Por que a traqueostomia é benéfica em pacientes de longa ventilação? ➡️ Diminui o trauma laríngeo, facilita desmame e higiene brônquica, melhora o conforto e a comunicação. ⸻ 🔹 ANATOMIA E TÉCNICA 7️⃣ Em que nível da traqueia deve ser feita a traqueostomia? ➡️ Entre o 2º e o 3º anel traqueal. 8️⃣ Por que o 1º anel traqueal deve ser evitado? ➡️ Porque aumenta o risco de estenose subglótica. 9️⃣ Qual a posição correta do paciente para o procedimento? ➡️ Decúbito dorsal, com o pescoço levemente hiperestendido. 🔟 Qual estrutura deve ser identificada e, se necessário, seccionada durante a cirurgia? ➡️ O istmo da glândula tireoide, que frequentemente cobre os anéis traqueais superiores. 1️⃣1️⃣ Qual artéria pode causar hemorragia grave se lesionada? ➡️ A artéria tireoidea ima. 1️⃣2️⃣ Por que se colocam pontos de reparo na traqueia durante o procedimento? ➡️ Para facilitar a recanulação em caso de saída acidental da cânula. ⸻ 🔹 CÂNULAS E USOS 1️⃣3️⃣ Qual o tipo de cânula usada em ventilação mecânica? ➡️ Cânula plástica com cuff (balonete) para vedação e segurança ventilatória. 1️⃣4️⃣ Qual cânula é usada na fase de reabilitação ou decanulação? ➡️ Cânula metálica (Jackson), reutilizável e sem cuff. 1️⃣5️⃣ Qual cânula permite fonação? ➡️ Cânula fenestrada, que possui aberturas laterais permitindo passagem de ar pelas pregas vocais. 1️⃣6️⃣ Para que serve o cuff da cânula? ➡️ Para vedar a traqueia e evitar vazamento de ar durante ventilação mecânica. ⸻ 🔹 CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS 1️⃣7️⃣ Quais cuidados imediatos são essenciais após a traqueostomia? ➡️ Umidificar o ar inspirado, aspirar secreções com frequência, fixar bem a cânula e manter curativo limpo e seco. 1️⃣8️⃣ Como prevenir obstrução da cânula? ➡️ Realizar aspiração e umidificação frequentes para evitar formação de tampões mucosos. 1️⃣9️⃣ O que é o “teste do dedo”? ➡️ Ocluir o orifício da traqueostomia para avaliar se o paciente consegue respirar normalmente pelas vias aéreas superiores antes da decanulação. 2️⃣0️⃣ Quando se considera o paciente apto para decanulação? ➡️ Quando tem respiração espontânea eficaz, boa troca gasosa, tosse efetiva, secreção controlada e via aérea pérvia. ⸻ 🔹 COMPLICAÇÕES 2️⃣1️⃣ Qual é a principal complicação intraoperatória da traqueostomia? ➡️ Hemorragia, geralmente causada por lesão vascular (plexos tireoidianos, artéria tireoidea ima). 2️⃣2️⃣ Quais são as principais complicações precoces (até 7 dias)? ➡️ Pneumotórax, enfisema subcutâneo, obstrução da cânula, falso trajeto e sangramento residual. 2️⃣3️⃣ Quais são as complicações tardias (após 7 dias)? ➡️ Estenose traqueal, fístula traqueoinominada, fístula traqueoesofágica e infecção local. 2️⃣4️⃣ Qual é a complicação tardia mais grave e potencialmente fatal? ➡️ Fístula traqueoinominada, que causa hemoptise pulsátil e pode levar a exsanguinação. 2️⃣5️⃣ Como suspeitar de fístula traqueoinominada? ➡️ Paciente com hemoptise pulsátil dias após o procedimento — emergência cirúrgica. 2️⃣6️⃣ Qual o mecanismo da estenose traqueal? ➡️ Isquemia da mucosa por pressão excessiva do cuff e cicatrização fibrosante. 2️⃣7️⃣ O que causa a fístula traqueoesofágica? ➡️ Compressão da parede traqueal posterior pelo cuff, levando à necrose e comunicação com o esôfago. ⸻ 🔹 FISIOLOGIA E IMPACTO RESPIRATÓRIO 2️⃣8️⃣ Como a traqueostomia altera a fisiologia respiratória? ➡️ Diminui o espaço morto anatômico e a resistência das vias aéreas, melhorando a ventilação alveolar. 2️⃣9️⃣ Como afeta a fonação? ➡️ O ar deixa de passar pelas pregas vocais, impossibilitando a fala até uso de cânula fenestrada ou válvula fonatória. 3️⃣0️⃣ Como influencia a deglutição? ➡️ Pode dificultar a coordenação entre respiração e deglutição, especialmente nas fases iniciais. ⸻ 🔹 DESMAME E DECANULAÇÃO 3️⃣1️⃣ Quais critérios clínicos indicam segurança para retirar a cânula? ➡️ Boa ventilação espontânea, via aérea pérvia, tosse eficaz e ausência de secreção abundante. 3️⃣2️⃣ Qual o risco da decanulação precoce? ➡️ Obstrução respiratória e dificuldade em recanular o trajeto (falso trajeto). ⸻ 🔹 DIFERENCIAIS E RELACIONADOS 3️⃣3️⃣ Quando optar por cricotireoidostomia em vez de traqueostomia? ➡️ Em emergências com obstrução aguda de via aérea, quando não há tempo para uma traqueostomia formal. 3️⃣4️⃣ Por que a cricotireoidostomia não deve ser usada de forma prolongada? ➡️ Risco elevado de estenose subglótica. 3️⃣5️⃣ Quando é indicada a traqueostomia percutânea? ➡️ Em pacientes críticos na UTI, quando se deseja um método rápido e menos invasivo para ventilação prolongada.
176
CX PLÁSTICA
🧠 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1️⃣ O que é Cirurgia Plástica Reparadora? ➡️ Conjunto de procedimentos que visam reconstruir forma e função de tecidos lesados por trauma, tumor, infecção ou malformação. 2️⃣ Qual é o princípio básico da reconstrução? ➡️ Substituir tecido por tecido semelhante (pele por pele, mucosa por mucosa, etc). 3️⃣ Quais os três pilares da reparação? ➡️ 1. Cobertura cutânea ➡️ 2. Estrutura (osso, tendão, cartilagem) ➡️ 3. Função e estética ⸻ 🩹 ENXERTO 4️⃣ O que é um enxerto? ➡️ Tecido transferido sem irrigação própria, que depende do leito receptor para sobreviver. 5️⃣ Quais são as fases de integração do enxerto? ➡️ 1. Imbibição plasmática (nutrição por difusão, 1–2 dias) ➡️ 2. Inosculação (união dos capilares, 3–5 dias) ➡️ 3. Neovascularização (crescimento de novos vasos, 5–7 dias) 6️⃣ O que garante a pega do enxerto? ➡️ Leito receptor bem vascularizado e imobilizado. 7️⃣ O que impede o enxerto de pegar? ➡️ Hematoma, infecção, mobilidade, necrose, isquemia, irradiação. 8️⃣ O que é enxerto de pele parcial? ➡️ Contém epiderme + parte da derme → pega mais fácil, mas retrai mais. 9️⃣ O que é enxerto de pele total? ➡️ Contém epiderme + toda a derme → melhor estética, pega mais difícil. 🔟 Onde se colhe cada tipo? ➡️ Parcial: coxa, nádega, abdome. ➡️ Total: pálpebra, retroauricular, prega inguinal. 1️⃣1️⃣ Qual o princípio anatômico para aceitar enxerto? ➡️ Se o leito sangra → aceita enxerto. ⸻ 🧬 RETALHOS 1️⃣2️⃣ O que é um retalho? ➡️ Tecido transferido com irrigação própria, mantido por um pedículo vascular. 1️⃣3️⃣ Qual a diferença entre enxerto e retalho? ➡️ O enxerto depende do leito, o retalho leva seu próprio suprimento. 1️⃣4️⃣ Quais são os tipos de retalhos quanto à irrigação? ➡️ • Aleatório: sem artéria nomeada (plexo dérmico). ➡️ • Axial: com artéria e veia nomeadas. 1️⃣5️⃣ Quais são os tipos quanto à localização? ➡️ • Local (ao lado do defeito) ➡️ • Regional (mesmo segmento) ➡️ • À distância (em outro local, pode usar túnel ou microcirurgia) 1️⃣6️⃣ Quais os principais tipos de movimento dos retalhos? ➡️ Avanço, rotação, transposição e interpolação. 1️⃣7️⃣ O que é retalho livre? ➡️ Retalho transferido com anastomose microvascular entre vasos doador e receptor. 1️⃣8️⃣ Qual o limite seguro de comprimento para evitar necrose? ➡️ Até 1,5x a largura da base. 1️⃣9️⃣ Qual a principal complicação de retalho? ➡️ Necrose distal, por insuficiência vascular. 2️⃣0️⃣ O que é retalho axial? ➡️ Retalho nutrido por vaso nomeado, com fluxo previsível. ⸻ ⚙️ EXPANSORES TECIDUAIS 2️⃣1️⃣ O que é um expansor tecidual? ➡️ Dispositivo de silicone implantado sob a pele, que é gradualmente preenchido com soro para estimular crescimento de novo tecido. 2️⃣2️⃣ Qual o princípio do expansor? ➡️ Estiramento e neoformação cutânea por tensão mecânica controlada. 2️⃣3️⃣ Quais as indicações clássicas de expansor tecidual? ➡️ Reconstrução mamária pós-mastectomia, cicatrizes extensas, couro cabeludo e face. 2️⃣4️⃣ Quais as vantagens dos expansores? ➡️ Pele de mesma cor e textura → melhor resultado estético e funcional. 2️⃣5️⃣ Quais as complicações mais comuns dos expansores? ➡️ Infecção, extrusão, necrose da pele e exposição do dispositivo. ⸻ 🩺 PRINCÍPIOS DE RECONSTRUÇÃO 2️⃣6️⃣ O que é a escada reconstrutiva (reconstructive ladder)? ➡️ Sequência de técnicas do mais simples ao mais complexo: 1. Fechamento primário 2. Cicatrização por 2ª intenção 3. Enxerto de pele 4. Retalho local 5. Retalho regional 6. Retalho livre 2️⃣7️⃣ O que significa “substituir tecido por tecido semelhante”? ➡️ Princípio da semelhança tecidual, para manter forma e função adequadas. 2️⃣8️⃣ O que é a regra dos três níveis de reparação? ➡️ 1. Fechamento direto ➡️ 2. Enxerto ➡️ 3. Retalho 2️⃣9️⃣ Quando usar enxerto em vez de retalho? ➡️ Quando o leito está bem vascularizado e o defeito é superficial. 3️⃣0️⃣ Quando usar retalho em vez de enxerto? ➡️ Quando há exposição de osso, tendão ou implante, ou leito avascular.
177
LESÃO POR PRESSÃO
🧠 FLASHCARDS — ÚLCERA / LESÃO POR PRESSÃO ⸻ ⚙️ CONCEITO E FISIOPATOLOGIA ❓O que é uma lesão por pressão (LP)? ➡️ Lesão localizada na pele e/ou tecido subjacente sobre proeminência óssea, causada por pressão prolongada, associada ou não a cisalhamento e fricção. ⸻ ❓Qual a pressão mínima capaz de interromper a perfusão capilar? ➡️ Cerca de 32 mmHg — acima disso ocorre isquemia e necrose. ⸻ ❓Qual é a principal força envolvida na fisiopatologia da lesão por pressão? ➡️ Pressão sustentada sobre proeminência óssea. (Fricção e cisalhamento são fatores coadjuvantes.) ⸻ ❓Qual camada do tecido é atingida primeiro na lesão por pressão? ➡️ O dano começa nos planos profundos (músculo e subcutâneo) e progride de dentro para fora. ⸻ ❓Quais são as três forças mecânicas principais envolvidas na LP? ➡️ Pressão, cisalhamento e fricção. ⸻ 📍 LOCAIS E FATORES DE RISCO ❓Locais mais comuns em decúbito dorsal: ➡️ Sacro, calcâneo, cotovelo, occipital. ⸻ ❓Locais mais comuns em decúbito lateral: ➡️ Trocanter, maléolo, orelha, ombro. ⸻ ❓Qual o fator de risco isolado mais importante? ➡️ Imobilidade (restrição de movimento). ⸻ ❓Outros fatores de risco relevantes: ➡️ Idade avançada, desnutrição, incontinência, DM, hipotensão, coma, neuropatias. ⸻ ❓Qual escala é usada para avaliar risco de lesão por pressão? ➡️ Escala de Braden. ⸻ ❓Qual pontuação na Escala de Braden indica alto risco? ➡️ ≤ 12 pontos → alto risco. ⸻ ❓Quais domínios são avaliados na Escala de Braden? ➡️ Percepção sensorial, umidade, atividade, mobilidade, nutrição, fricção/cisalhamento. ⸻ 🧩 CLASSIFICAÇÃO — ESTÁGIOS ❓Qual é o Estágio 1 da lesão por pressão? ➡️ Pele íntegra com eritema não branqueável (não desaparece à digitopressão). ⸻ ❓Qual é o Estágio 2? ➡️ Perda parcial da espessura da pele (epiderme ± derme); bolha, abrasão ou úlcera rasa. ⸻ ❓Qual é o Estágio 3? ➡️ Perda total da pele atingindo tecido subcutâneo, mas sem exposição de músculo ou osso. ⸻ ❓Qual é o Estágio 4? ➡️ Perda total com exposição de músculo, tendão ou osso. ⸻ ❓O que é “lesão não classificável”? ➡️ Quando há esfacelo ou escara cobrindo o fundo, impedindo avaliar profundidade. ⸻ ❓O que é “lesão tecidual profunda suspeita”? ➡️ Pele íntegra, mas escurecida/violácea, quente e dolorosa → necrose profunda iminente. ⸻ 🩹 PREVENÇÃO ❓Qual a principal medida preventiva? ➡️ Mudança de decúbito a cada 2 horas. ⸻ ❓Outras medidas preventivas importantes: ➡️ Colchão de pressão alternada, pele limpa e seca, nutrição adequada, controle de incontinência, redução de fricção. ⸻ ❓Qual o melhor marcador clínico de risco de LP? ➡️ Mobilidade reduzida. ⸻ ❓Qual o aporte proteico recomendado para prevenção/cicatrização? ➡️ 1,25 – 1,5 g/kg/dia de proteína. ⸻ ❓Quais micronutrientes são essenciais para cicatrização? ➡️ Vitamina C, zinco, ferro e vitamina A. ⸻ 💊 TRATAMENTO LOCAL E GERAL ❓Conduta geral inicial em qualquer estágio: ➡️ Alívio de pressão, higiene, nutrição adequada e controle de umidade. ⸻ ❓Como tratar Estágio 1? ➡️ Proteger área, aliviar pressão, hidratar pele. ⸻ ❓Como tratar Estágio 2? ➡️ Curativo úmido (hidrocoloide, espuma de poliuretano) e evitar trauma local. ⸻ ❓Como tratar Estágio 3 e 4? ➡️ Desbridar tecido necrótico (cirúrgico, autolítico ou enzimático) + curativos oclusivos. ⸻ ❓Quando indicar antibiótico? ➡️ Somente se houver infecção local (celulite) ou sinais sistêmicos. ⸻ ❓Quais germes mais comuns em infecção de úlcera por pressão? ➡️ Gram-positivos (S. aureus) e anaeróbios. ⸻ ❓Quando indicar cirurgia reconstrutiva? ➡️ Úlceras extensas, crônicas (> 6 meses), refratárias ou com exposição óssea. ⸻ ❓Qual tipo de cirurgia é utilizada? ➡️ Retalhos musculocutâneos (ex: glúteo, tensor da fáscia lata)
178
Sd. De ZINNER
🩺 1️⃣ Síndrome de Zinner — o que é 🔹 Tríade clássica: 1. Agenesia renal unilateral (do mesmo lado); 2. Cisto de vesícula seminal ipsilateral; 3. Obstrução do ducto ejaculatório. 📍 É o análogo masculino da síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser (MRKH) nas mulheres. ⸻ ⚙️ 2️⃣ Fisiopatologia (embriologia) • Ocorre por anomalia no desenvolvimento do ducto mesonéfrico (ducto de Wolff)
179
ANESTÉSICOS LOCAIS ESTERES X AMIDAS
180
SÍNDROME DO ENCARCERAMENTO DA ARTÉRIA POPLÍTEA
SÍNDROME DO ENCARCERAMENTO DA ARTÉRIA POPLÍTEA 1️⃣ O que é a SEAP? ➡️ Compressão extrínseca da artéria poplítea por anomalia muscular/tendínea (geralmente gastrocnêmio medial). ⸻ 2️⃣ População mais acometida? ➡️ Homens jovens e atletas, sem fatores de risco ateroscleróticos. ⸻ 3️⃣ Sintoma típico? ➡️ Claudicação intermitente em jovem saudável (sem aterosclerose). ⸻ 4️⃣ Achado no exame físico? ➡️ Pulsos normais em repouso que somem com dorsiflexão ou flexão plantar. ⸻ 5️⃣ Qual o desvio mais frequente da artéria poplítea? ➡️ Desvio medial da artéria em relação ao músculo gastrocnêmio. ✅
181
H. PYLORI
