LAINF Flashcards

(62 cards)

1
Q

Definição de PrEP e o que é

A

Profilaxia pré-expositiva
Medicação para prevenir o HIV, antes de ser exposto ao vírus

Quem já foi exposto e está infectado com o HIV, não pode usar a PrEP, pois ela pode acarretar a problemas fisiológicos nos rins

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2
Q

Testes para saber se tem HIV

A

TR 1- usando se sangue total, soro ou plasma (punção venosa ou digital)

Se o TR 1 for reagente (+), deve se fazer o TR 2 nos mesmos moldes

Se o TR 2 for reagente, a pessoa tem HIV, e não deve usar PrEP

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3
Q

TR 1 e TR 2 com discordância e o que fazer em caso de ausência de TR’s e Autotestes

A

Se repete o teste novamente
Se der discordância novamente, deve se colher uma amostra por punção venosa e aguardar resultado laboratorial

Manda pro laboratório

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4
Q

Autoteste de HIV

A

Fluído oral ou sanguíneo
Pode ser utilizado como primeira forma de dispensa de profilaxia, e em situações em que a população é de alta vulnerabilidade social

Mede se há anticorpos anti-HIV na secreção/sangue. Em caso positivo, deve ser realizados dois ou mais testes comuns de HIV

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5
Q

Retirada da PrEP

A

Em até 7 dias, na UDM (Unidade Dispensadora de Medicamentos), sendo melhor quanto mais breve possível

Caso passe dos 7 dias, ou chegue sem o atestado, o teste de detecção do HIV deve ser feito de novo, podendo ser com o autoteste

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6
Q

Exceção para início rápido de PrEP

A

Indivíduos que tiveram exposição recente, sem sinais e sintomas, com TR’s negativados e fora da janela de uso da PEP (72 horas) podem começar a usar a PrEP

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7
Q

Exclusão de infecção viral aguda pelo HIV

A

Deve ser levado em consideração sinais e sintomas dentro de 30 dias, histórico sexual e ocorrência de exposição de risco/relato/história

Após ver os sinais e sintomas, se tiver suspeita sem indícios de marcadores imunológicos, deve fazer-se o exame de carga viral do HIV e postergar a PrEP até o resultado final

Indivíduo deve retornar a unidade de saúde caso tenha algum dos sintomas

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8
Q

Sinais e sintomas de infecção aguda viral pelo HIV

A

Cefaleia
Astenia
Fadiga
Febre
Faringite
Exantema (erupções vermelhas na pele, estilo catapora de desenho animado)
Hepatoesplenomegalia
Linfadenopatia cervical/submandibular/axilar
Artralgia
Mialgia
Ulcerações Mucocutâneas

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9
Q

PrEP Oral Diária: Recomendação

A

Pessoas acima de 15 anos de idade e acima de 35 kg

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10
Q

PrEP Oral Diária: Posologia

A

Dois comprimidos no primeiro dia, e um por dia até o fim

TDF = Fumarato de tenofovir
FTC = Entricitabina

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11
Q

PrEP Oral Diária: Hepatite B Crônica

A

Deve ser a modalidade escolhida, mesmo com uso ou sem indicação de antiviral. O TDF diário causa supressão da doença, se fosse o intermitente, corre o risco de aumentar a resistência do vírus

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12
Q

PrEP Oral Diária: Hepatite B Viral

A

Deve tentar tratar a hepatite B caso largue a PrEP, pois aumenta o risco de voltar as crises hepáticas

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13
Q

PrEP Oral Sob Demanda: Outro Nome

A

PrEP Orientada para Eventos
PrEP Oral Intermitente

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14
Q

PrEP Oral Sob Demanda: Grupos Elegíveis

A

Homens cis heteros, gays, bissexuais ou que acasalem com outros homens

Não binários com nascença masculina

Mulheres trans e travestis que não usam hormônios a base de estradiol (estrogênio)

Essas pessoas devem conseguir realizar sexo em número menor a duas vezes por semana, e conseguir programar quando ele acontece (preparação anterior ao ato sexual)

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15
Q

PrEP Oral Sob Demanda: Posologia

A

2 comprimidos de 2 a 24 horas antes do sexo. Tomar 1 comprimido por dia, por mais dois dias

Caso no dia seguinte, depois do ultimo comprimido, ter tido sexo, toma mais 1 comprimido por dia, por mais dois dias

Se depois do ultimo comprimido, teve um período de 24 horas depois do próximo ato sexual, deve se reiniciar o ciclo (2 + 1 + 1)

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16
Q

PrEP Oral Sob Demanda e Mulheres Trans

A

Não há indícios comprovativos que existe proteção nas relações neovaginais receptivas

Então seria somente para a proteção vaginal receptiva/inserida, ou anal receptiva/inserida

