Vantagens de cirurgia robotica?
CORRIGIR OS TREMORES FINOS E FISIOLOGICOS
NAO TER EFEITO FULCRO
DESVANTAGEM: AUSENCIA DE FEEDBACK TATIL - DA VINCI 5 TEM
Discorra sobre os criterios para ressecção EDA esofago ? E de cura para colon e reto?
A) ESOFAGO
- Restrita à mucosa T1aN0
- Bem diferenciada e sem ulceração
- ≤ 2 cm;
- Ausência de invasão linfovascular e perineural.
ESD X EMR
- Invasão até M2 e <⅔ da circ: ESD
- Invasao <= 2 cm ou Barrer: EMR
As indicações expandidas para ESD
- Invasão da submucosa SM1 =< 200 micras (CEC) ou =< 500 micras (adenoCa) independente da extensao do tunor
- Invasao ate M3 (Muscular da mucosa)
M1 Ep basal ou in situ — SM1 T. superior
M2 Laminap — SM2 Terco medio
M3 Muscular da mucosa — SM3 Terco inferior
OBS: SE NAO RESPEITAR —> ESOFAGECTOMIA + LINFADENECTOMIA
B) COLON
1) CT1 NOMO ATE SM1 (=< 1000)
2) MARGENS LIVRES - RO
3) AUSENCIA DE INVASAO
ANGIOLINFATICA VASCULAR
4) TUMOR BEM DIFERENCIADO (G1) OU MODERADO (G2)
5) AUSENCIA DE BUDDING TUMORAL - BROTAMENTO DE ALTO GRAU OU ANEL DE SINETE
BAIXO RISCO - EXCISAO LOCAL ESD/ EMR OU ESPESSURA TOTAL NA VLP (TEM/ TEO) → TODAS AS CAMADAS DO RETO
Cl: MUCINOSO / SM2 / SM3 / > 1000
MICROMETRO / POUCO DIFERENCIADO (G3) / INDIFERENCIADO
**PODE BROTAMENTO DE BAIXO GRAU TIPO 1 **?? SIM!!!
SE > 1000 MICRA (INVADE SUBMUCOSA PROFUNDA)!!
RETO
->= 20 MM PLANA IIb SEM INVASAO SM = EMR
Discorra sobre os criterios para ressecção por via EDA no estomago?
B) ESTOMAGO
- Restrita à mucosa T1aN0 ate M3
- Bem diferenciada e sem ulceração
- ≤ 2 cm;
- Ausência de invasão linfovascular e perineural.
Criterios expandidos?
- Lesão restrita à mucosa, não ulcerada e indiferenciada pode fazer ESD, se ≤ 2 cm (in) —> + RISCO IND, TEM Q SER MENOR
- Lesão restrita à mucosa (até M3), diferenciada porém ulcerada pode fazer ESD, se ≤ 3 cm (ulc)
- Lesões que invadem a submucosa SM1 até =< 500 micras (AdenoCA), desde que seja diferenciado ≤ 3 cm ou indiferenciado ≤ 2 cm;
Diferencie o Tumor precoce do estomago e esofago?
T1a: mucosa (lamina ou muscular)
T1b: submucosa
AJCC (AMERICANA)
- CAp ESOFAGO T1bN0
JAPONESA
- CAp ESOFAGO T1aNx INDEPENDE N
- CAp ESTOMAGO T1bNx INDEPENDE N —> EDA 7-10 fragmentos
CA ESOFAGO SUPERFICIAL T1bNx
CRITERIOS PARA RESSECÇÃO EDA?
- T1aN0
Discorra sobre siwert?
5125!!
Fluxograma da lesao na transição toraco-abdominal?
SINAIS
A) Diretos:
- Descontinuidade do diafragma;
- Sinal do diafragma pendente (em forma de vírgula indo para dentro do tórax);
B) Indiretos:
- Espessamento do diafragma na topografia da laceração;
- Herniação de órgãos;
- Aproximação do fígado e baço às costelas posteriores;
- Sinal do colar (contrição focal em cintura da viscera herniada para o tórax);
- Sinal do “hump” (herniação do fígado em forma redonda como uma corcova para o tórax);
- Sinal da faixa (hipercaptação linear através do fígado ao longo das bordas laceradas do diafragma).
- Derrame pleural
- Desvio mediastino
Fluxograma de quando indicar oscopia no trauma de TTA?
CI VLP —> IH / TCE / ANISOCORIA
Trauma no idoso.?
1) QPA: PELVE COMPRESSAO LATERAL (+ COMUM DE TODAS 60%)
2) AUTO
3) VIOLENCOA
BAIXA ENERGIA OU BAIXA SEVERIDADE —> GRAVES E GRANDES LESOES
COMPRESSAO VERTEBRAL/RADIO DISTAL/QUADRIL —> RELACIONADO A OSTEOPOROSE
Fluxograma trauma de pelve ?
