Equipamentos Flashcards

(126 cards)

1
Q

Ordem de fidedignidade dos valores medidos pelo método oscilométrico

A

PAM (valor que realmente o método mede) > PAD > PAS

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2
Q

Características do sistema de PAI após perturbação (onda quadrada / flush test)

A
  1. Frequência natural - rapidez com que o sistema oscila após perturbação
  2. Coeficiente de amortecimento - rapidez com que o sistema retorna ao repouso
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3
Q

Características do sistema de PAI superamortecido (overdamping)

A
  1. Sem oscilações
  2. Subestima a PAS e superestima a PAD (PAM tende a ser mantida)
  3. Possíveis causas:
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4
Q

Características do sistema subamortecido (underdamping)

A
  1. Superestima a PAS e subestima a PAD (PAM tende a se manter)
  2. 3 ou mais oscilações passando da linha de base
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5
Q

Causa de subamortecimento

A
  1. Equipo grande
  2. Excesso three way
  3. Taquicardia
  4. DC elevado
  5. Hipotermia
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6
Q

Causas de superamortecimento

A
  1. Coagulo
  2. Bolha de ar
  3. Conexão solta
  4. Dobras no equipo
  5. Espasmo arterial
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7
Q

Características do aparelho ideal de monitorização de BNM

A
  1. Estímulo supramaximo
  2. Calibração (1Hz)
  3. Onda monofásica retangular
  4. Comp. Pulso < 0,2/0,3 ms
  5. Corrente constante (60-70mA)
  6. Ter os 5 padrões de estimulação
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8
Q

Posição dos eletrodos na monitorização do BNM

A

Negativo distal e positivo proximal

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9
Q

Principais locais para posicionamento dos eletrodos e músculos testados

A

PROCURAR UMA FOTO COM TODOS ELES

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10
Q

Métodos para monitorização do músculo

A
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11
Q

Método padrão ouro para monitorização muscular e o mais usado

A
  1. PO: mecanomiografia, mas aparelho grande e pouco prático.
  2. Mais usado: aceleromiografia, aparelho barato e prático, todavia pode superestimar valores em 15%( TOF > 1)
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12
Q

Lei de Beer Lambert

A

Rege as aferições espectrofotometricas (oximetria e capnografia)

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13
Q

Fórmula para cálculo do comprimento de onda absorvido

A

AC660/DC660 / AC940/DC940 = R
* R = 1 = Sat 85%

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14
Q

Valores em que o oxímetro tem maior fidedignidade

A

Entre 70 e 100 % (valores em que o R foi testado )

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15
Q

Principal relação de PaO2 e Sat clinicamente relevante

A

Sat 90% = PaO2 60mmHg

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16
Q

O paciente que fuma MUITO pode ter níveis de carboxihemoglobina de até 8%, falseando a saturação para mais

A

Verdadeiro

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17
Q

Diferenca do oxímetro comum para o co-oxímetro

A
  1. Oxímetro mede a Sat FUNCIONAL: HbO2 e Hb
    2 Co-oximetro mede a FRACIONAL: HbO, Hb MetHb, COHb e SHb
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18
Q

Efeitos da hiperbilirrubinemia na oximetria

A
  1. No geral, não interfere
  2. Se níveis muito altos, pode interferir, principalmente no co-oximetro, pois ele lê como MetHb e COHb
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19
Q

Efeito penumbra

A

Oxímetro mal posicionado e luz passando direto
* Vai tender a marcar 85% pois R= 1

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20
Q

Cálculo da quantidade de O2 no alvéolo

A
  • R aproximadamente 0,8 (a cada 10 moléculas de O2 voltam 8 CO2)
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21
Q

