Março Flashcards

(97 cards)

1
Q

Porque fazer amniotomia na DPP?

A

Descompressão do útero pelo escoamento do hematoma retro placentário
Redução da área de descolamento
Redução de passagem de tromboplastina para a circulação, reduzindo risco de CIVD

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2
Q

Vasa previa. O que é? Quais as implicações na rotura?

A

A casa prévia é quando ocorre a inserção velamentosa do cordão, ou seja, ele entra do lado da placenta e não no centro. Sem a proteção da geleia de Wartrong. Ocorre perda de sangue de origem fetal e sofrimento fetal após rotara de membranas

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3
Q

Sinal de Bandl // Frommel // Clark // Reasens

A

Bandl e Frommel são sinais de iminência de rotura. Bandl é o útero formando um ampulheta, formação de um anel fibroso na altura da cicatriz umbilical. Frommel é o retesamento do ligamento redondo.
Clark é a crepitação no abdômen e significa ruptura uterina consumada
Reasens é a subida da apresentação fetal e também significa rotura uterina consumada

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4
Q

Rotura de seio marginal

A

O seio marginal é uma estrutura que fica na margem da placenta. É sangue de origem materna. Não cursa com sofrimento fetal.

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5
Q

Caracterize os tipos de pelve

A

GINECOIDE 🟢: Ampla, arredondada. Diâmetro biisquiatico grande, ângulo subpúbico médio.
ANTROPÓIDE ⚛️: Elíptico. Diâmetro AP aumentado. DBI pequeno e ASP estreito
ANDROIDE🔷: Triangular. DBI estreito. ASP estreito. Espinhas isquiaticas muito proeminentes
PLATIPELOIDE🥚: Achatada, ovalada. Diâmetro AP reduzido. Espinhas isquiaticas proeminentes e ASP amplo

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6
Q

Características de dor visceral

A

Proveniente de vísceras ocas. Decorrente de distensão e contração muscular. São inervaras por fibras sensitivas autonômicas. Sao geralmente difusas e mal localizadas.Tendem a ser referidas nos locais dos antecedentes embrionários.
INTESTINO ANTERIOR (Pâncreas, figado, estômago e duodeno) -> Dor no abdome superior
INTESTINO MÉDIO (apêndice, delgado e porção proximal do cólon) -> Dor em epigástrio
INTESTINO POSTERIOR (Cólon distal e trato genitourinario) -> Dor em abdômen inferior

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7
Q

Características de dor somática

A

Irritacao do peritônio. Dor localizada que piora com movimentação e palpação

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8
Q

Conduta no pseudocisto pancreático sintomático

A

Drenagem endoscopica transgastrica

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9
Q

Conduta na pré-eclâmpsia grave em >34s

A

Anti hipertensivo, sulfato, rotina Hellp e resolução da gestação após estabilização preferencialmente por via vaginal

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10
Q

CÁ de colo uterino
Indicação de traquelectomis

A

Desejo reprodutivo + estádio IA1 com invasão linfovascular ou estádio IA2
Se desejo reprodutivo com estádio IA1 SEM invasão linfovascular pode-se somente fazer seguimento rigoroso com CO e colposcopia

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11
Q

Vaginite citolitica

A

Proliferação de lactobacilos. Agressão celular. Acidificação do meio vaginal (pH entre 3,5 e 4). Corrimento abundante, prurido vulvar, disuria e dispaurenia.

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12
Q

Vaginite aeróbica

A

Substituição da flora lactobacilar por bactérias aeróbicas entéricas. Grau variado de inflamação. Predominam Strepto, staphylo e E coli. Deficiência de maturação das cels epiteliais causando citólise. PH vaginal alcalino

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13
Q

Qual a conduta em paciente gestante aloimunizada?

A

Pct com COMBS INDIRETO positivo tem que ter a titulação e a identificaçãodo anticorpo. Nem todos cursam com doença hemolítica.
O mais comum e que cursa com doença mais grave é o anti-D

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14
Q

Quais as indicações de ré tratamento de sífilis gestacional?