PH-ATLS —> FIXAÇÃO EXTERNA TEMPORARIA COM LENÇOL/CINTA PELVICA C-CLAMP (TROCANTER MAIOR), SE PELVE INSTAVEL
SANG ARTERIAL 1° ARTERIA ILIACA INTERNA
- RAMO POSTERIOR = ART GLUTEA SUPERIOR (+ COMUM)
- RAMO ANTERIOR = ART PUDENDA INTERNA
A) FAST (+) —> FONTE É O ABD + PELVE
1° LE SUPRA-UMBILICAL SEM COMUNICAR “DOIS ACESSOS””
2° TPP COM INCISAO INFRA-UMBILICAL (SO ATE O RETZIUS - PERITONIO) SEM COMUNICAR COM A LE COM COMPRESSA 48-72H
3° FIXAÇAO EXTERNA DA PELVE PELA ORTOP —> DIMINUI SANG E LESAO
4° SE SANGRAMENTO REFRATARIO —> A C/ E OU REBOA?
B) FAST (-) —> FONTE É A PELVE
1° TPP
2° FIXAÇÃO EXTERNA
3° SE SANGRAMENTO REFRATARIO AS MEDIDAS OU BLUSH + EH —> A C/ E OU REBOA?
C) REBOA
- IH PERSISTENTE COMO PONTE PARA CIRURGIA —> TAMPONA AORTA INFRARRENAL PARA CONTROLE DA HM PELVICA ZONA III
- PODE FAZER NA EMERGÊNCIA
D) A C/ E
- IND: EH —> ANGIOTC COM BLUSH OU SANGRAMENTO ARTERIAL OU SANGRAMENTO ARTERIAL PERISTENTE APOS TPP OU PIORA CLINICA
- SINAL DESTOT: HEMATOMA ESCROTAL x PELVICO
E) FIXACAO INTERNA-DEFINITIVA
- IND: PELVE ESTAVEL+ EH
WSES
• Grau l: fraturas estáveis sem sangramento significativo;
• Grau II: fraturas instáveis mecanicamente, mas sem choque;
• Grau III: fraturas instáveis mecanicamente com instabilidade hemodinâmica;
• Grau IV: fraturas associadas a hemorragia grave e choque.
WSES
A LATERAL (+ COMUM)
B A-P (+ GRAVE)
C CISALHAMENTO —> VERTICAL
Quando indicar cirurgia no TABDc?
OLHAR LACTATO PRA VER PERFUSAO E RESPOSTA A R. VOLEMICA
Discorra sobre o trauma osteomuscular?
ESCORE DE MESS
—> AVALIA PARA SALVAR O MEMBRO APOS TRAUMA
—> SALVAMENTO OU AMPUTACAO
MESS >= 7 AMPUTA
MESS < 7 DAMAGE CONTROL + DESBRIDAMENTO + FIXA EXTERNO
ESCORE DE ISS (AIS)
—> AVALIA A GRAVIDADE DO TRAUMA (QUADRADO DAS PONTUACOES MAIS ALTAS EM 3/6)
RETALHO OU ENXERTO
- USAR SOMENTE SE AMBIENTE NAO CONTAMINADO
- CI GUSTILLO >= IIIB
ESPECIAL
Penicilina deve ser adicionada em caso de preocupação com organismos anaeróbicos (danos à fazenda)
As fluoroquinolonas (por exemplo, ciprofloxacino) devem ser usadas para feridas de água doce ou salgada (podem ser usadas se houver alergia a cefalosporinas ou clindamicina).
Doxiciclina e cefalosporina de 3a ou 4ª geração (por exemplo, ceftazidima) podem ser usadas para feridas de água salgada
Discorra sobre a fistula pleuro-pancreatica pos PC?
Discorra sobre o tratamento da ulcera de cameron?
HIATOPLASTIA
Como é a drenagem linfática esofago?
• Terço superior: Drena para os linfonodos cervicais profundos e supraclaviculares
• Terço médio: Drena para os linfonodos mediastinais superiores e posteriores e subcarinal
• Terço inferior: Drena para os linfonodos gástricos e do grupo celíaco.
Qual a contra indicação de RT no CA de esofago para evitar fistula? Discorra sobre FTE?
Invasao direta da árvore respiratória (T4b) ou quando já existe fístula traqueoesofágica/broncoesofágica antes do início do tratamento.
Contato pleural isolado, sem invasão de via aérea e sem fístula prévia, não contraindica radioterapia.
Fístula traqueoesofágica
Definição: comunicação anômala entre a traqueia e o esôfago, que pode ser congênita ou adquirida.
• FTE adquirida (adultos):
• Etiologia mais comum: intubação endotraqueal prolongada OU traqueostomia (lesão por pressão do balão contra sonda nasogástrica → erosão traqueoesofágica).
• Outras causas: esofagectomia, traumas, infecções ou neoplasias.
• Clínica: tosse persistente ao se alimentar, pneumonias aspirativas de repetição, dificuldade ventilatória.