🧫 FLASHCARDS — H. PYLORI ⸻ 1️⃣ O que é o Helicobacter pylori? ➡️ É uma bactéria gram-negativa, espiralada, microaerófila e urease positiva, que coloniza o muco gástrico, especialmente o antro. ⸻ 2️⃣ Como o H. pylori consegue sobreviver no ambiente ácido do estômago? ➡️ Produz urease, que transforma ureia em amônia e CO₂, neutralizando o ácido ao redor da bactéria. ⸻ 3️⃣ Quais toxinas estão associadas à virulência do H. pylori? ➡️ CagA e VacA, responsáveis por dano epitelial, inflamação intensa e risco aumentado de câncer gástrico. ⸻ 4️⃣ Quais doenças estão associadas ao H. pylori? ➡️ Gastrite crônica, úlcera péptica (gástrica e duodenal), linfoma MALT, adenocarcinoma gástrico, anemia ferropriva refratária e deficiência de B12. ⸻ 5️⃣ Qual o tipo de gastrite associada à úlcera duodenal? ➡️ Gastrite antral, que causa hipercloridria. ⸻ 6️⃣ Qual o tipo de gastrite associada ao câncer gástrico? ➡️ Pangastrite atrófica, que leva à hipocloridria e metaplasia intestinal. ⸻ 7️⃣ Qual é o teste padrão-ouro invasivo para diagnóstico de H. pylori? ➡️ Histologia da mucosa gástrica com coloração especial. ⸻ 8️⃣ Qual é o teste padrão-ouro não invasivo? ➡️ Teste respiratório da ureia (com ureia marcada com ¹³C ou ¹⁴C). ⸻ 9️⃣ Qual exame identifica diretamente a atividade da urease durante a endoscopia? ➡️ O teste rápido da urease (CLO test). ⸻ 🔟 Qual o melhor teste para controle de erradicação após o tratamento? ➡️ Teste respiratório da ureia ou antígeno fecal. ⸻ 11️⃣ Em quanto tempo deve ser feito o controle pós-tratamento? ➡️ Após 4 semanas do antibiótico e 2 semanas sem IBP. ⸻ 12️⃣ Quais exames não devem ser usados para controle pós-tratamento? ➡️ Sorologia (IgG) e histologia, pois podem permanecer positivos mesmo após erradicação. ⸻ 13️⃣ Quando o H. pylori deve sempre ser erradicado? ➡️ Em casos de úlcera péptica, linfoma MALT, dispepsia funcional, anemia ferropriva, deficiência de B12, uso crônico de AAS/AINEs ou história familiar de câncer gástrico. ⸻ 14️⃣ Qual o esquema clássico de tratamento? ➡️ IBP + Amoxicilina + Claritromicina (ou Metronidazol) por 14 dias. ⸻ 15️⃣ Por que esse esquema não é mais a primeira escolha em muitas regiões? ➡️ Devido à alta resistência à claritromicina (>15%), reduzindo a taxa de erradicação. ⸻ 16️⃣ Qual o esquema atualmente recomendado em áreas de resistência à claritromicina? ➡️ Esquema quádruplo com bismuto: IBP + bismuto + tetraciclina + metronidazol por 10–14 dias. ⸻ 17️⃣ Qual alternativa moderna ao esquema com bismuto? ➡️ Esquema quádruplo concomitante: IBP + amoxicilina + claritromicina + metronidazol por 10–14 dias. ⸻ 18️⃣ O que fazer após falha terapêutica inicial? ➡️ Repetir tratamento com levofloxacino + amoxicilina + IBP, ou realizar cultura com antibiograma
182
CA PROSTATA
CÂNCER DE PRÓSTATA ⸻ 🔹 EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCO 🩺 Qual é o câncer mais comum em homens (exceto pele não melanoma)? ➡️ Câncer de próstata. ⚰️ Qual é a 2ª principal causa de morte por câncer em homens? ➡️ Câncer de próstata, atrás apenas do de pulmão. 📆 Faixa etária mais acometida? ➡️ 65–75 anos. 🚨 Principais fatores de risco? ➡️ Idade, etnia negra, história familiar de 1º grau, BRCA2, dieta rica em gordura animal. 🧬 Em qual zona prostática surge a maioria dos tumores? ➡️ Na zona periférica (≈70%) da próstata. ⸻ 🧪 PSA — ANTÍGENO PROSTÁTICO ESPECÍFICO 🧫 O PSA é específico de câncer? ➡️ Não, é específico de órgão (próstata), mas não de doença. 📈 Qual valor de PSA é considerado limite prático para investigação? ➡️ 4 ng/mL (zona cinzenta entre 4–10 ng/mL). 📊 Quais doenças benignas aumentam o PSA? ➡️ HPB, prostatite, infecção urinária, retenção urinária. ⚙️ Quais fatores transitórios aumentam o PSA? ➡️ Ejaculação, ciclismo, toque retal recente, exercícios. 📉 Quais fatores reduzem o PSA? ➡️ Finasterida/dutasterida (↓ 50%), obesidade, hipogonadismo. 💊 Como ajustar o PSA em usuários de finasterida? ➡️ Dobrar o valor obtido. ⸻ 📊 INTERPRETAÇÕES COMPLEMENTARES DO PSA 🧮 Qual o significado do PSA livre/total < 15%? ➡️ Sugere maior risco de câncer. 📐 PSA/volume prostático > 0,15 indica o quê? ➡️ Maior chance de neoplasia. ⏱️ Aumento do PSA > 0,75 ng/mL/ano indica o quê? ➡️ Alta probabilidade de malignidade. ⸻ ✋ TOQUE RETAL (TR) 🧠 Qual achado no toque é suspeito de câncer? ➡️ Nódulo endurecido, irregular ou assimétrico. ⚠️ PSA normal exclui câncer se TR for normal? ➡️ ❌ Não. TR alterado → indicação de biópsia, mesmo com PSA normal. ⸻ 🔬 DIAGNÓSTICO 📍 Quais exames levantam suspeita? ➡️ PSA e toque retal. 🧪 Qual exame confirma o diagnóstico? ➡️ Biópsia prostática guiada por ultrassonografia. 🔢 Quantos fragmentos são retirados na biópsia sistemática padrão? ➡️ 12 fragmentos (sextante ampliado). 🧭 Qual exame de imagem pode direcionar a biópsia? ➡️ RM multiparamétrica (ou Doppler 3D como alternativa). ⸻ ⚙️ HISTOLOGIA E CLASSIFICAÇÃO 📊 Qual é o tipo histológico mais comum? ➡️ Adenocarcinoma acinar. 🔠 O que é o escore de Gleason? ➡️ Soma dos dois padrões glandulares mais prevalentes (2–5 cada). 🧩 O que indica Gleason 6 (3+3)? ➡️ Tumor bem diferenciado, baixo risco. 🧩 E Gleason 8–10? ➡️ Alto grau, prognóstico ruim. ⸻ 🧭 ESTADIAMENTO E EXAMES COMPLEMENTARES 📸 Quais exames são usados no estadiamento? ➡️ RM pélvica, cintilografia óssea e PET-PSMA. 📈 Quando indicar cintilografia óssea? ➡️ PSA >10 ou Gleason ≥8. 🧬 Qual o exame mais sensível para recidiva e metástase? ➡️ PET-PSMA. ⸻ 🧭 RASTREAMENTO (BRASIL E INTERNACIONAL) 🇧🇷 O Ministério da Saúde recomenda rastreamento populacional? ➡️ ❌ Não. Só individualizado e compartilhado. 👨‍⚕️ Idade de início segundo MS/SBU? ➡️ 50 anos (risco médio), 45 (alto risco), 40 (muito alto). 🧮 Exames de rastreio utilizados? ➡️ PSA + toque retal. 🧓 Quando suspender o rastreamento? ➡️ Expectativa de vida <10 anos ou idade >75 com PSA <2,5. 🌍 Segundo USPSTF (EUA), qual faixa etária pode se beneficiar? ➡️ 50–69 anos (grau C — decisão individual). ⸻ 🩺 CONDUTAS GERAIS 🧘 O que é “vigilância ativa”? ➡️ Acompanhamento clínico e laboratorial sem tratamento imediato (baixo risco). 🔪 Qual tratamento para risco intermediário? ➡️ Prostatectomia radical ou radioterapia. 💊 E para alto risco ou doença avançada? ➡️ Bloqueio androgênico total ± quimioterapia (docetaxel, abiraterona). ⸻ ⚠️ COMPLICAÇÕES E SEGUIMENTO 💧 Principal complicação pós-prostatectomia? ➡️ Incontinência urinária. 🍆 Outra complicação importante? ➡️ Disfunção erétil. 📈 Como se define recidiva bioquímica pós-cirurgia? ➡️ PSA ≥ 0,2 ng/mL em duas dosagens consecutivas.
183
NUTRIÇÃO EM CX
NUTRIÇÃO E IMUNONUTRIÇÃO EM CIRURGIA ⸻ 🍽️ Conceitos Gerais 1️⃣ Por que a nutrição é fundamental no paciente cirúrgico? ➡️ Porque reduz complicações infecciosas, melhora cicatrização e diminui mortalidade. 2️⃣ Qual o impacto da desnutrição no pós-operatório? ➡️ Aumenta risco de infecção, deiscência, pneumonia e tempo de internação. 3️⃣ Quando considerar o paciente em risco nutricional? ➡️ Perda de >10% do peso em 6 meses ou albumina <3,0 g/dL. ⸻ 🧮 Avaliação Nutricional 4️⃣ Qual método clínico simples para rastrear desnutrição? ➡️ NRS-2002 ou Avaliação Subjetiva Global (ASG/SGA). 5️⃣ A albumina é marcador confiável de desnutrição? ➡️ ❌ Não isoladamente — cai também em processos inflamatórios. ⸻ ⏱️ Momento do Suporte Nutricional 6️⃣ Quando iniciar nutrição pré-operatória em paciente desnutrido? ➡️ 7-14 dias antes da cirurgia. 7️⃣ Quando iniciar nutrição pós-operatória? ➡️ Dentro das primeiras 24-48 h, se o TGI estiver funcionante. 8️⃣ Qual via é preferencial no pós-operatório? ➡️ Enteral precoce. 9️⃣ Quando indicar nutrição parenteral? ➡️ Quando o trato gastrointestinal não puder ser usado (íleo, obstrução, isquemia). ⸻ ⚗️ Composição da Dieta 🔟 Quantas calorias diárias são recomendadas? ➡️ 25–30 kcal/kg/dia (manutenção) e até 35 kcal/kg/dia (hipercatabólico). 11️⃣ Qual a meta proteica para pacientes cirúrgicos? ➡️ 1,2–2 g/kg/dia (até 2,5 g/kg em queimados ou sépticos). 12️⃣ Qual deve ser o controle glicêmico durante nutrição? ➡️ Manter glicemia <180 mg/dL. ⸻ 🧬 Imunonutrição 13️⃣ O que é imunonutrição? ➡️ Suplementação com nutrientes que modulam a resposta imune e inflamatória. 14️⃣ Em quais pacientes é indicada? ➡️ Cirurgias oncológicas, digestivas, politrauma, sépticos. 15️⃣ Quando iniciar a imunonutrição em cirurgias grandes? ➡️ 5–7 dias antes e manter até o pós-operatório. ⸻ 🧫 Principais Nutrientes Imunomoduladores 16️⃣ Função da arginina: ➡️ Estimula cicatrização e imunidade (substrato para óxido nítrico). 17️⃣ Função da glutamina: ➡️ Mantém integridade intestinal e é combustível de linfócitos e enterócitos. 18️⃣ Função dos ácidos graxos ômega-3: ➡️ Ação anti-inflamatória (↓ IL-6, TNF-α). 19️⃣ Função dos nucleotídeos: ➡️ Aceleram proliferação de células imunes. 20️⃣ Função dos antioxidantes (vit. C, E, Zn, Se): ➡️ Reduzem estresse oxidativo e dano tecidual. ⸻ 🧪 Evidências e Efeitos 21️⃣ Quais os principais benefícios comprovados da imunonutrição? ➡️ Reduz infecção, deiscência de anastomose e tempo de internação. 22️⃣ Deve ser usada em todos os pacientes cirúrgicos? ➡️ ❌ Não, apenas em pacientes de risco moderado/alto. ⸻ ⚠️ Cuidados e Contraindicações 23️⃣ Quando evitar imunonutrição? ➡️ Sepse grave sem estabilidade hemodinâmica ou falência de múltiplos órgãos. 24️⃣ O que monitorar durante o suporte? ➡️ Função hepática, renal e eletrólitos.
184
TÉCNICAS HEMORROIDECTOMIA
7
185
Órgãos retroperitonio
186
PRINCIPAL COMPLICAÇÃO LITCHENSTEIN
DOR CRÔNICA
187
TROMBOFILIA DE MAIOR RISCO TROMBÓTICO
DEFICIÊNCIA DE ANTITROMBINA
188
TUMOR PRIMÁRIO MAIS COMUM PAREDE TORÁCICA
SARCOMAS
189
MICROCALCIFICACOES SUGEREM QUAL TIPO DE CA DE TIREOIDE
PAPILIFERO
190
PRINCIPAL TUMOR DE MEDIASTINO
191
ESPECTROS DA NIA
💊 1. NIA por antibióticos (clássica imunológica) • Início agudo (7–10 dias) após o uso do fármaco • Tríade clássica de hipersensibilidade: 💥 Febre + Rash cutâneo + Eosinofilia periférica • Pode haver hematúria microscópica, piúria estéril, cilindros leucocitários 🧠 Nem sempre a tríade completa aparece — está presente em cerca de 30–40% dos casos. ⸻ 🩻 2. NIA por AINEs • Curso insidioso (semanas a meses) • Ocorre em idosos ou com uso crônico • Sem rash, sem eosinofilia • Pode haver proteinúria significativa (até nefrótica) → Por lesão glomerular associada (glomérulo-patias mínimas) ⸻ 🧫 3. NIA por IBPs • Muito comum atualmente • Curso lento e assintomático • Creatinina aumenta discretamente, mas de forma persistente • Diagnóstico muitas vezes tardio
192
INCIDENTALOMA ADRENAL
🎯 1. O que é incidentaloma adrenal? 👉 Massa adrenal descoberta por acaso em exame de imagem. 🎯 2. Quais as duas perguntas obrigatórias na avaliação? 👉 É funcionante? É maligno? 🎯 3. Exames hormonais básicos para todos os pacientes? 👉 Cortisol pós-dexametasona e metanefrinas. 🎯 4. Quando dosar aldosterona/renina? 👉 Se o paciente tiver hipertensão e/ou hipocalemia. 🎯 5. Achados de adenoma benigno na TC? 👉 <4 cm, HU <10, washout >50%. 🎯 6. Indicações de cirurgia? 👉 Tumor ≥4–6 cm, funcionante ou suspeito. 🎯 7. Exemplo de lesão não funcionante e benigna? 👉 Adenoma cortical não secretor. 🎯 8. Causa maligna primária da adrenal? 👉 Carcinoma adrenocortical. 🎯 9. Tumor adrenal que nunca deve ser biopsiado sem investigação prévia? 👉 Feocromocitoma. 🎯 10. Hormônio mais comumente produzido de forma subclínica? 👉 Cortisol (síndrome de Cushing subclínica).
193
PARKINSON
TRATAMENTO FARMACOLÓGICO 🎯 26. Qual a droga de escolha na DP com limitação funcional importante? 👉 Levodopa + Carbidopa ou Benserazida. 🎯 27. Qual a função da carbidopa? 👉 Inibir a conversão periférica da levodopa → aumenta dopamina no SNC e reduz efeitos periféricos. 🎯 28. Quais são os efeitos adversos mais comuns da levodopa? 👉 Náusea, hipotensão, discinesias, flutuação “on-off”. 🎯 29. O que são flutuações “on-off”? 👉 Alternância de períodos de boa resposta (“on”) e rigidez/hipocinesia (“off”). 🎯 30. Qual droga previne o metabolismo da dopamina? 👉 Inibidores da MAO-B (selegilina, rasagilina). 🎯 31. Qual droga prolonga o efeito da levodopa? 👉 Inibidores da COMT (entacapona, tolcapona). 🎯 32. Quais drogas estimulam diretamente receptores dopaminérgicos? 👉 Agonistas dopaminérgicos: pramipexol, ropinirol, rotigotina. 🎯 33. Qual a principal vantagem dos agonistas dopaminérgicos? 👉 Podem adiar o uso da levodopa em pacientes jovens. 🎯 34. Quais efeitos colaterais dos agonistas dopaminérgicos? 👉 Alucinações, sonolência, compulsões (jogo, sexo, compras). 🎯 35. Qual medicação é útil para tremor em pacientes jovens? 👉 Anticolinérgicos (biperideno, tri-hexifenidil). 🎯 36. Quando evitar anticolinérgicos? 👉 Em idosos (pioram cognição e causam retenção urinária). 🎯 37. Qual droga ajuda nas discinesias induzidas pela levodopa? 👉 Amantadina.
194
BALÃO DE SANGESTAKEN
🎯 1. O que é o balão de Sengstaken–Blakemore? 👉 Sonda com balões gástrico e esofágico usada para compressão temporária de varizes esofágicas sangrantes. 🎯 2. Quando é indicado? 👉 Sangramento varicoso sem controle farmacológico/endoscópico ou sem acesso imediato à endoscopia. 🎯 3. Qual pré-requisito obrigatório antes da inserção? 👉 Intubação orotraqueal. 🎯 4. Qual a pressão máxima do balão esofágico? 👉 35–40 mmHg. 🎯 5. Por quanto tempo pode ser mantido? 👉 No máximo 24 horas (ideal 12–18h). 🎯 6. Principal função do balão gástrico? 👉 Compressão do cárdia e tração da sonda para tamponar as varizes. 🎯 7. Complicação mais temida? 👉 Perfuração esofágica. 🎯 8. Complicação mais comum? 👉 Aspiração pulmonar. 🎯 9. O que fazer após controle do sangramento com o balão? 👉 Realizar TIPS ou endoscopia definitiva o mais rápido possível. 🎯 10. É tratamento definitivo? 👉 ❌ Não. É apenas uma medida temporária de resgate.
195
META DE FC NA ICFER
196
CITOCINAS E IMUNOBIOLÓGICOS
197
LOCAIS MAIS FREQUENTE DE SANGRAMENTO POR ÚLCERA PÉPTICA
• Úlcera duodenal posterior → erosão da artéria gastroduodenal. • Úlcera gástrica menor curvatura → erosão da artéria gástrica esquerda.
198
PARKINSON PLUS
199
EFEITO COLATERAL DA MEDROXIPROGESTERONA
OSTEOPOROSE
200
FR HEMORRAGIA PÓS PARTO
201
NEOPLASIA OVARIANA MAIS COMUM NA INFÂNCIA
TERATOMA CÍSTICO MADURO
202
TRÍADE DA MULHER ATLETA
203
PRINCIPAL CAUSA DE NTA NA GESTAÇÃO
DPP (CIVD)
204
GANHO DE PESO NA GESTAÇÃO
205
PROFILAXIA PARA ANEMIA NA GESTAÇÃO
• O Ministério da Saúde recomenda: • Ferro elementar 40 mg/dia (≈200 mg de sulfato ferroso) • Ácido fólico 5 mg/dia • A partir da 20ª semana, até 3 meses pós-parto.