Fases da capnometria

A
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22
Q

Padrões alternativos de capnografia

A
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23
Q

Fatores que o BIS utiliza para seu cálculo

A
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24
Q

Para que serve o EMG do BIS e qual o valor de referência

A
  1. Pode estimar certo nível de atividade SUBcortical (tronco encefálico)
  2. 30 a 50 (55 em algumas fontes) dB (atividade do m. facial)
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25
Espectrofotograma dexmedetomidina sedação profunda / anestesia geral
26
Espectrofotograna dexmedetomidina sedação leve
27
Espectrofotograna sevoflurano (halogenados)
28
Espectrofotograma propício (agonistas GABA)
29
Espectrofotograma cetamina
30
Espectrofotograma do surto-supressão
31
Linhas do espectrofotograma
1. Branca: SEF 95 2. Roxa: MF (linha mediana), 50 % está abaixo
32
Porção mais vulnerável a vazamentos e quebras do circuito de anestesia
Sistema de baixa pressão: 1-Valvulas de controle de fluxo 2-Fluxometros 3-Vaporizador
33
Angulo alfa da capnografia
Angulo entre a fase 2 e 3. * Aumenta quanto maior for o distúrbio V/Q
34
Margem de erro da oximetria de pulso
+ ou - 5%.
35
Nível de anemia que pode gerar erro na oximetria
Hb < 5 ou Ht < 20-22
36
Montagens de circuito que não são permitidas por causa reinalação de CO2
1. FGF entre pct e v. expiratória 2. Balão entre pct e v. expiratória 3. Balão entre pct e v. inspiratória 4. APL entre pct e v inspiratória.
37
Sistema de prevenção de erros de conexão nos circuitos
1. DISS (diâmetro) - previne erros de conexão entre linhas de fornecimento de gases. 2. PISS (diferentes posições de plugues) - evitar conexão incorreta dos cilindros de gás.
38
Fatores que aumentam a produção do composto A
1. Baixo FG ou sistema fechado 2. Alto sevoflurano 3. Alta T 4. Exposição prolongada 5. Baixa umidade
39
Capnograma de VOLUME
40
Potenciais evocados
* Como são utilizados e quais os valores de referência * Qual o melhor para monitorização anestésica (AUDITIVOS?) 1. Auditivo: 60-30 leve; 30-15 profundo; <15 muito profundo
41
Como funciona a oximetria de refletância
42
Evidências do teste de Allen
Somente para angiografia e enxerto de bypass
43
Quantidade de O2 liberado ao fazer o flush
Aproximadamente 60L
44
Preparo do sistema de PAI heparinizado
45
VPS
VSP é frequentemente subdividida em componentes inspiratórios e expiratórios medindo o aumento (Δ Up) e a diminuição (Δ Down) na pressão sistólica em relação à pressão basal apneica expiratória final. Em um paciente em VM, a VSP normal é de 7 a 10 mm Hg, com Δ Up sendo de 2 a 4 mm Hg e Δ Down sendo de 5 a 6 mm Hg. Valores maiores que esses (principalmente no componente Δ Down) são considerados indicativos de hipovolemia e os pacientes seriam, então, "responsivos ao volume".
46
Temperatura do capnografo para funcionamento adequado
Os capnógrafos precisam ser AQUECIDOS a 40ºC para prevenir que condensação de vapor d´água dentro da célula de medição; isso, porque a água também absorve luz infravermelha e pode gerar medidas falsamente aumentadas de CO2.
47
Por que o dispositivo de assistência ventricular altera a oximetria
o fluxo sanguíneo não-pultásil fornecido pelo dispositivo de assistência ventricular compromete a capacidade do oxímetro de separar para análise o componente arterial (pulsátil) do componente não-pulsáti
48
Outro nome para vaporizador calibrado
By-pass variável
49
Quais os valores de FGF que podem prejudicar a oferta de vapor nos vaporizadores calibrados