A

-Aumento em 2 diluições ou mais
-Ausência de redução de 2 diluições em 6m, no caso de sífilis latente, primária e secundária, ou 12m na sífilis terciária
-Persistência ou recorrência dos sintomas

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15
Q

Indicação de mastectomia no CA de mama

A

TU que ocupa mais de 20% da mama
Carcinoma T4d (carcinoma inflamatório) pós QT neo
TU avancado que não regrediu após QT neo ou que não foram submetidos a QT neo

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16
Q

Indicações de internamento na DIP

A

Abscesso tuboovariano
Gravidez
Peritonite
Ausência de melhora após 72h de tto ambulatorial
Incapacidade de fazer tto via oral ou dificuldade no seguimento
Dificuldade na exclusão de doença cirúrgica como apendicite e gestação ectopica

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17
Q

Tto ambulatorial de DIP

A

Ambulatório: Cef 1g, IM, 1x/dia + doxi 100mg, VÓ 2x/dia, metro 500mg, VÓ, 2x/dia

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18
Q

Mnemonico SNNOOP10 para suspeita de cefaleia secundária

A

Sintomas sistêmicos como Febre
Neoplasia atual ou prévia
Neurológico déficit
Older >50a
O início é abrupto e súbito
Papiledema
Puerpério ou gravidez
Posicional
Progressiva
Padrão diferente
Precipitado por tosse, espirro ou atividade física
Pós traumática
Patologia do sistema autoimune ou imunossupressão
PainKiller overuse (abuso de analgésicos)
Painfull eye open with autonomic symptoms

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19
Q

Conduta na APS de DM descompensada agudamente

A

Dx <250 —> Hidratar oral e ttar doença intercorrente

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20
Q

Sinais que podem estar presentes na gestação ectopica rota

A

Sinal de Laffon: Dor escapular
sinal de cullen: equimose periumbilical
Sinal de Proust: abaulamento de fundo de saco

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21
Q

Gestante com COOMBS indireto positivo e Doppler da ACM com aumento do pico de velocidade máxima de fluxo sanguíneo, conduta?

A

Ig>= 34s —> Interromper gestação + exsanguineo transfusão
IG< 34s —> Transfusão intrauterina por cordocentese

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22
Q

Alterações precoces de sífilis congênita

A

Periostite e Osteocondrite —> pseudoparalisia de parrot
Exantema maculopapular ou bolhoso que acomete palma da mão e planta dos pés —> pênfigo sifilitico
Coriorretinite em sal e pimenta 🌶️
Anemia hemolítica com COOMBS direto negativo
Neurossifilis
SD nefrotica
Pneumonia Alba

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23
Q

Caracterize assinclitismo posterior e anterior

A

SINCLITISMO: a sutura sagital esta equidistante do pube e do promontório
ASSINCLITISMO POSTERIOR: o osso parietal POSTERIOR se insinua pelo estreito inferior da bacia, sendo assim, a sutura sagital esta mais próxima da pube
ASSINCLITISMO ANTERIOR: o osso parietal ANTERIOR se insinua, deixando a sutura sagital mais próxima do promontório
Resumindo: TEM QUE SE BASEAR PELO OSSO PARIETAL

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24
Q

Esquistossomose, nome da fibrose

A

Fibrose de Symmers
Os ovos se depõe na veia porta e liberam substâncias inflamatórias que ao longo do tempo levam a fibrose
Pré sinusoidal