206
ALTO RISCO NA SD. HELLP
LDH > 1400 TGO> 150 TGP> 100 AC. UR > 7,8
207
HEPATITE B NA GESTAÇÃO
🧫 EPIDEMIOLOGIA E TRANSMISSÃO 💡 1. Qual o principal risco obstétrico da hepatite B? 👉 Transmissão vertical (mãe → filho). 💡 2. Quando o risco de transmissão é maior? 👉 Se mãe for HBeAg positiva ou tiver carga viral > 200.000 UI/mL. 💡 3. Qual via é mais comum de transmissão vertical? 👉 Intraparto (perinatal). ⸻ 🧠 FISIOPATOLOGIA E MARCADORES 💡 4. O que indica HBsAg positivo na gestação? 👉 Infecção ativa (portadora ou doença em curso). 💡 5. O que indica HBeAg positivo? 👉 Alta replicação viral e maior risco de transmissão vertical. 💡 6. O que é avaliado na rotina de HBsAg positiva? 👉 HBeAg, anti-HBe, ALT/AST e HBV DNA (carga viral). ⸻ 🔍 DIAGNÓSTICO E RASTREAMENTO 💡 7. Quando rastrear hepatite B na gestação? 👉 Sempre no início do pré-natal (1º trimestre). 💡 8. O que fazer se HBsAg for positivo? 👉 Solicitar HBeAg e carga viral, avaliar necessidade de antiviral. ⸻ 💊 TRATAMENTO MATERNO 💡 9. Qual antiviral é indicado na gestação? 👉 Tenofovir (seguro e preferido). 💡 10. Quando iniciar o antiviral para prevenir transmissão vertical? 👉 A partir da 28ª semana se HBV DNA ≥ 200.000 UI/mL ou HBeAg positivo. 💡 11. Até quando manter o tenofovir? 👉 Até o parto (ou até 4-12 semanas pós-parto se carga viral muito alta). ⸻ 👶 CONDUTA NO RECÉM-NASCIDO 💡 12. O que fazer no RN de mãe HBsAg positiva? 👉 Aplicar vacina monovalente + imunoglobulina específica (HBIG) em até 12 h de vida. 💡 13. O que fazer se não houver HBIG disponível? 👉 Aplicar vacina o mais rápido possível (ideal até 12 h). 💡 14. O esquema vacinal completo inclui? 👉 3 doses (0, 2 e 6 meses) com a primeira ao nascer. ⸻ 🤱 PUERPÉRIO E AMAMENTAÇÃO 💡 15. A amamentação é permitida em mães HBsAg positivas? 👉 ✅ Sim, desde que o RN tenha recebido vacina + HBIG e não haja sangramento mamilar.
208
FÁRMACOS QUE PODEM AUMENTAR O VOLUME DE LEITE MATERNO
Domperidona e metoclopramida 8
209
CONCEITOS SEXUALIDADE
210
DISFORIA DE GÊNERO X ORIENTAÇÃO SEXUA EGODISTONICA
211
PARAFILIAS
212
ANALGESIA NO PARTO
💡 1. Qual é o principal objetivo da analgesia no parto? ➡️ Aliviar a dor sem prejudicar o progresso do parto, nem comprometer a mãe ou o feto. ⸻ 💡 2. Quais são as raízes nervosas responsáveis pela dor do parto? ➡️ T10–L1 (fase de dilatação, dor visceral) ➡️ S2–S4 (fase expulsiva, dor somática). ⸻ 💡 3. Que tipo de dor predomina na 1ª fase do parto? ➡️ Dor visceral — por contrações uterinas e dilatação cervical. ⸻ 💡 4. E na 2ª fase do parto? ➡️ Dor somática — distensão de vagina e períneo, via nervo pudendo (S2–S4). ⸻ 💡 5. Quais são os principais métodos não farmacológicos de analgesia? ➡️ Apoio emocional, deambulação, banho morno, massagem lombossacra, respiração, TENS. ⸻ 💡 6. Quais são os fármacos sistêmicos usados para analgesia do parto? ➡️ Opioides (meperidina, fentanil) e analgésicos simples (dipirona, paracetamol). ⚠️ Evitar opioides perto do parto → risco de depressão neonatal. ⸻ 💡 7. Qual é o método de escolha para analgesia efetiva e segura? ➡️ Analgesia peridural contínua (epidural). ⸻ 💡 8. Qual é a localização da punção peridural? ➡️ Espaço L3–L4 ou L4–L5, no espaço peridural. ⸻ 💡 9. Quais fármacos são usados na analgesia peridural? ➡️ Anestésico local: bupivacaína 0,125–0,25% ou ropivacaína 0,1–0,2%. ➡️ Adjuvante: fentanil 50–100 µg. ⸻ 💡 10. Quais são as vantagens da peridural? ➡️ Analgesia eficaz nas duas fases (T10–S5), ➡️ Baixo bloqueio motor, ➡️ Boa estabilidade materna e fetal. ⸻ 💡 11. Quais são as principais complicações da analgesia peridural? ➡️ Hipotensão materna (bloqueio simpático), ➡️ Bradicardia fetal reflexa, ➡️ Cefaleia pós-punção (fuga de líquor), ➡️ Bloqueio motor excessivo, ➡️ Retenção urinária. ⸻ 💡 12. Qual é o tratamento da hipotensão após analgesia peridural? ➡️ Elevar membros inferiores + cristaloide IV + efedrina. ⸻ 💡 13. O que é a analgesia combinada raqui-peridural (CSE)? ➡️ Técnica que combina rápido início (raqui) + manutenção prolongada (peridural). → “Walking epidural”. ⸻ 💡 14. Quando preferir bloqueio raquidiano isolado? ➡️ Partos muito rápidos ou cesáreas em curso. ⸻ 💡 15. Qual a principal indicação do bloqueio pudendo? ➡️ Fase expulsiva (dor perineal) ou episiotomia / fórcipe baixo. ⸻ 💡 16. Qual a via e o ponto anatômico do bloqueio pudendo? ➡️ Via transvaginal, na altura da espinha isquiática (S2–S4).
213
VR PROLACTINA
< 20
214
TEMPO PARA TTO PARCERIA SEXUAL
TRI COM DIP UM DOIS LATE
215
MEDICAÇÃO RELACIONADA COM ESTENOSE HIPERTRÓFICA DE PILORO
ERITROMICINA
216
ERUPÇÃO VARICELIFORME DE KAPOSI
❓ Agente etiológico mais comum? ➡️ HSV-1 ⸻ ❓ Doença de base mais associada? ➡️ Dermatite atópica ⸻ ❓ Nome alternativo da doença? ➡️ Eczema herpético ⸻ ❓ Tipo de lesão típica? ➡️ Vesículas monomórficas umbilicadas sobre base eritematosa ⸻ ❓ Sintomas gerais? ➡️ Febre alta, mal-estar e adenomegalia ⸻ ❓ Diagnóstico? ➡️ Clínico + PCR para HSV (padrão-ouro) ⸻ ❓ Tratamento de escolha? ➡️ Aciclovir (VO ou EV conforme gravidade)
217
🦠 VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO (VSR)
🦠 VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO (VSR) ❓ 1. Qual o principal agente etiológico da bronquiolite em lactentes? ➡️ Vírus sincicial respiratório (VSR) — principal causa de bronquiolite e pneumonia viral em menores de 1 ano. ⸻ ❓ 2. Qual o grupo de maior risco para infecção grave por VSR? ➡️ Prematuros, crianças com doença pulmonar crônica, cardiopatia congênita, imunodeficiência ou < 6 meses de idade. ⸻ ❓ 3. Existe vacina infantil ativa contra o VSR? ➡️ ❌ Ainda não há vacina ativa para uso direto em crianças (somente passiva ou materna). ⸻ 💉 PALIVIZUMABE (Synagis®) ❓ 4. O que é o palivizumabe? ➡️ Anticorpo monoclonal anti-proteína F do VSR, usado como imunização passiva. ⸻ ❓ 5. Qual o esquema do palivizumabe? ➡️ 15 mg/kg IM, mensal, durante 5 meses consecutivos na estação do VSR. ⸻ ❓ 6. Quem deve receber palivizumabe? ➡️ Grupos de alto risco: • Prematuros < 28 semanas + 6 dias • Cardiopatas congênitos graves • Displasia broncopulmonar (até 2 anos) • Imunodeficiências graves ⸻ ❓ 7. O palivizumabe faz parte do PNI? ➡️ ❌ Não. É disponibilizado apenas via protocolos hospitalares/estaduais. ⸻ 💉 NIRSEVIMABE (Beyfortus®) ❓ 8. O que é o nirsevimabe? ➡️ Anticorpo monoclonal anti-proteína F do VSR, com ação prolongada (~5 meses) — imunização passiva de dose única. ⸻ ❓ 9. Quem deve receber o nirsevimabe (segundo PNI 2024)? ➡️ - Todos os RN e lactentes < 6 meses no início da sazonalidade. ➡️ - Crianças até 24 meses com fatores de risco (prematuridade < 29s, cardiopatia, DPP, imunodeficiência). ⸻ ❓ 10. Qual o esquema do nirsevimabe? ➡️ Dose única IM: • < 5 kg → 50 mg • ≥ 5 kg → 100 mg ⸻ ❓ 11. Em que ano o nirsevimabe foi incorporado ao PNI? ➡️ 2024 — primeira campanha nacional de imunização passiva contra o VSR.
218
OLHOS AMENDOADOS + MACROGLOSSIA + MÃOS PEQUENAS
PRADDER-WILLI (AMÊNDOA = COMIDA)
219
FACE EM DOENDE
SD. DE WILLIANS (Os willians são famílias de doendes)
220
SD. COM RISOS ANORMAIS
ANGELMAN (ANJO SEMPRE RINDO)
221
MANCHAS DE BRUSHFIELD (ÍRIS) + SINAL DA SANDÁLIA
DOWN
222
HAMARTOMAS SUBEPENDIMÁRIOS + MANCHAS EM FOLHA DE FREIXO SD.?
ESCLEROSE TUBEROSA
223
TENOSSINOVITE ESTENOSANTE
Dedo em gatilho Associado ao DM Polia A1 (estenose) + nódulo no tendão
224
INSTRUMENTOS DE COAGULAÇÃO HEMOSTATICA
225
MONOCLONAL CONTRA VEGF
BEVACISUMABE (V de VEGF)
226
CX ROBÓTICA
Maior vantagem? ➡ Precisão + articulação dos instrumentos. Maior limitação? ➡ Custo. Maior risco técnico? ➡ Falta de feedback tátil. Tempo cirúrgico aumenta ou diminui? ➡ Aumenta. Melhor indicação? ➡ Prostatectomia radical / reto baixo. Robótica reduz mortalidade? ➡ ❌ Não. É automatizada? ➡ ❌ Não.
227
EVENTRAÇÃO E EVISCERAÇÃO
EVENTRAÇÃO E EVISCERAÇÃO ❓ O que é EVENTRAÇÃO? ➡ Ruptura da aponeurose com peritônio íntegro → vísceras ficam contidas. ⸻ ❓ O que é EVISCERAÇÃO? ➡ Ruptura total da parede abdominal + peritônio → exteriorização de alças. ⸻ ❓ Evento mais grave: eventração ou evisceração? ➡ Evisceração (é emergência cirúrgica). ⸻ ❓ Conduta imediata na EVISCERAÇÃO? ➡ Cobrir alças com compressas estéreis úmidas + reposição volêmica + ATB + ir para o centro cirúrgico. ⸻ ❓ Conduta cirúrgica padrão na evisceração? ➡ Revisão, lavagem, avaliar alças, fechamento da aponeurose com fio não absorvível. ⸻ ❓ Pode usar tela na evisceração? ➡ ❌ Não, se houver contaminação/infecção. (Só telas biológicas em cenários excepcionais – prova geralmente contraindica.) ⸻ ❓ Quando uma EVENTRAÇÃO deve ser operada? ➡ Se grande, dolorosa, tensa, progressiva ou com sinais de sofrimento. ⸻ ❓ Eventração pequena e assintomática pode observar? ➡ ✔ Sim. ➡ Reoperar eletivamente após 3–6 meses. ⸻ ❓ Quando ocorre o maior risco de deiscência de aponeurose? ➡ Entre o 5º e 10º dia pós-operatório. ⸻ ❓ Fator de risco mais importante para deiscência? ➡ Infecção de ferida operatória. ⸻ ❓ Outros fatores de risco importantes? ➡ Desnutrição, hipoalbuminemia, tosse intensa, distensão, corticoterapia, DM, idade avançada. ⸻ ❓ Diferença entre DEISCÊNCIA DE PELE e DEISCÊNCIA DE APO? ➡ A de pele é leve; ➡ A de aponeurose é grave → eventração/evisceração. ⸻ ❓ Hérnia incisional × Eventração? ➡ Eventração = precoce (<30 dias). ➡ Incisional = tardia (>30 dias) com saco herniário.
228
Sd. De craniossinostose que não cursa com alteração em extremidades
Crouzon (Não cruza)
229
DISFUNÇÃO ERÉTIL
1️⃣ O que é disfunção erétil? Incapacidade persistente de obter ou manter ereção suficiente para atividade sexual satisfatória. ⸻ 2️⃣ Causa orgânica mais comum de DE? Vascular (arteriogênica). ⸻ 3️⃣ Principal causa de DE em jovens? Psicogênica. ⸻ 4️⃣ Como distinguir DE psicogênica da orgânica? Psicogênica → início súbito, ereções matinais preservadas, masturbação normal. Orgânica → progressiva, sem ereções matinais, fatores de risco. ⸻ 5️⃣ Avaliação laboratorial inicial obrigatória? Testosterona total matinal + glicemia/HbA1c + lipidograma + TSH ± prolactina. ⸻ 6️⃣ Primeiro exame específico quando há deformidade peniana (ex.: Peyronie)? EcoDoppler peniano com fármaco. ⸻ 7️⃣ Melhor exame para diferenciar DE psicogênica vs. orgânica? RigiScan (tumescência peniana noturna). ⸻ 8️⃣ Primeira linha de tratamento? Inibidores da PDE-5 (sildenafila, tadalafila). ⸻ 9️⃣ Conduta quando PDE-5 não funciona? Rever uso correto → investigar organicidade → intracavernoso / vácuo / prótese. ⸻ 🔟 Quando indicar prótese peniana? Falha terapêutica completa OU Peyronie grave com disfunção severa.
230
Tecido pulmonar não funcionante + suprimento arterial sistêmico anômalo.
SEQUESTRO PULMONAR
231
TRAUMA DE PÂNCREAS
232
Classificação ASA para IAM
ASA 3 (IAM)
233
NOME DA CX Y DE ROUX MAIS UTILIZADA
CAPELLA
234
Equipes eMulti
**ECA 4, 9, 12** Estratégica (necessidades específicas): 1 a 4 Complementar (repor faltas): 5 a 9 Ampliada (apoio matricial): 10 a 12
235
GRUPOS DISFUNÇÃO OVULATÓRIA OMS
1. Tudo baixo (central) 2. Tudo normal (SOP) 3. Baixo e alto (ovariano)
236
PRINCIPAL CAUSA DE INTERNAÇÃO NO PRIMEIRO TRIMESTRE
HIPERÊMESE
237
HIPERÊMESE GRAVÍDICA
⸻ 💡 Definição Q: O que define hiperêmese gravídica? A: Vômitos incoercíveis, perda ≥ 5% do peso, desidratação, distúrbios eletrolíticos e cetonúria. ⸻ 🎯 Início típico Q: Quando geralmente começa a hiperêmese? A: Entre 4–10 semanas, com pico em 8–12 semanas. ⸻ 🧬 Fisiopatologia – principal fator Q: Qual o fator fisiopatológico mais associado à hiperêmese? A: hCG elevado → estimula centro do vômito. ⸻ 📈 Condições com hCG muito alto Q: Em quais doenças a hiperêmese pode ser muito intensa devido ao hCG extremamente elevado? A: Gestação múltipla e Mola hidatiforme. ⸻ 🍽️ Causa hormonal externa Q: Como a progesterona contribui para hiperêmese? A: Retarda o esvaziamento gástrico, piorando náuseas. ⸻ 🧪 Diagnóstico clínico Q: A hiperêmese é um diagnóstico baseado em quê? A: Principalmente clínico, apoiado por cetonúria, distúrbios hidroeletrolíticos e perda ponderal. ⸻ 🧫 Exames mais cobrados Q: Qual achado urinário é típico? A: Cetonúria. ⸻ ⚠️ Diferença para náuseas e vômitos comuns Q: Principal diferença entre náuseas comuns e hiperêmese? A: Hiperêmese causa repercussão sistêmica. ⸻ 🔍 Sempre investigar quando… Q: Vômitos graves iniciando após 10–12 semanas sugerem o quê? A: Causas não gestacionais (DD importantes). ⸻ 🧮 Diagnósticos diferenciais essenciais Q: Cite 3 DD obrigatórios em hiperêmese. A: ITU, gastroenterite, tireotoxicose, pancreatite, mola. ⸻ 🧠 Complicação mais temida Q: Qual complicação neurológica é associada à hiperêmese? A: Encefalopatia de Wernicke. ⸻ 🥼 Erro fatal em conduta Q: O que NUNCA deve ser administrado antes da tiamina? A: Glicose IV → risco de Wernicke. ⸻ 🧃 Indutores de Wernicke Q: Por que a glicose precipita Wernicke? A: Aumenta o consumo de tiamina. ⸻ 💧 Indicação de internação Q: Cite 4 indicações de internação. A: Desidratação, cetonúria persistente, distúrbios eletrolíticos, hematêmese, falha ambulatorial. ⸻ 💊 Primeira linha no tratamento Q: Qual a primeira linha para hiperêmese? A: Piridoxina (B6) ± doxilamina. ⸻ 🩺 Segunda linha Q: Cite duas drogas de segunda linha. A: Metoclopramida, dimemidrinato, ondansetrona. ⸻ ⚡ Ondansetrona e riscos Q: Qual o risco discutido da ondansetrona em <10 semanas? A: Possível associação com fenda labial (não totalmente comprovado). ⸻ 🔁 Casos refratários Q: Qual medicação pode ser usada em casos graves refratários? A: Corticosteroides (curto prazo). ⸻ 🧫 Laboratório indicativo de gravidade Q: Qual alteração eletrolítica é comum em hiperêmese grave? A: Hipocalemia. ⸻ 🧪 Marcador de desidratação metabólica Q: O que a cetonúria indica? A: Catabolismo energético e desidratação. ⸻ 🤰 Impacto fetal Q: Qual a principal consequência fetal associada à hiperêmese severa? A: Baixo peso ao nascer. ⸻ 🔥 Fator de risco clássico Q: Qual doença infecciosa está associada à hiperêmese? A: H. pylori.