Os calibrados tendem a manter a concentração estável, todavia nos extremos de fluxo a precisão do vaporizador é realmente prejudicada. Com taxas de fluxo abaixo de 250 mL/min, a concentração é ligeiramente menor que a esperada, devido à alta densidade dos anestésicos voláteis. Turbulência insuficiente é gerada na câmara de vaporização e não consegue “empurrar” as moléculas de anestésico efetivamente. Em altas taxas de fluxo (15 L/min), a concentração também é um pouco menor que a prevista. Essa discrepância se deve a (1) resfriamento do anestésico durante a evaporação rápida, (2) mistura incompleta entre fluxo de gás fresco e anestésico volátil e (3) o fluxo através da câmara de vaporização é tão rápido que o ar ali presente, que normalmente está saturado de anestésico, perde essa propriedade.
50
Alta concentração de óxido nitroso como agente carreador aumenta a concentração do anestésico
Falso, por ser muito solúvel, uma parte é absorvida. A mudança no gás carreador de oxigênio a 100% para de óxido nitroso a 100% resulta em súbita diminuição no percentual de entrega do halotano, seguida por um lento aumento para um novo valor de estado estável.
51
Diferença de funcionamento entre os vaporizadores universais e calibrados
O vapor de anestésico é produzido pela passagem do fluxo de gás através do líquido anestésico (não da câmara de vaporização, como é visto nos vaporizadores de by-pass variável) por meio de pequenos orifícios. Isso gera microbolhas e cada uma é tem uma quantidade de gás saturada de anestésico e que se dirige à superfície do líquido.
52
O espaço intergranular da cal sodada deve ser de pelo menos 1 volume corrente
Verdadeiro
53
Quando o PODER TOTAL do espectrograma atinge seu valor máximo
6 a 8 anos de idade
54
Espectrofotograma de acordo com a idade
55
Por que BNM pode diminuir o BIS
Devido a diminuição da EMG
56
Espectrofotograma do N2O
57
Duração clinica e farmacologica do BNM pelo estímulo simples
Clinica: até T1/Tc 25% Farmacológica: até T1/Tc 95%
58
Padrão do EEG que está relacionado a amnésia
Aparecimento de ondas beta
59
Sulfemoglobina
A sulfemoglobina absorve mais luz a 660 nm que a hemoglobina reduzida e a metemoglobina. Sua absorbância em 940 nm é desconhecida. É causada pela ingestão de drogas oxidantes (por exemplo, dapsona, sulfonamidas, metoclopramida e nitratos). Os pacientes apresentam-se de forma semelhante àqueles com metemoglobinemia (cianose e PaO2 normal), mas ao contrário da metemoglobina, a sulfemoglobina aumenta a liberação de oxigênio à partir da hemoglobina normal, de modo que os efeitos adversos normalmente não são clinicamente significativos, como ocorre na metemoglobinemia. Níveis altos podem reduzir falsamente a SpO2,tendendo para 85%, semelhante à metemoglobina. Os pacientes não respondem à terapia com azul de metileno.
60
Componentes da onda de pulso
(1) curva ascendente sistólica (2) pico sistólico (3) declínio sistólico (4) nó dicrótico (5) escoamento diastólico (6) pressão diastólica final
61
Elastancia arterial dinamica (Eadyn)
VPP/VVS * indicador do tônus arterial que é capaz de prever a pressão arterial dependente de norepinefrina (elastancia baixa < 0,8).
62
Análise do fluxo mitral pelo ECO
1. Janela apical 2 ou 4 câmaras 2. Onda E: enchimento ventricular precoce. 3. Onda A: sístole atrial 4. A relação normal entre as ondas E e A é maior que 1 5. Disfunção diastólica - grau I (EA, normaliza devido a sobrecarga de AE), grau III (E>>A, relação acima de 2)
63
Colocar foto da evolução do doppler transcraniano
64
Influência dos anestésicos nos PÉ
65
De quanto em quanto tempo a saturação venosa de bulbo jugular precisa ser calibrada
