trombose do seio venoso
arterite temporal
betabloqueadores com efeito comprovado na migranea
bizus para prova em relaçao as drogas de tto de migranea
criterios de gravidade para cefaleia secundaria
pseudotumor cerebral
Hunt-hess classificação
Grau 0 - assintomático, sem HSA
Grau I - Assintomático ou moderada cefaleia, moderada rigidez de nuca
Grau II - cefaleia moderada a severa, Rigidez de nuca, sem déficit neurológico
Grau III - sonolência, confusão ou déficit focal moderado
Grau IV - coma vigil, déficit focal; e início de rigidez e descerebração; distúrbios vegetativos
Grau V - coma profundo descerebração, moribundo
Escala de Fisher
Grau I- ausência de sangramento
Grau II - lâmina fina de sangramento < 1mm
Grau III - lâmina de sangramento > 1 mm
Grau IV - hemorragia intracerebral, hemorrágica intraventricular com ou sem sangramento difuso
Principais complicações do HSA
Ressangramento Hidrocefalia Vasoespasmo Hiponatremia (sendo a principal causa de síndrome perdedora de sal) Convulsões
Tríade hidrocefalia de pressão normal
Demência
Ataxia
Incontinencia urinária
Formas de apresentação clínica da EM
A. Recorrente-remitente ou surto-remissão
B. Primariamente progressiva
C. Secundariamente progressiva
D. Recorrente progressiva
Tríade de charcot na EM
Tríade clássica de sintomas cerebelares. Disartria , ataxia, tremor
Fenômeno de Uhthoff
Intolerância ao calor na EM
Sinal de Lhermitte
Choque ou formigamento precipitado pela flexão do pescoço
Red flags na EM que devem colocar o diagnóstico em dúvida
Início antes dos 10 ou depois dos 50 anos
Alterações cognitivas graves e precoces
Alterações corticais (afasia, apraxia, Alexia e negligência)
Déficits de instalação súbita
Crises convulsivas
Lesões sugestivas de EM
São encontradas em regiões periventriculares, no corpo caloso, no centro semioval, em estruturas profundas de substância branca e os núcleos da base.
estenose de carotida interna extracraniana >=70% do lado sintomático há
indicação de endarterectomia ou stent como profilaxia primaria
Doença de moyamoya
caracteriza-se por estenose progressiva das porçoes terminais das artérias carótidas internas e do tronco principal das artérias cerebral anterior e cerebral média associada a proliferação de vasos colaterais na base do crânio, além de ser causa de acidente vascular na criança, adolescente e adulto.
tratamento primeira linha na EM recorrente-remitente
se falencia terapeutica ou sinais de mau prognostico o natalizumabe e o fingolimode devem ser considerados. se falencia terapeutica, alentuzumae está indicado.
DRESS por uso de fenitoína
No caso da fenitoína, havendo a necessidade de substituí-la por outro FAE, este deverá ser algum que não possua anel aromático em sua estrutura, como o topiramato, a gabapentina e o valproato. Carbamazepina, fenobarbital e lamotrigina são moléculas com anéis aromáticos e não podem ser usados como substitutos
exames complementares para confirmar ME
EEG, arteriografia, SPECT cerebral ou doppler transcraniano, laudado também por médico capacitado para este fim
alteraçoes exigidas no protocolo de ME
A resolução 2173, do Conselho Federal de Medicina, de 23/11/2017 estabelece que o protocolo de morte encefálica deva ser iniciado se o paciente tiver a causa do coma conhecida e estiver no serviço de saúde há pelo menos seis horas. Quando a causa for encefalopatia hipóxico-isquêmica, a observação deve ser de 24 horas Realizam-se dois exames clínicos a um intervalo mínimo de uma hora se o paciente for maior de 2 anos de idade (de 7 dias a 2 meses incompletos – 24 horas; de 2 meses a 24 meses incompletos – 12 horas),
Para início do protocolo, o paciente deve apresentar
3 pontos na Escala de Coma de Glasgow, SaO2 maior que 94% e temperatura corporal maior que 35ºC. A partir deste momento, o paciente deverá ser submetido a dois exames neurológicos, com intervalo mínimo de 1h entre eles, caso tenha mais de dois anos de idade. Esses exames deverão ser realizados por dois médicos diferentes, habilitados e que não possuam vínculo com nenhuma equipe de transplante.
Os nervos que não são testados no exame de morte encefálica.
olfatório (I NC), acessório (XI NC) e hipoglosso (XII NC)