238
TESTES PARA AVALIAR MATURIDADE PULMONAR
239
PACIENTE COM MÃE QUE TEVE CA DE MAMA E FOGACHOS
ACO Contraindicações absolutas da terapia hormonal: • Câncer de mama atual ou prévio • Câncer de endométrio • Doença hepática ativa grave • TVP/TEP prévio ou trombofilia hereditária importante • Doença coronariana ou AVC recente • Sangramento vaginal não investigado
240
QUANDO SE INDICA AMPLIFICAÇÃO DO HER 2
SE 2 + (1+ e 2 + são negativos e 3+ confirma) n
241
PERÍODO CRÍTICO PARA MALFORMAÇÕES FETAIS
6 - 10 SEMANAS GESTACIONAIS (OU 4 - 8 SEMANAS EMBRIONÁRIAS)
242
Reserva Ovariana
🟣 FLASHCARD 1 Q: Qual é o melhor exame para avaliar a reserva ovariana? A: AMH (Hormônio Anti-Mülleriano) — mais estável, independe do ciclo, melhor preditor de resposta à indução. ⸻ 🟣 FLASHCARD 2 Q: Um AMH < 1 ng/mL indica o quê? A: Baixa reserva ovariana. ⸻ 🟣 FLASHCARD 3 Q: AMH muito elevado (> 4–5 ng/mL) sugere qual condição? A: Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP). ⸻ 🟣 FLASHCARD 4 Q: Qual é o exame que mais se correlaciona com resposta à estimulação ovariana? A: Contagem de Folículos Antrais (CFA) no US (D2–D5). ⸻ 🟣 FLASHCARD 5 Q: Qual CFA indica baixa reserva? A: < 5 folículos (somando ambos os ovários). ⸻ 🟣 FLASHCARD 6 Q: Qual hormônio aumenta quando a reserva ovariana cai? A: FSH basal. ⸻ 🟣 FLASHCARD 7 Q: FSH basal > 10–15 mUI/mL (D2–D5) sugere o quê? A: Baixa reserva ovariana. ⸻ 🟣 FLASHCARD 8 Q: Um estradiol basal > 60–80 pg/mL faz o quê com o FSH? A: Mascara o FSH, suprimindo-o → FSH pode parecer normal mesmo com baixa reserva. ⸻ 🟣 FLASHCARD 9 Q: Para que serve o estradiol basal na avaliação da reserva? A: Para validar o valor do FSH. ⸻ 🟣 FLASHCARD 10 Q: Qual teste clássico (pouco usado, mas cai em prova) avalia reserva com FSH antes e depois do clomifeno? A: CCCT – Teste do Citrato de Clomifeno. ⸻ 🟣 FLASHCARD 11 Q: No CCCT, FSH no D10 > 15 mUI/mL indica o quê? A: Baixa reserva ovariana. ⸻ 🟣 FLASHCARD 12 Q: Em qual dia do ciclo são feitos FSH, E2 e CFA? A: Dia 2 a 5 do ciclo. ⸻ 🟣 FLASHCARD 13 Q: Quais são os dois melhores preditores de resposta à indução ovariana? A: • AMH • CFA ⸻ 🟣 FLASHCARD 14 Q: Mulher com endometriose ou cirurgia ovariana prévia tende a ter o quê em relação à reserva? A: Redução da reserva ovariana.
243
SD. ASIA
❓ O que é a Síndrome ASIA? Resposta: Conjunto de manifestações autoimunes e inflamatórias desencadeadas por exposição a adjuvantes (silicone, alumínio, óleo mineral, vacinas com adjuvantes, próteses mamárias). ⸻ ❓ Quais são os principais gatilhos? Resposta: Próteses de silicone, vacinas com adjuvantes (ex.: alumínio), óleo mineral, agentes imunomoduladores exógenos.
244
SD. RUSTY PIPE
Síndrome de Rusty Pipe ❓ O que é a síndrome de Rusty Pipe? Resposta: Secreção mamilar marrom-avermelhada nos primeiros dias de amamentação, parecida com “água de cano enferrujado”. ⸻ ❓ Quando ocorre? Resposta: Início da lactação (Lactogênese II) — geralmente entre o 2º e 7º dia pós-parto. ⸻ ❓ Por que ocorre? (Fisiopatologia) Resposta: Hiperemia e ruptura espontânea de microcapilares à medida que os ductos mamários se expandem para início da produção ativa de leite.
245
ECTÓPICA
GESTAÇÃO ECTÓPICA ⸻ 🟦 1. Diagnóstico — conceitos essenciais Flashcard 1 P: Qual o local mais comum de gestação ectópica? R: Tuba uterina (95%), especialmente ampola (70%). ⸻ Flashcard 2 P: Quais sintomas clássicos da gestação ectópica? R: Amenorreia + sangramento vaginal + dor abdominal. ⸻ Flashcard 3 P: Quando suspeitar fortemente de gestação ectópica pela curva do β-hCG? R: • Aumento < 66% em 48h, • Plateau, • Queda inadequada sem sinais de abortamento completo. ⸻ Flashcard 4 P: O que significa zona discriminatória no USG? R: β-hCG ≥ 1.500–3.500 mUI/mL → deveria visualizar saco intrauterino. Se não visualizar → forte suspeita de GE ou gestação de localização indefinida. ⸻ Flashcard 5 P: Achados ultrassonográficos típicos de GE? R: • Massa anexial heterogênea • “Saco vazio” ou saco pseudo-gestacional • Líquido livre em fundo de saco (pode ser sangue) • Sinal do “anel tubário” ⸻ ⸻ 🟦 2. Critérios para TRATAMENTO com METOTREXATO (MTX) Flashcard 6 P: Critérios essenciais para uso de metotrexato? R: ✔ Estabilidade hemodinâmica ✔ Sem sinais de ruptura ✔ Seguimento garantido ✔ Diagnóstico certo ou suspeita forte ⸻ Flashcard 7 P: Critérios que aumentam chance de sucesso do MTX (preferência)? R: • Massa < 3,5–4 cm • β-hCG < 5.000 mUI/mL (ideal < 3.500) • Ausência de batimento cardíaco fetal • Ectópica tubária não intersticial • Ausência de líquido livre abundante ⸻ Flashcard 8 P: Contraindicações absolutas ao MTX? R: • Hemodinâmica instável • Ruptura tubária • Amamentação • Doença hepática/alcoolismo • Insuficiência renal • Doença hematológica (pancitopenia) • Doença pulmonar ativa • Úlcera péptica ativa • Imunodeficiência • Alergia ao MTX ⸻ Flashcard 9 P: Contraindicações relativas ao MTX? R: • β-hCG > 5.000–10.000 • Massa > 4 cm • BCF presente • Líquido livre moderado • Paciente com dificuldade de seguimento ⸻ ⸻ 🟦 3. Esquemas de Metotrexato Flashcard 10 P: Esquema de dose única do MTX e monitorização? R: • MTX 50 mg/m² IM dose única • Dosar β-hCG Dia 4 e Dia 7 • Queda ≥ 15% do D4 → D7 = sucesso • Se queda < 15% → repetir dose ou cirurgia ⸻ Flashcard 11 P: Esquema múltiplo do MTX — quando usar? R: MTX dias 1, 3, 5, 7 + leucovorin dias 2, 4, 6, 8. Indicado em: • β-hCG muito alto • Massa maior • Ectópica persistente após dose única ⸻ Flashcard 12 P: Sinais de falha ao MTX? R: • β-hCG não cai ≥ 15% D4 → D7 • Queda lenta após D7 • Dor intensa persistente • Instabilidade • Massa crescente ⸻ ⸻ 🟦 4. Tratamento Cirúrgico Flashcard 13 P: Indicação absoluta de cirurgia na gestação ectópica? R: ✔ Instabilidade hemodinâmica ✔ Sinais de ruptura ✔ Hemoperitônio volumoso ✔ Contraindicação ao MTX ✔ Falha ao MTX ✔ Massa muito grande ✔ Forte suspeita de BCF presente em massa tubária grande ⸻ Flashcard 14 P: Diferença entre salpingotomia e salpingectomia? R: • Salpingotomia: conserva tuba; maior risco de persistência trofoblástica; requer acompanhamento do β-hCG. • Salpingectomia: remove tuba; menor risco de persistência; indicada quando tuba muito danificada, ruptura ou sem desejo reprodutivo. ⸻ Flashcard 15 P: Após salpingotomia, o que é obrigatório fazer? R: → Acompanhar β-hCG até negativar para excluir trofoblasto persistente. ⸻ Flashcard 16 P: Quando a laparotomia é preferida à laparoscopia? R: • Instabilidade hemodinâmica • Hemoperitônio volumoso • Dificuldade técnica (aderências extensas) ⸻ ⸻ 🟦 5. Conduta Expectante Flashcard 17 P: Critérios para tratamento expectante? R: • β-hCG baixo (geralmente < 1000) • β-hCG em queda espontânea • Paciente assintomática • Massa pequena • Sem líquido livre ⸻ Flashcard 18 P: Como monitorar conduta expectante? R: → β-hCG seriado até negativar → Reavaliação clínica frequente → Interromper se dor, instabilidade ou estagnação da curva ⸻ ⸻ 🟦 6. Tipos especiais de gestação ectópica (provas AMAM!) Flashcard 19 — Ectópica Intersticial (Cornual) P: Características e conduta da ectópica intersticial? R: • Localizada no segmento intramural da tuba • Acomoda maior crescimento → ruptura tardia, porém fatal • β-hCG mais alto • USG: “sinal da linha intersticial” ✨ Tratamento: MTX sistêmico + local OU cirurgia (cornuostomia/cornuorráfia) ⸻ Flashcard 20 — Ectópica em Cicatriz de Cesárea P: Conduta preferida? R: • MTX sistêmico + MTX local • Aspiração por histeroscopia • Embolização se sangramento • Cirurgia se falha ou instabilidade ⸻ Flashcard 21 — Ectópica Cervical P: Principal objetivo e manejo? R: → Evitar histerectomia Tratamento: • MTX local + sistêmico • Tamponamento • Embolização • Cerclagem ocasionalmente ⸻ Flashcard 22 — Gestação Heterotópica P: Como tratar GE com gestação intrauterina viável simultânea? R: • NÃO usar MTX • Tratamento cirúrgico conservador (salpingotomia) • Acompanhar gestação intrauterina normalmente
246
DEGENERAÇÃO MIOMATOSA 1. Medicação relacionado com degeneração rubra 2. Degeneração mais comum pós menopausa
1. Análogo de GNRH 2. Degeneração calcificada (casca de ovo)
247
Gestação Após Cirurgia Bariátrica
🟦 FLASH 1 — Principal risco fetal após bariátrica Q: Qual o principal risco fetal em gestantes que fizeram cirurgia bariátrica? A: PIG/RCIU (bebê pequeno para idade gestacional) — causado por má absorção e deficiências nutricionais. ⸻ 🟩 FLASH 2 — Comparação com gestantes obesas Q: Em comparação com gestantes obesas, o que aumenta após bariátrica? A: PIG, deficiência nutricional e risco moderado de parto prematuro. ⸻ 🟧 FLASH 3 — O que diminui após bariátrica? Q: Quais complicações da obesidade reduzem após cirurgia bariátrica? A: DM gestacional, pré-eclâmpsia, macrossomia e cesárea. ⸻ 🟪 FLASH 4 — Teste de diabetes no pré-natal Q: Gestante pós-bariátrica pode fazer TOTG/OGTT? A: ❌ NÃO — risco de síndrome de dumping. Alternativas: glicemia de jejum + HbA1c + glicemia capilar seriada. ⸻ 🟨 FLASH 5 — Tempo recomendado para engravidar após bariátrica Q: Quanto tempo após cirurgia bariátrica recomenda-se engravidar? A: 12–18 meses, quando já estabilizou a perda ponderal. ⸻ 🟫 FLASH 6 — Suplementação obrigatória no pré-natal Q: Quais suplementos são obrigatórios na gestação pós-bariátrica? A: • Ácido fólico 4–5 mg/dia • Ferro 60–120 mg/dia • Vitamina B12 (IM trimestral) • Vitamina D + cálcio • Vitaminas A, E, K conforme níveis ⸻ 🟩 FLASH 7 — Exames essenciais Q: Quais exames devem ser repetidos trimestralmente? A: Hemograma, ferritina, B12, folato, cálcio, vitamina D, zinco, albumina. ⸻ 🟦 FLASH 8 — Vigilância fetal Q: Como deve ser o acompanhamento do crescimento fetal? A: Ultra-sons seriados devido ao maior risco de PIG.
248
DEFICIÊNCIA MAIS COMUM PÓS BARIÁTRICA
VITAMINA D
249
REANIMAÇÃO NEONATAL
REANIMAÇÃO NEONATAL (COMPLETOS E APROFUNDADOS) (Baseado na 8ª edição do Programa de Reanimação Neonatal da SBP – o que cai em prova!) ⸻ 🟦 1) AVALIAÇÃO INICIAL – OS 3 “P” + 2 PERGUNTAS ⸻ ❓Quais são as perguntas iniciais da reanimação neonatal? ➡ Gestação a termo? ➡ Respira ou chora? ➡ Tônus bom? Se SIM para todas → cuidados de rotina. Se QUALQUER NÃO → levar ao berço aquecido e iniciar passos iniciais. ⸻ ❓Quais são os 3 P da abordagem imediata? ➡ Prover calor ➡ Posicionar cabeça em leve extensão ➡ Permeabilidade de vias aéreas (aspirar apenas se necessário) ⸻ ❓Quando aspirar boca e nariz? ➡ APENAS se houver obstrução evidente ou mecônio espesso + RN sem vigor ➡ Aspirar primeiro a boca, depois o nariz. ⸻ 🟩 2) MECÔNIO – CONDUTA ATUALIZADA ⸻ ❓RN com mecônio + vigor. O que fazer? ➡ Condutas de rotina. NÃO aspirar traqueia, não entubar. ⸻ ❓RN com mecônio + sem vigor (bradicardia, hipotonia, não respira). Conduta? ➡ Proceder reanimação normal: aquecer, posicionar, secar → iniciar VPP. NÃO se recomenda mais intubação rotineira para aspiração traqueal. ⸻ 🟧 3) Ventilação por Pressão Positiva (VPP) ⸻ ❓Indicação da VPP? ➡ FC < 100 bpm ➡ Apneia ➡ Respiração irregular / gasping ⸻ ❓Pressões iniciais na VPP com balão • PIP: 20–25 cmH₂O • PEEP: 5 cmH₂O • Pode usar PIP maior (30–40) se difícil expandir (cesárea, prematuros) ⸻ ❓Tempo para reavaliar após iniciar VPP? ➡ Em 30 segundos ⸻ ❓O que fazer se VPP não melhora FC ou expansão torácica? ➡ Checar o MR SOPA: • M: Máscara (selamento) • R: Reposicionar cabeça • S: Sucção • O: Otimizar pressão • P: Pressão maior • A: Via aérea alternativa (intubação) ⸻ 🟥 4) FREQUÊNCIA CARDÍACA – MARCADOR DE EFICÁCIA ⸻ ❓Cutoffs mais importantes: • FC ≥100 → estável • FC 60–100 → continuar/melhorar VPP • FC <60 → iniciar compressões torácicas ⸻ ❓É permitido usar oxímetro precoce? ➡ SIM — obrigatório na reanimação com necessidade de VPP. ⸻ 🟪 5) OXIGÊNIO – Fração inspirada (FiO₂) ⸻ ❓Qual FiO₂ inicial no RN ≥ 34 semanas? ➡ Ar ambiente (21%) ⸻ ❓Qual FiO₂ inicial no RN < 34 semanas? ➡ 21–30% ⸻ ❓Quando aumentar O₂? ➡ Se saturação não atingir os alvos pré-ductais do minuto de vida. ✔ Metas SpO₂ pré-ductal (lembra das metas do PRN-SBP): • 1 min → 60–65% • 2 min → 65–70% • 3 min → 70–75% • 4 min → 75–80% • 5 min → 80–85% • 10 min → 85–95% ⸻ 🟫 6) INTUBAÇÃO OROTRAQUEAL ⸻ ❓Indicações de intubação na sala de parto: • Falha da VPP (MR SOPA sem resposta) • Necessidade de compressões torácicas • Hérnia diafragmática congênita • Administração de surfactante • VPP prolongada com máscara ⸻ ❓Tempo máximo para tentativa de intubação segundo SBP? ➡ ≤ 30 segundos ⸻ ❓Tamanho do tubo endotraqueal: • < 28 semanas → 2.5 mm • 28–34 semanas → 3.0 mm • 34–38 semanas → 3.5 mm • 38 semanas → 3.5–4.0 mm ⸻ 🟧 7) COMPRESSÕES TORÁCICAS ⸻ ❓Indicação para iniciar compressões? ➡ FC < 60 bpm após 30 segundos de VPP eficaz. ⸻ ❓Relação compressão/ventilação: ➡ 3:1 (90 compressões + 30 ventilações = 120 eventos/min) ⸻ ❓Técnica preferida: ➡ polegar-envolvente (two-thumbs encircling technique) ✔ Maior pressão ✔ Melhor perfusão ✔ Menor fadiga ⸻ ❓Onde comprimir? ➡ Terço inferior do esterno (logo abaixo da linha intermamilar). ⸻ ❓Quando parar compressões? ➡ Quando FC > 60. ⸻ 🟦 8) ADRENALINA (EPINEFRINA) ⸻ ❓Indicação: ➡ FC < 60 bpm apesar de 30 segundos de VPP eficaz + 60 segundos de compressões com O₂ 100%. ⸻ ❓Dose: • Via IV (preferencial): 0.01–0.03 mg/kg (0.1–0.3 mL/kg da solução 1:10.000) • Via traqueal (menos eficaz): 0.05–0.1 mg/kg ⸻ ❓Repetir após quanto tempo? ➡ A cada 3–5 minutos, se necessário. ⸻ 🟪 9) VOLUME ⸻ ❓Quando administrar volume? ➡ Suspeita de hipovolemia: • Palidez intensa • Perfusão ruim • Sangramento materno/fetal significativo • Hidropisia fetal ⸻ ❓Qual solução? ➡ SF 0,9% – 10 mL/kg, em 5–10 min. ⸻ 🟫 10) SURFACTANTE ⸻ ❓Indicação: ➡ Prematuros com SDR necessitando FiO₂ progressiva ➡ Falha de CPAP ➡ Intubado por necessidade respiratória ➡ Necessidade de ventilação invasiva prolongada ⸻ ❓Via preferida atual: ➡ INSURE → Intubar, Surfactante, Extubar para CPAP ➡ Métodos modernos: LISA / MIST (bem cobrados!) ⸻ 🟩 11) TEMAS QUE MAIS CAEM EM PROVAS ⸻ 🔥 O que mais aparece em SES-GO e PSU-GO: • Indicações de VPP • Tempo de reavaliação (30 segundos) • Saturações alvo por minuto • Conduta no mecônio • Indicações de compressões • Indicações e dose da adrenalina • Pressões iniciais de ventilação • MR SOPA • Conduta no prematuro extremo • Quando parar reanimação (10 min sem FC detectável) ⸻ 💡 12) QUANDO INTERROMPER A REANIMAÇÃO? ⸻ ❓Sem batimentos cardíacos (assistolia) por quanto tempo? ➡ 10 minutos, apesar de todas as medidas.