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25
Dx de esquistossomose
EPF (método Kato-Katz): áreas endêmicas Sorologia (ELISA): viajantes e áreas não endêmicas Biópsia retal: alta sensibilidade (dúvida diagnostica)
26
Tto esquistossomose
Praziquantel, dose única Adulto: 50mg/kg Criança: 60mg/kg Corticoide se febre de katayama ou neuroesquistossomose (pulso)
27
Indicação de oxigênio terapia domiciliar na DPOC
1) PaO2<= 55mmHg ou sat<88%, confirmado em duas ocasioes no intervalo de 6m 2) PaO2< 60mmhg na presença de cor pulmonale ou policitemia (Ht>=55)
28
Tratamento de DPOC de acordo com classificação GOLD
TODOS: SABA ou SAMA de resgate Grupo A (pouco sintomático + 0 ou 1 exacerbação): LABA ou LAMA continuo Grupo B (muito sintomático + pouco exacerbador): LABA + LAMA Grupo E (exacerbador: mais de 2 ou 1 internação/ ano): LABA + LAMA Se eosinófilo > 300–> associar CI
29
Causas de hiperpara secundaria e como diferencias do hiperpara primário
No hiperpara secundário tem-se hipocalcemia persistente por DRC ou hipovitaminose D. O dx e feito com Cá normal ou baixo + PTH alto. No hiperpara primário o Cá e alto. Após dosas P—> se alto=DRC, se baixo= hipovitaminose D
30
Crise hipercalcemica: Causas, quadro clinico e tto
Causas: Além de hiperpara, intoxicação por lítio, vitamina D e A; Sarcoidose: Câncer. Clínica: vômitos, desidratação, insuf renal pré renal e alt de estado mental Tto: Hidratação generosa + bifosfonatos IV (pamidronato ou ácido zalendronico, fazem efeito em 24-48h) + calcitonina que tem efeito mais rápido porém transitório.
31
Propedêutica na investigação de hipercostisolismo
rastreio: 1- Dosagem de cortisol urinário 2- Dosagem de cortisol salivar entre 23h e meia noite 3- Dosagem de cortisol apos dose de 1mg de dexa Se 2 alterados = Hipercortisolismo —-> Dosar ACTH para diferenciar ACTH dependente (Doença de cushing ou secreção ectopica) e ACHT independente (causa adrenal)
32
Insulinas que podem ser prescritas 1x/dia
Glargina dura 20-24h Deglute dura ate 42h
33
Indicação de mielograma com coloração de Perls (Azul da Prussia)
Mielodisplasia ou suspeita de doença do armazenamento de ferro
34
Medicação preferencial para náuseas e vômitos na enxaqueca
METOCLOPRAMIDA: Tem ate efeito analgésico. A ondasetrona tem como possível efeito colateral cefaleia
35
Tto Escabiose
36
Indicação de tratamento neoadjuvante no CÁ colorretal
Lesão extraperitoneal. Reto médio e baixo.
37
Tratamento de CA colorretal com invasão locorregional
Sempre que possível ressecar tudo (omento, útero, bexiga, rins, anexos, cauda do pâncreas, baço e etc). Se tiver estruturas não ressecáveis como aorta se faz paliação
38
Tratamento de vasculite por IgA
Repouso e sintomáticos Se dor abdominal refratária, sangramento e intussussepcao—> prednisona 1mg/kg/dia por 2 semanas Se proteinuria macica ou GNRP —> pulsoterapia com metilpred 30mg/kg/dia por 3 dias
39
Hemofilia A
Deficiencia de fator VIII Heranca lotada ao X Altera via intrinsica —> TTpA
40
Fatores de risco para Displasia Congenita do Quadril
Sexo feminino Parto pelvico Pathologias que restringem o crescimento fetal (oligodramnio, gemelar)
41
Manobra de Ortolani e Barlow
Ortolani reduz a luxação Barlow manobra que provoca a luxação para avaliar se o quadril é luxavel
42
Fontanela bregmatica fecha quando?
Até os 2 anos de idade
43
TEA
1- Déficit de comunicação de interação social em múltiplos contextos 2- Padrões restritos e repetitivos de comportamentos, interesses ou atividades
44
Crescimento do perímetro cefálico
2cm/mês no 1T 1cm/mês no 2T 0,5cm/mês no 2 Semestre
45
Indicações de inicio de insulinaterapia