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17
Q

Tuberculose: Tipos e suas Formas

A

Pulmonar
- primária
- secundária (pós-primária)
- miliar

Extrapulmonar
- Pleural
- Pericárdica
- Óssea
- Meningoencefálica
- Ganglionar Periférica
- Empiema Pleural Tuberculoso

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18
Q

Tuberculose Pulmonar: Sintomas de todas as formas

A

Tosse prolongada
Sudorese
Febre Vespertina
Emagrecimento

Raio X = presença de cavidades apicais

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19
Q

Contato primário com a tuberculose pulmonar

A

Cerca de 90% não desenvolve nada, mas os 10% vão desenvolver a tuberculose primária. Maior parte disso vai ocorrer em crianças, por ser o primeiro contato

Sinais de tuberculose primária são bem silenciosos, podendo ocorrer irritabilidade, febre baixa e inapetência, nem sempre com tosse

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20
Q

Tuberculose secundária

A

Vem por reinfecção ou reativação depois de um contato primário, e o sintoma-guia normalmente é a tosse

Tosse, se expectorativa, pode ser mucosa ou purulenta, com hemoptise ou não. Febre com calafrios, sudorese e fadiga são comuns também

Murmúrio vesicular reduzido, sopro anfórico ou ausculta normal

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21
Q

Tuberculose Miliar

A

Mais comum em indivíduos imunossuprimidos (como no caso de contaminados do HIV) e em crianças /adultos jovens com tuberculose primária. Pode sim ocorrer na secundária

A micobactéria se espalha por todo corpo, causando lesões avermelhadas e raio-x pontilhado

Se apresenta as vezes como uma doença crônica, tendo portanto, hepatomegalia e febre de origem obscura normalmente

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22
Q

Escarro de Tuberculose Pulmonar

A

Teste Rápido por PCR = pronto em 2 horas

BARR = lâmina para avaliar a presença do micobactério

Cultura = normalmente uma confirmação pós diagnóstico, retrospectiva

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23
Q

Tuberculose Pleural

A

Forma mais comum de tuberculose extrapulmonar em pessoas não infectadas pelo HIV

Dor torácica pleurítica (aguda, intensa, pontada, piora com respiração), podendo causar derrame pleural. Tríade astenia, emagrecimento e anorexia, com tosse seca

Líquido com alta de exsudato rico em proteínas, ADA acima de 40 unidades, linfomonocitário, glicose baixa

Pode ser feita biópsia pleural. Baciloscopia com sensibilidade inferior ou igual a 5%, e cultura com sensibilidade inferior ou igual a 15%

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24
Q

Tuberculose Meningoencefálica

A

Comum em crianças não vacinadas, crianças abaixo de 6 anos e imunodeprimidos (principalmente por HIV)

Subaguda: irritabilidade, cefaleia holocraniana, fotofobia, problemas nas ações dos nervos II, III, IV, VI e VII, dor abdominal com febre, anorexia e hipertensão craniana

Crônica: quadro evolutivo de cefaleia e depois acometimento dos pares de nervos citados anteriormente. Normalmente se confunde com meningite. Pode ocorrer um tuberculoma, um quadro expansivo lento de hipertensão arterial

LCS com transudato rico em proteínas, ADA maior que 40 unidades, glicemia baixa, linfomonocitário