250
ALTERAÇÕES GENGIVAIS NO RN
251
REUMATISMO NA INFÂNCIA 1. Doença reumática mais comum da infância? 2. Doença reumática crônica mais comum da infância ?
1. HENOCH SCHOLEIN 2. AIJ
252
DERMATITE ATÓPICA
DERMATITE ATÓPICA (DA) (Com aprofundamento, fisiopatologia, manejo, gravidade, tratamento e complicações) ⸻ 🟦 1. Definição e base imunológica Q: O que é dermatite atópica e qual a base imunológica principal? A: Doença inflamatória crônica recidivante da pele, com disfunção da barreira cutânea + resposta imune Th2 aumentada (IL-4, IL-5, IL-13). Há redução de filagrina → perda transepidérmica de água + maior penetração de alérgenos. ⸻ 🟦 2. Papel da filagrina Q: O que a redução da filagrina causa na DA? A: Aumenta a perda de água, diminui coesão do estrato córneo → pele seca, fissuras, prurido intenso, maior risco de infecções e sensibilização alérgica (via cutânea → “atopic march”). ⸻ 🟦 3. Marcha atópica Q: O que é a marcha atópica? A: Progressão típica: DA → alergia alimentar → rinite → asma. O gatilho é a inflamação cutânea + sensibilização percutânea. ⸻ 🟦 4. Critério diagnóstico Q: Qual é o critério diagnóstico mais utilizado? A: Critérios de Hanifin & Rajka (clássicos), mas na prática usa-se uma combinação de eczema crônico + prurido + distribuição típica + história pessoal/familiar de atopia. ⸻ 🟦 5. Distribuição por faixas etárias Q: Como a distribuição das lesões muda com a idade? A: • Lactentes: face, couro cabeludo, superfícies extensoras. • Crianças: pregas (antecubital/poplítea), pescoço, punhos. • Adolescentes/adultos: pregas, pescoço, mãos, pálpebras. ⸻ 🟦 6. Prurido noturno Q: Por que o prurido é pior à noite na DA? A: Aumento da liberação de citocinas inflamatórias → redução do limiar de coceira + aumento do calor corporal à noite → maior prurido e prejuízo do sono. ⸻ 🟦 7. Papel do microbioma Q: Qual é o papel do Staphylococcus aureus? A: Coloniza 90% dos pacientes, exacerbando inflamação via superantígenos. Pode levar à impetiginização, à eczema herpético ou ao pior controle da DA. ⸻ 🟦 8. XERODERMA: Sempre presente Q: Xerose é obrigatória no diagnóstico? A: É o achado mais constante da DA. Sempre deve ser tratada independentemente da gravidade. ⸻ 🟦 9. Idade de início Q: Qual o padrão de início da DA? A: 60% antes de 1 ano; 85% antes de 5 anos. ⸻ 🟦 10. Blandas lesões de prurigo (liquenificação) Q: O que é liquenificação na DA? A: Espessamento da pele por coçar cronicamente → placas grossas, hiperpigmentadas. ⸻ 🟥 GRAVIDADE (FUNDAMENTAL) 🟦 11. Como classificar a gravidade (three-step approach)? Leve: lesões pequenas, prurido leve, sem impacto no sono. Moderada: lesões extensas/moderadas, prurido frequente, dificuldade para dormir. Grave: falha terapêutica com corticoide tópico adequado, eczema disseminado, grande impacto funcional. ⸻ 🟩 TRATAMENTO (ALTÍSSIMA COBRANÇA) 🟦 12. Pilar 1 – Hidratação Q: Como fazer a hidratação ideal? A: Emoliente duas vezes ao dia, preferir pomadas/cremes espessos. Regra de ouro: aplicar imediatamente após o banho (“regra dos 3 minutos”). ⸻ 🟦 13. Pilar 2 – Controle do prurido Q: Antihistamínicos aliviam prurido? A: Os anti-H1 não tratam a lesão, apenas ajudam no sono/prurido noturno (doxepina, hidroxizina). Não são tratamento da inflamação. ⸻ 🟦 14. Pilar 3 – Corticoides tópicos Q: Como usar corticoides tópicos adequadamente? A: • Escolher potência pela área + idade + gravidade. • Evitar potentes em face/flexuras. • Técnica Fingertip Unit (FTU). • Esquema “burst” (3–5 dias fortes) ou manutenção “weekend therapy”. ⸻ 🟦 15. Pilar 4 – Inibidores da calcineurina Q: Quando usar tacrolimus / pimecrolimus? A: Lesões crônicas em áreas sensíveis (face, pescoço, dobras), e como poupadores de corticoide. Podem arder inicialmente. ⸻ 🟦 16. Pilar 5 – Banhos e cuidados Q: Quais orientações sobre banho? A: • Banhos curtos (<10 min), água morna. • Sabonete somente nas áreas sujas. • Secar com batidinhas. • Hidratar imediatamente. ⸻ 🟦 17. Antibióticos tópicos ou sistêmicos? Q: Quando indicar? A: Somente se houver impetiginização (sinais clínicos de infecção bacteriana). Não usar profilaticamente. ⸻ 🟦 18. Fototerapia Q: Qual é a fototerapia indicada? A: UVB banda estreita (NB-UVB). Usado em DA moderada a grave refratária ao tratamento tópico. ⸻ 🟦 19. Imunossupressores sistêmicos Q: Quando usar azatioprina, ciclosporina, metotrexato? A: Casos graves e refratários, após avaliação especializada. Ciclosporina é a melhor para uso curto. ⸻ 🟦 20. Terapia biológica – DUPILUMABE Q: Qual o biológico de escolha na DA grave? A: Dupilumabe (anti-IL-4Rα) → bloqueia IL-4 e IL-13. É padrão-ouro para DA moderada a grave refratária. Melhora lesão + prurido + sono. ⸻ 🟥 INFECÇÕES ASSOCIADAS 🟦 21. Eczema herpético Q: Como reconhecer e tratar? A: Vesículas umbilicadas dolorosas + febre + disseminação rápida. Tratamento: ACICLOVIR sistêmico imediatamente → emergência. ⸻ 🟦 22. Eczema vaccinatum (varíola vacina) Q: Contexto? A: Criança com DA que entra em contato com alguém vacinado recentemente para varíola. Risco elevado de doença grave. ⸻ 🟥 GATILHOS E FATORES AGRAVANTES 🟦 23. Quais são os principais gatilhos? • Sabonetes fortes, detergentes • Suor • Poções irritativas • Infecções • Estresse • Tecidos sintéticos • Poeira doméstica • Alimentos (principalmente lactentes) ⸻ 🟦 24. Dermatite atópica e alergia alimentar Q: É obrigatório fazer teste alérgico? A: Não. Só investigar em DA moderada-grave com piora imediata após alimento ou antes de introdução de alimentos de alto risco em lactente com DA grave.
253
PEDICULOSE
PEDICULOSE (TODAS AS FORMAS) (Completo, aprofundado, altíssima cobrança em pediatria, infectologia e APS) ⸻ 🟥 1. DEFINIÇÃO Q: O que é pediculose? A: Infestação por piolhos do gênero Pediculus (humano) ou Pthirus (pubiano). Pode ocorrer no couro cabeludo, corpo ou região pubiana. Manifesta-se principalmente por prurido intenso devido à sensibilização à saliva do parasita. ⸻ 🟥 2. PRINCIPAIS ESPÉCIES Q: Quais são as três formas de pediculose? A: 1. Pediculose do couro cabeludo – Pediculus humanus capitis 2. Pediculose corporal – Pediculus humanus corporis 3. Pediculose pubiana (chato) – Pthirus pubis ⸻ 🟥 3. EPIDEMIOLOGIA Q: Quem é mais afetado? A: Crianças em idade escolar (3–12 anos). A transmissão ocorre por contato direto cabeça-a-cabeça. Higiene NÃO tem relação direta. ⸻ 🟥 4. CICLO DE VIDA Q: Qual é o ciclo de vida do piolho do couro cabeludo? A: • Fêmea põe lêndeas na base do fio → eclodem em 7–10 dias. • Ninfas tornam-se adultas em 7–14 dias. • Adultos vivem 30 dias e morrem após 48 h fora do hospedeiro. (Isso fundamenta o esquema de tratamento em “duas doses”.) ⸻ 🟥 5. CLÍNICA Q: Quais manifestações clínicas são típicas? A: • Prurido intenso, pior à noite • Escoriações • Linfonodomegalia occipital e cervical • Lêndeas aderidas ao fio • Possível impetiginização secundária (Staph/Strep) ⸻ 🟥 6. COMO DIFERENCIAR LÊNDEA DE CASPA Q: Como distinguir lêndeas verdadeiras de caspa? A: • Lêndeas aderem firmemente ao fio, não deslizam. • São ovais, brilhantes. • Afastadas mais de 1 cm da base → geralmente inviáveis. ⸻ 🟥 7. DIAGNÓSTICO Q: Qual é o critério diagnóstico? A: Visualização de piolho vivo ou lêndeas viáveis na raiz do cabelo. Lâmpada de Wood e pente fino podem ajudar. ⸻ 🟥 8. TRATAMENTO – PRIMEIRA LINHA (ALTÍSSIMA COBRANÇA) Q: Quais são os tratamentos tópicos de escolha? A: Segundo SBP e diretrizes internacionais: • Permetrina 1% → primeira linha • Piretrinas + butóxido de piperonila • Ivermectina tópica 0,5% (alternativa eficaz) Esquema clássico: duas aplicações, com intervalo de 7–10 dias. ⸻ 🟥 9. TRATAMENTOS SISTÊMICOS Q: Quando usar ivermectina oral? A: • Falha terapêutica tópica • Infestação extensa • Surto coletivo • Crianças > 15 kg Esquema: 200 mcg/kg VO, repetir em 7–10 dias. ⸻ 🟥 10. GESTANTES E LACTANTES Q: Qual tratamento é seguro na gestação? A: Permetrina 1% (mais segura). Ivermectina oral é contraindicada em gestantes. ⸻ 🟥 11. PEDICULOSE CORPORAL Q: Como tratar pediculose corporal? A: • Higienização e lavagem de roupas com água quente • Troca de roupas e roupas de cama • Permetrina tópica se necessário • Frequentemente associada a condições de vulnerabilidade social ⸻ 🟥 12. PEDICULOSE PUBIANA (CHATO) Q: Como tratar Pthirus pubis? A: • Permetrina 1% • Piretrinas • Ivermectina VO nos refratários • Tratar contatos sexuais • Afastar ISTs, principalmente gonorreia, clamídia, sífilis, HIV ⸻ 🟥 13. MANEJO NÃO FARMACOLÓGICO Q: Quais medidas complementares são essenciais? A: • Pentear com pente fino diariamente por 7–14 dias • Lavar roupas e objetos pessoais (água quente 60°C) • Itens não laváveis → selar em saco plástico por 48–72 h • Não compartilhar acessórios de cabelo (Importante: tratamento apenas do paciente e dos contatos com infestação confirmada.) ⸻ 🟥 14. MITOS E VERDADES Q: Raspar a cabeça resolve? A: Não é necessário. Tratamento clínico é suficiente. ⸻ Q: Vinagre funciona? A: Não tem eficácia comprovada. ⸻ 🟥 15. RESISTÊNCIA A PIORRETROIDES Q: O que fazer em caso de resistência à permetrina? A: • Trocar para ivermectina tópica • Considerar ivermectina oral • Usar malatiom 0,5% (onde disponível) • Reforçar medidas ambientais ⸻ 🟥 16. SURTOS EM ESCOLAS Q: A criança deve ser afastada da escola? A: NÃO. Orientar tratamento imediato e retorno no mesmo dia.
254
TRANSPOSIÇÃO DE GRANDES VASOS
TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS (TGA) (Aprofundados e completos) ⸻ ⭐ 1) O que é a Transposição das Grandes Artérias? Q: Como é definida a TGA? A: Cardiopatia congênita cianótica em que as conexões ventrículo-arteriais estão invertidas: • VD → Aorta (sai sangue dessaturado para o corpo) • VE → Artéria pulmonar (sangue oxigenado retorna aos pulmões) As conexões átrio-ventriculares permanecem normais → circadia paralela. ⸻ ⭐ 2) Por que a TGA é tão grave? Q: Qual o principal mecanismo fisiopatológico da gravidade? A: O corpo e os pulmões funcionam em circuitos paralelos, sem comunicação adequada → hipoxemia incompatível com a vida se não houver mistura (CIA, CIV, PCA). 📌 Sem mistura: morte em horas. ⸻ ⭐ 3) Do que depende a sobrevida inicial do recém-nascido? Q: Qual é o maior determinante da gravidade clínica? A: O grau de comunicação entre os sistemas: • CIA (mais importante) • CIV • PCA (dependente de PGE1) Quanto menor a mistura → mais cianose → pior prognóstico. ⸻ ⭐ 4) Fatores de risco maternos associados Q: Qual condição materna aumenta o risco de TGA? A: Diabetes materno (DMG ou DM pré-gestacional) → associação forte. ⸻ ⭐ 5) Manifestações clínicas típicas Q: Como a TGA se apresenta nas primeiras horas de vida? A: • Cianose grave, precoce, refratária ao O₂ • Taquipneia sem desconforto muito intenso • Pulsos normais • Sopros geralmente ausentes (não há obstrução) • Acidose metabólica 👶 RN aparentemente “corado” → evolui rapidamente para choque quando o canal fecha ⸻ ⭐ 6) Qual o achado típico no teste da hiperóxia? Q: Como é o teste da hiperóxia? A: O RN não aumenta PaO₂ (permanece < 150 mmHg) mesmo com FiO₂ 100%. Indica cardiopatia cianótica dependente de mistura, especialmente TGA. ⸻ ⭐ 7) Radiografia de tórax típica Q: Qual o achado clássico no RX de tórax? A: • Sinal do “ovo no barbante” • Silhueta cardíaca ovalada • Mediastino estreito (por posição anterior da aorta) ⸻ ⭐ 8) Qual é o exame padrão-ouro? Q: O que confirma o diagnóstico? A: Ecocardiograma, mostrando: • Aorta anterior e à direita • Artéria pulmonar posterior • Relações AV normais • Avaliação da presença de CIA/CIV/PCA ⸻ ⭐ 9) Qual é a conduta imediata ao suspeitar de TGA? Q: Qual é o passo inicial, antes mesmo do ECO? A: Iniciar prostaglandina E1 (PGE1) imediatamente. 💉 Dose: 0,01–0,1 µg/kg/min Objetivo: manter PCA → aumentar mistura. ⸻ ⭐ 10) Quando indicar a Septostomia Atrial com Balão (Rashkind)? Q: Indicações da septostomia? A: • Cianose grave persistente • CIAs pequenas • Mistura insatisfatória mesmo com PGE1 • Choque ou acidose 💎 É uma intervenção salvadora. ⸻ ⭐ 11) Qual o tratamento definitivo? Q: Qual é a cirurgia padrão-ouro? A: Operação de Jatene – Switch arterial Realizada idealmente até 7–14 dias de vida, antes que o VE perca massa muscular. Inclui: • Transposição das artérias • Reimplante das coronárias • Reestabelecimento da circulação “em série” ⸻ ⭐ 12) Por que o Switch deve ser feito precoce? Q: O que acontece se atrasar? A: O VE, ao bombear para a pressão baixa do pulmão, atrofia → perde capacidade de funcionar como ventrículo sistêmico. Depois disso, não consegue sustentar a circulação sistêmica, inviabilizando o switch. ⸻ ⭐ 13) Formas anatômicas especiais e suas condutas ➤ TGA + CIV grande • Menos cianose • Risco de hipertensão pulmonar • Cirurgia: Switch + fechamento de CIV ➤ TGA + estenose pulmonar • Mistura prejudicada • Pode exigir cirurgia tipo Rastelli ⸻ ⭐ 14) Complicações pós-switch arterial Q: Quais são as principais complicações tardias? A: • Problemas coronarianos (estenose, má implantação) → principal causa de morte tardia • Dilatação da neo-aorta • Insuficiência aórtica • Estenose dos ramos pulmonares • Disfunção VE tardia
255
FIBROSE CÍSTICA