1- Uso de múltiplas drogas sem controle da DM 2- Complicações agudas (Internacao hospitalar) 3- Presença de sintomas (perda de peso, poliuria, polidipsia)
46
Critérios DX de Estado Hiperglicêmico Hiperosmolar
1- Osm > 300-320 2- DX>= 600 3- Ausência de cetose ou acidose importante
47
Quando hidratar com SF0,45% na CAD
Quando o Na corrigido for maior que 150 Calcula-se Na corrigido adicionando 1,6mEq/L para cada 100mg/dl de glicemia acima de 100mg/dl Ex: DX=400 e Na=150, então Na corrigido = 3x1,6 + 150 —>154,8
48
Quando repor P na CAD?
Hipofosfatemia grave P< mg/dl OU Pct com anemia, ICC ou condições associadas a hipoxia
49
Critérios para dispensação de iSGLT2 no SUS
1- Mulheres e homens com mais de 40 anos de idade com coronariopatia, angioplastados, AVC ou AIT prévio e ICFER 2- Mulher com mais de 60 e homem com mais de 55 com alto risco cardiovascular e um dos fatores de risco: HÁS, DM ou tabagismo Na ausência de algum destes inicia-se a insulina ao invés de iniciar iSGLT2
50
Classificação de gravidade da CAD
Leve: Ph—>7,3-7,2 Moderada: pH=7,2-7,1 Grave: pH menor que 7,1
51
Acalasia Classificação de Mascarenhas
I: ate 4cm II: 4 a 7cm III: 7 a 10cm IV: maior de 10cm
52
Tratamento acalisia espástica (tipo 3 de Chicago)
POEM
53
FR de carcinoma escamoso do esôfago
Principais: Alcolismo e tabagismo Tilose palmo plantar, acalasia, dieta rica em defumados e nitrosaminas, estenose cáustica e SD de Plummer-Vinson
54
FR de adenocarcinoma de esôfago
Obesidade e tabagismo
55
Estadiamento CA de esôfago
T1a: ate lamina própria T1b: ate submucosa T2: ate muscular própria T3: atinge adventícia T4: invade estruturas adjacentes T4a: ressecavel T4b: irressecavel N1: 1-2linf N2: 3-6linf N3: >=6
56
TTO CA esôfago
T1aN0: mucosectomia endoscopica ou terapia fotodinamica T1bN0: esofagec + lindadenec T2N0 ate T4N3 (ultrapassa submucosa as sem metástase): QT (5-fluoracil + leucovorin) + RT neo, seguido de CX apos 4-6sem
57
Quando corrigir hérnias de esôfago
Tipo II - Paraesofagica (por rolamento): SEMPRE pelo alto risco de complicações Tipo I - Por deslizamento : durante CX antirrefluxo Tipo III (mista) e IV (associada a outras vísceras abdominais ): também tem indicação cirúrgica
58
Temperatura da sala de parto
23-25
59
Protocolo na sífilis congênita
1o—> Definir se mãe adequadamente ttada ou inadequadamente Mãe adequadamente ttada = RN exposto a sifilis—> Se exame físico normal e VDRL menor que duas diluições da mãe, alta e seguimento ambulatorial mãe inadequadamente ttada ou nao ttada = RN com sífilis congênita —> Prosseguir com solicitação de HMG, RX de ossos longos e liquor 2o—> Solicitar VDRL para mãe e filho. Se RN com mais de duas acima do da mãe, seguir como RN de mãe inadequadamente
60
Seguimento de DMG na puérpera
Até 20% vão desenvolver DM, por isso o MS recomenda que seja feito TOTG apos 6semanas por parto DM—> GJ >=126 OU pós 2h>200 Intolerância a glicose —> GJ entre 100 e 126 OU pós 2h entra 140 e 200 Normal—> GJ<100 OU 2h pós < 140
61
Causas de Hidropsia fetal
Autoimune: Doença hemolítica do RN Não imune: Parvovirus B16 (mais comum), toxo, CMV, sífilis, rubéola
62
Cesárea prévia contraindica…
Indução com misoprostol, sendo feito sonda de foley
63
Rx de Pct com tb miliar
Infiltrado retículo nodular difuso com linfonodomegalia mediastinal
64
Medicação que ocasiona o fechamento do canal arterial
AINE - Bloqueiam as prostaglandinas
65
Circulação fetal O sangue do átrio E é mais bem oxigenado que o sangue do átrio >>>> V ou F
Verdadeiro O sangue que entra no átrio D é uma mistura da cava inferior (oxigenado) com cava superior (nao oxigenado). Já o sangue do átrio E é proveniente da cava inferior que passa através do forame oval
