Definição
Taquiarritmia por macroreentrada de circuito eletrico localizado no AD atingindo FC > 200 bpm
Principais queixas
Tipos de Flutter
Variações do Flutter
2. 4:1
Apresentação flutter típico (tipo I)
Apresentação da variação com condução 4:1
Situações onde costumam ocorrer condução 4:1
2. quando está tomando inibidores do nódulo AV (digital, betabloqueador, verapamil, diltiazem, amiodarona)
Flutter Típico (Tipo I) Reverso
Quando costuma aparecer condução 1:1
Uso das drogas antiarrítmicas do grupo IA (quinidina, procainamida e disopramida), quando administradas a pacientes com flutter atrial, sem associação com inibidores do nódulo AV.
Flutter Atípico (Tipo II)
E.F
Se o paciente apresentar algum déficit neurológico, pensar em:
AVE tromboembólico
Diagnóstico
ECG
Exames complementares
Indicação de ecocardiograma transtorácico
Todos os pacientes com flutter de alta resposta em ambiente hospitalar
DX
Abordagem: Flutter com instabilidade hemodinÂmica
Cardioversão elétrica com (iniciar 200J monofásico ou 50J bifásico )
Abordagem: Flutter com estabilidade hemodinÂmica
Drogas pra controle da FC no flutter
Controle do ritmo no flutter em paciente com baixo risco tromboembólico e <48h de evolução
Heparina dose plena por 6-12h e então, cardioverter
Controle do ritmo no flutter em paciente com alto risco tromboembólico, tempo desconhecido ou >48h de evolução
2. Na ausÊncia de trombo, anticoagular por 6-12 ou por 3-4S antes e manter no mínimo 4S
O que lembrar sobre a cardioversão quimica?
Flutter responde mal à cardioversão química
Drogas pra cardioversão química
Cardioversão eletrica
Iniciar com 200J