FIBROSE CÍSTICA (COMPLETOS E APROFUNDADOS) ⸻ 🧬 1) O que é Fibrose Cística? Q: Qual é a definição de FC? A: Doença genética autossômica recessiva, causada por mutações no gene CFTR, que geram uma proteína defeituosa → epitélio produz secreção espessa, com obstrução e inflamação crônica de pulmões, pâncreas e outros órgãos. ⸻ 🧬 2) Qual o gene e qual a mutação mais comum? Q: Qual mutação mais prevalente e seu efeito? A: ΔF508 (F508del) — defeito de processamento: proteína é produzida, mas não chega à membrana. Classes II e III são mais graves. ⸻ 🧬 3) Classificação funcional das mutações do CFTR Q: Quais as 6 classes? A: • I – Não produção • II – Defeito de processamento (ΔF508) • III – Canal não abre (gating defect) • IV – Fluxo reduzido • V – Quantidade reduzida • VI – Instabilidade da proteína Classes I–III → doença grave; IV–VI → mais leves. ⸻ 🧬 4) Epidemiologia clássica Q: População mais afetada? A: Caucasianos (1:3.000). No Brasil: prevalência variável, mais comum no Sul/Sudeste. ⸻ 🧪 5) Fisiopatologia central Q: O que causa a secreção espessa na FC? A: Disfunção do CFTR impede saída de Cl⁻ e entrada de HCO₃⁻ → desidratação mucosa, aumento de Na⁺ via ENaC → muco hiperespesso → obstrução + infecção crônica + bronquiectasia. ⸻ 🫁 6) O pulmão é normal ao nascimento? Q: Como nasce o pulmão? A: Normal. As lesões são adquiridas progressivamente por infecções e inflamação crônica. ⸻ 🦠 7) Principais agentes respiratórios por idade Q: Quais agentes predominam? A: • Lactentes: S. aureus • Crianças: S. aureus + H. influenzae • Adolescentes/adultos: Pseudomonas aeruginosa (mucoide = pior prognóstico) ⚠️ Achado chave de prova: colonização crônica por Pseudomonas mucoide. ⸻ 🫁 8) Manifestação respiratória típica Q: Quais sintomas respiratórios predominam? A: • Tosse crônica produtiva • Sibilância • Pneumonias de repetição • Bronquiectasias • Hipocratismo digital • Obstrução progressiva ⸻ 🍽 9) Insuficiência pancreática exócrina Q: Como se manifesta a insuficiência pancreática? A: • Esteatorreia • Má absorção • Baixa estatura • Lipossolúveis ↓ • Distensão abdominal • Prolapso retal (clássico) ⸻ 🐣 10) Manifestação neonatal típica Q: Qual achado mais comum no RN? A: Íleo meconial (obstrução intestinal precoce com meconio espesso). ⚠️ É praticamente patognomônico. ⸻ 🧂 11) Trato hepático e biliar Q: Hepatopatia na FC? A: • Cirrose biliar focal → hipertensão porta • Colestase • Colelitíase • Aumento de transaminases ⸻ 🧬 12) Infertilidade masculina Q: Qual o mecanismo? A: Agenesia bilateral dos ductos deferentes → azoospermia obstrutiva. A fertilidade feminina pode ser reduzida, mas não é universal. ⸻ 🧂 13) Provas gostam da perda de sal Q: Por que FC causa desidratação hiponatrêmica? A: Glândulas sudoríparas não reabsorvem NaCl → suor muito salgado → risco de hiponatremia/hipocloremia e alcalose metabólica. ⸻ 🧪 14) Principal teste diagnóstico Q: Qual é o padrão-ouro? A: Teste do suor pelo método de Gibson & Cooke (iontoforese com pilocarpina). Valores: • ≥ 60 mEq/L → diagnóstico • 30–59 → zona cinzenta • < 30 → normal ⸻ 🧪 15) Quando repetir o teste do suor? Q: Em quais situações testar novamente? A: • Resultado duvidoso • RN com triagem alterada • Mutações genéticas heterogêneas • Quadro clínico altamente sugestivo ⸻ 🩸 16) Triagem neonatal no Brasil Q: Como é feita no teste do pezinho? A: Dosagem de tripsina imunorreativa (IRT): • IRT ↑ → repete • Se ↑ novamente → teste do suor + genética ⸻ 🩻 17) Achados de imagem típicos Q: TC de tórax mostra o quê? A: • Bronquiectasias cilíndricas • Impactação mucosa (“tree-in-bud”) • Espessamento peribrônquico • Hiperinsuflação ⸻ 💊 18) Tratamento RESPIRATÓRIO da FC Q: Quais pilares do tratamento pulmonar? A: 1. Fisioterapia respiratória diária (pilar central) 2. Hidratação mucociliar: solução salina hipertônica 3. DNase recombinante (dornase alfa) 4. Broncodilatadores conforme necessidade 5. Controle de infecções 6. Azitromicina crônica (efeito anti-inflamatório) 7. Moduladores de CFTR (revolução terapêutica) ⸻ 💊 19) Moduladores de CFTR (terapia alvo) Q: Quais são e quando usar? A: Dependem da mutação: • Ivacaftor: mutações classe III (gating) • Lumacaftor/ivacaftor: ΔF508 homozigoto • Tezacaftor/ivacaftor • Elexacaftor/tezacaftor/ivacaftor (Trikafta/Kaftrio): terapia mais eficaz → ΔF508 hetero/homozigoto ⚠️ Cai em prova: o TRIKAFTA melhora função pulmonar, ganho ponderal e ↓ exacerbações. ⸻ 🍽 20) Tratamento GASTROINTESTINAL Q: Quais pilares? A: • Reposição de enzimas pancreáticas (TERP) • Dieta hiperproteica, hipercalórica • Reposição de vitaminas ADEK • Suplementação de sal • Tratamento do íleo meconial e DIOS ⸻ 🧪 21) Complicações gastrointestinais específicas Q: Quais complicações são típicas? A: • DIOS (obstrução distal) • Prolapso retal • Refluxo e esofagite • Pólipos nasais e sinusite crônica • Pancreatite (em mutações leves) ⸻ 🫀 22) Complicações graves respiratórias Q: Quais são as mais temidas? A: • Pneumotórax • Hemoptise maciça • Colonização por B. cepacia (pior prognóstico; contraindica transplante em alguns centros) • Insuficiência respiratória crônica ⸻ 🧪 23) FC e diabetes Q: Como é o DM relacionado à FC? A: • Tipo misto: insulinopenia + resistência • Complicação comum na adolescência • Tratamento: insulina, não metformina ⸻ 💉 24) Quando indicar transplante pulmonar? Q: Indicações clássicas: A: • VEF1 < 30% • Exacerbações graves repetidas • Infecções que não respondem • Falência respiratória/homoptise refratária
256
LÍQUOR NAS MENINGITES
257
INFECÇÕES BACTERIANAS DE PELE
258
TIPOS DE CHOQUE PED
259
RETINOBLASTOMA
1️⃣ Qual o achado clínico mais comum do retinoblastoma? ➡ Leucocoria (“reflexo pupilar branco”). ⸻ 2️⃣ Qual o segundo achado clínico mais comum? ➡ Estrabismo (por perda visual). ⸻ 3️⃣ Em que idade o retinoblastoma normalmente aparece? ➡ Antes dos 3 anos; pico aos 18 meses. ⸻ 4️⃣ Qual forma é mais comum: hereditária ou esporádica? ➡ Esporádica (70–75%), geralmente unilateral. ⸻ 5️⃣ O que caracteriza a forma hereditária? ➡ Mutação germinativa do gene RB1, bilateralidade e multifocalidade. ⸻ 6️⃣ Qual o modelo molecular associado? ➡ Regra dos Dois Hits (Knudson): 1º hit germinativo + 2º somático. ⸻ 7️⃣ Qual exame mais útil para confirmar diagnóstico? ➡ Ultrassom ocular (B-scan) mostrando calcificações intratumorais. ⸻ 8️⃣ O que a RM avalia melhor que o USG? ➡ Nervo óptico, extensão para SNC e tumor pineal (trilateral). ⸻ 9️⃣ O que define o retinoblastoma trilateral? ➡ Retinoblastoma bilateral + tumor da região pineal (pineoblastoma). ⸻ 🔟 Qual o tratamento inicial padrão atualmente? ➡ Quimioredução sistêmica + terapias locais (laser, crio, braquiterapia). ⸻ 1️⃣1️⃣ Quando indicar quimioterapia intra-arterial? ➡ Tumores moderados a grandes, quando se deseja preservar o globo. ⸻ 1️⃣2️⃣ Quando indicar ENUCLEAÇÃO? • Tumor muito grande • Sem potencial visual • Dor / glaucoma secundário • Hemorragia vítrea grave • Extensão suspeita para nervo óptico ⸻ 1️⃣3️⃣ Por que RADIOTERAPIA é evitada na forma hereditária? ➡ Porque aumenta risco de segundos tumores (osteossarcoma, sarcoma). ⸻ 1️⃣4️⃣ Qual o tumor não ocular mais associado ao retinoblastoma hereditário? ➡ Osteossarcoma. ⸻ 1️⃣5️⃣ Principais diferenciais de leucocoria? • Catarata congênita • Doença de Coats • Persistência do vítreo primário • Retinopatia da prematuridade • Toxocaríase ➡ Calcificação = retinoblastoma até prova contrária. ⸻ 1️⃣6️⃣ Sinal típico da doença de Coats que diferencia do retinoblastoma? ➡ Exsudatos amarelos e ausência de calcificação. ⸻ 1️⃣7️⃣ Qual a principal prioridade terapêutica no retinoblastoma? ➡ 1º Salvar a vida, 2º preservar o olho, 3º preservar visão. ⸻ 1️⃣8️⃣ Como é o rastreio em filhos de pais com mutação RB1? ➡ Avaliação ocular mensal no 1º ano, depois trimestral. ⸻ 1️⃣9️⃣ Achado ocular tardio sugestivo de doença avançada? ➡ Proptose (extensão extraocular). ⸻ 2️⃣0️⃣ Em que exame NÃO devemos confiar na forma hereditária? ➡ Tomografia → radiação aumenta risco de neoplasias secundárias.
260
Intoxicação por chumbo
INTOXICAÇÃO POR CHUMBO (Lead poisoning) ⸻ 🟦 1. Qual é o principal mecanismo tóxico do chumbo? 👉 Inibição de enzimas da síntese do heme (ALA-desidratase e ferroquelatase) → anemia sideroblástica + aumento de ALA e Zn-protoporfirina. ⸻ 🟦 2. Quais os sistemas mais acometidos pela intoxicação por chumbo? 👉 Neurológico, hematológico, renal, gastrointestinal e ósseo. ⸻ 🟦 3. Qual o achado neurológico mais temido em crianças? 👉 Encefalopatia saturnina com irritabilidade, vômitos, letargia e convulsões. ⸻ 🟦 4. Qual achado laboratorial renal clássico indica chumbo? 👉 Síndrome de Fanconi: • Glicosúria sem hiperglicemia • Fosfatúria → hipofosfatemia • Aminoacidúria ⸻ 🟦 5. Qual o tipo de anemia causada pelo chumbo? 👉 Anemia microcítica hipocrômica, com puntilhado basofílico. ⸻ 🟦 6. Quais sintomas gastrointestinais sugerem intoxicação por chumbo em crianças? 👉 Dor abdominal forte, constipação, vômitos — “cólica saturnina”. ⸻ 🟦 7. Onde o chumbo se deposita no corpo? 👉 Em ossos, dentes, fígado e SNC. ➡️ Na radiografia: linhas de chumbo metafisárias (“lead lines”). ⸻ 🟦 8. Qual o exame diagnóstico padrão-ouro para exposição? 👉 Plumbemia (dosagem de chumbo no sangue). ⸻ 🟦 9. Qual a faixa de plumbemia que exige tratamento? • ≥ 45 µg/dL → iniciar quelante • ≥ 70 µg/dL ou encefalopatia → protocolo agressivo (BAL + EDTA) ⸻ 🟦 10. Qual o tratamento de primeira linha na maioria das intoxicações pediátricas? 👉 Succímero (DMSA) — uso oral, bem tolerado. ⸻ 🟦 11. Quando usar EDTA? 👉 Quando intoxicação é moderada a grave ou plumbemia muito elevada. ⸻ 🟦 12. Quando usar BAL (dimercaprol)? 👉 Encefalopatia por chumbo (sempre em combinação com EDTA).
261
CAPURRO X NEW BALLARD
🟦 1. Q: Qual o método indicado para avaliar IG de RN ≥ 29 semanas, logo ao nascer ou até 6 horas de vida? A: Método de Capurro (principalmente Capurro B). ⸻ 🟦 2. Q: Qual o método mais utilizado na sala de parto por ser rápido e fácil? A: Capurro B (somente critérios físicos). ⸻ 🟦 3. Q: Quais são os critérios avaliados pelo Capurro B? A: 1. Forma da orelha 2. Glândula mamária 3. Forma do mamilo 4. Textura da pele 5. Pregas plantares ⸻ 🟦 4. Q: Qual o método mais adequado para prematuros extremos (< 28 semanas)? A: New Ballard (ou Ballard expandido). ⸻ 🟦 5. Q: Até quantas horas de vida o New Ballard pode ser aplicado? A: Ideal até 24 h, mas válido até 96 horas. ⸻ 🟦 6. Q: Quantos itens o New Ballard avalia? A: 12 itens (6 neurológicos + 6 físicos). ⸻ 🟦 7. Q: Quais são os 6 critérios neurológicos do New Ballard? A: 1. Postura 2. Recuo do braço (arm recoil) 3. Ângulo poplíteo 4. Sinal do cachecol (scarf sign) 5. Calcanhar-orelha 6. Tônus do punho (extensibilidade) ⸻ 🟦 8. Q: Quais são os 6 critérios físicos do New Ballard? A: 1. Pele 2. Lanugo 3. Planta dos pés 4. Mama 5. Olhos/orelhas 6. Genitais (masc/fem) ⸻ 🟦 9. Q: Qual método é mais completo, porém pouco usado por ser extenso? A: Dubowitz. ⸻ 🟦 10. Q: Quantos critérios o método de Dubowitz avalia? A: 34 critérios (21 neurológicos + 11 físicos). ⸻ 🟦 11. Q: Quando o Dubowitz costuma ser a resposta da prova? A: Quando a questão pede “método mais completo/detalhado” ou “usado em pesquisa”. ⸻ 🟦 12. Q: Em quais situações o Capurro NÃO deve ser usado? A: • RN muito doentes • RN com malformações • Edema generalizado • Risco de erro em IGR grave (superestima IG) ⸻ 🟦 13. Q: Qual o método mais preciso para avaliar IG em prematuros de 22–26 semanas? A: New Ballard. ⸻ 🟦 14. Q: Qual é a fórmula final do Capurro B? A: IG (semanas) = (pontuação + 204) ÷ 7. ⸻ 🟦 15. Q: Em termos de IG, quais faixas cada método cobre? A: • Capurro: 29 a 44 semanas • New Ballard: 22 a 44 semanas • Dubowitz: 26 a 44 semanas ⸻ 🟦 16. Q: Qual método deve ser usado quando o RN tem 30 semanas e não há USG confiável? A: Capurro. ⸻ 🟦 17. Q: Por que o New Ballard é melhor para prematuros extremos? A: Porque inclui mais sinais neurológicos sensíveis ao grau de prematuridade. ⸻ 🟦 18. Q: Qual método é mais rápido: Capurro A ou B? A: Capurro B (somente físico). ⸻ 🟦 19. Q: Qual método é mais adequado quando há necessidade de precisão de pesquisa em prematuros? A: Dubowitz. ⸻ 🟦 20. Q: Por que a idade gestacional estimada por exame físico pode estar alterada em IGR? A: Porque o RN pequeno pode aparentar maior maturidade física que realmente possui. ⸻ 🟦 21. Q: Qual método combina rapidez + boa precisão para IG ≥ 29 semanas? A: Capurro, principalmente B. ⸻ 🟦 22. Q: Qual critério físico mais sensível em RN tardios no Capurro? A: Pregas plantares. ⸻ 🟦 23. Q: Em qual método se avalia a presença de lanugo como critério de maturidade? A: New Ballard. ⸻ 🟦 24. Q: Em qual método o formato do mamilo é critério de maturidade? A: Capurro (A e B). ⸻ 🟦 25. Q: Qual é a maior vantagem do Capurro em relação ao New Ballard? A: É mais rápido e prático para sala de parto.
262
NUTRIENTE RELACIONADO A DEFICIÊNCIA DE VITAMINA A
ZINCO
263
ALTERNATIVA A PENICILINA NA SÍFILIS CONGÊNITA?
CEFTRIAXONA (Ou doxiciclina)
264
VÍRUS RESPONSÁVEIS POR SURTOS DE DIARREIA NA FAIXA ETÁRIA PEDIÁTRICA
NOROVÍRUS
265
CRITÉRIO PARA CLASSIFICAÇÃO DA AIJ
Características clínicas presentes nos PRIMEIROS 6 MESES da doença
266
EXAME NEUROLÓGICO PARA AVALIARA A CRIANÇA EM COMA
1. Padrão respiratório Ajuda a identificar lesão em diferentes níveis do SNC: • Cheyne–Stokes → hemisfério / diencéfalo • Hiperventilação neurogênica → mesencéfalo • Respiração apnêustica → ponte • Atáxica → bulbo • Respiratório normal → coma metabólico ⸻ 2. Motilidade ocular extrínseca Testa integridade do tronco encefálico: • Movimentos conjugados • Reflexo óculo-cefálico (“olhos de boneca”) • Reflexo óculo-vestibular (calórico) • Desvio ocular (paralisias de III, IV, VI) ⸻ 3. Postura motora Avalia gravidade: • Flexão anormal (decorticação) → lesão acima do núcleo rubro • Extensão anormal (descerebração) → lesão abaixo do núcleo rubro (pior) • Ausência de resposta → lesão grave/difusa
267
SD. DE SMITH LEMLI OPTIZ
⭐⭐ Sindactilia completa dos pododáctilos 2-3 → característica forte da SLO ⭐⭐ Hipocolesterolemia marcada ⭐⭐ Acúmulo de 7-DHC ⭐⭐ Genitália ambígua + malformações múltiplas ⭐⭐ Autismo é comum ⭐⭐ Herança autossômica recessiva (gene DHCR7)
268
NÃO VACINAR CRIANÇAS É UM ATO DE NEGLIGÊNCIA…
Física
269
SD. DE WISTOCK ALDRICH
ECZEMA PLAQUETOPENIA INFECÇÕES DE REPETIÇÃO (Em woodstock deve-se usar EPI)
270
CAUSAS DE MORTE MATERNA
• Principal causa global de morte materna: ✔️ hemorragia. • Principal causa no Brasil: ✔️ hipertensão (pré-eclâmpsia/eclâmpsia). • Principal causa na primeira hora pós-parto: ✔️ atonia uterina.