66
Conduta na crise de sequestro esplênico da anemia falciforme
Principal é transfusão de hemácias. Após a estabilização faz-se esplenectomia
67
Cronologia da assistência a saude no Brasil
1923- CAPs (Lei Eloy chaves) 1933- IAPs —> Surgiram gradualmente começando em 1930. Unificação das CAPs 1966- INAMPs —> Unificação das IAPs 1987- SUDS (Sistema Unico Descentralizado de Saude) —> Passo intermediário para a criação do SUS 1988- SUS —> Criado com a nova constituição de 88
68
Fisiopatologia da SHR
Vasoconstrição renal exagerada decorrente de vasodilatação esplacnica
69
DX de SHR
DX de exclusão. Deve-se excluir causa pré-renal (hipovolemia), renal (nefrotoxicidade) e pós renal
70
TTO da SHR
Albumina 1g/kg/dia por 48h + suspender diuréticos + vasoconstritores esplacnicos (octreotide, terlipressina, midodrina e noradrenalina)
71
Hipertensão porta ESQUERDA: causas, consequências e tratamento
Hipertensão portal segmentar é quando ocorre aumento da pressão nas veias que drenam baco e estômago. Veia esplênica e Vv gástricas curtas. Causam varizes de fundo gástrico. Deve-se suspeitar quando paciente tem varizes de fundo gástrico sem hepatopatia. A principal causa é trombose da Veia Esplênica secundário a quadro de Pancreatite Crônica. A terapia de escolha é escleroterapia com cianoacrilato. Esplenectomia seria o padrão Au.
72
Indicação de desconexão azigo-portal
Sangramento em paciente com esquistossomose que são refratários a terapia endoscópica
73
Hipertensão Porta Clinicamente Significativa Conceito e conduta
Cirrose por vírus, álcool ou MASLD com pKa na elastografia > =25 são considerados pacientes com HPCS Prescrever betabloq seletivo (carvedilol 12,5mg) pois reduz o débito cardíaco por bloqueio B1 e aumenta vasoconstrição esplacnica por bloquei alfa1, isso reduz a pressão portal e o risco de descompensação. Nesse grupo nao tem necessidade de EDA de rastreio pois nao vai mudar conduta. Deve-se repetir a elastografia anualmente.
74
Vacinas de dengue disponíveis
DENVAXIA (Sanofi) —> Essa é pra quem já teve dengue QDenga (Takeda) —> Disponível no PNI Butantan DV
75
Vacina Qdengua
Pode ser feito a partir de 4 anos Antes era administrada nos municípios de maior incidência em adolescentes de 10 a 14 anos A partir de 2026 vai ser administrada em todos os municípios em adolescentes de 10 a 14 anos Esquema 2-3 —> 2 doses com intervalo de 3 meses
76
Vacina Butantan DV
Quadrivalente Implementação gradativa em dose única na população de 15 a 60 anos
77
Pegou dengue e quer tomar a vacina, qual a conduta?
Aguardar 6 meses apos o episódio de dengue para administrar a vacina
78
Contraindicações a vacina de dengue
Gestantes e lactantes Imunodeficiência congênita ou adquirida Terapias imunossupressores Adiar a vacinação em caso de doença febril ou doença aguda moderada/grave
79
Vacina HPV: Indicações e doses
Dose única — Adolescentes de 9-14 anos e resgate para 15 a 19 anos Duas doses — Vítimas de abuso sexual de 9-14 anos Três doses — Imunodeprimidos // transplantados de órgãos sólidos ou medula // câncer >> 9 a 45 anos Portadores de papilomatose humana recorrente a partir de 2 anos Vítimas de abuso sexual de 15 a 45 anos
80
Profilaxia de RAIVA: O que caracteriza acidente grave?
-Mordedura ou arranhadura em segmento cefálico, mãos e pés -Mordedura ou arranhaduras múltiplas e extensas, em qualquer segmento do corpo -Morderura ou arranhadura com ferimento profundo, mesmo que puntiforme -Lamber mucosa, mesmo intacta, ou ferimento profundo -Mordedura ou arranhadura por mamifero silvestre
81
Profilaxia de raiva em acidentes com cão e gato