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25
Tuberculose Óssea e Pericárdica
Óssea: comum em crianças e adultos de 40 a 60 anos de idade. Em coluna, vem com a tríade dor lombar, dor palpativa e sudorese noturna. Pericárdica: normalmente se associa junto da tuberculose pleural. Dor torácica, tosse seca e dispneia, com possibilidade de sudorese, hepatomegalia, dor do hipocôndrio direito, febre, emagrecimento, astenia e edema de membros inferiores
26
Tuberculose Ganglionar Periférica
Mais comum em pessoas com HIV e crianças Inchaço ou amolecimento ganglionar, podendo ter flutuação ou fistulação. Se aderem a planos profundos, ou entre si. Em HIV, normalmente é bilateral
27
Atividades da tuberculose programadas para indígenas
Buscar sintomáticos respiratórios em toda a população, se integrando às ações de saúde do DSEI (como o EMSI) e ao RAS (do SUS) Meta de 1% normalmente É sintomático respiratório qualquer indígena que apresentar tosse. Deve ser feitos exames laboratoriais, teste do escarro, cultura, raio-x se possível RAIO-X EM INDÍGENAS NÃO É CRITÉRIO DE DIAGNÓSTICO DE TB PULMONAR. É FUNDAMENTAL O TESTE DE CULTURA OU TRM-TB
28
Tratamento da Tuberculose no Indígena
Pela EMSI, na aldeia de residência ou unidades de atenção a saúde, sempre priorizando o município de residência Se em conjunto com HIV, se compartilha o cuidado da EMSI com as unidades de atenção a saúde
29
Avaliação de Contatos entre Indígenas
Na população indígena, consideram-se contato de um caso de TB todos os habitantes de um domicílio e, em alguns casos, isso se estende para outros núcleos familiares que mantenham intensa interação com o paciente de tuberculose
30
Suspeita de Dengue: Parâmetros Clínicos
Febre a mais de 7 dias, com dois ou mais desses sintomas: dor retrorbicular, cefaleia, mialgia, artralgia, exantema e prostração (astenia intensa) (Não é necessário ter hemorragias ou sangramentos) Epidemiológico: esteve em local de transmissão de dengue ou com Aedes aegypti em 15 dias ou menos
31
Sinais de hemorragia na dengue
Hemorragia mucocutânea, melena, hematêmese, gengivorragia, epistaxe e metrorragia (sangramento uterino fora do período menstrual)
32
Sinais de alarme na dengue
Hepatomegalia Dor abdominal intensa e contínua Lipotímia e hipotensão Hemorragias Diurese diminuída (oligúria) Hipotermia AUMENTO DO HEMATÓCRITO Queda de plaquetas Dispneia Sonolência e Irritabilidade
33
Histórico Patológico Pregresso importante para a dengue
Histórico de dengue anteriormente Lactentes Gestantes Idosos Obesos Doenças crônicas Doenças hematológicas, como anemia falciforme Doenças hepáticas Asma, alergias e atopias Diabetes mellitus Doenças auto-imunes Doença acido péptica Doença renal crônica Doenças cardiovasculares Hipertensão Arterial Sistêmica
34
Medicamentos pregressos importantes para a dengue
Antiagregantes placentários: AAS, ticlopidina e clopidogrel Anticoagulantes: heparina, warfarina e dicumarol Antinflamatórios: ibuprofeno, nimesulide, diclofenaco Imunossupressores Corticosteróides
35
Prova que reforça o diagnóstico de dengue
Prova do Laço Faz a média da PAS e PAD, e infla o manguito no antebraço por cinco minutos (adulto) ou três minutos (criança) nesse valor Faz um quadrado de 2,5cm e conta as petéquias (pontos marrons ou sangramentos dermicos). 20 ou mais em adultos e 10 ou mais em crianças, positiva Ficar esperto se aparece em regiões do antebraço, dorso da mão e dedos Só repete de novo se ter dado negativo em exames anteriores
36
Característica Comum na Dengue, que merece bastante atenção
O estreitamento da pressão antes do choque (diferença de PAS e PAD menor ou igual a 20mmHg) Antes de abaixar a pressão arterial adulta (menos que 90 mmHg), pode ter esse sinal
37
Fatores de Sistemas relevantes na dengue
Cardiopulmonar: turgência jugular, dispneia, taquicardia, estritores na ausculta, debito cardíaco baixo, abaulamento de bulhas, ortopneia e sinais de derrames cavitários, derrame pericárdico Abdomen: dor abdominal em tábua, ascite e hepatomegalia
38
Conduta Diagnóstica no Caso B da Dengue
Pedir exames específicos obrigatoriamente: sorologia e isolamento viral Pedir hemograma completo, para resultado em até 4 horas, e fazer a análise da hemoconcentração
39
Conduta Terapêutica no Caso B da Dengue
Deixar em observação até resultados do exame, hidratando o paciente e podendo administrar sintomáticos (antitérmicos, analgésicos, antieméticos e antipruriginosos) Resultados Hematócrito normal: reavaliação diária, com tratamento ambulatorial Hematócrito aumentado: tratamento em observação Depois de hidratar, fazer outro hemograma, em 4 horas. Se vier normal, reav. diária com trat. ambulatorial. Se vier aumentado novamente, tratamento em observação, internação Retorno para reclassificação do paciente, com reavaliação clínica e laboratorial, deve ser diário, até 48 horas após queda da febre
40
Sinais da Dengue para Internação