271
FRATURA DE QUADRIL
CONCEITOS GERAIS Q1. O que é considerado fratura de quadril? A: Qualquer fratura do fêmur proximal: colo femoral, intertrocantérica ou subtrocantérica. ⸻ Q2. Qual o mecanismo mais comum de fratura de quadril em idosos? A: Queda da própria altura (trauma de baixa energia). ⸻ Q3. Por que fratura de quadril é tão grave em idosos? A: Alto risco de complicações (delirium, pneumonia, TVP/TEP), perda de mobilidade e mortalidade de 20–30% em 1 ano. ⸻ Q4. Qual relação com osteoporose? A: Mais de 90% dos casos ocorrem em idosos com osteoporose e fragilidade. ⸻ ⸻ 🟧 BLOCO 2 — CLASSIFICAÇÃO POR LOCAL Q5. Quais são os 3 principais tipos anatômicos de fraturas do quadril? A: 1. Colo femoral (intracapsular) 2. Intertrocantérica (extracapsular) 3. Subtrocantérica ⸻ Q6. Qual tipo tem maior risco de necrose avascular? A: Fratura do colo femoral (por lesão da artéria circunflexa medial). ⸻ Q7. Qual tipo é mais estável e consolida melhor? A: Fratura intertrocantérica (extracapsular). ⸻ ⸻ 🟩 BLOCO 3 — FRATURA DO COLO FEMORAL Q8. Por que o colo femoral é considerado intracapsular? A: Porque está dentro da cápsula da articulação do quadril → maior risco de comprometimento vascular. ⸻ Q9. Quais as principais complicações das fraturas do colo? A: • Necrose avascular • Pseudoartrose • Falha de fixação ⸻ Q10. Qual tratamento para Garden I e II (sem desvio)? A: Fixação com parafusos canulados (ou DHS em alguns casos). ⸻ Q11. Qual tratamento para Garden III/IV em idosos? A: Hemiartroplastia (preferencialmente cimentada). ⸻ Q12. Qual tratamento para Garden III/IV em adultos jovens? A: Redução anatômica + fixação interna (para preservar a cabeça femoral). ⸻ Q13. Qual classificação avalia o desvio no colo femoral? A: Garden. ⸻ Q14. Qual classificação avalia o ângulo da fratura do colo? A: Pauwels. ⸻ ⸻ 🟦 BLOCO 4 — FRATURA INTERTROCANTÉRICA Q15. Onde ocorre a fratura intertrocantérica? A: Entre o trocânter maior e menor (extracapsular). ⸻ Q16. Quais fatores tornam uma fratura intertrocantérica instável? A: • Cominuição posteromedial • Fratura subtrocantérica associada • Linha oblíqua • Perda do calcar femoral ⸻ Q17. Tratamento da fratura intertrocantérica estável? A: DHS (parafuso deslizante em placa). ⸻ Q18. Tratamento da fratura intertrocantérica instável? A: Haste intramedular (PFN, Gamma nail). ⸻ ⸻ 🟪 BLOCO 5 — FRATURA SUBTROCANTÉRICA Q19. Qual característica anatômica torna essas fraturas desafiadoras? A: Região com fortes forças musculares → tendência a desvio e instabilidade. ⸻ Q20. Tratamento padrão das subtrocantéricas? A: Haste intramedular longa. ⸻ Q21. Qual complicação é mais comum em fraturas subtrocantéricas? A: Falha de implante, devido ao estresse biomecânico elevado. ⸻ ⸻ 🟥 BLOCO 6 — DIAGNÓSTICO E EXAMES Q22. Primeiro exame a ser realizado? A: Radiografia da bacia e quadril (AP e perfil). ⸻ Q23. Melhor exame quando o RX está normal, mas a suspeita clínica permanece? A: Ressonância magnética (padrão-ouro para fratura oculta). ⸻ Q24. TC é útil em quais situações? A: Avaliar cominuição, planejar cirurgia ou quando RM é indisponível. ⸻ ⸻ 🟫 BLOCO 7 — TRATAMENTO: PRINCÍPIOS GERAIS Q25. Quanto tempo é ideal para operar fratura de quadril? A: < 48 horas. ⸻ Q26. Por que operar rapidamente? A: Diminui mortalidade, delirium, pneumonia e trombose. ⸻ Q27. Quando atrasar a cirurgia? A: Instabilidade clínica grave, infarto recente, alteração eletrolítica ou acidótica grave. ⸻ Q28. Quais são as estratégias analgésicas iniciais? A: • Opioides • Bloqueio do nervo femoral ou fascia iliaca block (preferido) ⸻ ⸻ 🟩 BLOCO 8 — COMPLICAÇÕES Q29. Quais complicações precoces são mais comuns? A: • Delirium • Pneumonia • Infecção • TVP/TEP • Úlceras de pressão ⸻ Q30. Quais complicações tardias são típicas? A: • Necrose avascular (intracapsular) • Pseudoartrose • Falha de implante • Artrose secundária ⸻ Q31. Qual fratura mais evolui para necrose avascular? A: Colo femoral desviada (Garden III/IV).
272
ESPONDILIDISCITE
ESPONDILODISCITE (ALTO RENDIMENTO) Formatados para uso direto no Anki. ⸻ 🟦 BLOCO A — CONCEITOS E EPIDEMIOLOGIA ❓ O que é espondilodiscite? 👉 Infecção que acomete disco intervertebral + platôs vertebrais adjacentes. ❓ Em adultos, onde a infecção geralmente começa? 👉 Na vértebra, com extensão para o disco. ❓ Em crianças, onde começa a infecção? 👉 No disco, pois ele é vascularizado. ❓ Principal agente etiológico da espondilodiscite bacteriana? 👉 Staphylococcus aureus. ❓ Principal agente em usuário de drogas IV? 👉 Pseudomonas aeruginosa. ⸻ 🟧 BLOCO B — QUADRO CLÍNICO ❓ Sinal clínico mais importante da espondilodiscite? 👉 Dor lombar intensa, insidiosa, progressiva, que não melhora com repouso. ❓ Febre é obrigatória? 👉 Não. Frequentemente ausente em idosos. ❓ Déficit neurológico pode ocorrer? 👉 Sim, em ~25%, por compressão epidural. ⸻ 🟪 BLOCO C — EXAMES LABORATORIAIS ❓ Como estão VHS e PCR? 👉 Elevados (PCR mais útil para seguimento). ❓ Hemoculturas devem ser coletadas? 👉 Sempre, antes de iniciar antibiótico. ❓ Leucocitose é comum? 👉 Não necessariamente (pode ser normal). ⸻ 🟥 BLOCO D — IMAGEM ❓ Exame de escolha para diagnóstico? 👉 Ressonância magnética com contraste. ❓ Achado típico de espondilodiscite na RM? 👉 Edema/disco alterado + erosão vertebral + realce pós-contraste. ❓ Quando usar TC? 👉 Para guiar biópsia e avaliar erosões ósseas. ❓ RX mostra alterações quando? 👉 Somente tardiamente (semanas após o início). ⸻ 🟩 BLOCO E — DIAGNÓSTICO DEFINITIVO ❓ Qual é o gold standard quando hemoculturas são negativas? 👉 Biópsia guiada por TC. ❓ Quando indicar biópsia? 👉 Hemoculturas negativas, suspeita de TB/fungo, falha terapêutica ou diagnóstico duvidoso. ⸻ 🟧 BLOCO F — TRATAMENTO ❓ ATB empírico deve ser iniciado quando? 👉 Após hemoculturas, exceto em sepse ou déficit neurológico. ❓ Esquema empírico para paciente grave? 👉 Vancomicina + cefepime (ou piperacilina/tazobactam). ❓ Esquema para UDI? 👉 Cobrir Pseudomonas: cefepime/ceftazidima + vancomicina. ❓ Tempo mínimo de antibiótico? 👉 6 semanas. ❓ Como acompanhar melhora? 👉 Redução da PCR e melhora clínica. 🟪 BLOCO H — DIFERENCIAL COM TUBERCULOSE (POTT) ❓ Como é o envolvimento do disco na TB? 👉 Preservado inicialmente. ❓ O que é abscesso frio? 👉 Coleção paravertebral com pouca dor e pouca inflamação. ❓ Qual deformidade típica da TB vertebral? 👉 Gibosidade (cifose angular). ❓ Tratamento padrão de espondilodiscite tuberculosa? 👉 Esquema RIPE por 9–12 meses. ⸻ 🟩 BLOCO I — DIFERENCIAL COM METÁSTASE ❓ Como está o disco na metástase vertebral? 👉 Preservado. ❓ Achado típico de metástase na RM? 👉 Infiltração do corpo vertebral com preservação do disco. ❓ Principais tumores que metastatizam para coluna? 👉 Mama, próstata, pulmão, rim, tireoide.
273
RUPTURA DE LAC Teste mais sensível ? Teste mais específico?
S: Lachman E: Pivot (👉 Redução súbita (“clunk”) da tíbia durante a flexão)
274
RUPTURA DE LCP
❓ Teste mais sensível para lesão do LCP? 👉 Gaveta posterior. ❓ Teste mais específico para LCP? 👉 Sag Sign / Godfrey.
275
Estratégia de Saúde da Família Ribeirinha
276
ESPOROTRICOSE Apresentação mais comum ?
Cutâneolinfática
277
TINEA CAPTIS
TINEA CAPITIS (ALTO RENDIMENTO) 🔬 ETIOLOGIA (EXTREMAMENTE COBRADO) ❓ Agente mais frequente no Brasil? 👉 Trichophyton tonsurans. ❓ Agente mais associado a querion? 👉 Microsporum canis. ❓ Qual o principal agente etiológico da tinea capitis em crianças? 👉 Microsporum canis (Causado por fungos dermatófitos de origem zoofílica — principalmente gatos e cães). ❓ E qual o agente mais comum nos EUA e Europa? 👉 Trichophyton tonsurans (antropofílico). ❓ Qual agente causa fluorescência verde no exame com lâmpada de Wood? 👉 Microsporum, principalmente M. canis e M. audouinii. ❓ Dermatófitos mais comuns em Tinea capitis: 👉 Microsporum (zoofílicos) 👉 Trichophyton (antropofílicos) ⸻ 🟧 EPIDEMIOLOGIA ❓ Faixa etária mais acometida? 👉 Crianças 3–10 anos. ❓ É contagiosa? 👉 Sim — contato direto, fômites, toalhas, escovas, animais. ⸻ 🟩 CLÍNICA ❓ Quais são as apresentações clínicas mais comuns? 👉 • Tinea capitis tonsurante (placas de alopecia com fios quebrados). • Tinea capitis microspórica (placas arredondadas, descamativas). • Querion de Celso (forma inflamatória intensa, dolorosa, supurativa). ❓ Querion é sinal de quê? 👉 Reação inflamatória intensa → geralmente por M. canis. ❓ Tinea capitis causa alopecia cicatricial? 👉 Não, exceto se houver tratamento tardio no querion. ⸻ 🟦 DIAGNÓSTICO ❓ Exame de escolha? 👉 Clínico + tricoscopia, mas: ❓ Exame confirmatório? 👉 Cultura em ágar Sabouraud. ❓ O que a lâmpada de Wood mostra? 👉 Fluorescência verde nos casos de Microsporum. ❓ Microscopia do fio no KOH? 👉 Hifas septadas + artroconídios. ⸻ 🟥 TRATAMENTO ❓ Tinea capitis é tratada com antifúngico tópico? 👉 Não, precisa de antifúngico SISTÊMICO. ❓ Tratamento de primeira linha em crianças? 👉 Griseofulvina por 6–8 semanas. ❓ Opções alternativas? 👉 • Terbinafina (melhor para Trichophyton). • Itraconazol. • Fluconazol. ❓ Usar corticosteroides em tinea capitis? 👉 Apenas no querion (curto prazo, para reduzir inflamação). ❓ Deve tratar contatos? 👉 Sim — com xampus antifúngicos (cetoconazol ou sulfeto de selênio).
278
MORTE MATERNA POR ABORTO OU SUICÍDIO É
OBSTÉTRICA DIRETA
279
CLASSIFICAÇÃO DE GARTLAND
280
MANGUITO ROTADOR Qual movimento faz cada músculo
Supraespinhal: abdução Infraespinhal: rotação externa Subescapular: rotação interna
281
DIFERENCIAIS DOR NO CALCANHAR
282
Criança com: • Baixa estatura desproporcional • Tórax em sino / escoliose / cifose • Genu valgo importante • Odontoide hipoplásico (instabilidade cervical) • Face tosca • Inteligência preservada • Opacidades corneanas
👉 Suspeita: Mucopolissacaridose tipo IV (Síndrome de Morquio). MORQUIOSSO
283
ACNE Classificação e tratamentos
284
MARCHA ATÓPICA
❓ O que é marcha atópica? 👉 Progressão de doenças alérgicas: dermatite atópica → alergia alimentar → asma → rinite. ❓ Primeira manifestação da marcha? 👉 Dermatite atópica. ❓ Quando surge alergia alimentar na marcha? 👉 No primeiro ano de vida. ❓ Doença respiratória que aparece depois? 👉 Asma, depois rinite. ❓ Proteína chave da barreira cutânea? 👉 Filagrina. ❓ Criança com DA grave tem risco aumentado de quê? 👉 Asma e rinite. ❓ A introdução precoce de alimentos alergênicos aumenta ou reduz risco de alergia? 👉 Reduz.
285
QUANTAS VÉRTEBRAS POR SEGMENTO
C7 T12 L5 S5
286
NEUROTRANSMISSOR DESEJO E EXCITAÇÃO
DOPAMINA
287
TTO MELANOMA DE ACORDO COM BRESLOW
- In situ: 0,5 - 1 cm - até 1 mm: 1 cm - 1 a 2 mm: 1 a 2 cm - ≥ 2 cm: 2 cm LS se ulceração ou ≥ 0,8 mm
288
GENOGRAMA 1. De que lado ficam o homem? 2. De que lado fica o filho mais velho? 3. Como representar natimorto, aborto induzido e espontâneo?
1. De que lado ficam o homem? ESQUERDA 2. De que lado fica o filho mais velho? ESQUERDA 3. Como representar natimorto, aborto induzido e espontâneo? - Natimorto: quadradinho com x - Espontâneo: bolinha pequena pintada (Pintado = esPontâneo) - Induzido: X pequeno (InduXido = X pequeno)
289
MORTE RELACIONADA A GRAVIDEZ
OBSTÉTRICAS + NÃO OBSTÉTRICAS
290
INERVAÇÃO DO PÉ Qual o principal nervo responsável pela irrigação do Hálux?
FIBULAR PROFUNDO
291
ERISIPELA X CELULITE Regiões acometidas?
ERISIPELA: até derme profunda CELULITE: Até subcutâneo
292
SUSPENSÃO DE DOACS PRÉ CX
293
DIABETES PÓS TRANSPLANTE
❓ O que é diabetes pós-transplante? 👉 Hiperglicemia persistente após transplante em paciente sem DM prévio. ❓ Imunossupressor mais diabetogênico? 👉 Tacrolimus. ❓ Papel dos corticoides na DMPT? 👉 Aumentam resistência à insulina e gliconeogênese. ❓ Quando a HbA1c NÃO é confiável? 👉 Nos primeiros 3 meses após o transplante. ❓ Melhor estratégia no pós-transplante imediato? 👉 Insulina. ❓ Fatores de risco para DMPT? 👉 Idade, obesidade, etnia, HCV, CMV, tacrolimus, corticoide. ❓ Ajustes recomendados na imunossupressão? 👉 Reduzir corticoide; trocar tacrolimus → ciclosporina se possível. ❓ Classe preferida em TFG baixa? 👉 iDPP-4 (linagliptina). ❓ Complicações da DMPT? 👉 Infecção, eventos cardiovasculares, rejeição.
294
LEUCEMIA DE CÉLULAS PILOSAS
❓ Qual achado hematológico mais comum da HCL? 👉 Pancitopenia, especialmente monocitopenia. ❓ Qual o sinal clínico mais típico? 👉 Esplenomegalia maciça, sem linfonodomegalia. ❓ O que significa “dry tap” na medula óssea? 👉 Falha na aspiração devido a fibrose — típico da HCL. ❓ Qual citoquímica clássica é positiva? 👉 TRAP positivo. ❓ Qual é o imunofenótipo característico? 👉 CD11c+, CD25+, CD103+ (tríade clássica). ❓ Qual mutação define a doença em quase todos os casos? 👉 BRAF V600E. ❓ Tratamento de primeira linha? 👉 Cladribina (análogo de purina). ❓ A linfonodomegalia é comum? 👉 Não (diferencial de outras leucemias). ❓ Melhor exame para confirmar o diagnóstico? 👉 Imunofenotipagem + biópsia de medula. ❓ Qual doença semelhante tem pior prognóstico e é CD25 negativa? 👉 HCL-v (Hairy Cell Leukemia variant).
295
FÁRMACOS PARA GOTA
296
INTERPRETAÇÃO TESTE HIDROGÊNIO EXPIRADO
297
TTO FIBROSE PULMONAR IDIOPÁTICA
❓ Tratamento de escolha para PIU/FPI? 👉 Pirfenidona ou Nintedanibe. ❓ Qual terapia piora a mortalidade? 👉 Prednisona + azatioprina + NAC. ❓ Corticoide funciona em PIU? 👉 Não. Não usar. ❓ PIU/FPI responde a imunossupressão? 👉 Não.
298
ESCORE NAS (PARA ESTEATO HEPATITE)
❓ Quais são os três componentes do NAS score? 👉 Esteatose, inflamação lobular e balonização. ❓ Qual a pontuação máxima do NAS? 👉 8 pontos. ❓ NAS ≥ 5 significa? 👉 NASH quase certo. ❓ Fibrose faz parte do NAS? 👉 NÃO (é avaliada separadamente). ❓ NAS 0–2 indica o quê? 👉 Não presente NASH.
299
NEUROMIELITE ÓPTICA
NEUROMIELITE ÓPTICA (NMO) (Formato ideal para Anki, apenas conteúdo realmente cobrado em prova.) ⸻ 🟦 BLOCO 1 — CONCEITO E EPIDEMIOLOGIA ❓ O que é Neuromielite Óptica? 👉 Doença autoimune do SNC caracterizada por neurite óptica e mielite transversa longitudinalmente extensa, mediada por anticorpos anti-AQP4. ⸻ ❓ Qual é a proteína alvo principal na NMO? 👉 Aquaporina-4 (AQP4) – anticorpos IgG específicos. ⸻ ❓ NMO é mais comum em qual sexo? 👉 Mulheres (≈ 80–90%). ⸻ ❓ Em que faixa etária costuma surgir? 👉 Adultos jovens a meia-idade (mediana 30–40 anos). ⸻ ⸻ 🟧 BLOCO 2 — MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS ❓ Triade clássica da NMO: 👉 Neurite óptica + mielite extensa + sorologia anti-AQP4 positiva. ⸻ ❓ Como é a neurite óptica típica da NMO? 👉 Grave, bilateral ou sequencial, com perda visual acentuada e recuperação ruim. ⸻ ❓ O que caracteriza a mielite na NMO? 👉 Lesão medular extensa ≥ 3 corpos vertebrais (LETM — longitudinally extensive transverse myelitis). ⸻ ❓ Sinais clínicos da mielite: 👉 Fraqueza, nível sensitivo, retenção urinária, dor neuropática, paraparesia. ⸻ ❓ Quais outras manifestações podem ocorrer? 👉 Área postrema (soluços, vômitos intratáveis), tronco cerebral, hipotálamo. ⸻ ⸻ 🟩 BLOCO 3 — DIAGNÓSTICO ❓ Exame laboratorial mais importante? 👉 Anticorpos anti-AQP4 (IgG). ⸻ ❓ Anti-AQP4 negativo exclui NMO? 👉 Não. Existe “NMO seronegativa” (alguns casos têm anti-MOG). ⸻ ❓ Outro anticorpo importante no diagnóstico diferencial? 👉 Anti-MOG, associado à MOGAD. ⸻ ❓ Como é a RM da medula na NMO? 👉 Lesão contínua extensa envolvendo ≥3 segmentos, centromedular. ⸻ ❓ Como é a RM do encéfalo na NMO? 👉 Normal ou com lesões típicas em áreas ricas em AQP4 (área postrema, hipotálamo). ⸻ ❓ Líquor ajuda? 👉 Pode mostrar pleocitose moderada e proteínas elevadas, mas sem bandas oligoclonais persistentes (diferente da EM). ⸻ ⸻ 🟥 BLOCO 4 — DIFERENCIAL COM ESCLEROSE MÚLTIPLA ❓ Qual achado da medula sugere mais NMO que EM? 👉 Lesão longitudinalmente extensa (≥3 corpos vertebrais). ⸻ ❓ BOC (bandas oligoclonais) são típicas de NMO? 👉 Não. A EM tem BOC persistentes em >90%; na NMO são ausentes ou transitórias. ⸻ ❓ Neurite óptica da EM vs NMO: 👉 EM: geralmente unilateral, parcial, boa recuperação. 👉 NMO: grave, bilateral, recuperação ruim. ⸻ ❓ Na RM encefálica, NMO costuma ter lesões típicas de EM? 👉 Não — lesões periventriculares em “mãos de Dawson” são típicas de EM, não NMO. ⸻ ⸻ 🟨 BLOCO 5 — TRATAMENTO (ALTÍSSIMO RENDIMENTO) ❓ Qual o tratamento das crises agudas? 👉 Metilprednisolona 1 g/dia por 3–5 dias, seguida de desmame. 👉 Se refratária: plasmaférese. ⸻ ❓ Tratamento de manutenção preferido (primeira linha)? 👉 Imunossupressão crônica, principalmente: • Rituximabe (anti-CD20) • Azatioprina • Micofenolato mofetil ⸻ ❓ Por que não usar interferon-beta ou fingolimode (drugs da EM)? 👉 Porque PIORAM a NMO. ⸻ ❓ Novas terapias aprovadas para NMO (anti-AQP4 positivas)? 👉 • Eculizumabe (anti-C5) • Inebilizumabe (anti-CD19) • Satralizumabe (anti-IL6R) ⸻ ⸻ 🟫 BLOCO 6 — PROGNÓSTICO E EVOLUÇÃO ❓ A NMO é monofásica ou recorrente? 👉 Geralmente recorrente. ⸻ ❓ Fatores de pior prognóstico? 👉 Anti-AQP4 positivo, sexo feminino, crises repetidas, recuperação incompleta. ⸻ ❓ O que mais compromete a vida funcional do paciente? 👉 Lesões medulares extensas → paraparesia/ paraplegia e distúrbios esfincterianos.