8 a 12h
66
A monitorização da temperatura axilar, próximo à artéria axilar, com o braço aduzido, pode ser utilizada e apresenta melhor correlação com a temperatura central em crianças.
Verdadeiro
67
Onda H da PVC em baixa complacência
curva depois da onda V. O *, às vezes chamado de onda H, representa o aumento rápido da pressão atrial, mediado pelo enchimento do átrio após a contração ventricular, seguido de interrupção abrupta do enchimento por conta baixa complacência, formando um PLATÔ.
68
Local de posicionamento do transdutor para PVC
QUARTO ESPAÇO INTERCOSTAL LINHA AXILAR MÉDIA - Atrio esquerdo * Miller, 9ª edição, traz que o melhor modo de nivelar o transdutor para obter medições precisas da PVC é alinhar a torneira de parada (não o transdutor) em um ponto 5 cm abaixo do ângulo esternal - Raiz da aorta, ao contrário da linha axilar média mais comumente usada axilar no quarto espaço intercostal.
69
Variáveis dinâmicas para fluidorresponsividade
1. variações de pressão de pulso > 12% 2.volume sistólico > 10% 3. pressão sistólica 10 mmHg 4.variação da área sistólica-diastólica > 16% 5. pico velocidade – Aorta > 12%
70
Alterações do EEG no idoso
1. Reduções nas amplitudes de EEG em todas as frequências, 2. Achatamento da inclinação do espectro de potência em aproximadamente 20% 3. Aumento na complexidade do sinal devido à redução da inclinação do espectro 4. Aumento da probabilidade de surto supressão
71
Especificidades do BIS no idoso
1. Valores relativamente altos mesmo com níveis adequados de anestesia - Titular anestésicos até ondas lenta ou ondas delta significativas em EEG - Diminuir se SS
72
Padrão de EEG que pode acontecer em neonatos
tracé-alternant - padrão benigino diferente do SS -Frequencias mistas com amplitudes entre 25 e 50
73
Padrão do EEG em menores de 12 meses
74
Peep acima de 10 pode interferir na POAP
Verdadeiro. Quando PAE passa de 15, a correlacao com a POAP se distancia
75
A pressão do AE pode se distanciar da PoAP em quais situações
1. Pressão no AE acima de 15 2. Peep acima de 10
76
O que significa aquela pontinha maior na fase 3 da capnografia ( fase 4’ ?)
Miller teoriza que primeiro esvaziam os alvéolos mal perfundidos e depois os bem * se o pico acontece em uma capnografia baixa, pode ser vazamento na linha ( na hora que inspira, pressuriza o sistema)
77
Capnografia do transplante mono pulmonar
Dois picos, um no começo e outro no fim da fase 3 ( primeiro esvazia um depois o outro )
78
O dP/dt (taxa de variação da pressão ao longo do tempo) é um índice da contratilidade do ventrículo esquerdo (VE) que mede a rapidez com que a pressão dentro do VE aumenta durante a contração isovolumétrica
- Pode ser avaliado por ecocardiograma, medindo o tempo necessário para a velocidade de regurgitação mitral aumentar entre 1 m/s e 3 m/s - dPm/dt normal do VE é > 1200 mmHg/s . - Um dP/dt máx. inferior a 500 mmHg/s pode indicar disfunção sistólica do VE.
79
Diferença entre usar os eletrodos do potencial evocado motor epidural e no nervo periferico
Só uso epidural em cirurgia de tumor medular porque precisa do acesso cirúrgico. Se a onda D do epidural estiver mantida, mesmo perdendo a do periferico, a cirurgia pode continuar. Provavelmente o paciente acordará com déficit, mas irá recuperar em até 6m
80
Como funciona a ECMO
81
Sindrome de Alerquim na ECMO
82
NIRS