Aumento do hematócrito mesmo com a hidratação Plaquetopenia (menor que 20 000/mm3) deve ser internado e avaliado clinicamente e laboratorialmente a cada 12 horas (mesmo que não apresente nenhuma repercussão clínica)
41
Hidratação Oral: como deve ser feita
Adultos: 80 ml/kg/dia, sendo que 1/3 disso deve ser administrado de 4 a 6 horas, em solução salina isotônica Crianças: 50-100 ml/kg, em 4 horas, via oral Se for necessário a venosa (em caso de êmese, por exemplo), 40 ml/kg em quatro horas
42
Hanseníase Paucibacilar e Multibacilar
Paucibacilar: até cinco lesões de pele, com baciloscopia negativa e forma menos contagiosa Multibacilar: 6 ou mais lesões ou baciloscopia positiva, forma transmissível. Se tiver dúvida do que é, trate como multibacilar
43
Classificação da Hanseníase por Nervo Periférico
Dano de um nervo periférico somente: paucibacilar, a não ser que venha com baciloscopia positiva Dano de mais de um nervo periférico: multibacilar
44
Reações Hansênicas
Fenômenos inflamatórios agudos que potencializam os sintomas da hanseníase, como consequência da resposta imune contra o Mycobacterium leprae. Pode acarretar dano neural e epitelial severo
45
Reação Hansênica Tipo 1
Paucibacilares ou Multibacilares Hipersensibilidade Lesões da pele inflamam e aparecem mais, como eritemas avermelhados, só que são mais localizadas Possível neurite Reflexo de retirada do membro ao toque Tratamento imediato, com corticoesteróides e monitorização clínica e neurológica
46
Reação Hansênica Tipo 2
Multibacilares Resposta imunológica ocorre em diversos tecidos do hospedeiro, de maneira específica (anticorpo - antígeno) Inflamações sistêmicas, como neurite, esclerite, nefrite. Pode vir com mialgia, artralgia, febre e linfadenomegalia Proteinúria, com leucocitose elevada com neutrofilia Presença dos nódulos eritemáticos, abaixo da pele, panículos e avermelhados
46
Reação Hansênica Tipo 2: Outro Nome
Eritema Nodoso Hansênico
47
Classificando o ENH
Agudo: menos de 6 meses de tratamento Crônico: mais de 6 meses, necessitando tratamento constante ou remissão menor que 28 dias Recorrente: segundo episódio de ENH em período menor que 28 dias
48
Tratamento da Hanseníase
PQT (Poliquimioterapia) com uso de rifampicina, dapsona e clofazimina (antimicrobianos) Seis doses mensais para paucilobacilares Doze doses mensais para multibacilares
49
Regressão das Lesões de Hanseníase
Bastante variável, pode ser muito lenta, principalmente em multibacilares
49
Sepse
Inflamação reativa em corrente sanguínea para combater infecção, podendo causar sérios danos sistêmicos (Choque sistêmico ou SIRS)
49
Sinais da SIRS
Tendo em vista quadro infeccioso, deve ter dois sinais da SIRS - Taquicardia (>90 rpm) - Taquipneia (> 20 irpm) - Febre - Hipotermia (<35 graus) - Leucocitose (> 12.000/mm3) - Leucopenia (< 4000/mm3)
50
Disfunções Orgânicas na SIRS
Tendo em vista quadro infeccioso, deve ter pelo menos uma dessas disfunções orgânicas Hipotensão (PAS < 90mmHg) Alteração da consciência Saturação O2 menor que 90% Oligúria (< 0,5 ml/kg/h) Creatinina > 2mg/dl Plaquetas < 100 000 INR > 1.5
51
Conduta no Choque Séptico
Iniciar tratamento com antibioticoterapia, visando o possível foco Iniciar reposição volêmica precoce em pacientes com hipotensão ou lactato acima de 20mg/dL, fazendo difusão de 30 a 60 minutos de 30ml/kg de cristaloide Recomenda-se infusão lenta para cardiopatas, usando-se vasopressores previamente Encaminhar para atendimento em UPA ou Hospital
52
Diagnóstico do Sífilis
Treponema pallidum Exame direto, detectando bactéria, solicitando o teste treponêmico para diagnóstico rápido e inicial Detecção do treponema por cancro duro pode ser antes da soroconversão Realização de testes imunológicos para acompanhamento posterior e confirmação retrospectiva
53
Estágios da Sífilis
Primária: úlceras genitais (cancro duro) e edema nos linfonodos genitais Secundária: lesões na palma da mão e pé principalmente, rosadas e normalmente com placa mucosa. Linfadenopatia generalizada e lesões hepáticas ou neurológicas Terciária: bem mais agressiva, com lesões cutâneas dolorosas e destrutivas. Pode causar lesões neurológicas, e até meningite. Estenose de vasos, aneurisma de aorta. Artrites, periostites e lesões em gomos nos ossos
54
Antimicrobianos para Sífilis
Recente (primária, secundária ou lactente recente): penicilina benzatina, uma dose, 2,4 milhões UI IM Tardia (latente tardia, terciária ou latente com duração ignorada): penicilina benzatina, uma dose por semana, por três semanas, 2,4 milhões UI IM UI = Unidades Internacionais IM = Intramuscular
55
Alternativa de antimicrobianos para Sífilis
Doxiciclina 100mg, de 12 em 12 horas Recente: 15 dias Tardia: 30 dias
56
Comentários a mais contra Sifilis
Fazer os testes não treponêmicos a cada 3 meses. Se for gestante, mensalmente Em gestantes com sífilis recente, recomenda-se duas doses (uma por semana) ao invés de uma
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