300
• “Hematúria microscópica persistente + história familiar + ausência de proteinúria”
Doença da membrana fina
301
ARTRITE REATIVA NA TB
DOENÇA DE PONSET
302
CONCEITOS SOBRE TRANSFUSÃO SANGUÍNEA 1. Conservar em quantos graus? 2. Tempo que pode ficar fora da geladeira 3. Pode add medicamento? 4. O que fazer se nao infundido no tempo? 5. Tempo de infusão 6. Se o componente for aberto, mas não infundido por completo 7. Validade na geladeira - hemácias - plaquetas
1. 1 a 6 graus celsius até o uso 2. No máximo 30 min 3. Não 4. Se nao infundido em 30 min devolver ao serviço de hemoterapia 5. 1 a 4 horas 6. Voltar para a geladeira e infundir em até 24h 7. - hemácias: 42 dias - plaquetas: 5 dias
303
TIPOS DE ENXERTO
304
DROGA CLASSE 1 PARA TRATAMENTO DE ICFER COM FÉ 40 - 50%?
DIURÉTICOS (FUROSEMIDA)
305
ÁREA CEREBRAL RESPONSÁVEIS PELOS MOVIMENTOS REACIONAIS AS EMOÇÕES
ÁREA MOTORA CINGULADA
306
TTO PARA ASCARIDÍASE EM GESTANTE
PIRANTEL (NÃO PODE BENDAZOL)
307
QUAL ANTIHELMÍNTICO NÃO USAR NA ANCILOSTOMIASE
IVERMECTINA
308
TESTE ESPECÍFICO PARA ESTRONGILOIDIASE
BAERMAN MORAES (VÊ LARVA, NÃO OVOS)
309
PERIOPERATÓRIO EM PACIENTES ENDOCRINOLÓGICOS
⸻ 🟥 BLOCO 1 — DIABETES MELLITUS (DM1 E DM2) ❓ Meta de glicemia no perioperatório segundo SBEM/ADA? 👉 140–180 mg/dL. ❓ O que fazer com antidiabéticos orais no pré-operatório? 👉 Suspender todos. Metformina: suspender 24–48h antes (risco de acidose láctica). Sulfonilureias: suspender no dia (risco de hipoglicemia). ❓ DM1: manejar insulinas no dia da cirurgia? 👉 Manter 50–80% da dose basais (NPH/Glargina). Suspender insulina rápida antes. ❓ DM2: quando iniciar insulina EV? 👉 Glicemia >180 mg/dL. ❓ Por que metformina deve ser suspensa antes de cirurgia/contraste? 👉 Risco de acidose láctica, pior se disfunção renal. ❓ Qual o risco cirúrgico mais importante do diabético? 👉 Infecção, hipoglicemia e eventos cardiovasculares. ❓ Qual o exame essencial pré-op no diabético? 👉 Eletrocardiograma (risco cardíaco). ⸻ 🟧 BLOCO 2 — DOENÇAS DA TIREOIDE ❓ Deve-se suspender levotiroxina no pré-operatório? 👉 NÃO. Manter até o dia da cirurgia. ❓ Pode operar pacientes com hipotireoidismo leve/moderado? 👉 Sim, se clinicamente compensados. ❓ Em qual situação a cirurgia deve ser adiada? 👉 Hipotireoidismo grave (mixedema) ou hipertireoidismo descompensado. ❓ Maior risco perioperatório no hipertireoidismo descompensado? 👉 Crise tireotóxica. ❓ Manejo pré-operatório do hipertireoidismo? 👉 Antitireoidianos + betabloqueador (propranolol). ❓ Conduta se paciente está em crise tireotóxica? 👉 Adiar cirurgia, tratar com: • Propiltiouracil • Propranolol • Iodo após antitireoidiano • Corticoide • Suporte intensivo ⸻ 🟫 BLOCO 3 — INSUFICIÊNCIA ADRENAL / USO DE CORTICOIDE ❓ Quem deve receber reposição de estresse? 👉 Quem usa >20 mg de prednisona/dia por >3 semanas. ❓ Cirurgia de pequeno porte — reposição? 👉 Dose habitual + 25 mg hidrocortisona EV. ❓ Cirurgia de médio porte — reposição? 👉 50 mg EV antes + 25 mg EV a cada 8h por 24h. ❓ Cirurgia de grande porte — reposição? 👉 100 mg EV antes + 50 mg EV a cada 8h, reduzindo em 2–3 dias. ❓ Risco se não fizer cobertura com esteroide? 👉 Crise adrenal: hipotensão refratária, choque, hiponatremia. ⸻ 🟪 BLOCO 4 — FEOCROMOCITOMA ❓ Qual o bloqueio farmacológico inicial? 👉 Bloqueio alfa (fenoxibenzamina ou doxazosina). ❓ Quando iniciar betabloqueador? 👉 Somente após bloqueio alfa adequado (para controlar taquicardia). ❓ Risco se iniciar beta antes do alfa? 👉 Crise hipertensiva grave (vasoconstrição não antagonizada). ❓ Qual a principal meta pré-operatória? 👉 Pressão controlada + expansão volêmica. ❓ Conduta no transoperatório? 👉 Evitar drogas simpatomiméticas; ter nitroprussiato disponível. ⸻ 🟩 BLOCO 5 — PARATIREOIDE / CÁLCIO ❓ Sinais clássicos de hipocalcemia pós-tireoidectomia? 👉 Chvostek, Trousseau, parestesias periorais. ❓ Conduta na hipocalcemia sintomática? 👉 Gluconato de cálcio EV. ❓ Risco de hipercalcemia no hiperparatireoidismo? 👉 Arritmias, confusão, pancreatite, poliúria. ❓ Monitorização no perioperatório de pacientes com hiperpara? 👉 Cálcio sérico, função renal e ECG.
310
Relação calórica proteína : gordura : glicose
20 : 30 : 50
311
FRATURA DE FACE
FRATURAS DE FACE (COMPLETOS E APROFUNDADOS) (Organizados por regiões anatômicas, mecanismos e condutas) ⸻ 🔵 1. CONCEITOS GERAIS ❓Qual é a fratura de face mais comum? 👉 Fratura nasal. ❓Qual é a principal causa de fraturas de face em adultos? 👉 Trauma interpessoal (agressão física). ❓Qual é a principal causa em crianças? 👉 Acidentes domésticos / quedas. ❓Quais estruturas devo avaliar em QUALQUER trauma de face? 👉 Vias aéreas, coluna cervical, visão, oclusão dental, epistaxe, LCR, nervos cranianos, posição ocular. ❓Qual é o exame de imagem de escolha para fratura de face? 👉 TC de face com cortes finos (padrão-ouro). ⸻ 🔵 2. FRATURA NASAL ❓Sinal clínico clássico de fratura nasal? 👉 Desvio, edema, epistaxe e dor local. ❓O que NÃO deve ser feito com o nariz ainda edemaciado? 👉 Redução imediata (esperar 3–5 dias para desinchar). ❓Qual exame solicitado? 👉 Diagnóstico é clínico (TC só se trauma complexo). ⸻ 🔵 3. FRATURAS DO COMPLEXO ZIGOMÁTICO (Arco zigomático / Malar) ❓Quais os 3 pilares de sustentação do zigoma? 👉 Margem orbitária, maxila e arco zigomático. ❓Sintomas clássicos? 👉 Passo ósseo na margem orbitária, parestesia infraorbital, trismo, deformidade malar. ❓Quando operar? 👉 Enoftalmia, limitação da abertura bucal, defeito estético importante ou instabilidade. ⸻ 🔵 4. FRATURAS DO COMPLEXO NASO-ÓRBITO-ETMOIDAL (NOE) ❓Achado clínico chave? 👉 Telecanto traumático (aumento da distância entre cantos mediais). ❓Qual ligamento pode ser rompido? 👉 Ligamento cantal medial. ❓Risco importante? 👉 Fístula liquórica + laceração dos ductos lacrimais. ⸻ 🔵 5. FRATURAS DE ORBITA / BLOWOUT ❓Mecanismo típico? 👉 Aumento súbito da pressão intraorbitária → fratura do assoalho. ❓Sinais clássicos de blowout? 👉 Diplopia vertical, enoftalmia, hipoestesia infraorbital, limitação do olhar para cima. ❓Quando operar? 👉 Enoftalmia >2 mm, aprisionamento muscular, diplopia persistente, grande defeito (>50% do assoalho). ⸻ 🔵 6. FRATURAS DO COMPLEXO LE FORT I, II E III ❓Qual é o padrão Le Fort I? 👉 Fratura horizontal, separando o palato da maxila. ❓Sintoma chave Le Fort I? 👉 Mobilidade do palato e dentes superiores em bloco. ❓O que caracteriza Le Fort II? 👉 Fratura piramidal (bordas orbitárias inferiores + maxila). ❓Sinal de Le Fort II? 👉 Edema infraorbitário + mobilidade do terço médio. ❓O que caracteriza Le Fort III? 👉 Disjunção craniofacial (descolamento total do terço médio da face). ❓Sinal clínico de Le Fort III? 👉 Mobilidade facial global / face alongada, telecanto, instabilidade grave. ❓Exame de escolha? 👉 TC 3D. ⸻ 🔵 7. FRATURAS DE MANDÍBULA ❓Local mais comum de fratura mandibular? 👉 Côndilo mandibular. ❓Quais fraturas mandibulares geram maloclusão? 👉 Ângulo, corpo, sínfise. ❓Sinal clínico clássico de fratura de côndilo? 👉 Mordida cruzada / desvio do mento ao abrir a boca. ❓Quando operar (fixação interna rígida)? 👉 Desvio significativo, maloclusão, fraturas bilaterais ou expostas. ⸻ 🔵 8. FRATURAS DO COMPLEXO FRONTO-ORBITAL ❓Complicação mais temida? 👉 Fístula liquórica e risco de meningite. ❓Achado clínico? 👉 Embolia aérea nas seios + telecanto se NOE associado. ❓Quando indicar neurocirurgia? 👉 Se fratura posterior do seio frontal envolvida. ⸻ 🔵 9. SINAIS CLÁSSICOS QUE DESPENCAM EM PROVA ❓Sinal do “passo” (step-off)? 👉 Irregularidade óssea palpável na órbita / zigoma. ❓Sinal do “globo preso”? 👉 Indica aprisionamento muscular em fratura de órbita. ❓Epistaxe + rinorreia clara? 👉 Fístula liquórica (fratura de base anterior). ❓Equimose periorbitária bilateral (“olhos de guaxinim”)? 👉 Fratura de base anterior do crânio. ❓Sinal de Battle? 👉 Equimose retroauricular → fratura de base posterior. ⸻ 🔵 10. PRINCIPAIS INDICAÇÕES CIRÚRGICAS NAS FRATURAS DE FACE ❓Quais fraturas são cirúrgicas na maioria das vezes? 👉 Le Fort II e III, blowout com aprisionamento, zigoma deslocado, mandíbula com maloclusão. ❓Quais fraturas podem ser tratadas de forma conservadora? 👉 Nasal sem desvio, zigoma não deslocado, mandíbula não desviada. ⸻ 🔵 11. COMPLICAÇÕES MAIS COBRADAS ❓Fratura nasal — complicação? 👉 Hematoma septal → necrose → deformidade em sela. ❓Fratura de órbita — complicação? 👉 Enoftalmia, diplopia, neuropatia do infraorbital. ❓Fratura de NOE — complicação? 👉 Telecanto permanente. ❓Fratura de maxila — complicação? 👉 Maloclusão. ❓Fratura de mandíbula — complicação? 👉 Pseudoartrose, maloclusão, limitação da abertura bucal.
312
ARTÉRIAS EPIGÁSTIRCAS INFERIORES SÃO RAMOS DA
ILÍACA EXTERNA
313
ANATOMIA RENAL
ANATOMIA RENAL (Completo e Essencial) ⸻ 🔵 Morfologia Geral ❓ Qual a localização dos rins? 👉 Retroperitoneal, entre T12 e L3 (o direito é mais baixo). ❓ Qual é a face anterior coberta pelo fígado, duodeno e cólon? 👉 RIM DIREITO. ❓ Qual é a cobertura anterior do rim esquerdo? 👉 Estômago, baço, pâncreas, cólon. ❓ Quantos cm mede um rim normal? 👉 Cerca de 10–12 cm. ⸻ 🔵 Vascularização ❓ Qual artéria irriga cada rim? 👉 Artéria renal, ramo da aorta abdominal. ❓ Qual vaso renal chega primeiro ao hilo: veia ou artéria? 👉 VEIA renal (mais anterior no hilo). ❓ Qual veia renal é mais longa? 👉 Veia renal esquerda — atravessa em frente à aorta. ❓ O que é a síndrome do Quebra-Nozes? 👉 Compressão da veia renal esquerda entre aorta e artéria mesentérica superior. ❓ Ramos da artéria renal dentro do rim seguem qual ordem? 👉 Segmentares → Interlobares → Arqueadas → Interlobulares. ⸻ 🔵 Hilo e Relações ❓ Qual é a ordem ântero-posterior das estruturas no hilo renal? 👉 Veia → Artéria → Pelve renal. ❓ O que é o seio renal? 👉 Cavidade interna onde ficam cálices, pelve, vasos e gordura. ⸻ 🔵 Sistema Coletor ❓ O que forma a pelve renal? 👉 Junção de 2–3 cálices maiores (formados por cálices menores). ❓ A transição pelve → ureter ocorre onde? 👉 Na junção ureteropélvica (JUP). ❓ Quais os 3 estreitamentos naturais do ureter? 👉 JUP, cruzamento dos vasos ilíacos, junção ureterovesical. ⸻ 🔵 Histologia Renal ❓ Unidade funcional básica do rim? 👉 Néfron. ❓ O que compõe o néfron? 👉 Glomérulo + cápsula de Bowman + túbulos (proximal, alça de Henle, distal, ducto coletor). ❓ Onde ocorre a maior reabsorção tubular? 👉 Túbulo contorcido proximal (65%). ❓ Onde ocorre a concentração urinária? 👉 Alça de Henle e ducto coletor (ação da ADH). ⸻ 🔵 Nervos e Inervação ❓ A inervação renal é simpática ou parassimpática? 👉 Predominantemente simpática (T10–L1). ❓ O que faz a estimulação simpática renal? 👉 Vasoconstrição e ↑ liberação de renina. ⸻ 🔵 Camadas Renais ❓ Quais são as camadas ao redor do rim (de dentro para fora)? 👉 Cápsula renal → Gordura perirrenal → Fáscia de Gerota → Gordura pararrenal. ❓ O que contém a fáscia de Gerota? 👉 Rim + suprarrenal + gordura perirrenal (importante para TNM). ⸻ 🔵 Glândula Suprarrenal ❓ Quais partes do rim fazem contato direto com a suprarrenal? 👉 Polo superior de ambos, mais íntimo no direito. ❓ Quais são as zonas do córtex adrenal? 👉 Glomerulosa (aldosterona) → Fasciculada (cortisol) → Reticulada (andrógenos). ⸻ 🔵 Particularidades Clínicas importantes para PROVA ❓ Qual rim é mais frequentemente lesionado em trauma? 👉 Direito (mais baixo e menos protegido). ❓ Qual é o rim transplantado preferencialmente? 👉 Esquerdo (veia renal mais longa → facilita anastomose). ❓ Cálculo urinário causa dor em qual dermatomo? 👉 T11–L2 (dor lombar irradiada para flanco e virilha). ❓ Qual estrutura é imediatamente posterior ao rim? 👉 Diafragma + músculos paravertebrais (psoas, quadrado lombar).
314
CLASSIFICAÇÃO DE SARIN VEG
315
SÍNDROME DE DUNBAR
SD. DO LIGAMENTO ARQUEADO (DIAFRAGMA)
316
SÍNDROME DE HAMMAN
“Pneumomediastino espontâneo benigno com dor torácica e enfisema subcutâneo”.
317
MELANOMA
318
CONDUTA SE DERRAME PLEURAL DE REPETIÇÃO EM PACIENTE COM MAU ESTADO CLÍNICO
TORACOCENTESE SERIADA (PLEURODESE NÃO)
319
ESCORE DE ALVARADO
320
Linfoma mais associado a sjogren
MALT
321
HIT TIPO 1 X 2