Se passível de observação e sem sinais de doença, observar por 10 dias independente da gravidade do ferimento. Se não passível ou sinais de doença, ver se ferimento leve (vacinar) ou grave (vacina + soro)
82
Profilaxia de raiva se nao for cachorro ou gato
Mamífero de interesse econômico (bovino, ovino, caprino, suíno, equino) —> Leve= vacina // Grave= vacina + soro Mamífero silvestre ou morcego —> Vacina + soro sempre
83
Ferimento com risco maximo de tétano
Ferimento profundo ou superficial sujo Corpos estranhos ou tecidos desvitalizados Politraumatismo e fratura exposta Ferimento por arma branca e PAF Queimadura
84
Quando aplicar vacina antitetânica no acidente
-Menos de 3 doses ou vacinação incerta = Completar esquema vacinal -Última dose a mais de 10 anos -Última dose a mais de 5 anos se acidente com alto risco de tetano
85
Quando aplicar vacina e soro no acidente com risco de tétano
-Ferimento com alto risco de tétano se vacinação incerta ou menos de 3 doses -Ferimento de alto risco com ultima vacina a mais de 10 anos em caso especial (Quando julgar que o cuidado posterior como ferimento nao vai ser adequado) QUANDO DER VACINA E SORO OU IG CONCOMITANTE FAZER EM LOCAIS DIFERENTES
86
Vacina da rotavírus - Ampliação da data máxima
1a dose - 2meses —> pode ser feita ate 11m29d 2a dose - 4 meses —> pode ser feita ate 23m29d
87
Contraindicações a vacina rota
-Paciente hospitalizado pelo risco de eliminação intestinal e surto na enfermaria -Imunodeprimidos ou em terapia imunossupressora -histórico pessoal de doença gastrointestinal grave, mal formação gastrointestinal e invaginação intestinal previa
88
Anafilaxia a ovo, quais vacinas devem ter cuidados especiais? (FIT)
Febre amarela —> pode ser feito apos analise de histórico pregresso e risco epidemiológico Influenza —> Aplicar sob supervisão em quem teve evento anafilático grave Tríplice viral —> Não tem restrição
89
Vacina FA e aleitamento
Não vacinar se lactante de bebe com menos de 6 meses No caso de ser necessário a vacinação deve-se suspender aleitamento por 10 dias Alguns países exigem que seja vacinado para a entrada pelo menos 10 dias antes da viagem
90
Desnutrição é contraindicação a vacina de vírus e bactérias vivas ou atenuadas. V ou F
Falso É uma falsa contraindicação. O desnutrido grave pode nao adquirir imunidade apos a vacinação mas nao tem risco aumentado de desenvolver a doença.
91
Método Kato-Katz serve para diagnostico de que?
ATÉ Ascaris Tricuris Esquistossomose
92
Praziquantel —> usa para quem?
ET Esquistossomose Tênia
93
Associe com as DII -Apendicectomia como efeito protetor -Eritema nodoso -Pseudo pólipos
Apendicectomia protege contra RCU Eritema nodoso é mais comum na DC Pseudopolipos ocorrem na RCU, sem risco aumentado para cancer
94
Definição de placenta de inserção baixa
Placenta com distancia menor que 2cm do colo mas que nao chega a tocar. Nesse caso seria placenta marginal.
95
Acretismo placentário, conduta:
No geral, parto cesáreo prematuro 34-37s com HTA para evitar complicações como CIVD, SDRA, insuf renal, histerectomia periparto, morte materna. Nas placentas acretas pode-se tentar o descolamento manual e partir pra histerectomia só em caso de insucesso. Já na percreta e increta nao tem jeito, tem que fazer a histerectomia com a placenta em loco
96
Tecnica de Lichenstein
Sutura da tela no ligamento inguinal inferior, no tendão conjunto (Oblíquo interno + transverso do abdômen) sobre o oblíquo interno. Deixa-se uma abertura para o funículo espermático.
97
Tecnica de McVay
Sutura do tendão conjunto com o ligamento pectíneo (Cooper) a partir do tubérculo púbico, lateralmente aos vasos femorais, ate o canal femoral. Suturando uma estrutura que esta