Diagnóstico:
• Endoscopia digestiva alta.
• Broncoscopia.
• Estudo contrastado esofágico.
• Tratamento:
• Medidas temporárias: nutrição enteral distal e reposicionamento de cânula traqueal abaixo da fístula.
• Tratamento definitivo: cirurgia com fechamento da fístula com interposição de retalho muscular.
• Prognóstico: depende do tamanho da fístula, tempo até o diagnóstico e presença de infecção associada.
Discorra sobre TIPS, BB e LE da HDA varicosa?
O PACIENTE É VIP
CHAVE: TIPS em Pacientes com cirrose (Child A ou B) com sangramento varicoso recorrente, apesar da combinação de terapia farmacológica e endoscópica em ate 72h diminui mortalidade e reduz risco ressangramento
CHAVE: CI AO TIPS (IC VD OU D. HEPATICA POLICISTICA OU CHC OU EH OU HIPERTENSAO PULMONAR GRAVE)
BAVENO
- Child-Pugh B com sangramento ativo
- Child-Pugh C com MELD <= 13, após tratamento farmacológico e endoscópico inicial
- CHILD 8-13 + P. VENOSAp ≥ 20 mmHg com sucesso na terapia endoscópica devemos considerar o TIPS precoce em até 24-72h para reduzir o risco de ressangramento e mortalidade
- SANG EDA REFRATARIO ATE 72H
1) Prevenção primária —> LONGO PRAZO
Reduz o risco do primeiro episódio de sangramento
A) Os BetaBloqueadores Não Seletivos (BBNS) PNC como propranolol, nadolol e carvedilol (preferencial) reduzem a pressão portal por meio de bloqueio beta 1 (Diminuição do débito cardíaco) e beta2 (Vasoconstrição esplâncnica), reduzindo em até 50% o sangramento e melhorando mortalidade.
São indicados em —> VEG
• Varizes de médio ou grande calibre em qualquer cirrótico;
• Varizes pequenas associadas a: sinais vermelhos (“red spots”) ou cirrose Child B/C.
- Red pots
Os BBNS são contraindicados em:
• Doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) grave;
• Asma brônquica;
• Insuficiência cardíaca avançada (fração de ejeção < 30%);
• Bloqueio atrioventricular de 2°/3° grau sem marcapasso.
B) Ligadura Elástica de Varizes (LEV), geralmente como alternativa para pacientes intolerantes a BBNS ou com contraindicações, sendo eficaz para as varizes de médio/grande calibre, com eficácia similar aos BBNS.
2) Prevenção Secundária
A prevenção secundária busca evitar ressangramentos em pacientes com história prévia de HDA.
Terapia Combinada (LEV + BBNS)
Outra alternativa é o Shunt Portossistêmico Intra-Hepático Transjugular (TIPS).
TIPS consiste na criação de um canal entre a veia porta e hepática para descompressão da hipertensão portal. Faz-se uma punção jugular interna, cateterização pela veia cava até as veias hepáticas e criança de um shunt com um ramo da veia porta, com colocação de stent nesse novo percurso.
O sangue “pula” os sinusoides hepáticos, permitindo uma drenagem do sangue esplênico. Isso reduz a hipertensão portal, porém piora os sintomas de insuficiência hepática.
Quem faz mais bariatrica entre os sexos e qual a complicacao biliar?
Qual conduta coledocolitiase no Y de Roux?
A mulher e os caculos de colesterol
ECOEDA transgastrica ou CPRE assistida pela laparoscopia ou DTPH ou explora aberto
Discorra sobre Hepatite fulminante?
I. HEPATICA FULMINANTE (LESAO HEPATICA GRAVE + EH + RNI >= 1.5) —> Tx hepatico
50% PARACETAMOL / HELLP
SE NAO TEM DILATACAO DE VIA BILIAR OU ALTERACAO DE CANALICAR (FA/GGT NORMAL) —> NAO É COLESTASE!! MESMO COM BT ALTA
Discorra sobre escape aereo apos toracostomia?
FISTULA ALVEOLO-PLEURAL POR 3-5 DIAS —> LESAO BRONQUIOLO SEGMENTAR
PODE USAR ASPIRACAO CONTINUA NO CEREFOLIO I E II
Qual a classificacao das queimaduras?
Causa + comum de obstrução do delgado na obstrução maligna?
CAUSA MAIS COMUM DE OBSTRUÇÃO Intestinal MALIGNA : NEO DE MAMA (+ COMUM EXTRA-ABD)
HER-2 (+) MELHOR PROG (MESMO MAIS AGRESSIVO) E NAO É CANCER ESPECIFICO
Qual conduta no CA CCR Extra-P? E na urgencia?
Qual conduta na perfuracao pos CPRE?
COMPLICACAO + COMUM E GRAVE É PANCREATITEa
PEQUENAS BOLHA EM RP + TAMPONADA —> INTERNA E OBSERVA
Qual a repercussao da lesao do nervo laringeo inferior (recorrente)?