1. Comprimentos de onda variam entre 685 e 880 2. Avalia todo o sinal retornado, de modo que a pulsatilidade dos componentes do tecido não é necessária 3. Em geral, os fabricantes assumem uma relação arterial-venosa fixa, variando de 25% a 30% para o volume de sangue arterial e de 70% a 75% para o volume de sangue cortical venoso em seus algoritmos 4. um critério amplamente utilizado para definir "dessaturação" é uma redução de >20% em relação à linha de base ou um valor absoluto de <50%. 5. cromóforos, como a bilirrubina e a melanina, podem interferir na medição da oxigenação dos tecidos.
83
Efeito da fenilefrina no NIRS
ScO2 frequentemente diminui paradoxalmente após bolus de fenilefrina com o objetivo de aumentar a pressão arterial. Esse fenômeno já causou alguma confusão, mas agora acredita-se que se deva à redução do fluxo sanguíneo extracraniano induzida pela fenilefrina e à diminuição da relação entre o volume sanguíneo intracraniano arterial e venoso, não à isquemia cerebral genuína
84
NIRS na endarterectomia
1. Ao comparar as quedas na ScO2 com avaliações neurológicas em pacientes acordados, sugeriu-se que uma queda de 20% da ScO2 basal após o pinçamento da carótida está associada à hipoperfusão cerebral sintomática, o que leva à inserção de um shunt 2. Uma redução nos valores de oximetria cerebral superior a 12% em relação ao valor pré-operatório basal foi identificada como um indicador confiável, sensível e específico de isquemia cerebral
85
Algoritmo para correção após alteração no NIRS
86
EEG não detecta isquemia em regiões subcorticais
Verdadeiro
87
Diferença entre EMG e potenciais evocados motores
* triggered EMG
88
Criterios para potenciais evocados
1. SSEPs - redução de 50% na amplitude ou 10% na latência. em 2019 ISIN recomenda alertar qualquer queda obvia na amplitude, principalmente abrupta e frontal. 2. MEPS e BAEPS - pouca evidência. Maioria considera redução de 50% na amplitude
89
BAEPs/PEATEs
* A avaliação dos PEATEs geralmente se concentra nas ondas I, III e V, que se acredita serem geradas perto de estruturas específicas do tronco encefálico. A onda I provém do VIII nervo craniano, a onda III da parte inferior da ponte e a onda V provém da proximidade do colículo inferior (mesencéfalo)
90
VEPs
A utilidade do monitoramento do VEP não foi estabelecida, e preocupações foram levantadas de que os métodos de estimulação tradicionais não produzem respostas que seguem o caminho da visão útil
91
MEPs
* Pode ser medida no espaço peridural como ondas D (diretas) e I (indiretas) ou como um potencial de ação muscular composto (CMAP).
92
SSEPs
93
Reflexo-H
1. Reflexo de Hoffmann pode ser usado como um complemento à avaliação do trato motor. 2. reflexo verdadeiro com um arco aferente mediado por fibras grandes e de condução rápida do grupo 1a e um arco eferente mediado por neurônios motores alfa. 3. provocado pela estimulação elétrica de um nervo periférico misto aferente e, em seguida, registrando a resposta muscular. Mais comumente, o nervo tibial é estimulado, com registro dos músculos gastrocnêmio ou sóleo. 4. pode ser monitorado abaixo do nível onde termina a medula espinhal (onde os MEPs podem ser menos úteis) e em alguns pacientes nos quais o MEP não pode ser monitorado 5. Ele monitora a via do reflexo e pode ser suprimido por lesão de tratos motores mais cefálicos. 6. A sensibilidade e a especificidade não foram totalmente exploradas.
94
Sensibilidade a anestésicos
VEP > MEP > SSEP > PEATE ????
95
Anestésicos inalatórios e EEG
1. aumento inicial na frequência do EEG frontal (em 0,3% de isoflurano) 2. diminuição da frequência e aumento da amplitude em doses mais altas (por exemplo, com ≥0,9% de isoflurano) 3. supressão de explosão em cerca de 1,5 concentração alveolar mínima (CAM) e silêncio elétrico em doses ainda mais altas * O sevoflurano pode produzir atividade convulsiva com indução de máscara em altas doses
96
Inalatórios e SSEP
1. Para pacientes sem patologia neurológica, SSEPs adequados geralmente podem ser registrados em 0,5 a 1 CAM 2. para pacientes com qualquer grau de comprometimento neurológico basal, mesmo baixos níveis de agentes inalatórios podem abolir potenciais
97
Inalatórios e MEP
1. afetadas até mesmo por concentrações muito baixas de agentes anestésicos voláteis. 2. Em geral, a anestesia venosa total (AIVT) facilita o monitoramento. *No entanto, agentes inalatórios a 0,5 CAM ou menos podem ser usados em muitos pacientes, especialmente durante a cirurgia intracraniana
98
Inalatórios e PEATE
Os PEATE são mais resistentes. No entanto, um estudo prospectivo cruzado descobriu que o teste de resposta auditiva do tronco encefálico em crianças levou a menos falsos positivos para perda auditiva quando a anestesia foi mantida com propofol em vez de sevoflurano
99
Inalatórios e VEP
Os VEPs são sensíveis aos anestésicos inalatórios. No entanto, em um estudo randomizado de 60 pacientes submetidos à cirurgia da coluna vertebral com monitoramento de VEP, as amplitudes de VEP flash foram semelhantes em pacientes que receberam um anestésico balanceado com sevoflurano, propofol e remifentanil a 0,5 MAC versus um anestésico intravenoso total (TIVA) de propofol e remifentanil em profundidades anestésicas semelhantes
100
Neuromonitorização e N2O
1. diminuição na amplitude e em algumas frequências (alfa) no EEG, mas leva à ativação de outras faixas de frequência (beta alto) 2. Os efeitos do óxido nitroso no EEG quando combinado com outros agentes anestésicos podem variar, mas muitas vezes podem resultar em efeitos aditivos
101
Neuromonitorização e propofol
Diminui a amplitude de forma dose-dependente
102
Neuromonitorização e barbituricos
1. SSEP não são afetadas 2. MEP são bastante sensíveis à maioria dos barbitúricos, no entanto, o monitoramento MEP foi conduzido com sucesso durante a AIVT com metoexital. Pequenas doses de metoexital aumentam a atividade do EEG e têm sido usadas para identificar focos de convulsão.
103
Neuromonitorização de benzodiazepinicos
As respostas SSEP e MEP não são afetadas pela administração de benzodiazepínicos em doses baixas usadas para pré-medicação e amnésia
104
Neuromonitorização e cetamina
- aumentar a amplitude cortical de SSEP e MEP e reverter parcialmente o efeito depressivo do N2O em SSEPs - A cetamina pode ser usada com segurança como agente adjuvante como um bolus de 0,25 a 0,5 mg / kg IV, seguido de infusão a 0,25 a 0,5 mg / kg / hora IV - doses maiores em bolus (1 mg / kg) de cetamina demonstraram diminuir a amplitude do MEP - Pode evocar convulsoes em pacientes com epilepsia
105
Etomidato e neuromonitorização
- aumenta a amplitude dos registros corticais de SSEP sem alterações nos potenciais evocados periféricos ou respostas subcorticais e nas respostas musculares do MEP
106
Dexmedetomidina e neuromonitorização
- Literatura conflitante - SSEPs e MEPs foram registrados em doses mais baixas, mas os registros de MEP podem ser perdidos em doses mais altas. Em um estudo retrospectivo da infusão de dexmedetomidina durante a cirurgia pediátrica da coluna, mesmo a infusão de baixa dose reduziu a amplitude da MEP. O efeito da dexmedetomidina na PESS é mínimo. - pode ser administrada como uma infusão de baixa dose (0,3 a 0,5 mcg / kg / h) com impacto mínimo em MEPs e SSEPs - Cuidado com o acumulo em cirurgias longas
107
Opioides e neuromonitorização
- depressão pequena e dose-dependente das respostas SSEP e MEP, embora mesmo em doses muito altas de opioides, os potenciais evocados possam ser registrados - foi relatado que uma dose de infusão extremamente alta de remifentanil (0,8 mcg / kg / min) leva a uma diminuição de 20 a 80 por cento na amplitude do SSEP e nenhuma mudança significativa na latência do SSEP - Os opioides tendem a produzir ondas lentas de alta amplitude no EEG.
108
Lidocaina e neuromonitorização
- parece que a lidocaína pode ser usada como parte da anestesia IV sem interferência - a adição de lidocaína ao N2O anestesia O foi associada à redução da amplitude e aumento da latência do PESS - Embora altas doses de lidocaína sejam pró-convulsivantes, baixas doses são anticonvulsivantes e infusões têm sido usadas para tratar o estado de mal epiléptico
109
Como conduzir em caso de necessidade de BNM e neuromonitorização
O grau de paralisia deve ser monitorado, geralmente com o TOF visando duas de quatro contrações ou uma única contração de 10 a 20 por cento da linha de base
110
Temperatura e monitorização em pacientes resfriados
As formas de onda MEP podem ser detectadas durante a hipotermia para temperaturas centrais de 31 a 34 ° C, com latências crescentes e limiar de estimulação abaixo de 32 ° C
111
Hematocrito e monitorização
As latências aumentaram com hematócritos de 10 a 15 por cento, e com aqueles abaixo de 10 por cento, as amplitudes diminuíram e as latências aumentaram ainda mais
112
Premedicação e neuromonitorização
Os pacientes podem ser pré-medicados da maneira usual (por exemplo, midazolam 0,01 a 0,02 mg / kg, fentanil 1 a 2 mcg / kg). Os benzodiazepínicos são totalmente evitados para monitoramento de ECoG
113
Quando a EMG é a única forma de monitorização pode usar halogenado ate 1,5 CAM
Verdadeiro - UPTODATE
114
Cuidados quando usar EEG ou ECoG
Quando o EEG está sendo usado durante a cirurgia para identificar um foco de convulsão, os agentes inalatórios são limitados (p. ex., agente inalatório de 0.5 CAM), os benzodiazepínicos são totalmente evitados e o propofol é evitado durante o período de monitoramento
115
Como aumentar as descargas epileptiformes farmacologicamente
- alfentanil 20 a 100 mcg/kg IV - metoexital (25 a 50 mg IV) - etomidato (0,2 mg / kg)
116
Quando a supressão do burst é necessária durante a clipagem do aneurisma, o que fazer ?
titulamos o propofol para o registro do EEG (por exemplo, aumentamos a infusão de propofol para 150 mcg/kg/min); após a tosquiatura do aneurisma, descontinuamos o propofol e administramos remifentanil 0,1 a 0,3 mcg/kg/min e um agente inalatório de CAM 0,5 pelo restante do caso - UPTODATE
117
Onda a em canhão
Sinal de dissociação atrioventricular
118
PVC da regurgitação tricúspide
Onda c-v alta (onda ventricularizada)
119
PVC estenose tricúspide
Onda a alta e descenso y atenuado
120
Água pulmonar extravascular - RESUMO
121
Curvas de PAI
1. Cardiomiopatia hipertrofica- spike and dome 2. Estenose aortica- parvus e tardus (triangulo) 3. Insuficiencia aortica- bisferiens (orelha de coelho) 4. Disfunção sistólica grave VE -pulsus alternans 5. Tamponamento cardíaco - Pulso paradoxal
122
Teste da oclusao respiratoria ao final da expiracao
1. Aumento do DC >= 5% 2. Validado em arritmias ou baixa complacencia do sistema ventilatorio 3. 15s
123
Alteracoes na curva de vd e pap
1. Efeito hangout - normal 2. Efeito hangout atrasado - disfuncao diastólica leve 3. Sinal da raiz quadrada - disfuncao diastolica grave
124
Alterações no EEG de acordo com o fluxo sanguíneo cerebral
125
VDFVD é superior à PVC
Verdadeiro
126
Onde os halogenados atuam para inibir os PEM
Motoneuronio medular